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Abóbora

Abóbora

Pertencente à família das Curcubitáceas a abóbora é originária da América onde estudos revelam sua utilização junto com o milho e feijão na alimentação dos Incas.

Tem grande quantidade de vitaminas A, C, B1, B2 e B5 e os minerais: cálcio, fósforo e ferro.

É um alimento de alto valor nutritivo e é muito recomendada como alimentação em tratamentos hepáticos.

Existem vários tipos de abóboras no mercado brasileiro, escolha a variedade que deseja plantar ou comprar de acordo com o uso que for fazer.

Como comprar

No Brasil encontram-se abóboras em boa quantidade e qualidade o ano todo, porém entre os meses de setembro a janeiro com melhores preços.

Para escolher o melhor fruto as características externas são os melhores indicadores, marcas de batidas ou amassados não são recomendados.

Como conservar

Prefira comprar somente a quantidade necessária para consumir logo. Como os frutos são muito grandes uma boa idéia é congelar a abóbora, para tanto descasque e cote em pedaços, cozinhe até ficar macia, deixe resfriar por uns 3 minutos, embale em sacos plásticos com porções e coloque no freezer. Para descongelar retire as embalagens e deixe em temperatura ambiente.

Como consumir

Dela só não aproveitamos as cascas. Quando se cultiva a abóbora pode-se aproveitar partes da cultura que não encontramos normalmente nas feiras, como as folhas (cambuquira), que são a parte mais rica da abóbora, podem ser refogadas ou colocadas em sopas. As flores podem ser preparadas à milanesa, refogadas com cebola ou rechear omeletes.

Os brotos refogados são uma verdadeira mina de ferro, indicados para recuperação de casos de anemias ajudando na formação dos glóbulos vermelhos. Do miolo faz-se doces, bolos, refogados, purês, suflês, nhoques…. é só imaginar que a abóbora completa. As sementes também são ricas em ferro e fornecem um ótimo aperitivo quando tostadas no forno com um pouco de sal.

Dicas

Prefira comprar frutos com o cabinho, pois eles se conservarão por mais tempo.

Existem vários tipos de abóboras no mercado brasileiro, escolha a variedade que deseja plantar ou comprar de acordo com o uso que for fazer.

Fonte: www.clubedojardim.com.br

Abóbora

Abóbora

Parece ser nativa das Américas, apesar de estar espalhada pelo mundo.

Existem cerca de 760 espécies de abóbora. Algumas são nativas do Velho Mundo, outras da América do Sul, outras do México e América Central e até existem relatos nos Estados Unidos que datam de 2700 a.C.

Na América antiga algumas espécies eram utilizadas como recipiente para bebidas, nas classes mais altas.

Era cultivada pelos índios sul-americanos por centenas de anos.

No século XVII eram utilizadas em tortas junto com maçãs na Inglaterra.

Também em 1824, foi encontrado um livro onde falavam de uma abóbora pesando 120kg.

São da família das Corcubitáceas, assim como o pepino e o melão. Rica em betacaroteno (precursor da Vit. A) e potássio.

Também contém vitaminas do Complexo B, um pouco de cálcio e ferro.

CALORIAS EM CADA 100g

Abóbora em gera: 40

Abóbora Moranga: 35

Flores de abóbora: 18

Sementes: 573

Fonte: www.xenicare.com.br

Abóbora

 

Abóbora

Poucas calorias e muito sabor são as qualidades apreciadas dessa espécie que faz um bonito papel nas mais variadas preparações culinárias. Vale a pena experimentar e conferir os resultados positivos na balança

Assada, fervida, cozida no vapor ou no microondas, a abóbora é um alimento versátil e tanto pode ser o ingrediente principal de um prato doce quanto o de um salgado. Da entrada até a sobremesa, ela tem um belo papel. Muito utilizada na alimentação brasileira – tem um sabor inconfundível, com um toque meio adocicado – faz bonito também como acompanhamento de carnes, substituindo alimentos bem mais calóricos.

“Tem poucas calorias, uma vez que aproximadamente 95% da sua composição é água. Em 100 g de abóbora cozida somam 40 calorias, no máximo, 9,8 g de carboidratos, 1,2 g de proteína, 0,30 g de gordura e 1 g de fibra”, ensina a nutricionista Sônia Almeida, dos Vigilantes do Peso. Por seu baixo teor calórico – dependendo da espécie, pode ter de 20 a 40 calorias por 100 g –, comparada com outros alimentos, como a batata e a cenoura, por exemplo. Assim, é uma boa opção para substituir esses legumes em recheios, reduzindo consideravelmente as calorias.

Além disso, ela tem alto valor nutritivo, com vitaminas E, A e as do complexo B e sais minerais. Possui, ainda, o betacaroteno, um poderoso antioxidante encontrado em frutas e legumes de coloração alaranjada. Ele ajuda a combater os radicais livres, prevenindo inúmeras doenças degenerativas, como o câncer.

Mil e uma utilidades

O melhor de adicionar a abóbora ao cardápio da família é que dessa planta tudo se aproveita. A polpa nem precisa de apresentação, já que o doce de abóbora é uma das receitas tradicionais da culinária de vários Estados brasileiros. E o jerimum (como ela é chamadada no Nordeste) com carne-seca é de dar água na boca. Mas ela pode ainda dar um charme a pratos, como o nhoque, a panqueca e as massas em geral.

As sementes são um aperitivo e tanto. “Quando torradas por mais de 10 minutos, exalam um aroma parecido com o do amendoim e são ideais para ser consumidas como petisco, pois promovem a sensação de saciedade. Excelente fonte de minerais, como ferro, fósforo, potássio, magnésio e zinco”, informa a especialista dos Vigilantes do Peso, elas também podem ser transformadas em farinha e misturadas à de trigo na confecção de bolos e biscoitos.

Quem pensa que a utilização culinária da abóbora pára por aí está enganada.

Os brotos de suas folhas podem ser mais um item saboroso em ensopados; e as fl ores, conhecidas também como cambuquira, fazem a diferença numa omelete ou à milanesa. Até a casca, rica em fibras, pode ser cozida e consumida sem susto.

É só lavar bem com uma escova, deixar de molho em água e solução que elimina bactérias (que a gente usa normalmente nas verduras) e está pronta para enriquecer o arroz, a carne moída ou a farofa.

TURMA GRANDE E VARIADA

Dentro da família das abóboras (veja foto acima), chamadas de curcubitáceas, existem várias espécies. Segundo a nutricionista Camila Zago, do Hospital São Camilo Ipiranga, de São Paulo, “todas elas têm baixas calorias. Só é preciso ficar atenta aos ingredientes agregados na hora do preparo para não tornar o prato calórico demais. Tendo esse cuidado, qualquer tipo de abóbora é bem-vindo numa alimentação equilibrada”.

As principais espécies são:

MENINA BRASILEIRA OU ABÓBORA DE PESCOÇO

É a mais comum no Brasil e a maior, chegando a pesar até 15 kg. É alaranjada, tem textura fibrosa e é mais úmida. Pode ser utilizada em pratos doces ou salgados. E, também, consumida crua, ralada fina, em saladas.

PAULISTA

Idêntica à menina brasileira, só que o seu tamanho não passa de 1,5 kg. Também pode ser usada em sopas, refogados, chutney e doces variados.

MORANGA

Tem o gosto mais delicado e a consistência menos densa. Sua polpa alaranjada é utilizada em refogados e sopas e a sua casca é um ótimo recipiente para sopas ou o conhecido Camarão na Moranga.

BRASILEIRINHA

Apresenta uma casca verde e amarela. Pode ser consumida antes de amadurecer, em refogados, quando apresenta uma polpa verde, ou madura, já com o interior alaranjado.

ITALIANA

É a tão conhecida abobrinha que fica ótima em pratos salgados, refogada, recheada e grelhada.

JAPONESA OU CABOTIÁ

Bem mais consistente e menos úmida, esta abóbora tem um sabor delicado. Ela é ideal e bastante usada principalmente na preparação de pratos salgados.

ABÓBORA DO CAMPO

Tem o formato de uma pêra imensa, com numerosas sementes. A polpa é alaranjada com sabor mais doce e um requisitado ingrediente para fazer doces, pães e bolos.

ESPAGUETE

Também chamada de gília, é uma abóbora com um alaranjado mais pálido e que, depois de cozida, a sua polpa se separa como se fosse longos fios de espaguete. Muito usada em pratos salgados.

Fonte: www.espacoecologiconoar.com.br

Abóbora

Abóbora

Origem e história

Todas as espécies cultivadas do género Cucurbita, no qual se incluem as abóboras e aboborinhas, tiveram origem na América, encontrando-se entre as espécies de domesticação mais antigas naquele continente.

A maioria das espécies do género teve origem no México e a sua domesticação ocorreu, de forma independente, neste país e na região Este dos E.U.A. Esta espécie era um ingrediente fundamental da alimentação dos Maias, há dez mil anos, sendo mais tarde introduzida na Europa.

Este vegetal possui elevado valor nutritivo contendo grande quantidade de vitamina A, fundamental para uma boa visão, saúde da pele e mucosas, evitando infecções, mas também auxilia o crescimento.

Contém ainda uma vitamina do complexo B, a niacina, cuja função é evitar problemas de pele, do aparelho digestivo, do sistema nervoso e reumatismo.

Possui sais minerais como cálcio e fósforo, essenciais na formação dos ossos e dentes, músculos, coagulação do sangue e transmissão de impulsos nervosos.

A abóbora é indicada para pessoas de todas as idades por ser de fácil digestão.

É também um laxante suave e um diurético, e é aconselhado na recuperação de doenças agudas do aparelho digestivo, especialmente inflamação dos intestinos.

A abóbora contém três das substâncias vegetais de maior ação anti-cancerígena comprovada: beta-caroteno, vitamina C e fibra vegetal.

Não é fácil encontrar num só alimento estes três fatores de grande eficácia preventiva contra o cancro.

Outro elemento interessante neste legume é a sua flor, muito apreciada no México. Possui um delicado sabor e, do ponto de vista nutritivo, oferece fibra vegetal e uma pequena quantidade de hidratos de carbono.

É particularmente rica em beta-carotenos (provitamina A) e em flavonóides, substâncias de poderosa ação antioxidante que desempenham funções muito importantes na prevenção da arteriosclerose e do cancro.

Fonte: www.quintadamaunca.mun-guarda.pt

Abóbora

Abóbora

Originária da Guiné, a abóbora chegou ao Brasil, no século XVI, pelas mãos dos portugueses. Hoje, é muito conhecida em todo o país, e chamada por diferentes nomes, como jerimum, no Norte e como moranga, no Sul.

Tem alto valor nutritivo, contém caroteno, um elemento ótimo para fortalecer a visão, vitaminas do complexo B e sais minerais.

Com baixas calorias, (40calorias/100g) dela tudo se usa, inclusive suas sementes, seus brotos e sua flor.

As sementes podem ser torradas e salgadas, usadas como aperitivo e as flores feitas à milanesa, são uma sugestão gostosa para uma entrada diferente.

Quando verdes, bem novinhas, ficam gostosas ensopadas ou recheadas. Ela é usada ainda em sopas, purês e suflês.

Abóbora como utensílio

Pegue uma abóbora grande, corte uma tampa e retire as sementes e os fios. Lave bem. Pincele toda a abóbora com azeite extravirgem light, embrulhe em papel alumínio, leve ao forno brando, até amaciar totalmente. Feito isto está pronta sua mais nova cumbuca para que você possa colocar sua receita predileta.

Na saúde

Suas sementes, para os índios Cherookee, podem curar cólicas, diminuir pedras nos rins e acalmar febres desde que servidas em chás. Na Índia, a polpa da abóbora colocada diretamente sobre a testa alivia dores de cabeça e, nas Filipinas, o caldo do pé de abóbora é recomendado na cura de dores de ouvido.

Fonte: www.goodlight.com.br

Abóbora

Abóbora

Cultivadas em todo o mundo, elas fornecem polpa e sementes comestíveis.

A fruta verde pode ser cozida e consumida inteira.

A polpa pode ser assada ou cozida, usada em sopas ou ensopados, ou se tornar recheio de ravióli.

As abóboras como todos os vegetais de pigmentação alaranjada, são ricas em beta-caroteno e vitamina C.

Elas apresentam muito pouco gorduras e muitas fibras. A abóbora tem também alto teor de óleo vegetal insaturado, uma fonte de vitamina E, e é rica em vitaminas do complexo B.

Como as abóboras absorvem água, perdem alguns nutrientes e calorias por peso quando fervidas.

A abóbora-moranga, que é a menor e mais doce, é a melhor para ser cozida e assada.

A fruta tem casca dura e é ideal para o armazenamento.

Ela dura cerca de um mês em local fresco e seco.

Fonte: culinaria.terra.com.br

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