Criação da Vila
Em 1870 (por razão da Guerra da Tríplice Aliança) chegou a notícia aos moradores de Monte Alegre (no Triângulo Mineiro) de terras férteis para agropecuária, na região do então "Campo Grande da Vacaria". Isso acabou contentando José Antônio Pereira, que precisava de terras para alojar sua família.
Em 21 de junho de 1872 chegou e se alojou em terras férteis e completamente desabitadas da Serra de Maracaju, na confluência de dois córregos - mais tarde denominados Prosa e Segredo - e que hoje é o Horto Florestal. Um pouco antes, em 1869, eclodiu na região a Batalha de Acosta Ñu.
"”No ano seguinte, José Antônio Pereira regressou a Monte Alegre, deixando o seu rancho e a sua lavoura incipiente entregues a João Nepomuceno, com quem se associara. Nepomuceno era caboclo de Camapuã, um arraial que morria, situado na antiga Fazenda Imperial do mesmo nome, nas cabeceiras do Coxim, e que ali aparecera, 'de muda' para Miranda, quebrando a monotonia do ermo com dois carros de bois que o peso da carga fazia chiar nos eixos.”" [Rosário Congro (1884-1963), primeiro historiador da cidade)][1]
No dia 14 de agosto de 1875, José Antônio Pereira enfim retorna com sua família (esposa e oito filhos), escravos, além de outros (num total de 62 pessoas). No primeiro rancho, que houvera construído, encontra agora Manoel Vieira de Sousa (Manoel Olivério) e sua família, provenientes de Prata, que aqui haviam chegado atraídos pelas notícias dos campos de Vacaria, juntamente com seus irmãos Cândido Vieira de Souza e Joaquim Vieira de Souza, e alguns empregados, um dos quais Joaquim Dias Moreira (Joaquim Bagage). Minas Gerais; as famílias se unem e originam a primeira geração de campo-grandenses. No fim de 1877 cumpre uma promessa feita durante a viagem de retorno e constrói a primeira igrejinha (rústica de pau-a-pique com telhas de barro).
As casas, de precário alinhamento, formaram a primeira rua (chamava-se Rua Velha, atual rua 26 de Agosto, e terminava num pequeno largo (atual Praça dos Imigrantes), onde havia uma bifurcação, formando mais duas vias). José Antônio Pereira, fundador do arraial, construiu sua residência definitiva no final da ramificação de baixo (hoje rua Barão de Melgaço). Faleceu em sua fazenda "Bom Jardim", em 11 de janeiro de 1900, meses depois da emancipação política da vila (26 de Agosto de 1899).
A partir de 1879 novas caravanas de mineiros foram chegando e sendo distribuídas nas terras devolutas, marcando suas posses, quase sempre sob a orientação do fundador. Estabeleceram assim as primeiras fazendas do Arraial de Santo Antônio do Campo Grande. No centro da rua, no comércio e farmácia, que pertenciam a Joaquim Vieira de Almeida, reuniam-se a alta sociedade do local.
Era o homem que tinha maior instrução na vila e era o redator de documentos de caráter público ou privado. E eram resolvidos ali os problemas comunitários, de onde saíam as reivindicações ao governo. Foi de autoria do próprio Joaquim Vieira de Almeida uma correspondência solicitando a emancipação da vila.
A região e a vila se desenvolviam em razão do clima e da privilegiada situação geográfica. Isso atraiu os habitantes de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Nordeste, entre outros.
Depois de cansativas e insistentes reivindicações (também devido a sua posição estratégica, e sendo passagem obrigatória em direção ao extremo sul do Estado, Camapuã ou ao Triângulo Mineiro), o governo estadual promulga a resolução de emancipação da vila e a eleva à condição de município, ao mesmo tempo que passa a se chamar apenas Campo Grande em 26 de agosto de 1899.
Com a emancipação ocorrida, Joaquim Vieira de Almeida havia falecido em decorrência de sua tuberculose e sem ver seu pedido atendido. O município de Campo Grande se desenvolve com a agropecuária, proporcionada pelo estabelecimento de fazendas de criação de gado em suas imediações e nos campos limpos de Vacaria.
Torna-se um centro comercial bovino, de onde partiam comitivas conduzindo boiadas para o Triângulo Mineiro e o Paraguai. Construída em 1900 por Manuel da Costa Lima, a estrada boiadeira (hoje BR-163), passou a ligar Campo Grande às barrancas do Paraná. Com isso, as boiadas dirigiram-se também para São Paulo, onde abriu-se novo mercado para a região e novas oportunidades para o comércio local, além de intercâmbio.
Chega a Campo Grande em 1909 o engenheiro Temístocles Pais de Sousa Brasil, que foi indicado e designado pelo Exército para realizar os estudos para a locação e a construção do quartel-general e outros aquartelamentos das Forças Armadas da região de Mato Grosso, além de ser designado para projetar a primeira planta urbana e rocio da vila de Campo Grande.
A Comarca de Campo Grande é criada em 1910. Seu primeiro juiz de direito foi Arlindo de Andrade Gomes. Seu primeiro promotor público, Tobias de Santana. As idéias modernizadoras dos primeiros administradores influenciaram várias áreas, da pecuária ao urbanismo, e foi traçada a zona urbana com avenidas e ruas amplas e arborizadas.
É instalada a energia elétrica em 1916 e em 16 de julho de 1918, pelo Decreto nº. 772, o município é elevado à categoria de cidade. De 1921 a 1923, na gestão do intendente Arlindo Andrade, são feitas várias obras urbanas (urbanização da Av. Afonso Pena, arborização das vias principais e secundárias e ajardinamento da Praça Ari Coelho, entre outras).
Outro fator de progresso para o município e para o estado de Mato Grosso foi a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, da RFFSA (atual Novoeste), em 1914, ligando as duas bacias fluviais: Paraná e Paraguai, aos países vizinhos: à Bolívia (via Corumbá) e ao Paraguai (via Ponta Porã). Foi um marco decisivo para o desenvolvimento de Campo Grande, que despontava como uma das mais progressistas cidades do antigo estado de Mato Grosso, superando a então capital estadual Cuiabá.
Funcionando como pólo comercial e de serviços de uma vasta região, Campo Grande desenvolvia-se e firmava sua liderança no sul do Estado. A transferência, em 1921, do Comando da Circunscrição Militar, inicialmente sediado em Corumbá (antes de chegar á Campo Grande, a Circunscrição da 9ª Região Militar teve como sedes ainda as cidades de Cuiabá e Aquidauana).
A transferência e construção dos quartéis e outros estabelecimentos militares foi outra iniciativa que contribuiu para o seu desenvolvimento e liderança. Outro passo para o seu desenvolvimento foi a vinda de imigrantes estrangeiros: (japoneses, árabes, armênios) a partir de 1924.
Em 1930 já possuía cerca de doze mil habitantes (além de três agências bancárias, correios e telégrafos, várias repartições públicas, estabelecimentos de ensino primário e secundário, assim como clubes recreativos). Tinha acesso ao abastecimento de água canalizada, energia elétrica e telefone.
Em 1932, chegou a informação na cidade da deflagração da Revolução Constitucionalista. Quando a cidade soube da notícia, viu seu primeiro desafio: “de que lado ficar?” As lideranças da época (políticos e coronéis oriundos do norte do estado e radicados na região) romperam de vez com o poder e uniram-se a São Paulo contra tudo e todos.
Com isso foi declarado um estado independente, o Estado de Maracaju, com Campo Grande sendo a capital administrativa. Seu governador foi o renomado médico Vespasiano Martins, então intendente. A sede (ou o palácio do governo) foi instalado no prédio da Maçonaria, de lá partindo as decisões e o planejamento do combate às forças legalistas).
A capital legal do Estado, que era Cuiabá (esta recebia maior influência de Goiás, Rio de Janeiro, Paraná e parte de Minas Gerais), continua legalista. Campo Grande acabou, deste modo, tornando-se a capital do estado de Maracaju, anseio concretizado que já era manifestado desde o início do século (o sul independente do norte), mas que durou poucos meses, de 11 de julho até outubro de 1932.
Com a vitória legalista, o sonho de divisão é frustrado, mas se reiniciou em 1958, quando dois militares (então coronéis), Ernesto Geisel e Golbery do Couto e Silva, estavam em Mato Grosso para viabilizar a divisão do estado em dois, e concluíram que esta não era apenas viável, mas muito necessária, pois havia uma diferença enorme entre as regiões norte (entrada da Floresta Amazônica) e sul (representada por campos de pastagem).
Com o general Ernesto Geisel empossado na Presidência da República nos anos 70, é nomeado o general Golbery do Couto e Silva para a chefia de sua Casa Civil. A região sul finalmente elege a maioria da Assembléia Legislativa Estadual, o que acabou concretizando, em 11 de outubro de 1977, pela Lei Complementar nº 31, a criação do estado de Mato Grosso do Sul, com capital em Campo Grande, instalado em 1979.
Campo Grande é um município brasileiro da região Centro-Oeste, capital do estado de Mato Grosso do Sul. Ocupa a 14º posição das maiores áreas urbanas do Brasil.
Reduto histórico de divisionistas entre o sul e o norte, Campo Grande foi fundada há mais de 110 anos por colonizadores mineiros, que vieram aproveitar os campos de pastagens nativas e as águas cristalinas da região dos cerrados.
A cidade foi planejada em meio a uma vasta área verde, com ruas e avenidas largas. Relativamente arborizada e com diversos jardins por entre as suas vias, apresenta, ainda nos dias de hoje, forte relação com a cultura indígena e suas raízes históricas. Por causa da cor de sua terra (roxa ou vermelha), recebeu a alcunha de Cidade Morena.
A cidade está localizada em uma região de planalto, em que é possível ver os limites da linha do horizonte ao fundo de qualquer paisagem. O aquífero Guarani passa por baixo da cidade[10]
Campo Grande está localizada no centro do estado e equidistante dos extremos norte, sul, leste e oeste de Mato Grosso do Sul, fator que facilitou a construção das primeiras estradas da região, contribuindo para que se tornasse a grande encruzilhada ou polo de desenvolvimento de uma vasta área.
É considerado o mais importante centro impulsionador de toda a atividade econômica e social do estado, posicionando-se como o de maior expressão e influência cultural, sendo também o polo mais importante de toda a região do antigo estado, desmembrado em 1977.
Em 1950, o município concentrava 16,3% do total das empresas comerciais de Mato Grosso do Sul; em 1980, este número subiu para 24,3% e, em 1997, a 34,85%.

Também registrou crescimento populacional acima da média nacional nos anos 1960, 70 e 80. Hoje, a cidade possui dimensões e características próximos aos de uma metrópole, com uma população próxima de 1 milhão de habitantes, sendo considerada uma das cidades mais desenvolvidas da região Centro-Oeste do Brasil.
Segundo pesquisa feita em 2006 pela revista Exame, Campo Grande é a 28ª melhor cidade do Brasil em infraestrutura,[11] fator decisivo na atração de investimentos.
Seu atual nome originou-se do primeiro nome, que era Arraial de Santo Antônio de Campo Grande.

Em 21 de junho de 1872 José Antônio Pereira chegou e se alojou em terras férteis e completamente desabitadas da Serra de Maracaju, na confluência de dois córregos - mais tarde denominados Prosa e Segredo - onde hoje é o Horto Florestal. No dia 14 de agosto de 1875, José Antônio Pereira enfim retornou com sua família (esposa e oito filhos), escravos e outros, num total de 62 pessoas.
No primeiro rancho, que havia construído, encontrou Manoel Vieira de Sousa (Manoel Olivério) e sua família, provenientes de Prata, que ali haviam chegado atraídos pelas notícias dos campos de Vacaria, juntamente com seus irmãos Cândido Vieira de Souza e Joaquim Vieira de Souza e alguns empregados, um dos quais Joaquim Dias Moreira (Joaquim Bagage). A região e a vila se desenvolviam em razão do clima e da privilegiada situação geográfica. Isso atraiu habitantes de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Nordeste, entre outros.
Depois de cansativas e insistentes reivindicações (também devido a sua posição estratégica, e sendo passagem obrigatória em direção ao extremo sul do Estado, Camapuã ou ao Triângulo Mineiro), o governo estadual promulgou a resolução de emancipação da vila e a elevou à condição de município, ao mesmo tempo mudando o seu nome para Campo Grande, em 26 de agosto de 1899, tendo como primeiro prefeito Francisco Mestre (até 1º/11/1904).

A comarca foi criada em 1910, sendo seu primeiro juiz de direito Arlindo de Andrade Gomes e seu primeiro promotor público, Tobias de Santana. As ideias modernizadoras dos primeiros administradores influenciaram várias áreas, da pecuária ao urbanismo, e foi traçada a zona urbana com avenidas e ruas amplas e arborizadas.
Outro fator de progresso para o município e para o estado de Mato Grosso foi a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, da RFFSA (atual Novoeste), em 1914, ligando as bacias dos rios Paraná e Paraguai aos países vizinhos: à Bolívia (em Corumbá) e ao Paraguai (em Ponta Porã). Finalmente foi concretizada em 11 de outubro de 1977, pela Lei Complementar nº 31, a criação de um novo estado (o Mato Grosso do Sul), cuja capital seria Campo Grande.

Geograficamente, o município de Campo Grande se situa próximo da fronteira do Brasil com Paraguai e Bolívia, num território razoavelmente plano e fértil.
Geografia física

Localização: o município de Campo Grande está localizado geograficamente na porção central de Mato Grosso do Sul, na Serra de Maracaju. Está equidistante dos extremos norte, sul, leste e oeste e se situa a 1 134 km de Brasília. Tem posição estratégica, sendo passagem obrigatória para o Paraguai, Bolívia e o turismo no Pantanal. Possui uma latitude 20º26'34" Sul e a uma longitude 54º38'47" Oeste.
Topografia: Campo Grande apresenta topografia plana e a Formação Serra Geral é constituída pela sequência de derrames basálticos, ocorridos entre os períodos Jurássico e Cretáceo, na Era Mesozoica. Estas rochas efusivas estão assentadas sobre arenitos eólicos da Formação Botucatu e capeadas pelos arenitos continentais, fluviais e lacustres. Sua menor altitude é 490 metros e a maior é de 698 metros, tendo altitude média de 592 metros.
Solo: os tipos de solos originais que constituem o município são:
Latossolo vermelho escuro: solos minerais profundos e
bem drenados;
Latossolo roxo: solos profundos, bem drenados e com baixa
suscetibilidade a erosão;
Areias quartzosas: solos minerais, não hidromórficos,
textura arenosa, pouco desenvolvido e com baixa fertilidade natural;
Solos litoicos: solos rasos, muito pouco evoluídos,
apresentam teores baixos de materiais primários de fácil decomposição.
Vegetação: Campo Grande possui um conjunto geográfico uniforme. Localiza-se na zona neotropical e pertence aos domínios da região fitogeográfica da savana. Sua cobertura vegetal autóctone apresenta-se com as fisionomias de savana arbórea densa, savana arbórea aberta, savana parque e savana gramíneo lenhosa (campo limpo), além das áreas de tensão ecológica representadas pelo contato savana/floresta estacional e áreas das formações antrópicas. Os tipos de vegetação originais do município são:
Cerrado: caracteriza-se por árvores baixas, de
troncos retorcidos e cascas grossas, espalhadas pelo terreno.
Florestas ou matas: caracteriza-se pelo predomínio
de árvores altas que crescem bem próximas umas das outras.
Campos: caracteriza-se pela formação de plantas
rasteiras, predominando o capim e a grama.
Hidrografia: Campo Grande localiza-se sobre o divisor de águas das bacias dos rios Paraná e Paraguai. O Aquífero Guarani passa por baixo da cidade,[12] sendo capital do estado detentor da maior porcentagem do Aquífero dentro do território brasileiro. O município não tem grandes rios, sendo cortado apenas por córregos, ribeirões e rios de pequeno porte. Seguem as informações sobre a hidrografia:
Bacia: Rio Paraná
Sub-bacia: Rio Pardo.
Rios: Anhanduí e Anhanduizinho
Córregos: Prosa, Segredo, Sóter, Pindaré,
Vendas, Botas, Buriti, Lagoa, Imbirussu, Ceroula, Serradinho, Cabaça,
Cascudo, Bandeira, Bálsamo, Brejinho, Poção, Formiga,
Desbarrancado, Olho D'água, Cabeceira, Pedregulho, Nascente, Lageado
e Guariroba.
Clima: em Campo Grande, as temperaturas são bastantes variáveis durante o ano. Predomina o clima tropical de altitude, com duas estações muito bem definidas: quente e seca no verão e fria e úmida no inverno. Nos meses de inverno a temperatura pode cair drasticamente. Precipitação média de 126,15 mm ao ano, com variações durante certos anos (para mais ou para menos). A amplitude térmica é muito grande devido à influência quase nula da maritimidade (a cidade está muito distante do oceano). Seguem os dados sobre o clima:
1.18 de julho de 1975;
2.novembro de 1985;
3.maio de 1986.
Fuso horário: o fuso horário é de -1h
com relação ao Horário de Brasília e de -4h ao
UTC.
Área territorial: possui área total de 8 096,051
km², ocupando 2,26% da área total do Estado. A área urbana
totaliza 154,45 km² segundo a Embrapa Monitoramento por Satélite.[13]
Limites: faz divisa com os municípios de Jaraguari,
Rochedo, Terenos, Sidrolândia, Nova Alvorada do Sul e Ribas do Rio Pardo.
Desde a sua fundação, a cidade de Campo Grande tem crescido de maneira razoavelmente constante, com uma população de mais de 750 mil habitantes (ou 31,77% do total estadual) e cerca de 90 hab/km², sendo o terceiro maior e mais desenvolvido centro urbano da região Centro-Oeste e a 23ª maior cidade do Brasil em 2008, segundo o IBGE. Entre seus moradores é possível encontrar descendentes de espanhóis, italianos, portugueses, japoneses, sírio-libaneses, armênios, paraguaios e bolivianos. A qualidade de vida de Campo Grande acabou atraindo também muitas pessoas de outros estados do Brasil, especialmente dos estados vizinhos (São Paulo, Paraná e Minas Gerais) e do Rio Grande do Sul.
Abastecimento hidráulico: a água que é
consumida vem principalmente dos córregos Lageado e Guariroba.
Educação: o total de crianças na escola
é de 97,12% e o analfabetismo é de 5,4%.
Energia elétrica: desde 2001 uma usina termelétrica
inaugurada no município utiliza o gás natural boliviano trazido
pelo Gasoduto Brasil-Bolívia.
Habitação: o número de imóveis
em Campo Grande é de 339.524 unidades (IBGE 2000), entre residências
e edifícios (estes são cerca de 930 e aparecem em maior número
na região central da cidade).
Índice Gini: 0,610 (est. 2000)
Mortalidade infantil: 13,45 por mil