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Acerola

Nome científico: Malpighia punicifolia L.
Família: Malpighiaceae
Nomes populares: Acerola, cereja das antilhas
Nome em inglês: Barbados Cherry
Origem: América Central

Acerola

ASPECTOS GERAIS DA CULTURA

NOME COMUM

Acerola, cereja-das-antilhas.

CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA

Malpighia emarginata D.C., pertencente à família Malpighiaceae.

ORIGEM: é uma frutífera nativa das ilhas do Caribe, América Central e norte da América do Sul.

VARIEDADES

Cabocla; Okinawa; Olivier; Rubra; Sertaneja.

VALOR NUTRITIVO

A acerola é uma excelente fonte de vitamina C (ácido ascórbico), além de ser uma fonte razoável de pró-vitamina A. Também contém vitaminas do complexo B como tiamina (B1), riboflavina (B2) e niacina (B3), e minerais como cálcio, ferro e fósforo, embora os teores sejam baixos.

CLIMA

A aceroleira é uma planta de clima tropical, porém adapta-se bem em regiões de clima subtropical. Temperaturas entre 15ºC e 32ºC, com médias anuais em torno de 26ºC, são as mais favoráveis. Para que a mesma cresça e produza bem, também é fundamental uma adequada disponibilidade de água no solo. Precipitações entre 1200mm e 2000mm, bem distribuídas ao longo do ano, são consideradas ideais. Além disso, a planta é exigente quanto à insolação, que influencia bastante a produção de vitamina C.

SOLO

Solos profundos, areno-argilosos e bem drenados são os mais indicados.

PROPAGAÇÃO

Sementes (para a formação dos porta - enxertos), estaquia e enxertia por garfagem.

SUBSTRATO PARA MUDAS

Para a germinação de sementes e enraizamento de estacas recomenda-se o uso de areia lavada apenas ou acrescida de vermiculita, na proporção, em volume, de 1:1. Para mudas em crescimento recomenda-se uma mistura composta à base de casca de pinus queimada (180,0 L), vermiculita (20,0 L), torta de mamona (3,0 L), calcário dolomítico (0,6 kg) e adição da fórmula NPK 10-10-10 (0,5 kg).

ÉPOCA DE PLANTIO

Preferencialmente, no início ou durante a estação chuvosa; havendo possibilidade de irrigação, o plantio pode ser feito em qualquer época do ano, exceto no inverno em regiões com temperaturas inferiores a 15ºC.

ESPAÇAMENTO

5,0 m x 5,0 m ou 6,0 m x 4,0 m.

PRÁTICAS CULTURAIS

Para que a aceroleira produza bem, algumas práticas culturais são essenciais como o controle de plantas daninhas, adubações (baseadas na análise do solo), podas de formação e de limpeza, e irrigação (em regiões onde ocorre déficit hídrico nos meses mais quentes do ano).

POLINIZAÇÃO

Para um bom vingamento de frutos, a aceroleira depende da polinização das flores por insetos polinizadores, destacando-se abelhas do gênero Centris spp. Além disso, é recomendável o plantio intercalado de mais de uma variedade de acerola para favorecer a polinização cruzada.

PRINCIPAIS PRAGAS

Bicudo do botão floral (Anthonomus acerolae); cigarrinha (Bolbonata tuberculata); cochonilha parda (Coccus hesperidium); formigas cortadeiras (Atta spp.); mosca das frutas (Ceratitis capitata); ortézia (Orthezia praelonga); percevejo vermelho (Crinocerus sanctus); pulgão (Aphis spp.) e nematóides (Meloidogyne spp.).

PRINCIPAIS DOENÇAS

Antracnose (Colletotrichum gloesporioides); cercosporiose (Cercospora sp.); seca descendente de ramos (Lasiodiplodia theobromae) e podridão de frutos (Rhizopus sp.).

COLHEITA

Os frutos devem ser colhidos a cada dois ou três dias, retirando todos os frutos maduros e aqueles mudando de coloração, manuseando os mesmos com cuidado para evitar lesões e evitando deixá-los expostos ao sol após a colheita.

PÓS-COLHEITA

Após a colheita, os frutos devem ser levados a uma casa de beneficiamento, onde são submetidos a uma seleção e lavagem com água fria. Frutos para consumo ao natural são acondicionados em embalagens plásticas, pesados e conservados sob refrigeração à temperatura de 7 a 8ºC, por um período de até 10 dias. Frutos destinados à exportação são armazenados sob congelamento à temperatura de –20ºC, que permite a conservação por mais tempo.

PRODUTIVIDADE

A aceroleira produz três ou mais safras durante o ano, concentradas principalmente na primavera e verão, que dependem da disponibilidade de água no solo. A partir do 3º ou 4º ano do plantio, plantas adultas chegam a produzir acima de 40kg de frutos/planta/ano, que corresponde a uma produtividade em torno de 16t/ha.

USOS

A acerola apresenta elevado potencial para produtos processados (suco integral e polpa congelada) e indústria farmacêutica. Para uso doméstico, é geralmente consumida ao natural e na forma de sucos, geléias e doces de massa, podendo ser misturada a outros sucos de frutas como laranja, manga e mamão.

A CULTURA DA ACEROLA

Milagre vegetal - assim é apelidada nas Antilhas, seu lugar de origem. Razão há para isso. Cada cem miligramas de polpa de acerola passa ao organismo humano até cinco mil miligramas de vitamina C. Mais do que cem laranjas. Uma criança de um ano terá satisfeitas as suas necessidades diárias de sustento com apenas uma acerola.

Aqui entra o fascinante, com sabor de mistério e de aventura. Armada daquele poder, raro entre frutos, a acerola foi declarada segredo de Estado. Proibida a sua saída de países onde cultivada e industrializada. Proibição gera tentação. Uma brasileira escondeu na bolsa 245 sementes e abalou-se com elas, que ressurgiram em viveiros da Universidade Federal de Pernambuco. Foi isso em 1955.

E a Malpighia punicifolia espalhou-se pelo Nordeste brasileiro. Três e até quatro vezes ao ano, curva-se ao peso de centenas, um milhar, de frutas miúdas quais pitangas, vermelhas e redondas quais cerejas. A planta cabe na sacada de um apartamento moderno, a fruta pode lotar toda uma dispensa com sucos, doces, geléias, pastas e licores. E ainda ter presença na botica doméstica atuando em casos de gripe, afecções pulmonares, doenças do fígado, nasais, gengivais...

A CULTURA DA ACEROLA

O consumo em expansão dessa fruta deve-se, basicamente, a seu elevado teor de ácido ascórbico (Vitamina C) que, em algumas variedades, alcança até 5.000 miligramas por 100 gramas de polpa. Este índice chega a ser cem vezes superior ao da laranja ou dez vezes ao da goiaba, frutas com alto conteúdo dessa vitamina.

Na quase totalidade dos pomares, observa-se uma mescla acentuada de tipos e formas de plantas. Esse fato tem causado sérias dificuldades para os produtores de acerola, porque a desuniformidade das plantas acarreta perdas de produtividade do pomar e de qualidade dos frutos. É comum encontrar-se, no mesmo pomar, plantas com hábitos de crescimento distintos, árvores que produzem frutos em cacho e isolados, com tamanhos, formatos e colorações diferentes. É importante que os pomares sejam formados a partir de variedades bem definidas, portadoras de características agronômicas e tecnológicas, adequadas à finalidade a que se destinam.

CLIMA E SOLO

A aceroleira se desenvolve e produz satisfatoriamente em clima tropical e subtropical, sendo resistente também a temperaturas próximas a zero grau centígrados. Cresce e produz satisfatoriamente quando as chuvas variam entre 1200 e 1600mm anuais, bem distribuídos.

Não há exigências específicas quanto ao tipo de solo, sendo possível cultivá-la tanto nos solos arenosos como nos argilosos.

PROPAGAÇÃO

A aceroleira pode ser propagada por sementes, por estaquia e por enxertia. A propagação por sementes é bastante utilizada. As mudas a partir de sementes são formadas em canteiros com 15cm de altura, 1,20m de largura e comprimento variável.

Na propagação da acerola por meio de estacas, utilizam-se as pontas dos ramos vigorosos de plantas jovens. As mudas, propagadas por estaquia por enxertia, devem ser adquiridas de entidades ou produtores credenciados e idôneos.

PREPARO DO SOLO

Compreende operações de roçagem, destoca, aração, gradagem e preparo da rede de drenagem, se necessário. O terreno deve ser arado e gradeado para que possa oferecer as condições mínimas necessárias ao desenvolvimento inicial da planta. A aração é feita com máquinas ou, no caso das áreas de pequenos fruticultores, com tração animal.

PLANTIO

Procede-se o plantio quando a muda atinge a altura de 30 a 40cm. Cada planta é amarrada a um tutor para orientar seu crescimento. A amarração não deve ser feita com barbante ou cordão e sim com uma fita que tenha uma área de contato larga, para evitar o estrangulamento da planta. Logo após o plantio, caso não chova, recomenda-se regas leves e freqüentes, de acordo com o tipo de solo e o sistema de irrigação.

PODAS

Após o pegamento da muda, são necessárias podas de formação para conduzir a planta em haste única até a altura de 30 a 40cm do solo. Daí em diante, deve-se orientar a brotação de três a quatro ramos bem localizados e distribuídos, que formarão a estrutura básica da copa.

IRRIGAÇÃO

A cultura da acerola adapta-se aos sistemas de irrigação por aspersão convencional do tipo sobrecopa, pivô central, por sulcos com declive ou sulcos curtos, fechados e nivelados, por gotejamento e por tubos perfurados (xique-xique). De modo geral, os sistemas de irrigação por sulcos e por gotejamento são indicados para os solos argilo-arenosos; já os de aspersão convencional e pivô central prestam-se melhor aos solos arenosos e areno-argilosos.

CONSORCIAÇÃO

É viável o plantio de culturas intercalares em pomares de aceroleira, embora essa prática esteja sujeita a algumas restrições. A principal delas diz respeito ao método de irrigação utilizado: a consorciação é mais utilizada quando se adota a irrigação por aspersão ou se for feita durante o período chuvoso. Entre as culturas consorciáveis, incluem-se o feijão, o milho, o tomate industrial, a melancia e o melão.

ADUBAÇÃO E CALAGEM

O cultivo requer manejo correto, quanto à adubação e nutrição, principalmente nos pomares para exportação. A adubação é a prática mais importante, em termos percentuais, para o aumento da produtividade. Para que o produtor de acerola possa manejar racionalmente os fertilizantes, terá necessariamente que adotar algumas técnicas básicas e essenciais: análise de solo, análise foliar, observação dos sintomas de deficiência de nutrientes, conhecimento dos fatores que afetam a disponibilidade de nutrientes.

CONTROLE DE PRAGAS

Apesar da rusticidade da acerola, a incidência de algumas pragas de maior ou menor interesse econômico tem sido observada com freqüência nas áreas irrigadas do submédio São Francisco, destacando-se, na estação seca, a dos pulgões.

Pulgões - podem causar sérios prejuízos à planta. Ao sugarem a parte final dos ramos, provocam seu murchamento e morte, o que força a planta a gerar brotos laterais.

Controle - pulverizações de óleo mineral emulsionável, na concentração de 1 a 1,5% em água. Os pomares irrigados por aspersão sobre a copa têm apresentado, em geral, menor índice de infestação.

Bicudo - Faz sua oviposição no ovário das flores e nos frutos em desenvolvimento dos quais se alimenta nas primeiras etapas de seu crescimento. Em geral os frutos atacados pelo bicudo ficam deformados.

Controle - Pulverizar com paration na época do florescimento, repetindo-se a pulverização após dez dias; observadas as recomendações do fabricante; recolher e enterrar todos os frutos caídos no chão e eliminar as outras espécies do gênero Malpighia existentes nas proximidades do pomar.

Nematóides - É a de maior importância econômica. A aceroleira é muito sensível ao ataque de nematóides, principalmente os do gênero Meloidogyne. As plantas atacadas enfraquecem e apresentam menor desenvolvimento, tanto da parte aérea como das raízes, que encurtam e engrossam.

Controle - Obter mudas sadias, produzidas em solos não infestados com fitonematóides, e utilizar leguminosas como Crotalaria spectabilis e Crotalaria paulinea para posterior incorporação ao solo.

Poderá ocorrer também o ataque de cochonilhas e cigarrinhas ainda não identificadas, porém de controle simples. Em geral esses insetos são controlados, sem maiores custos, ao se proceder às pulverizações para o combate das pragas de importância econômica.

Em certas épocas do ano, a mosca-das-frutas, Ceratitis capitata, causa prejuízos aos frutos da acerola. Recomenda-se a utilização de paration ou óleo mineral para o controle das cochonilhas e de enxofre para o controle dos ácaros, além de produtos à base de fenthion, como isca ou em pulverização, contra a mosca-das-frutas.

CONTROLE DE DOENÇAS

Cercosporiose - Esta doença caracteriza-se pela presença de tecido morto como pontuações medindo de 1 a 5mm de diâmetro, arredondadas e, às vezes, irregulares, nas duas faces das folhas, que amarelecem e caem. Os produtos químicos a base de cobre controlam a doença.

Há duas doenças, entretanto, que poderão eventualmente atacar os pomares de aceroleira.: verrugose e antracnose, cujas plantações de aceroleira estavam consorciadas com mamoeiros e maracujazeiros. Em virtude desse registro, deve-se evitar consorciação.

PRODUTIVIDADE

No que se refere ao rendimento alcançado por planta e por hectare, há grandes diferenças entre as áreas cultivadas, dependendo principalmente da variedade ou clone explorado, dos tratos culturais adotados e do manejo da irrigação, entre outros fatores.

COLHEITA

A colheita dos frutos da aceroleira destinados ao consumo in natura ou ao processamento do suco para fins de exportação deve ser feita de maneira bastante criteriosa. Os colhedores devem ser adequadamente treinados para o trabalho de colheita. As acerolas destinadas a mercados consumidores distantes devem ser colhidas "de vez". Durante o processo de colheita, seleção e embalagem, é preciso evitar que os frutos sofram pancadas ou ferimentos, o que acelera sua deteriorização.

Os frutos, principalmente os maduros, devem ser acondicionados nas caixas de colheita em poucas camadas, pois o peso das camadas superiores pode provocar o rompimento da casca dos frutos das camadas de baixo.

Origem e dispersão

É cultivada em diversos países (Cuba, Havaí, Estados Unidos, Porto Rico). No Brasil, onde é conhecida há mais de 50 anos, sendo cultivada em escala comercial nos Estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Norte, Pará e Amazônia. A aceroleira ganhou grande importância quando nos anos 40, foi descoberto que seus frutos possuíam alto teor de vitamina C.

Características

A aceroleira é uma árvore de 2 a 4 metros de altura, com ramificação compacta ou espalhada. As folhas são elípticas, ovais ou obovadas de 2 a 7,5 cm de comprimento e 1 a 6 cm de largura. O fruto da acerola é uma drupa de forma arredondada, com diâmetro variando de 1 a 3 cm ou 3 a 16 g. O tamanho do fruto varia em função do potencial genético da planta, tratos culturais e do número de frutos por axila. A coloração dos frutos, quando maduros, pode ser vermelha, roxa ou amarela.

Clima e Solo

A aceroleira é bastante rústica e desenvolve-se bem em clima tropical e subtropical, em altitudes de 0 a 700 m, produzindo satisfatoriamente em locais com temperatura média de 26ºC e precipitações entre 1.200 a 1.600 mm anuais bem distribuídas. Excesso de chuvas pode provocar a produção de frutos aquosos, pobres em açucares e vitamina C. Em locais sujeitos a estiagem prolongada, há necessidade de irrigação. Os solos para cultivo da aceroleira devem ser bem drenados e livres da infestação de nematóide.

Propagação

A aceroleira pode ser propagada por sementes ou vegetativamente por enxertia, estaquia e alporquia. A propagação por sementes apresenta os problemas de variabilidade e baixo índice de germinação, por isso tem sido utilizada mais para fins de melhoramento e formação de porta-enxertos. As sementes germinam a partir de 20 dias e menos de 30% germinam, devido a problemas de abortamento do embrião.

Variedades

A maioria dos pomares brasileiros de aceroleiras foi formada a partir de sementes apresentando grande variação em produtividade, tamanho e qualidade dos frutos.

Utilização

Os frutos da aceroleira apresentam rendimento de suco entre 59 e 75% do seu peso, sólidos solúveis 16,60%; acidez titulável 1,36% e pH 3,30. Em 100 g de polpa, é encontrada a seguinte composição: Vitamina C 1.200-2500mg ; proteína 0,68g; tiamina 24ug; riboflavina 73ug; niacina 480ug; ácido pantotênico 205ug; cálcio 11,70mg; fósforo 10,90mg; ferro 0,24mg; sódio 10ug.

Caracteristica da Acerola

Nome

Cereja das Antilhas ou Acerola

Nome científico

Malpighia punicifolia L. A acerola, originária do mar das Antilhas, América Central, é um arbusto que atinge entre 2m e 3m de altura, apresenta ramos densos e suas folhas tem tamanho variável entre 2 cm e 8 cm.

A fruta tem uma coloração verde quando em desenvolvimento, passando ao amarelo e finalmente ao vermelho escuro quando maduro, levando aproximadamente 22 dias desde a floração até a maturação. A forma do fruto em geral é oval, o tamanho de 1 à 2,5 cm, e o peso de 2 à 10 gr. Contém em sua polpa alto teor de ácido ascórbico, ou vitamina C, cerca de 1800 à 4000 ml por 100 gr do suco de limão ou laranja.

Além da vitamina C, um dos elementos mais essenciais para o ser humano, é rica em vitamina A, Ferro, Cálcio e Tiamina.

Variedades

Conforme pesquisas em outros países, as variedades foram classificadas em doces e ácidas de acordo com o sabor da fruta. As ácidas possuem maior riqueza em vitamina C, que as doces.

Clima

O clima ideal para o cultivo é caracterizado por temperaturas médias em torno de 26 ºC e 1200mm à 1600mm de chuvas.

Plantio

As sementes extraídas de frutos maduros são lavadas e postas a secar à sombra e, em seguida, semeadas nos canteiros.

A germinação ocorre após 20 à 25 dias. Quando as plantinhas atingirem de 10 à 15 cm, devem ser transplantadas com o solo que envolve as raízes para sacos plásticos ou jacas. Quando as mudinhas estiverem com mais de 30 cm de altura (em torno de 6 meses à partir da germinação) já podem ser plantadas no pomar, tendo-se o cuidado de eliminar o saco plástico, sem desmoronar o torrão que envolve as raízes. O plantio no local definitivo deverá ser em período chuvoso; dispondo de irrigação, poderá ser em qualquer época do ano.

Espaçamento

Dependendo da fertilidade do solo e dos tratos culturais varia de 5m x 5m, 5,0 x 6,0 x 6,0m.

Mudas necessárias

300 à 400/ha

Cova

50 x 50 x 50cm

Combate à erosão

Em terrenos acidentados, efetuar o plantio em linhas de nível.

Calagem

Incorporar o calcário antes do plantio, de acordo com a análise de terra, até 3 toneladas por hectare de calcário Dolomítico.

Adubação

Na cova, colocar 20 dias antes do plantio 20 litros de esterco de curral bem curtido, 500 gr de calcário Dolomítico, 500 gr de superfosfato e 150 gr de cloreto de Potássio.

Fonte: www.todafruta.com.br

Acerola

Acerola

A acerola ou cereja-das-antilhas pertence à família Malpighiaceae. Originária das Antilhas, América Central e América do Sul uma planta rústica, desenvolvendo-se bem em clima tropical e subtropical. A altura da planta varia de 2 a 3m (com ramos densos, espalhados).

A acerola é muito rica em vitamina C, chegando a ter de 1 a 2g de ácido ascórbico por 100g de suco.

A acerola pode ser utilizada na forma de refresco, sorvete, balas, cápsulas de vitamina C pura, creme gelado, geléia, compota, néctar e conserva.

Cultivares

A própria espécie botânica.

Clima e solo

A temperatura ideal está entre 25 e 27oC, a planta resiste a geadas leves. Necessita precipitação entre 1.200 a 1.800mm bem distribuídos. É pouco exigente quanto ao tipo de solo, mas prefere os bem drenados e não infestados por nematóides.

Práticas de conservação do solo

Plantar em nível.

Propagação

A estaquia a multiplicação recomendada. Utilizar estacas lenhosas com 2 pares de folhas, 15 a 20cm de comprimento, enterrando 1/3 em terra misturada com areia. Após 60 dias, transplantar para sacos plásticos. Levar ao campo com 8 meses. Não se recomenda a multiplicação por sementes pela desuniformidade nas plantas descendentes. Plantio: Pode ser realizado durante o ano todo, mas deve-se dar preferência ao início da estação chuvosa. As mudas devem ter 30cm de altura.

Espaçamento

4 x 4 m ou 4 x 5 m.

Mudas necessárias

500 a 600/ha.

Covas

40 x 40 x 40 cm preparadas no mínimo um mês antes do plantio.

Calagem e adubação

Durante o preparo do solo dever ser feita uma calagem em toda a área para elevar a saturação por base a 60%, usando calcário dolomítico. Para a cultura já formada proceder do mesmo modo, com a aplicação do calcário sob a projeção da copa da planta.

Adubação de plantio

No preparo das covas colocar 20 litros de esterco de curral ou 5 litros de esterco de galinha.

Adubação de formação

(2 anos), adubação nitrogenada em cobertura na dose de 20 g de N por planta por vez, em quatro aplicações anuais em período seco.

Adubação de produção

No período de frutificação (setembro a março) 40 g de N, 30 g de P2O5 e 50 g de K2O por planta e por ano, em cinco aplicações.

Controle de pragas e doenças

Pouco afetada por pragas e doenças, mas muito sensível a nematóides.

Controle cultural

Evitar solos infestados e, principalmente, adquirir mudas sadias.

Colheita

De setembro a março; colheita manual diária ou em dias alternados.

Produção normal

Planta adulta: 10 a 20 t/hectare/ano.

Comercialização

Principalmente na forma de polpa congelada e sucos; devido ao pequeno período de conservação dos frutos in natura, tem pequeno comércio, embalados em bandejas de isopor e plástico.

Fonte: www.agrov.com

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