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Dia Mundial da Amamentação

01 de Agosto

AMAMENTANDO SEU BEBÊ

Você já deve ter ouvido falar sobre as vantagens do leite materno.

Para começar, o leite materno é completo. Isso significa que, até os 6 meses, seu bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos. Você pode continuar amamentando até 2 anos ou mais.

O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças.

Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho. Isso sem falar que a amamentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.

Por isso é importante que você AMAMENTE SEU BEBÊ. Quanto mais tempo seu bebê mamar no peito, melhor para ele e para você.

A AMAMENTAÇÃO também traz muitos benefícios para a mãe:

Reduz o peso mais rapidamente após o parto.

Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia após o parto.

Reduz o risco de diabetes.

Reduz o risco de câncer de mama.

Se a amamentação for exclusiva, pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez.

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COMO TORNAR A AMAMENTAÇÃOÃO MAIS TRANQüILA E PRAZEROSA

Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário para mamar. Dê o peito ao seu filho sempre que ele pedir. Com o tempo, ele vai fazendo seu horário de mamadas.

Antes de começar a dar de mamar, lave as mãos.

A melhor posição para amamentar é aquela em que você e o seu bebê se sentirem mais confortáveis. Não se apresse, deixe o bebê sentir o prazer e o conforto do contato com seu corpo.

Cada bebê tem seu próprio ritmo de mamar, o que deve ser respeitado. Deixe-o mamar até que fique satisfeito. Espere que ele esvazie bem a mama e então ofereça a outra, se ele quiser.

O leite do fim da mamada tem mais gordura e por isso mata a fome do bebê e faz com que ele ganhe mais peso.

Na primeira mama, o bebê suga com mais força porque está com mais fome e assim esvazia melhor essa mama. Por isso, sempre comece com aquela que terminou a última mamada, para que o bebê tenha a oportunidade de esvaziar bem as duas mamas, o que é importante para a mãe ter bastante leite.

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Quando o bebê, após mamar, não solta o bico do peito, você pode ajudar, colocando o dedo mínimo no canto da boca, entre as gengivas, para que ele solte o mamilo sem machucá-lo.

Depois da mamada, coloque o bebê em pé, encostado no seu ombro para que ele possa arrotar.

Sugar o peito é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, ajuda a ter dentes bonitos, a desenvolver a fala e a ter uma boa respiração.

Não há necessidade de usar mamadeiras e chupetas, que podem mudar a forma como a criança mama. Muitos bebês passam a não querer mais mamar no peito, além disso, podem causar doenças, problemas na dentição e na fala.

Cuide-se bem! É importante para você e para o seu bebê. Evite bebidas alcoólicas e cigarro. Os remédios que a mãe toma podem passar para a criança, por isso só se deve tomar medicamentos com orientação médica. Se precisar usar método para evitar gravidez, procure o serviço de saúde.

DIFICULULDADES NA AMAMENTAÇÃO

Rachaduras no bico do seio:

As rachaduras aparecem quando a criança não está pegando bem no peito da mãe.

Se a pega do bebê não estiver correta, procure corrigi-la.

Se o peito estiver muito cheio, tornando a mamada difícil, retire um pouco do leite antes, para ajudar o bebê a mamar.

Se não houver melhora, procure ajuda num serviço de saúde.

Seios empedrados

Quando isso acontece, é preciso esvaziar bem os seios.

Não deixe de amamentar, ao contrário, amamente com freqüência, sem horários fixos, inclusive à noite.

Retire um pouco de leite antes de dar de mamar, para amolecer a mama e facilitar para o bebê pegar o peito.

Se houver piora, procure ajuda num serviço de saúde.

Pouco leite

Para manter sempre uma boa quantidade de leite, amamente com freqüência, deixando o bebê esvaziar bem o peito na mamada.

Não precisa oferecer outro alimento (água, chá, suco ou leite).

Se o bebê dorme bem e está ganhando peso, o leite não está sendo pouco.

Leite fraco

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Não existe leite fraco! Todo leite materno é forte e bom. A cor do leite pode variar, mas ele nunca é fraco.

Nem todo choro do bebê é de fome. A criança chora quando quer aconchego, quando tem cólicas ou sente algum desconforto.

Sabendo disso, não deixe que idéias falsas atrapalhem a amamentação.

Acredite que você é capaz de amamentar seu filho nos primeiros seis meses só com o seu leite.

Procure conversar com outras mulheres (amigas, vizinhas, parentes, etc.) que amamentaram bem e durante bastante tempo seus bebês. A experiência delas pode ajudá-la.

Em caso de dificuldades, procure orientação no serviço de saúde.

Fonte: portal.saude.gov.br

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01 de Agosto

As vantagens da amamentação

É longa a lista dos benefícios do aleitamento materno. Amamentar é o melhor que qualquer mãe pode fazer por si e pelo seu bebé.

O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável. Contém também determinados elementos que o leite artificial, em pó, não consegue incorporar, como os anticorpos e os glóbulos brancos. É um alimento vivo, irreproduzível. Aí reside a sua principal vantagem: protege o bebé, praticamente como uma vacina, de certas doenças e infecções. Por outro lado, é mais facilmente digerido. Mas a lista de vantagens não termina aqui: os bebés amamentados sofrem menos cólicas e apresentam menores probabilidades de ter gastroenterites, infecções respiratórias e alergias. O colostro - nome que se dá ao leite nos primeiros dias de vida - é extremamente rico em elementos anti-infecciosos, o que tem particular importância para o bebé que está, sobretudo nos primeiros tempos de vida, imunologicamente «virgem», logo mais vulnerável à acção das bactérias e outros micróbios.

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Claro que isto não quer dizer que um bebé alimentado a biberão (sobretudo se a preparação for bem efectuada, com higiene) esteja condenado a infectar-se constantemente. Simplesmente não usufrui dos mesmos benefícios imunológicos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os bebés sejam amamentados em exclusivo até aos seis meses e depois, pelo menos até aos 2 anos, como complemento. Se essa é a sua opção, resista às dificuldades e não deixe de cumprir o sonho de amamentar o seu bebé. Informe-se, esclareça dúvidas, e não esqueça: dar de mamar é um projecto a dois.

Dúvidas frequentes

O meu leite é suficiente? Na maior parte dos casos, sim. No entanto, para que a mãe não sinta que está a produzir pouco leite, é fundamental começar a dar de mamar o mais cedo possível, de preferência na sala de partos. Quanto mais der de mamar, mais leite vai ter.

E se o meu leite for fraco? Não existe leite fraco!

Quando dar de mamar? Normalmente, o intervalo entre cada mamada é de 3 ou 4 horas. Contudo, o ideal é o bebé poder mamar quando quiser. Não há dois bebés iguais, por isso não se admire se o seu tiver um padrão alimentar completamente diferente do bebé da sua prima. Certifique-se apenas que lhe deu de mamar pelo menos oito vezes em cada 24 horas.

As mamadas devem durar quanto tempo? Não deve haver tempo definidos. Importante é que, uma vez que a composição do leite se vai alterando ao longo da mamada, o bebé consiga esvaziar pelo menos uma mama em cada refeição. O leite do início da mamada é mais aguado e contém a maior parte das proteínas e dos açúcares. O leite do fim é mais rico em calorias, gorduras e vitaminas lipossolúveis. O bebé é que sabe quando fica satisfeito e para isso é importante que tenha ingerido leite suficiente do final da mamada.

E a mamada seguinte? Deve começar por oferecer ao bebé a mama que ficou mais cheia, ou seja aquela que antes ofereceu em segundo lugar e na qual o bebé mamou menos tempo.

Dar de mamar sem stress

Desligue os telefones e não abra a porta. Pode dar de mamar sentada, numa cadeira de braços confortável, ou então deitada na cama. Se gosta de música, ponha um disco e, a partir daí, pense só em si e no bebé.

Dar de mamar pode deixar de ser um prazer se provocar dores e sofrimento, o que acontece se aparecerem gretas, um encaroçamento ou mesmo uma mastite. Por isso, é necessário conseguir que o peito se mantenha em condições.

O mais importante é estar atenta à forma como o bebé «pega» na mama, pois disso depende todo o sucesso da amamentação:

Segure no peito com o polegar por cima e os restantes dedos por baixo. Toque com o mamilo no lábio superior do bebé. Quando a boca do bebé estiver bem aberta, coloque todo o mamilo (incluindo a aréola) dentro da boca (deve ficar a ver-se mais aréola acima do lábio superior do que em baixo). Se o mamilo estiver a doer-lhe, repita todo o processo, para que o bebé pegue bem na mama. Para fazer o bebé largar o peito não puxe bruscamente: coloque um dedo entre a boca do bebé e o mamilo.

Se o peito começar a gretar, faça uma pequena massagem antes da mamada e corrija a posição do bebé ao mamar. Depois, espalhe um pouco do seu leite no mamilo e deixe secar ao ar.

O encaroçamento do peito é outra das situações que podem surgir. Acontece quando o leite produzido não é todo consumido, acabando por ficar retido nos canais e formar pequenos caroços. Por vezes, antes de o bebé mamar, é necessário retirar um pouco de leite para que a mama fique mais macia.

Mais raras são as mastites: a mama inflama em consequência de uma infecção bacteriana de um mamilo gretado, provocando um abcesso que por sua vez dá dores, rigidez do peito, febre alta e arrepios. Vá ao seu médico e não desanime: há antibióticos compatíveis com a amamentação. Excepto se o médico disser o contrário, não deixe de dar de mamar, porque o facto de o leite ser retirado pelo bebé, vai proporcionar-lhe um certo alívio.

Fonte: www.leitematerno.org

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