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Ácido Fítico

 

Ácido Fítico

O ácido fítico é encontrado na maioria dos grãos e sementes.
Possui propriedades antioxidantes que é utilizado por indústrias de produtos cosméticos. Para uma pele saudável é importante o equilíbrio entre a umidade da pele e sebo. Uma produção de sebo baixa, deixa a pele seca, e muito sebo, faz com que a pele fique oleosa, acarretando em espinhas e poros abertos.
O ácido fítico tem poder hidratante, controlando a produção de sebo e operando como um agente clareador.

O que dá cor a pele e ao cabelo é a melanina. A produção em excesso da melanina devido a exposição intensa ao sol, mudanças hormonais ou traumas na pele leva a hiperpigmentação, ou seja manchas na pele.

As variações na cor da pele também possuem influencia com o envelhecimento. O ácido fítico atua bloqueando a entrada de ferro e cobre na formação de melanina, e por isso é usado como um agente de cuidados para a pele. A elasticidade da pele é a consequência do efeito combinado de umidade, de sebo e de tecido conjuntivo. Com o envelhecimento, a capacidade de reprodução das células da pele diminui e o ácido fítico repõe a quantia certa de umidade nas fibras colágenas e elásticas na derme garantindo aumento da elasticidade da pele.
O ácido fítico associado com outros ácidos como, ácido glicólico ou ácido retinóico é eficaz no tratamento de melasma.

Fonte: winxmake.blogspot.com.br

Ácido Fítico

Ácido Fítico

Descrição:
É encontrado normalmente nas sementes de plantas e nos grãos de alguns cereais (aveia, arroz, etc.). Apresenta-se como um líquido viscoso a 50% levemente amarelado ou castanho-claro, miscível em água, álcool e glicerol. Deve ser armazenado em ambiente fresco e seco ao abrigo da luz.

Sua fórmula molecular é: Ácido Fítico (Hexafosfato de Inosiltol ou IP6)

Propriedades:
• Ácido Fítico possui propriedades de ser um excelente inibidor de tirosinase (enzima que atua na produção de pigmentos na pele ) trabalhando no clareamento de manchas hipercrômicas de diversas etiologias de uma forma segura e progressiva.
• Também pode ser usado como um agente clareador da pele em programas onde estão indicados peelings superficiais com ácido glicólico, uma hidratação por dois a três dias deve ser realizada após este peeling e só então, no quarto dia é iniciado o uso diário do creme contendo o ácido fítico/ácido glicólico.
• Pode ser usado em peles que apresentam grande sensibilidade, podendo ser utilizado em peles com discreto grau de eritema (como no pós operatório de peelingcom laser CO2 ).

Indicação:
É indicado para peles sensíveis, eritema pós-laser e no pós-peeling, mas não éagente de “peeling”. É contra-indicado em feridas abertas e herpes ativo.

Concentração de Uso:
Pode ser usado em creme não iônico na concentração de 0,5% a 1% conforme critério médico. Também pode ser associado ao ácido glicólico para hidratar e suavizar rugas finas da pele.

Sugestões de Fórmulas:
1- Ácido Fítico …................. 0,5 %
Creme não iônico …........ 30g
USO: Aplicar à noite. Durante o dia usar filtro solar.

2- Ácido Fítico …................. 0,5%
Ácido Glicólico …............. 5%
Creme não iônico …........ 30g
USO: Aplicar à noite. Durante o dia usar filtro solar.

Referências Bibliográficas:
• Arquivo Dermage

Fonte: www.dermage.com.br

Ácido Fítico

ÁCIDO FÍTICO
Nome químico: mio-inositol hexafosfato.
Fórmula Molecular: C6H18O24P6
Fator de Correção: 2,00
CAS: 83-86-3
DCB: 00188

Peso Molecular: 659.91

1. Introdução: os distúrbios de hiperpigmentação podem exercer importante influência estética, dependendo de sua intensidade, apresentação e localização. Para combater e reverter as alterações estéticas que tais distúrbios ocasionam, procuram-se produtos que não provoquem reações adversas e que apresentem ação efetiva. A hiperpigmentação é uma discromia que consiste numa produção excessiva de melanina, conferindo à região afetada, normalmente uma superfície limitada, uma coloração mais escura que o restante tom de pele. Esta coloração pode ser resultado de fatores externos como a exposição solar excessiva, traumas na superfície cutânea ou mesmo a utilização de certos medicamentos, tais como os contraceptivos orais.

Em relação aos fatores internos, estes podem ser de natureza genética, distúrbios endócrinos ou mesmo características raciais. O ácido fítico é obtido do farelo de arroz, aveia ou gérmen de trigo. Tem ação inibitória sobre a tirosinase (enzima importante na produção de pigmentos melanínicos que dão cor à pele humana) e por isso é usado como despigmentante. Tem também ação antiinflamatória, antioxidante e hidratante. É usado para o clareamento de manchas hipercrômicas, eventualmente associado ao ácido glicólico, e no “pós-pelling” como antiinflamatório. É um potencial clareador de pele porque além de inibir a tirosinase, é um ótimo quelante de ferro e cobre.

Pode-se usar o ácido fítico como clareador de peles com alto grau de sensibilidade, como peles brancas e sensíveis ou peles que sofreram grandes agressões pro qualquer processo químico ou físico, pois ele tem um alto poder hidratante. O ácido fítico substitui hoje a hidroquinona, substância utilizada nas últimas décadas como clareadora da pele. A hidroquinona também inibe tirosinase, mas é citotóxica (destrói a parede celular do malanócitocélula produtora de melalina) e quando usada em concentrações superiores a 2%, por um período superior a 60 dias, pode causar lesões irreversíveis de coloração branca chamadas de "lesões em confetes ou acomia residual pela hidroquinona" (sem possibilidade de tratamento).

Outro efeito colateral da hidroquinona é a fotosensibilidade, a irritação quando usada m peles sensíveis e a baixa instabilidade do produto contendo hidroquinona (oxidação e inativação).

2. Indicação: clareamento de manchas hipercrômicas, e como antiinflamatório no “pós peeling”.

3. Posologia: na faixa de 0,5 a 2%. Também pode ser associado ao ácido glicólico conforme critério médico. Uma hidratação por dois a três dias deve ser realizada após peeling e só então, no quarto dia, é indicado o uso diário do creme contendo o Ácido Fítico / glicólico.

4. Contra-indicações: não deve ser usado em ferimentos abertos e na primeira fase do pós-operatório dos peelings - de 0 a 12 dias, período de formação de exudados e crostas.

5. Sugestões de Fórmulas:

Ácido Fítico

6. Referências Bibliográficas:
BATISTUZZO, J.A.O.; ITAYA, M.; ETO, Yukiko. Formulário Médico
Farmacêutico, 2ª edição, São Paulo, Tecnopress, 2002.
Nicoletti, M.A., Orsine, E.M, Duarte, A.C. e Buono, G.A. (2002).
Hipercromias: Aspectos Gerais e Uso de Despigmentantes Cutâneos.
Cosmetics & Toietries.
Fitzpatrick, T.B. & J.L. Aeling (2000) “Segredos em dermatologia” Artes
Médicas, Porto Alegre.

Fonte: www.embrafarma.com.br

Ácido Fítico

ÁCIDO FÍTICO

Descrição

O Ácido Fítico é o hexafosfato de inositol, substância presente em cereais (arroz, aveia e germe de trigo).

Propriedades

O Ácido Fítico tem ação inibidora sobre a tirosinase, apresentando ação despigmentante. Tem também ação antiinflamatória, antioxidante, hidratante e agente quelante. É efetivo na prevenção da caspa. O Ácido Fítico é um bom quelante para o cálcio e acelera o transporte de oxigênio, facilitando o metabolismo celular. Na odontologia, forma uma camada uniforme que age como inibidor da formação da placa oral, cariogênese e da dissolução do esmalte.

Indicação

É indicado no clareamento de manchas hipercrômicas, no pós-peeling como antiinflamatório, cremes antienvelhecimento, despigmentantes e em produtos de higiene bucal. Pode ser incorporado em géis, cremes e loções não–iônicas. Pode ser usado de dia ou de noite, mas de dia indica-se aplicar na pele, aguardar a absorção e aplicar filtro solar com FPS acima de 30.

Ação

Bloqueador da Tirosinase (quelante de Cobre e de Ferro)

Mecanismo semelhante a Vitamina C

Antiinflamatório Antioxidante

Anti radical livre

Evita o envelhecimento precoce

Hidrata e suaviza rugas finas

Anti-caspa

Concentração Recomendada

Recomenda-se usar de 0,5 a 2,0%. Eventualmente associado com ácido glicólico, e no “pós-peeling” como antiinflamatório, na mesma concentração.

Recomendações Farmacotécnicas

O pH de estabilidade é de 4,0 a 4,5. É compatível com ácido glicólico, ácido kójico, ácido retinóico.

Incompatibilidades

VC-PMG (Derivado hidrossolúvel da Vitamina C é o Fosfato de Ascorbil Magnésio), arbutin, filtros solares, gel de carbopol, peróxido de benzoila, eritromicina e clindamicina.

Contra indicação

É contra indicado no Herpes ativo e feridas abertas.

Informações para uso:

Para peles oleosas recomenda-se o uso de sabonete adequado, antes da aplicação do Ácido Fítico, para facilitar a permeabilidade. O processo de despigmentação deve ser lento e progressivo, de forma a não lesionar a pele. É um produto para tratamento e não preventivo; as manchas pigmentadas só podem ser evitadas com o uso de fotoprotetores;

O início do uso do Ácido Fítico após o “peeling”, deverá ocorrer somente após 6 ou 4 dias de sua realização .O tratamento de manchas hipercrômicas é de 3 sem. a 2 meses.

Fonte: jrpharma.com.br

Ácido Fítico

Quem tem manchas vive procurando soluções, e uma delas atende pelo nome de ácido fítico. Esse ácido, que é obtido a partir do farelo do arroz, da aveia e do gérmen de trigo, possui ação inibitória sobre a tirosinase, que é uma enzima que atua na produção dos pigmentos de melanina, sendo, por isso, utilizado como despigmentante.

Além da ação despigmentante, o ácido fítico possui ação antiinflamatória, hidratante e antioxidante. É muito utilizado no clareamento de manchas hiper crômicas, por vezes associado a outros ácidos, mostrando-se bastante eficaz. O diferencial desse ácido é que ele pode ser utilizado em peles ultra sensíveis, já que ele é extremamente hidratante.

O ácido fítico substitui a hidroquinona, que é um dos clareadores mais usados no mundo, justamente porque a hidroquinona, que também inibe a tirosinase, é citotóxica e pode causar lesões irreversíveis na pele se utilizada por mais de 60 dias em formulas com concentração acima de 2%. Além disso, a hidroquinona é fotossensível e pode causar irritações em peles sensíveis. A posologia indicada varia entre 0,5 e 2%. Existem várias fórmulas despigmentantes com ácido fítico, tanto para serem usadas no pós peeling como durante a noite.

Fonte: www.jovii.com.br

Ácido Fítico

ÁCIDO FÍTICO

Potente agente despigmentante

INCI NAME: Phytic acid (hexafosfato de inositol)
CAS NUMBER: 83-86-3

INTRODUÇÃO
O ácido fítico (C6H18024P6) é um ácido orgânico componente natural da maioria das sementes de leguminosas e cereais. Sua formação se dá durante a maturação das sementes e grãos de cereais e é encontrado em suas
diversas formas isoméricas, sendo o hexafosfato de mio-inositol a mais bem aceita para sua representação estrutural.

Estrutura do Ácido fítico

Ácido Fítico

Este composto apresenta várias funções fisiológicas importantes para as plantas durante o seu ciclo de vida, incluindo o armazenamento de fósforo e cátions que fornecem a matéria-prima para a formação das paredes celulares, após a germinação da semente.

A quantidade de ácido fítico presente em alimentos de origem vegetal, depende de uma série de fatores: tipo de planta, parte da planta utilizada, tipo de adubação e grau de maturação. A importância do Ácido Fítico, do ponto de vista antinutricional, deve-se principalmente a sua capacidade de formar complexos com o cálcio, ferro, zinco, cobre e magnésio nos alimentos "in natura", bem como no trato intestinal, diminuindo a biodisponibilidade destes minerais.

Neste sentido, o Ácido Fítico desenvolve duas ações antinutricionais:
Inibidor de protease
Combinação com minerais.

Embora os complexos cátion ácido fítico sejam usualmente solúveis em pH ácido, têm limitada solubilidade em pH neutro, similar ao do intestino delgado. Assim, a não disponibilidade destes cátions é considerada como a principal razão para a ação antinutricional do ácido fítico na alimentação. Assim, quantidades excessivas de ácido fítico na dieta remetem a um efeito negativo no balanço mineral, porque formam complexos insolúveis com minerais essências, reduzindo sua biodisponibilidade.

Por outro lado, embora o ácido fítico seja amplamente discutido por sua capacidade de sequestrar íons, diminuindo a sua absorção, este composto também vem sendo estudado por apresentar qualidades benéficas na prevenção de doenças cardiovasculares, devido ao seu efeito hipocolesterolêmico e antioxidante. É sabido, também, que fitatos são importantes na prevenção do câncer de intestino grosso, devido a seu efeito complexante sobre os íons ferro, que parece inibir o processo carcinogênico. O ferro geraria radicais livres, os quais estão associados ao desenvolvimento de câncer. Porém, ao serem complexados pelos fitatos, inibiriam produção destes radicais livres. Deste modo, o fitato atuaria como um antioxidante similar à Vitamina C. Esse efeito antinutriente dos fitatos pode, no entanto, ser considerado como protetor.

Em síntese, benéfico ou maléfico, a ingestão de ácido fítico em alimentos deve respeitar um equilíbrio. Se por um lado o ácido fítico previne a formação de câncer de intestino e problemas cardiovasculares, por outro diminui a absorção de minerais essenciais pelo organismo.

DESCRIÇÃO

O Ácido Fítico é o hexafosfato de inositol, é encontrado normalmente nas sementes de plantas e nos grãos de alguns cereais (aveia, arroz, etc.). Apresenta-se como um líquido viscoso a 50% levemente amarelado ou castanho-claro, miscível em água, álcool e glicerol. Deve ser armazenado em ambiente fresco e seco ao abrigo da luz. Sua fórmula molecular é: C6H18O24P6 (Hexafosfato de Inosiltol ou IP6)

Propriedades

O Ácido Fítico tem ação inibidora sobre a tirosinase, apresentando ação despigmentante. Tem também ação anti-inflamatória, antioxidante, hidratante e agente quelante. É efetivo na prevenção da caspa. O ácido Fítico é um bom quelante para o cálcio e acelera o transporte de oxigênio, facilitando o metabolismo celular. Na odontologia, forma uma camada uniforme que age como inibidora da formação da placa oral, cariogênese e da dissolução do esmalte.

Estudos

O Ácido Fítico: implicações nutricionais e analítica
Este artigo fornece uma visão geral do estado atual do conhecimento sobre o ácido fítico (PA), em relação a vários aspectos. Ele inclui dados sobre sua estrutura química e propriedades físico-químicas, sua presença em muitos cereais e leguminosas e seu papel na planta. Além disso, discutir outras questões, como a importância nutricional da PA em relação à sua capacidade de quelar proteína e minerais, seus efeitos benéficos sobre a saúde e os métodos mais comumente usados em sua determinação.
Referência: DOMÍNGUEZ, Beatriz Martínez; GÓMEZ, Mª Victoria Ibáñez; LEÓN, Francisco Rincón. O ácido fítico: implicações nutricionais e analítica. 2002.

Indicações
É indicado no clareamento de manchas hipercrômicas, no pós-peeling como anti-inflamatório, cremes antienvelhecimento, despigmentantes e em produtos de higiene bucal. Pode ser incorporado em géis, cremes e loções não–iônicas. Para peles oleosas recomenda-se o uso de sabonete adequado, antes da aplicação do ácido fítico, para facilitar a permeabilidade.

O processo de despigmentação deve ser lento e progressivo, de forma a não lesionar a pele. O ácido fítico é um produto para tratamento e não preventivo; as manchas pigmentadas só podem ser evitadas com o uso de fotoprotetores. O início do uso do Ácido Fítico após o “peeling”, deverá ocorrer somente após 6 ou 4 dias de sua realização.

O tratamento médio de manchas hipercrômicas é de 3 semanas a 2 meses. O Ácido fítico não é agente de “peeling”. Contra indicado em Herpes ativo e feridas abertas.

Concentração Recomendada

Recomenda-se usar de 0,5 a 2,0 %.
O pH de estabilidade é de 4,0 a 4,5. É compatível com ácido glicólico, ácido kójico, ácido retinóico.
Não é necessário fazer o fator de correção

Referências Bibliográficas

Disponível em: http://www.iqsc.usp.br/boletim/Todas-Noticias.php?rowid=90&rowid_vol=13, acessado 21/03/2013.

Fonte: www.viafarmanet.com.br

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