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Adolf Lutz

Além de trabalhos pioneiros sobre doenças epidêmicas e endêmicas que assolavam o Brasil, como a cólera, febre amarela, febre tifóide e malária, o médico e sanitarista Adolfo Lutz destacou-se em pesquisas sobre a lepra e a ancilostomíase.

Adolfo Lutz nasceu no Rio de Janeiro RJ em 18 de dezembro de 1855. Fez os cursos secundários e superior em Berna, na Suíça, e formou-se em medicina em 1880. Freqüentou também as universidades de Viena, Leipzig, Praga, Paris, Londres e Hamburgo. Entre as instituições que dirigiu figuram o hospital Khalili, no Havaí, Estados Unidos, e o Instituto Bacteriológico de São Paulo, primeiro no gênero na América do Sul, que em sua homenagem passou a chamar-se Instituto Adolfo Lutz.

Adolf Lutz

A convite de Osvaldo Cruz, assumiu em 1908 a direção de um setor do Instituto Soroterápico Federal (Manguinhos), depois chamado Instituto Osvaldo Cruz, e permaneceu nesse cargo até a morte. No Instituto Osvaldo Cruz empreendeu pesquisas sobre entomologia médica, helmintologia e zoologia aplicadas à medicina tropical. Para estudar a malária e outras doenças infecciosas, fez expedições às florestas serranas do estado de São Paulo, ao rio São Francisco e ao Nordeste. Adolfo Lutz morreu no Rio de Janeiro em 6 de outubro de 1940, deixando diversos trabalhos sobre entomologia médica, protozoologia e micologia.

Fonte: www.biomania.com.br

Adolf Lutz

Estudou na Suíça, formando-se em medicina em 1879, tendo realizado, também, cursos de especialização nos principais laboratórios da França, Alemanha e Inglaterra.

Retornando ao Brasil, estabeleceu-se na cidade de Limeira, onde clinicou durante seis anos. Viajou novamente para a Europa e, na Alemanha, trabalhou com o cientista Unna, em Hamburgo. De volta ao Brasil, recebeu convite do governo inglês para ocupar o cargo de diretor do Hospital Kalihi, no Havaí. Lá, realizou inúmeras pesquisas sobre a lepra. Trabalhou, também, na Califórnia, nos Estados Unidos e, em 1892, foi chamado pelo governo do Estado de São Paulo para dirigir o Instituto Bacteriológico (hoje, Instituto Adolfo Lutz).

Juntamente com Emílio Ribas e Vital Brazil, identificou o surto da peste bubônica em Santos.

Apoiou e incentivou Vital Brazil nas pesquisas sobre ofidismo, inclusive, foi o idealizador do laço para captura de serpente e contribuiu incisivamente para a criação do “Instituto Serumtherápico no Butantan”, onde seriam fabricadas as vacinas e soros contra a peste bubônica e os antiofídicos. Em 1902, confirmou as experiências de Walter Reed em relação à febre amarela e sua transmissão pelo mosquito, agente depositário do vírus. Em 1908, identificou em São Paulo, a blastomicose sul-americana, além de identificar e debelar surtos de cólera e de peste em várias localidades do Estado. Através de suas pesquisas, conseguiu estabelecer a natureza tifóidica das “febres paulistas”.

Dentre as pesquisas realizadas por A. Lutz, destacaram-se aquelas referentes ao impaludismo, os estudos sobre ancilostomose, esquistossomose e leishmaniose.

Adolfo Lutz realizou também estudos sobre as plantas brasileiras, tendo percorrido, em viagens científicas, grande parte do continente sul-americano. Em 1908, obteve sua aposentadoria em São Paulo e transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou, ativamente, no Instituto Oswaldo Cruz até sua morte, ocorrida em 6 de outubro de 1940.

Fonte: www.miniweb.com.br

Adolf Lutz

Médico e sanitarista brasileiro nascido no Rio de Janeiro, RJ, lembrado pelos trabalhos pioneiros sobre doenças epidêmicas e endêmicas que assolavam o Brasil, como a cólera, febre amarela, febre tifóide e malária, e por suas pesquisas sobre a lepra e a ancilostomíase, deixando diversos trabalhos sobre entomologia médica, protozoologia e micologia. Fez os cursos secundários e superior em Berna, na Suíça, e formou-se em medicina (1880). Freqüentou também as universidades de Viena, Leipzig, Praga, Paris, Londres e Hamburgo.

Entre as instituições que dirigiu figuram o hospital Khalili, no Havaí, Estados Unidos, e o Instituto Bacteriológico de São Paulo, primeiro no gênero na América do Sul, que em sua homenagem passou a chamar-se Instituto Adolfo Lutz. A convite de Osvaldo Cruz, assumiu (1908) a direção de um setor do Instituto de Patologia Experimental de Manguinhos, depois chamado Fundação Instituto Osvaldo Cruz, a Fiocruz, e permaneceu nesse cargo até a morte, no Rio de Janeiro. Na Fiocruz empreendeu pesquisas sobre entomologia médica, helmintologia e zoologia aplicadas à medicina tropical. Para estudar a malária e outras doenças infecciosas, fez expedições às florestas serranas do estado de São Paulo, ao rio São Francisco e ao Nordeste.

Fonte: www.sobiografias.hpg.ig.com.br

Adolf Lutz

Nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 18 de dezembro de 1855. Estudou na Suíça, formando-se em medicina em 1879, tendo realizado, também, cursos de especialização nos principais laboratórios da França, Alemanha e Inglaterra.

Retornando ao Brasil, estabeleceu-se na cidade de Limeira, onde clinicou durante seis anos. Viajou novamente para a Europa e, na Alemanha, trabalhou com o cientista Unna, em Hamburgo.

De volta ao Brasil, recebeu convite do governo inglês para ocupar o cargo de diretor do Hospital Kalihi, no Havaí. Lá, realizou inúmeras pesquisas sobre a lepra.

Trabalhou, também, na Califórnia, nos Estados Unidos e, em 1892, foi chamado pelo governo do Estado de São Paulo para dirigir o Instituto Bacteriológico (hoje, Instituto Adolfo Lutz). Juntamente com Emílio Ribas e Vital Brazil, identificou o surto da peste bubônica em Santos.

Apoiou e incentivou Vital Brazil nas pesquisas sobre ofidismo, inclusive, foi o idealizador do laço para captura de serpente e contribuiu incisivamente para a criação do “Instituto Serumtherápico no Butantan”, onde seriam fabricadas as vacinas e soros contra a peste bubônica e os antiofídicos. Em 1902, confirmou as experiências de Walter Reed em relação à febre amarela e sua transmissão pelo mosquito, agente depositário do vírus.

Em 1908, identificou em São Paulo, a blastomicose sul-americana, além de identificar e debelar surtos de cólera e de peste em várias localidades do Estado. Através de suas pesquisas, conseguiu estabelecer a natureza tifóidica das “febres paulistas”.

Dentre as pesquisas realizadas por A. Lutz, destacaram-se aquelas referentes ao impaludismo, os estudos sobre ancilostomose, esquistossomose e leishmaniose.

Adolfo Lutz realizou também estudos sobre as plantas brasileiras, tendo percorrido, em viagens científicas, grande parte do continente sul-americano. Em 1908, obteve sua aposentadoria em São Paulo e transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou, ativamente, no Instituto Oswaldo Cruz até sua morte, ocorrida em 6 de outubro de 1940

Fonte: www.ial.sp.gov.br

Adolf Lutz

Sanitarista, microbiologista, médico clínico e pesquisador, o fluminense Adolfo Lutz foi o responsável pela identificação dos principais agentes transmissores da malária. Criador da Medicina Tropical e da Zoologia Médica no Brasil, formou-se em Medicina pela Universidade de Berna (Suíça). Escolheu voltar e trabalhar em um país onde a ciência precisava enfrentar um caminho tortuoso para se desenvolver. Entre 1881 e 1886, Lutz instalou seu primeiro consultório na cidade de Limeira, interior de São Paulo, para atender a população carente.

Ajudou a combater doenças como febre amarela, varíola, peste bubônica, febre tifóide, cólera, malária e tuberculose. Em 1892, com a criação do Instituto Bacteriológico, um marco na história da pesquisa em Saúde no Brasil, Lutz era o mais preparado para assumir o comando da nova instituição.

Lutz também identificou, em 1902, o mosquito transmissor do vírus causador da febre amarela, o Aedes aegypti. A essa altura, ele já era uma celebridade.

Em 1908, deixou o Instituto Bacteriológico, já consolidado como o mais importante centro de pesquisa médica do País, mudando-se para o Rio de Janeiro, onde passou a trabalhar em Manguinhos, a convite de Oswaldo Cruz.

Lutz trabalhou até a sua morte, em 1940, ano em que a instituição foi transformada em Instituto Adolfo Lutz em sua homenagem.

Adolfo Lutz nasceu no Rio de Janeiro no dia 18 de dezembro de 1855. Morreu no dia 6 de outubro de 1940, aos 85 anos.

Fonte: ctjovem.mct.gov.br

Adolf Lutz

Pioneiro na Medicina tropical, Adolfo Lutz desvendou novos caminhos para estudar e combater doenças transmissíveis como malária, hanseníase, leishmaniose, esquistossomose, tifo e febre amarela, que castigavam a população no início do século XX, principalmente por falta de higiene. Foi precursor nas pesquisas veterinárias. Carioca e filho de suíços, Lutz estudou Ciências Naturais e Medicina em Viena, Leipzig, Praga, Paris e Londres. No Brasil, em 1881, começou como clínico em sua cidade natal. Sete anos depois, viajou para a Alemanha, onde estudou hanseníase. Em 1889, foi convidado a dirigir o Leprosário Kalihi, na Ilha de Molocai, no Havaí.

Novamente no Brasil, assumiu, de 1892 a 1908, a direção do Instituto Bacteriológico de São Paulo, hoje Instituto Adolfo Lutz, tornando-se famoso por pesquisar a malária silvestre, identificar os principais transmissores da doença e sistematizar os mosquitos brasileiros. Convidado por Osvaldo Cruz, realizou, em 1909, estudos e experiências ligados à insetologia e à zoologia no Instituto Osvaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Só se desvinculou do órgão após 32 anos. Realizou expedições pelo Nordeste, Norte e Sul do país.

Fonte: www.netsaber.com.br

Adolf Lutz

Médico e cientista fluminense (18/12/1855-6/10/1940). Criador da medicina tropical e da zoologia médica no Brasil, é responsável pela identificação dos principais agentes transmissores da malária. Nasce no Rio de Janeiro, mas começa sua vida profissional como clínico na cidade paulista de Limeira. Em 1880 consegue o título de doutor em medicina pela Universidade de Berna, na Suíça. Freqüenta universidades importantes da Europa, como as de Londres, de Paris e de Viena. De 1890 a 1893 trabalha no Havaí como especialista em hanseníase. Nessa época assume a direção do Hospital Kalihi, na ilha de Molocai. De volta ao Brasil, dirige em São Paulo o Instituto Bacteriológico, hoje chamado de Instituto Adolfo Lutz em sua homenagem. Permanece no cargo até 1908.

Convidado por Osvaldo Cruz, trabalha durante 32 anos na chefia de um dos setores do Instituto de Manguinhos, no Rio de Janeiro, onde morre. Participa de expedições pela região do rio São Francisco e pelo Nordeste e Sul do país para pesquisar doenças como hanseníase, esquistossomose, febre tifóide, malária e leishmaniose. Deixa publicados diversos trabalhos sobre sua área de atuação.

Fonte: www.algosobre.com.br

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