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Dia do Aniversário de Campo Grande

Turismo de eventos

Campo Grande se destaca no quesito turismo de eventos no Brasil, oferecendo muitas oportunidades de negócios. Recebe vários eventos nacionais e internacionais, dispondo de ótima infraestrutura de serviços. Relação dos principais locais onde ocorrem eventos e apresentações na cidade:

Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo (3 auditórios e 1 teatro): foi considerado o melhor investimento turístico do ano de 1994, com o PIT (Prêmio de Imprensa do Turismo) no Rio de Janeiro. Possui recepção, cafeteria, restaurante e salão de exposições.

Centro de Convenções do Bristol Exceler Plaza Hotel (5 auditórios)

Centro de Convenções do Bristol Jandaia Hotel (5 auditórios)

Centro de Convenções do Novotel (7 auditórios): suporta eventos de pequeno e grande porte. Possui uma área construída de 320 metros quadrados, incluindo uma sala de apoio de 21 metros quadrados.

Centro de Convenções Gunter Hans (4 auditórios): possui um salão de exposições com 150 metros quadrados.

Centro de Eventos Albano Franco: espaço reservado para grandes feiras industriais, shows e grandes eventos.

Parque Laucídio Coelho: no parque, além da tradicional feira agropecuária Expogrande, acontecem shows musicais, festas e eventos de grande porte, como o Moto Road e a Festa das Nações. No local, também acontecem rodeios e leilões de animais.

Religião

As religiões predominantes são a protestante e a católica. Para esta última, a cidade pertence à Arquidiocese de Campo Grande e seu padroeiro é Santo Antônio. Todavia, Campo Grande possui uma das maiores populações evangélicas do País.

Igrejas como Batista, Presbiteriana, Metodista, Luterana e Assembleia de Deus possuem muitos adeptos e apresentam crescimento mais acentuado do que o catolicismo.

Campo Grande, como a maioria das cidades brasileiras, começou a se desenvolver à beira de um curso d'água e à sombra de uma igreja. Algumas edificações se mesclam à história da cidade.

Templos históricos

Catedral de Nossa Senhora da Abadia: foi a primeira igreja construída na cidade, por volta de 1880, em homenagem ao santo protetor de José Antônio Pereira, fundador da cidade. Foi demolida em 1922 para a construção da atual igreja matriz, que recebeu o título de Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Abadia depois da bênção do Papa João Paulo II, em 1991.

Igreja de São Benedito: está intimamente ligada à ex-escrava Eva Maria de Jesus, a Tia Eva. Líder de sua comunidade, ela construiu a igreja em 1910 para pagar uma promessa feita a São Benedito.

A igreja foi decretada Patrimônio Cultural de Campo Grande em junho de 1998. A imagem de São Benedito, esculpida em madeira e trazida de Goiás por Tia Eva, permanece até hoje no local. Tia Eva faleceu em 1926 e seu corpo está sepultado em frente à capela. Desde 1905, os devotos do santo e descendentes da Tia Eva reúnem-se para a tradicional Festa de São Benedito, no mês de maio, que inclui eventos culturais, bailes, comidas típicas, leilões e jogos de quermesse, rezas e fogos de artifício.

Igreja Presbiteriana Central de Campo Grande: templo construído em 1935 e um dos mais procurados para casamentos.

Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro: fundada em 1938, localiza-se em um dos primeiros bairros da cidade, o Amambaí.

Paróquia de São Francisco de Assis: localiza-se ao lado da estação ferroviária e é uma das poucas igrejas que ainda conservam sua arquitetura original. É utilizada para prática religiosa e cultos e pertence aos padres franciscanos, formando com o conjunto ferroviário um marco referencial urbano da parte antiga da cidade. Considerada uma das maiores construções históricas de Campo Grande.

Paróquia São José: construída em 1938, possui belos vitrais e é uma das mais frequentadas na cidade.

Turismo rural

Na cidade há também a opção do turismo rural. Pode-se conhecer estâncias, pousadas rurais, pesque-pagues, trilhas ecológicas, cachoeiras e fazer esportes radicais e cavalgadas. No day-use o turista pode conhecer a história e cultura dos peões locais, além de ter a opção de comprar guloseimas e artesanato rural.

Infraestrutura

Campo Grande dispõe de variados serviços (restaurantes, padarias, confeitarias, bancos, financeiras, órgãos públicos federais, estaduais e municipais, clubes, hotéis, pousadas e motéis) que apoiam a população de um modo geral.

Cultura

A cultura em Campo Grande é marcada pela diversidade de costumes, música e gastronomia e reflete traços culturais singulares devido à herança deixada pelos índios e diversas raças, como a europeia, sírio-libanesa, japonesa, paraguaia, boliviana e pelos migrantes oriundos de outros Estados que aqui se radicaram.

Cultura popular

Produtos regionais

Um dos seus maiores símbolos de Campo Grande nasceu da inspiração de Conceição Freitas da Silva, mais conhecida por Conceição dos Bugres. Suas esculturas de bugrinhos ficaram famosas no resto do mundo. Mesmo depois de sua morte, seus descendentes continuaram seu projeto. O artesanato indígena, principalmente terena e kadiwéu também é muito comum na cidade. Na produção terena se destacam a cerâmica, adornos, objetos em palha, barro e tecelagem. Na produção kadiwel se destaca mais o barro. Atualmente na cidade há peças esculpidas em osso e couro de peixe. Esculturas de tuiuiús, garças, onças também se destacam. Também se destacam o artesanato rural como arreio, berrante e agroprodutos. Em prédios públicos, como a Casa do Artesão (situado na esquina da Avenida Calógeras a Afonso Pena, no Centro),há várias opções disponíveis. Há também a Praça dos Imigrantes, onde são comercializados trabalhos manuais. Campo Grande é um dos maiores núcleos de artesanato do estado, possuindo vários espaços:

Barroart: ponto de venda de artesãos do Estado, bar-lanchonete com possibilidade de música ao vivo e plantão para turistas. Iniciou suas atividades em 1999, sendo ponto de referência turística, pois apresenta cerâmica kadiweu e terena, além dos tradicionais bugres.

Feira Central: também conhecida como "Feirona", foi fundada no início dos anos 70 e é a feira mais tradicional e movimentada da capital. Trata-se de um local bastante peculiar, onde diversas culturas e tradições convivem e se misturam. Além de frutas, legumes e verduras, é possível encontrar comidas típicas japonesas (sobá, yakisoba e sushi), além de espetinhos de churrasco e doces caseiros. Na feira, também há bancas de artesanato, além de hippies que vendem brincos, pulseiras e colares. Dias de funcionamento: quarta-feira e sábado.

Feira Indígena: localizado na frente do Mercado Municipal, é um espaço doado aos índios Terena para que possam divulgar e comercializar seus trabalhos artesanais e produtos cultivados.

Memorial da Cultura Indígena: situado na única aldeia indígena urbana do país, Aldeia Indígena Marçal de Souza, o Memorial foi construído com bambu e é coberto por palha de bacuri (coqueiro típico da região) em forma de ocas para cultivar um pouco da cultura indígena. Há espaço para exposições e comercialização de objetos de artesanato. A construção contempla os visitantes portadores de necessidades especiais com banheiros adequados.

Mercado Municipal Antônio Valente: mais conhecido como Mercadão, sua construção deu-se em 1933 pelos irmãos Fidales e a Prefeitura Municipal. Hoje o local é visitado por todos e principalmente por quem vem do interior. É característico o pastelzinho frito na hora e o cafezinho todas as manhãs.

Primeiro Traço, no Shopping Eldorado Campo Grande: este espaço nasceu da união de 49 artesãos, sendo inaugurado em 2001 para exposição de trabalhos de diversos artesãos de Mato Grosso do Sul, sobretudo de Neide Ono, Douglas e família Colombelli e Mariano Neto, entre outros. Praticamente toda a venda de peças é feita para turistas de fora do Estado.

Quiosque da Arte, na Praça da República de Campo Grande: venda de artesanatos variados, principalmente para turistas de outros estados.

Costumes

Os costumes em Campo Grande são a soma dos povos que fizeram da região Centro-Oeste do Brasil um rico encontro de tradições, crenças e costumes.

Influência

Capital do estado que concentra a 2ª maior comunidade indígena do Brasil, Campo Grande mistura influências de diversas etnias, principalmente dos vizinhos fronteiriços. Desbravada por mineiros, Campo Grande acolheu diversos imigrantes, além de brasileiros de vários estados. Ainda partilha a cultura do estado em que está inserido, o Mato Grosso do Sul. No município é grande a interação com a zona rural. Quem mora na zona urbana se desloca muito para a zona rural, ocorrendo também o contrário. A influência que o campo exerce na cidade é grande e percebe-se através dos alimentos. Entre os costumes mais fortes da cultura local encontram-se eventos como o Moto Road e a exposição agropecuária local.

Música

Na música regional destacam-se os seguintes gêneros como o chamamé, guarânia e sertanejo.

Culinária

Gastronomia

A culinária de Campo Grande incorpora vários sabores que conquistam o turista. Na cidade os restaurantes incorporaram ao cardápio local receitas desenvolvidas com produtos regionais. Um exemplo é o nhoque de mandioca com molho de carne-seca. Também se destaca o churrasco de carne bovina (por conta da forte influência gaúcha) com mandioca (hábito adquirido com os índios). Para completar umas gotas de shoyu, tempero japonês a base de soja (shoyu = soja em japonês), que se tornou popular entre os campo-grandenses. Do Japão também veio outro prato típico: o sobá, que é um tipo de macarrão, sendo a primeira cidade no Brasil a dispor desse tipo de restaurante. Os peixes também têm sua importância gastronômica, sendo muito comum o pacu, dourado, pintado e piranha. A sopa paraguaia, também muito comum, é um tipo de bolo com milho, cebola e queijo. Outro prato comum é a chipa, semelhante ao pão-de-queijo. Outros pratos que também são comuns são os feitos com pequi, como arroz ou galinha com pequi (cuidado para não se machucar com os espinhos dentro da fruta), além de guariroba e arroz carreteiro com charque.

Bebidas

Como bebida típica há o tereré (feito com infusão de erva-mate e água gelada), servido numa guampa geralmente de chifre de boi e com uma bomba, de fácil preparo e tomado nos encontros entre amigos e familiares. Existem regras bem definidas numa roda de tereré e que devem ser respeitadas. A bebida é consumida especialmente nos fins-de-semana, acompanhada de música regional.

Grupos culturais e musicais

Campo Grande possui grupos de teatro e até de cinema experimentais que trabalham de maneiras alternativas.

Espaços de cultura e exposição

Art Galeria Mara Dolzan: realiza exposições culturais e de arte.

Centro de Cultura José Octávio Guizzo: nesse espaço são realizadas oficinas gratuitas de arte (dança, teatro, pintura, etc). Possui 2 auditórios e uma galeria para exposições temporárias.

Centro Municipal de Belas Artes, próximo ao Conjunto Ferroviário): possui um teatro para 435 lugares e um auditório para 137 pessoas.

Centros de Tradições Gaúchas: em Campo Grande há dois CTGs: CTG Farroupilha e CTG Tropeiros da Querência. Além dos CTGs citados, Campo Grande ainda é sede estadual do Movimento Tradicionalista Gaúcho de Mato Grosso do Sul (fundado em 9 de fevereiro de 1990), situado na rua Everest, 325, sala 1.

Conjunto Ferroviário: antiga Estação Ferroviária Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (N.O.B.); em 1907 chegou em Campo Grande uma comitiva, chefiada pelo engenheiro Emilio Schenoor, para estudar e definir o traçado da ferrovia da companhia Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, que assinou contrato com o Governo Federal, autorizando-a a fazer interferência na estrutura da área urbana da cidade. Edificada ao lado da Estação Ferroviária, a vila começou a ser construída com o objetivo de agregar funcionários e seus familiares. A vila localiza-se em torno de uma ruela, próxima ao local do nascimento do ex-presidente Jânio Quadros, ocorrido em 1917 na rua 14 de Julho.

Espaço Unimed: no local acontecem exposições mensais.

Memorial Apolônio de Carvalho: vários museus e espaços para exposições.

Morada dos Baís: é resultado de um projeto do Sebrae/MS, em parceria com a Prefeitura de Campo Grande, que, em 1993, revitalizou a antiga construção de 1918. Inicialmente tratava-se da residência de Bernardo Baís, um dos primeiros e mais importantes comerciantes da cidade. Com sua morte em 1938, o prédio foi alugado e transformado na Pensão Pimentel, uma das primeiras referências em hotelaria de Campo Grande, que funcionou até 1979, quando foi desativada e caiu no abandono. Após sua revitalização, o lugar se tornou um dos principais pontos turísticos da cidade, sendo parada obrigatória para quem quer saber mais sobre o turismo, a cultura e a história de Campo Grande. Nesse espaço são feitas também exposições temporárias e permanentes.

Observatório do Pantanal: conta com teatro municipal para 1,2 mil pessoas, um museu interativo e um planetário.

Palácio das Comunicações Jornalista David Nasser: pertence ao governo estadual. Sua torre é muito famosa por ser a maior torre de alvenaria do mundo, com 100 m de altura, e também por ter sido ponto de avistamento de objetos não-identificados. Em sua estrutura funciona a diretoria de uma rádio FM e da TV Educativa, ligada à Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

Salão de Exposições Loyde Bonfim Andrade: realiza várias exposições.

Sarau do Zé Geral: trata-se de um espaço para movimentos culturais de diversos gêneros, tendo sido fundado no fim dos anos 90.

Usina de Arte Conceição Ferreira: o espaço está ligado às Artes Cênicas e oferece aulas de teatro, além de criar e produzir peças de teatro.

Teatros

Atualmente Campo Grande conta com 13 teatros que recebem diversas peças regionais, nacionais e internacionais:

Concha Acústica Família Espíndola

Concha Acústica Helena Meirelles (1 auditório e 1 teatro de arena): inaugurado em 11 de outubro de 2003, sua estrutura foi planejada para que uma pessoa pudesse ser ouvida num raio de 30 metros sem elevar a voz. A Concha está localizada no Parque das Nações Indígenas, ao lado do Museu de Arte Contemporânea. O local é administrado pela Gerência de Difusão e Desenvolvimento de Projetos Culturais da FCMS.

Teatro Aracy Balabanian: situa-se no Centro Cultural José Octávio Guizzo.

Teatro Belas Artes: situado no Centro Municipal de Belas Artes.

Teatro de Arena da TVE: situado no Palácio das Comunicações de Campo Grande.

Teatro de Arena do Horto Florestal: sendo coberto, possui uma das maiores capacidades da cidade: 2000 lugares.

Teatro de Arena do Parque Anhanduí: situa-se dentro do parque com o mesmo nome.

Teatro Dom Bosco: situa-se no Colégio Dom Bosco.

Teatro Fernanda Montenegro: situa-se dentro do Colégio Mace.

Teatro Glauce Rocha: é um dos principais e maiores teatros da cidade.

Teatro Manoel de Barros: se situa dentro do Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.

Teatro Municipal do Observatório: situado dentro do Observatório do Pantanal.

Teatro Prosa: se situa no SESC Horto, no Horto Florestal.

Vida noturna

Campo Grande possui diversão para os mais diversos públicos e sua vida noturna é muito rica e movimentada, tendo várias opções para sair na cidade, especialmente nos fins de semana.

Para o calor do fim da tarde há vários bares espalhados pela cidade, um para cada tipo de gosto, especialmente regional. Mas há baladas variadas também: boates, matinês, shows e festas temáticas (dos anos 80, por exemplo). A noite vem crescendo cada vez mais com a inauguração de novos bares e casas noturnas. Há ainda os restaurantes e vários destes servem variados tipos de comida, possuindo também a opção de rodízios, principalmente pizzarias. Na cidade há no total quase 1000 estabelecimentos de bares, choperias, lanchonetes e restaurantes.

Frequentemente acontece de dois estabelecimentos passarem por reforma ao mesmo tempo, o que divide a opinião popular. Percebendo isso, os donos dos bares assinaram o Tratado de Tordesilhas, que diz que "nenhum bar deve estar a mais de 50 metros do outro.", pois assim podem dividir o mesmo público, que pode comprar um chope no Santo Me, uma porção de fritas no Péssimus, enquanto utiliza o banheiro do Café Mostarda, o que acaba sendo algo positivo para quem frequenta esses locais.

Literatura

Entidades

União Brasileira de Escritores - Seção MS: surgiu a partir do antigo MEI - Movimento de Escritores Independentes e atualmente congrega escritores da capital e do interior do Estado. Realizou em 1986 a Noite da Poesia de Campo Grande como mostra não-competitiva, que a partir de 1989 foi transformada em um concurso de poesia contemplando texto e declamação. O evento que se tornou referência estadual, hoje acontece em nível nacional. É realizado graças à parceria com a Fundação de Cultura de Campo Grande, que nos últimos anos trouxe grandes nomes para a realização de palestras, como Adélia Prado, Wally Salomão, Arnaldo Antunes, Nélida Piñon, Gabriel o Pensador e Affonso Romano de Santana.

Academia Sul-Mato-Grossense de Letras: cognominada "Casa Luís Alexandre de Oliveira" com sigla A.S.L., é sucessora da Academia de Letras e História de Campo Grande, fundada em 11 de outubro de 1972, desde 1979 possui o nome atual. É uma associação de duração ilimitada, que tem finalidade exclusivamente literária e cultural, legalmente constituída em pessoa jurídica. É a associação literária máxima que representa o estado de Mato Grosso do Sul perante a Academia Brasileira de Letras.

Bibliotecas

Esporte e automobilismo

A cidade possui razoável planejamento de infraestrutura esportiva: recebe todo ano eventos esportivos e automobilísticos importantes como a Formula Truck e a Stock Car. O maior estádio universitário da América Latina também se encontra na cidade. Possui vários outros equipamentos esportivos que impulsionam mais o turismo esportivo e atraem milhares de pessoas.

Automobilismo

A cidade é servida pelos seguintes equipamentos automobilísticos:

Autódromo Internacional Orlando Moura: o autódromo fica 15km a oeste do Centro de Campo Grande e possui uma pista com 3.433 metros de extensão. Recebe todos os anos etapa nacional da Stock Car, Fórmula Truck e Motovelocidade.

Kartódromo Ayrton Senna: o autódromo fica a cerca de 15 km a sul do Centro de Campo Grande, no bairro Cidade Morena, possuindo uma pista de 930 metros de extensão.

Futebol

Principal polo futebolístico do estado, Campo Grande possui toda infraestrutura relativa a este esporte, com vários estádios e clubes.

Copa de 2014

A cidade chegou a ser uma das candidatas a ser uma das subsedes da Copa de 2014 no Brasil, mas perdeu a disputa para Cuiabá (Mato Grosso). Foi oferecido o Estádio Pedro Pedrossian, o Morenão, para ser a sede dos jogos no município. Apesar disso, existe a possibilidade de Campo Grande ser incluída para ser uma das subsedes da Copa de 2014, caso a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) descarte algumas das 12 escolhidas. Também há a possibilidade de sediar a Copa das Confederações, abrigar uma das seleções ou outros eventos alusivos à competição.[16]

Clubes e estádios

Os principais times municipais são o Comercial e o Operário, pois foram os que jogaram no Campeonato Brasileiro. Outros times profissionais do município são: Moreninhas, Portuguesa, CENE, União, Campo Grande, Taveirópolis.

Os estádios que recebem jogos oficiais são:

Estádio Morenão: inaugurado em 7 de março de 1971, o estádio tem capacidade para cerca de 45 mil pessoas. Em torno do campo (110 x 70 metros) há pistas e equipamentos de atletismo. É o maior estádio universitário da América Latina.

Estádio Belmar Fidalgo: possuindo toda infraestrutura esportiva, foi construído em 1933 como estádio de futebol, tornando-se praça esportiva em 1987. Foi reformado em 1994. Além do campo de futebol suíço, existem duas quadras poliesportivas e arena para quadras de areia. O local é muito frequentado, sobretudo aos finais de semana.

Estádio Jacques da Luz: situado na zona sul de Campo Grande, no bairro Cidade Morena, possui capacidade de 4 mil lugares e conta com diversas quadras de esporte.

Estádio do Esporte Clube Comercial.

Estádio Elias Gadia: é o estádio oficial do Esporte Clube Taveirópolis. Possui capacidade para 3.000 pessoas.

Outros esportes

Para prática de outros esportes, existem vários ginásios espalhados pela cidade. Os principais são:

Centro Esportivo Paulo VI: pertencente à Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, possui quadras de esportes, futebol de campo, de areia, quadra de basquete, quadra de vôlei e salão usado para eventos comunitários.

Centro de Treinamento Esportivo: pertencente a Funcesp.

Centro Poliesportivo da Mace: pertencente ao Colégio Mace (Moderna Associação Campograndense de Ensino), possui ginásio de esportes, centro com quadras poliesportivas descobertas: tênis, voleibol, basquetebol, futsal e handebol.

Ginásio Clube do Trabalhador

Ginásio Moreninho (Cidade Universitária de Campo Grande): pertencente à UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

Ginásio Guanandizão: possui arquibancada e estacionamento.

Ginásio do Parque Ayrton Senna: possui várias quadras de esporte.

Ginásio do SESC Camillo Bonni: pertencente ao Sesc Camillo Bonni.

Ginásio Poliesportivo Dom Bosco: pertencente à Universidade Católica Dom Bosco, o ginásio possui 4 quadras cobertas, uma piscina semi-olímpica, pista de bicicross e, ainda, um campo de futebol.

Curiosidades

É de Campo Grande o primeiro curso de pós-graduação em trânsito da América Latina, ministrado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran MS).

Campo Grande foi a primeira cidade do Brasil a dispor de sobarias, restaurantes típicos japoneses que servem sobá de Okinawa.

No Parque do Prosa (oficialmente Parque das Nações Indígenas), pesquisadores encontraram restos de povos pré-colombianos.

Não se descarta a possibilidade de que a região tenha sido habitada por povos pré-históricos. Há indícios por toda a região.

Até a chegada da ferrovia, o correio em Campo Grande vinha por Aquidauana, que se ligava ao Rio de Janeiro pelo rio da Prata e rio Paraguai. Os malotes percorriam vinte e tantas léguas a cavalo, em viagens que às vezes se atrasavam demais por excesso de combustível no cavaleiro.

A primeira sessão de cinema em Campo Grande foi na virada de século passado, embaixo das laranjeiras do único hotel da cidade. Um viajante levava a novidade pelo interior do país, fazendo de tela um lençol esticado que, quando molhado permitia melhorar a imagem dos curtas acelerados que extasiavam as incrédulas plateias.

A primeira reportagem sobre Campo Grande ilustrada com belas fotos panorâmicas e com impressão boa qualidade foi certamente a publicada no Album Graphico de Matto Grosso, impresso na Alemanha em 1916.

Com a chegada do trem, muitos imigrantes libaneses, que há anos derretiam no calor de Corumbá, acabaram se mudando para Campo Grande, onde encontraram clima bem mais ameno que, segundo dizem, é muito parecido com o da terra natal.

Em Campo Grande está hoje uma das mais expressivas comunidades de descendentes de imigrantes japoneses originários da ilha de Okinawa.

Campo Grande tem uma escola projetada nos anos 1950 pelo arquiteto Oscar Niemeyer. É a Escola Estadual "Maria Constança de Barros", localizada na rua Marechal Rondon, perto da Estação Rodoviária. Tem a forma de um livro aberto.

Campo Grande é uma das primeiras cidades brasileiras a contar com cinema no sistema multiplex. Instalado no Shopping Campo Grande, conta com dez salas, com bar/café, poltronas especiais para namorados e sessões iniciando a cada 15.

Campo Grande foi a primeira cidade brasileira a ser atendida por um sistema de tv a cabo comercial. O módulo inaugural cobria apenas algumas quadras do Jardim dos Estados, bairro nobre da Capital.

A torre da TV Educativa, no Parque dos Poderes, tem 100 metros de altura e é apontada pelos construtores como a mais alta torre de alvenaria da América Latina.

A estrada de ferro, que em 1914 chegou a região trazendo o progresso e a modernização, apresenta uma curiosidade que só a engenharia da época pode explicar. Em vez de atravessar a cidade em linha reta, a ferrovia faz uma enorme curva para, depois da estação, dar praticamente meia volta e seguir então rumo a Corumbá. Esse trajeto pitoresco ficará marcado no desenho de ruas e bairros mesmo depois da retirada dos trilhos do centro da cidade, que ocorreu em 2005.

Campo Grande foi fundada em 21 de junho de 1872, entretanto comemora aniversário em 26 de agosto, data em que, em 1899, foi alçada à condição de município. A maioria das pessoas conta, erroneamente, os anos de fundação a partir de 1899.

Referências

1.? a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
2.? Estimativas da população para 1º de julho de 2009 (PDF). Estimativas de População. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (14 de agosto de 2009). Página visitada em 16 de agosto de 2009.
3.? Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
4.? a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2003-2007. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (16 de dezembro de 2009). Página visitada em 4 de janeiro de 2009.
5.? CEP de cidades brasileiras. Correios. Página visitada em 31 de Julho de 2008.
6.? Eleitorado de Mato Grosso do Sul. TRE-MS. Página visitada em 30 de Julho de 2008.
7.? Urbanização das cidades brasileiras. Embrapa Monitoramento por Satélite. Página visitada em 30 de Julho de 2008.
8.? "IBGE"
9.? Sidra. IBGE. Página visitada em 29 de Julho de 2008.
10.? Portal Uniágua: Aquífero Guarani
11.? Portal Exame, As campeãs em infra-estrutura, 16 de novembro de 2006.
12.? Aquífero Guarani. Portal Uniágua. Página visitada em 29 de Julho de 2008.
13.? Embrapa - Mapeamento e estimativa da área urbanizada do Brasil
14.? Título não preenchido, favor adicionar.
15.? Campo Grande Convention & Visitors Bureau

Fonte: pt.wikipedia.org

Campo Grande

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