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Agronomia

Segundo maior ambiente natural do país desde a década dos 70, o cerrado brasileiro foi transformado em área natural de pastagem e vem sendo palco de grandes projetos agropecuários. Com eficientes técnicas de adubação, os especialistas conseguiram superar os problemas do solo, que era pobre em nutrientes e infértil. Esse é apenas um exemplo do resultado do trabalho de bons profissionais da área deAgronomia, que devem dominar técnicas adequadas de manejo ambiental capazes de recuperar os recursos naturais e preservar o ecossistema.

Antenado com as tendências de modernização e desenvolvimento rural, o agrônomo contribui para aumentar a produtividade do solo e dos animais leiteiros, conseguindo reduzir os custos do produtor rural.

“Aperfeiçoamento constante deve ser a meta do bom profissional”, ensina Luís Alberto Bourreau, diretor da Associação dos Engenheiros Agrônomos. “Só assim ele poderá ajudar o produtor em todas as etapas do trabalho no campo, da escolha da cultura à fertilização e preparação do solo, do plantio à colheita.”

Outra frente de atuação que tem empregado muitos profissionais é a quimirrigação ou uso múltiplo da rede de irrigação. Essa técnica consiste na contenção e no desvio da água para irrigação, que é utilizada para transportar insumos, fertilizantes, herbicidas, inseticidas e pesticidas até a plantação. Ao reduzir o número de operações necessárias para a aplicação desses produtos, economiza-se tempo, mão-de-obra e uso de equipamentos.

As diversas faculdades de Agronomia distribuídas pelo país formam grande quantidade de profissionais. Mas nem por isso o mercado de trabalho está saturado.

A área é abrangente e oferece boas chances de colocação em vários segmentos. A zootecnia, por exemplo, precisa de gente especializada em cuidados e instalações adequadas para os animais. O setor de produção vegetal emprega profissionais capacitados na prevenção de pragas e doenças em culturas como soja, milho, feijão, café, cacau e cana-de-açúcar, mas que também saibam utilizar insumos e implementos agrícolas, como tratores, adubadeiras e todo o maquinário essencial para preparação do solo, irrigação e colheita.

Biotecnologia e melhoramento genético são campos em alta. Nunca se falou tanto em clonagem, transferência de genes, produção de transgênicos (grãos modificados geneticamente), desenvolvimento de mudas in vitro, aprimoramento de espécies exóticas e uso de técnicas modernas, como a ressonância magnética, por exemplo, que avalia o teor de umidade e de óleo dos grãos. Há boas oportunidades, ainda, em empresas de fitotecnia, que produzem sementes e mudas. Ou na assessoria a produtores rurais – nesse segmento, se saem melhor os profissionais com formação que lhes permita gerenciar questões administrativas e econômicas, desde o planejamento de distribuição e transporte, passando pelo beneficiamento e industrialização até a venda da safra. As ONGS (organizações não-governamentais) buscam especialistas em silvicultura, para a criação de projetos de reflorestamento e preservação ambiental.

Menos promissor é o setor de implementos agrícolas, por conta da atual política governamental, que oferece poucos incentivos fiscais para a compra de equipamentos. Mas, se as indústrias estão enxugando seus quadros, também não podem abrir mão de especialistas, o que faz crescer a tendência de terceirização de serviços de consultoria. O salário inicial do agrônomo gira em torno de nove salários mínimos.

A Profissão

O agrônomo envolve-se em praticamente todas as etapas do agribusiness - desde o plantio ou a criação de rebanhos até a comercialização da produção. Ele planeja, organiza e acompanha o cultivo do solo, o combate a pragas e doenças, a colheita, o armazenamento e a distribuição da safra. Cuida da alimentação, da reprodução, da saúde e do abate de animais. Também gerencia a industrialização, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de alimentos de origem animal e vegetal. Para essas atividades, utiliza o computador, informando-se sobre novas tecnologias e pesquisas científicas na área, calculando estoques e checando na internet a cotação dos produtos nas bolsas de valores internacionais. Para trabalhar é preciso obter registro no Crea.

Características que ajudam na profissão

Habilidade para lidar com números, curiosidade, espírito empreendedor, domínio do inglês e da informática, boa capacidade de relacionamento e de comunicação, dinamismo, gosto pelo trabalho ao ar livre e pelo contato com os animais.

Duração média do curso

Cinco anos

Fonte:www1.uol.com.br

Agronomia

Desenvolve, elabora e supervisiona técnicas e projetos para ampliar e melhorar os cultivos e as colheitas, para combater pragas e desenvolver a tecnologia agropecuária.

O Agrônomo

Elabora métodos e técnicas de cultivo de acordo com os tipos de solo e clima, realizando estudos, experiências e os resultados obtidos para melhorar a germinação de sementes, o crescimento das plantas e o rendimento das colheitas.

Estuda os efeitos da rotatividade, drenagem, irrigação, adubagem e condições climáticas sobre as culturas agrícolas, analisando depois os resultados nas fases da semeadura, cultivo e colheita, para poder determinar qual a melhor e mais adequada técnica de tratamento e exploração dos solos.

Desenvolve novos métodos de combate às ervas daninhas, enfermidades da lavoura e pragas de insetos.

Orienta agricultores sobre técnicas de exploração agrícola, fornecendo dados sobre épocas e sistemas de plantio, custos envolvidos, variedades a empregar, no sentido de aumentar a produção, melhorar o rendimento, qualidade e valor nutritivo.

Planeja e dirige atividades ligadas ao reflorestamento, ou seja, preservação e exploração racional dos recursos naturais.

Pode executar projetos de parques e jardins (paisagismo).

Faz o controle da utilização de sementes, adubos, agrotóxicos e outros insumos.

Onde Pode Trabalhar

Fazendas e instituições de extensão rural.

Empresas de consultoria, assessoria, assistência técnica, planejamento e projetos relacionados à agricultura.

Serviço público federal, estadual e municipal (Por exemplo INCRA, IBAMA).

Empresas agropecuárias.

Bancos e entidades ligadas ao crédito agrícola.

Indústrias processadoras de alimentos e produtoras de adubos e rações.

Magistério - Colégios agrícolas e ensino superior.

O Curso

Agronomia

O currículo abrange na fase básica, disciplinas como:Cálculo na Geometria Analítica, Desenho Técnico, Topografia, Genética Vegetal, Anatomia dos Animais Domésticos, Química, entre outras.

Ao passar para a parte profissionalizante, as disciplinas ofertadas se fundamentam em grandes áreas como Fitotecnia, Solos, Engenharia e Tecnologia Rurais, Fitossanitarismo, Tecnologia Produtos Agrícolas, Economia, Silvicultura, Zootecnia e Sociologia.

DURAÇÃO

05 anos

Fonte:www.cfh.ufsc.br

Agronomia

Os cursos de Agronomia devem transmitir conhecimentos aos seus alunos de modo que possam praticar uma agricultura rentável e competitiva não só por imperativos de justiça social, mas também porque a agricultura, em sua globalidade, tem potencialidades para oferecer uma contribuição muito mais significativa à solução dos grandes problemas. No entanto, não é suficiente que os ensinamentos sejam apenas tecnológicos e que sejam introduzidos somente na etapa de produção propriamente dita.

É necessário adotar inovações tecnológicas, gerenciais e organizacionais e, além disso, fazê-lo em todos os elos da cadeia produtiva. A quantidade de carga horária permitida, por período, será de no mínimo 235 horas e no máximo de 495 horas.

O aluno só poderá matricular-se em disciplinas de, no máximo, dois períodos consecutivos por semestre. As atividades curriculares serão desenvolvidas em período integral, nos turnos da manhã e da tarde, mas de forma a proporcionar tempo suficiente para o desenvolvimento de atividades extra curriculares como pesquisa, extensão, estágios e monitorias.

Agronomia

Símbolo da Agronomia

Perfil Profissiográfico

O perfil esperado para o graduando de engenharia agronômica é o de um profissional com:

Formação generalista, com sólidos conhecimentos nas áreas de formação básica, geral e profissional; Formação ética

Formação da capacidade de aplicação das técnicas básicas e das novas tecnologias no exercício profissional

Capacidade de ajustar-se, competentemente, às novas demandas geradas pelo progresso científico e tecnológico e às exigências conjunturais em permanente mutação e evolução

Formação da visão crítica, aliada à capacidade de reavaliar o seu potencial de desempenho e buscar o constante aprimoramento profissional

Formação de espírito empreendedor e senso econômico-financeiro; Consciência de que deve promover uma agricultura sem agredir a natureza

Versatilidades e o ecletismo para desempenhar com igual eficiência com produtores de distintas disponibilidades de recursos, níveis tecnológicos, que eles realmente possuam ou possam adquirir

Realismo no sentido de saber solucionar os problemas dos agricultores "tais como eles são" e com base nos recursos, que eles realmente possuam ou possam adquirir

Capacidade de respeitar os conhecimentos e ouvir os problemas que lhe apresentam os agricultores

Capacidade de identificar as potencialidades, oportunidades e soluções que os produtores não conseguem ver

Capacidade de ser um questionador e crítico das adversas realidades do campo e não um legitimador ou perpetuador das mesmas.

Objetivos do Curso

Contribuir para a melhoria do ensino, adequando a formação do engenheiro agrônomo às necessidades da realidade atual

Contribuir para a construção, juntamente com outros instrumentos, de um centro de excelência de ensino na área agronômica

Permitir aos profissionais uma formação capaz de gerar uma agricultura próspera e econômica

Permitir aos profissionais uma sólida formação humanística, econômica, cultural e crítico-valorativa das atividades pertinentes ao seu campo profissional, orientando a comunidade onde está servindo e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do homem

Permitir uma formação generalista e uma visão abrangente para o desempenho de todos os segmentos da profissão

Proporcionar condições para que os estudantes conheçam, convivam e interaturem com a realidade concreta

Estabelecer um adequado equilíbrio entre professores, alunos e funcionários no sentido de buscar melhores resultados.

Fonte:www.uema.br

Agronomia

Agronomia

Símbolo da Agronomia

Para essa profissão, é importante que a pessoa goste de lidar com animais e com a natureza. O curso se baseia em biologia e química. Entretanto, se você é do tipo que gosta dessas disciplinas, mas tem certa rejeição às ciências exatas, deve ficar ligado. A agronomia está muito perto da engenharia. Para aproveitar bem o tempo de faculdade, é preciso ter boa base de matemática. Na faculdade, o estudante aprende a criar e desenvolver projetos de irrigação e de construções rurais, como celeiros, por exemplo.

Inclusive já é bom saber:o bacharel em agronomia é um engenheiro agrônomo.

O agrônomo envolve-se em praticamente todas as etapas do agronegócio – do plantio ou da criação de rebanhos à comercialização da produção. Ele planeja, organiza e acompanha o preparo e o cultivo do solo, o combate a pragas e doenças, a colheita, o armazenamento e a distribuição da safra. Cuida da alimentação, da reprodução, da saúde e do abate de animais. Também gerencia a industrialização, o armazenamento e a comercialização de alimentos de origem animal e vegetal. Além de acompanhar o dia a dia da produção no campo, ele desempenha funções em escritórios, informando-se sobre novas tecnologias e pesquisas científicas da área, calculando estoques e checando na internet a cotação dos produtos nas bolsas de valores internacionais. Outro possível campo de atuação é como representante comercial, quando divulga produtos ou demonstra o uso de suas tecnologias.

A principal vantagem do curso de Agronomia são os campos de atuação e o potencial econômico brasileiro nesta área.

É possível atuar em:

Defesa sanitária

Combater pragas e prevenir doenças em lavouras e rebanhos.

Economia e administração agroindustrial

Planejar e gerenciar as operações de distribuição e venda de produtos agrícolas. Coordenar programas de crédito rural para cooperativas e pequenos produtores.

Engenharia rural

Projetar e supervisionar obras em propriedades rurais, como construções, nivelamento do solo, montagem de sistemas de irrigação e de drenagem.

Ensino

Lecionar em escolas públicas ou particulares de educação profissional ou em faculdades.

Fitotecnia

Acompanhar o cultivo e a colheita de safras, buscando aumentar a produtividade por meio da seleção de sementes, do emprego de fertilizantes e adubos e do combate a doenças e pragas.

Indústria e comercialização de alimentos

Supervisionar e gerenciar a qualidade e a estratégia de preços de alimentos de origem animal e vegetal.

Manejo ambiental

Explorar racionalmente os recursos naturais, preservando o meio ambiente.

Melhoramento animal e vegetal

Realizar pesquisas e desenvolver técnicas visando à melhoria da produção.

Produção agroindustrial

Gerenciar o processo de industrialização de produtos agrícolas, controlando a qualidade final da produção. Pesquisar novas tecnologias e produtos.

Silvicultura

Recuperar matas devastadas e cuidar do plantio e do manejo de áreas de reflorestamento. Preparar relatórios de impacto ambiental.

Solos

Preservar a fertilidade e controlar as propriedades físicas dos solos, prescrevendo seu manejo.

Zootecnia

Controlar a produção animal, cuidando da alimentação, da saúde, da reprodução e da qualidade dos rebanhos.

O mercado de trabalho para o engenheiro agrônomo está em expansão. O agronegócio vem contribuindo expressivamente na economia brasileira. Seus aportes evidenciam-se principalmente na balança comercial e no fornecimento de alimentos para o mercado nacional e internacional.

O curso de agronomia dura, em média, 5 anos. O salário desse profissional é em média de R$4.500, uma das profissões mais bem pagas. Ao lado da medicina, a agronomia é uma das profissões que trazem mais estabilidade. Além disso, como o médico, o engenheiro agrônomo desempenha papel importantíssimo para a sociedade, cuidando não só das plantações como do solo, da água, dos animais que fazem parte do processo agrícola.

Bárbara Pereira Contini

Fonte:pimentacult.com.br

Agronomia

Definição da Profissão

OEngenheiro Agrônomoé o profissional com formação eclética, capaz de gerar e aplicar conhecimentos científicos e técnicas agronômicas, adequadas a uma agricultura racional e integrada à produção vegetal e animal, tendo uma sólida formação humanística, desenvolvendo consciência social, econômica, cultural e crítica das atividades pertinentes ao seu campo profissional, orientando a comunidade onde está inserido e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do homem.

Habilidades Necessárias

Gosto pela natureza e atividade ao ar livre.

Iniciativa.

Desembaraço.

Sociabilidade.

Criatividade.

Raciocínio.

Facilidade de expressão.

Habilidade numéricas.

Interesse pelas ciência naturais.

Interesse por atividades científicas.

Interesse pela pesquisa tecnológica.

Atribuições Profissionais

Compete ao Engenheiro Agrônomo as seguintes atividades:

Supervisão, coordenação e orientação técnica

Estudo, planejamento, projeto e especificação

Estudo de viabilidade técnico-econômica

Assistência, assessoria e consultoria

Direção de obra e serviço técnico

Vistoria, perícia, arbitramento, laudo e parecer técnico

Desempenho de cargo e função técnica

Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; extensão

Elaboração de orçamento

Padronização, mensuração e controle de qualidade

Execução de obra e serviço técnico

Fiscalização de obra e serviço técnicos

Produção técnica e especializada

Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção

Condução de manutenção de equipamento e instalação

Execução de desenho técnico

O desempenho destas atividades refere-se a:

Engenharia rural, construções para fins rurais e suas instalações complementares; irrigação e drenagem para fins agrícolas; fitotecnia e zootecnia; melhoramento animal e vegetal; naturais renováveis; ecologia; agrometeorologia; defesa sanitária; química agrícola; alimentos; tecnologia de transformação (açúcar, amido, óleos, laticínios, vinhos e destilados), beneficiamento e conservação dos produtos animais e vegetais; agropecuária, edafologia; fertilizantes e corretivos; processo de cultura e de utilização de solo; microbiologia agrícola; biometria; parques e jardins; mecanização na agricultura; implementos agrícolas; nutrição animal; agrostologia; bromatologia e rações; economia rural e crédito rural, seus serviços afins e correlatos.

Símbolo do Engenheiro Agrônomo

Agronomia
Símbolo usado nos anais do III Congresso Brasileiro de Agronomia em 1963

Agronomia
Símbolo criado em 1946, após a regulamentação da profissão de Engenheiro Agrônomo

Agronomia
Símbolo da CONFAEAB criado em 1969, durante o VI Congresso Brasileiro de Agronomia.

História

Em outubro de 1969, durante VI Congresso Brasileiro de Agronomia, em conjunto com o I Congresso Latino-americano de Engenheiros-Agrônomos, realizado em Porto Alegre, foi escolhido o novo logotipo, substituindo o arado de aiveca e o teodolito, para ser adotado como símbolo da Federação das Associações de Engenheiros-Agrônomos do Brasil e entidades filiadas, representando as seguintes idéias:

Congregação de entidades

Defesa e valorização profissional

E participação do Engenheiro Agrônomo no desenvolvimento agrário do Brasil.

Para escolha do novo logotipo foi realizado um concurso público, na qual teve 56 trabalhos inscritos, que foram julgados por uma comissão.

Foram selecionados dois modelos que foram colocados em votação e após sucessivos empates, o logotipo do estudante de Arquitetura da USP, Eduardo Castro Mello, foi escolhido para ser adotado como símbolo do Engenheiro-Agrônomo. A disposição correta do símbolo, de acordo com os anais do VI Congresso Brasileiro de Agronomia, de 1969, páginas 228 a 233, apresenta na base um dos "A". Algumas entidades adotam o símbolo com a distribuição dos espaços entre os "A" formando uma linha vertical. Essa forma de disposição é inadequada.

O logotipo é composto de seis "A" formando uma figura sextavada com um espaço central também sextavado e com seis raios separando os "A", significando o seguinte:

Os "A" representam as Associações de Engenheiros-Agrônomos dos Estados filiados à FAEAB, mostrando no seu conjunto a união das mesmas nas soluções dos problemas das Associações, dos Agrônomos, da Agronomia, da Agricultura, da Agropecuária e da Agroindústria.

O sextavado central é o centro de debates onde são discutidos assuntos da classe acima relacionados, tanto aceitando como propondo opiniões da própria categoria profissional, dos governos municipais, estaduais e federal.

Os raios indicam os caminhos para a entrada e a saída de assuntos provindos de vários segmentos.

O Engenheiro Agrônomo é um dos principais responsáveis dentro do contexto atual da globalização, em termos nacionais contribui muito para o desenvolvimento do Brasil, incrementando nossa balança comercial através da geração de divisas.

A FAEAB - Federação das Associações de Engenheiros Agrônomos do Brasil, na sua reunião conjunta da Diretoria e do Conselho Deliberativo, realizada no dia 14 de julho de 1969, na sede social da Sociedade Paulista de Agronomia -SPA, que a partir de março de 1970 passou a denominar-se AEASP, foi proposta a promoção pela FAEAB, por ocasião do VI Congresso Brasileiro de Agronomia e I Encontro Latino Americano de Engenheiros Agrônomos , realizado em Outubro de 1969, em Porto Alegre(RS), um concurso para escolha do logotipo a ser adotado como símbolo da FAEAB e pelas demais Associações filiadas sendo que hoje ele é a identidade da Federação , representando as seguintes idéias:Congregação de Entidades, Defesa e Valorização Profissional, Participação do Engenheiro Agrônomo no Desenvolvimento Agrário no Brasil.

No dia 06 de Outubro de 1969, na sede da Sociedade de Agronomia do Rio grande do Sul - SARGS, reuniu-se a Comissão Julgadora para apreciar os trabalhos inscritos no Concurso, escolhendo o logotipo até hoje adotado.

O logotipo é composto de seis “A” formando uma figura sextavada com um espaço central também sextavado, e com seis raios separando os “A”, significando o seguinte:

Os “A” representam as Associações de Engenheiros Agrônomos dos Estados filiados à FAEAB, mostrando no seu conjunto a união das mesmas nas soluções dos problemas das Associações, dos Agrônomos, da Agronomia, da Agricultura, da Agropecuária e da Agroindústria.

O sextavado central é o centro de debates onde são discutidos assuntos da classe acima relacionados, tanto aceitando como propondo opiniões da própria categoria profissional, dos governos:municipais, estaduais e federal.

Os raios indicam os caminhos para a entrada e saída de assuntos provindos de vários segmentos, que dão origem de opiniões formadas.

Os traços coloridos são só para exemplificar o quanto é expressivo o logotipo da Classe Agronômica Brasileira e que de fato ele representa demonstrando como são recebidos, debatidos e conduzidos os assuntos:

AZUL- assuntos relacionados a categoria

VERDE -assuntos técnicos relacionados a agronomia

VERMELHO -assuntos relacionados a política agrícola.

Fonte:www.aeapb.com.br

Agronomia

Gostar de passar o fim de semana no campo não credencia você a ser um engenheiro agrônomo em potencial, mas já pode ajudar. "O jovem que opta por realizar o curso de Agronomia deve ter uma motivação muito grande para tratar com 'as coisas da terra' de uma forma direta", avisa oengenheiro agrônomoElemar Antonino Cassol, professor da faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O bom momento do agronegócio brasileiro também vem aumentando a procura por profissionais da área, que lidam com a produção agropecuária e com o meio ambiente.

Mercado

O campo de atuação do engenheiro agrônomo engloba toda a produção agropecuária, explica Cassol. Assim, o profissional sai da faculdade pronto para atuar em áreas bem diferentes do agronegócio, como produção agrícola e animal, defesa fitossanitária, construções rurais, mecanização agrícola, agronegócio e planejamento rural. Existe um piso salarial de seis salários mínimos para seis horas de trabalho diárias. Se forem oito horas, o piso passa para 8,5 salários mínimos. Segundo o professor, as áreas mais comuns de atuação são as de assistência técnica e extensão rural, vinculadas a instituições públicas como Emater, Secretarias Estadual e Municipal de Agricultura e órgãos do Ministério da Agricultura, e em instituições privadas como cooperativas, ONGs ou empresas rurais.

Na iniciativa privada, as áreas mais comuns de atuação são no gerenciamento e administração de uma propriedade própria ou da família ou implantação de um escritório de planejamento, voltado a projetos de produção e de crédito agropecuário. "Escritório de paisagismo também representa uma boa opção, especialmente quando de atuação conjunta com arquitetos paisagistas", cita Cassol. Além disso, há possibilidade de estabelecer empresas para atuar na área de perícias judiciais relacionadas a ações agropecuárias.

É pra você?

Quem não gosta nem de mosquito, não costuma passar perto deste tipo de opção. Mas há quem ache que já que gosta de fazenda e animais, pode ser um bom engenheiro agrônomo. "Não dá para pensar apenas no 'lado romântico' de uma visita de fim de semana a um sítio ou de um contato eventual com animais", avisa o professor da UFRGS. No mínimo, é preciso saber que vai pisar no barro e vai andar na chuva. "O aluno precisa gostar de sentir o cheiro da terra, saber enxergar a importância de uma planta, a utilidade de uma máquina ou implemento, reconhecer o temperamento de um animal e sobretudo saber valorizar o meio ambiente", enumera.

O que vem por aí

Como em boa parte das profissões, a área ambiental vem ganhando espaço. "A intensificação do processo produtivo, a escassez de áreas para ampliar a produção, a geração de efluentes e resíduos devido ao processo produtivo agropecuário e as agroindústrias acaba por gerar grandes problemas ambientais que o profissional da agronomia deverá estar apto a enfrentar", avisa Cassol. A tecnologia também é um grande diferencial, já que foi-se o tempo em que o homem do campo era atrasado. "No processo produtivo, o engenheiro agrônomo não deve se descuidar dos avanços tecnológicos voltados ao solo, as plantas e aos animais. O saneamento rural, os avanços na agricultura de precisão com aplicação das técnicas do geoprocessamento e os produtos geneticamente modificados estão a exigir uma certa mudança no perfil de atuação."

Diferencial

Para ter destaque ainda na sala de aula, o aluno da Agronomia deve fortalecer o aprendizado nas ciências básicas, avisa o professor da UFRGS. "É a aplicação da biologia, da química, da física e da matemática na agricultura que fará o profissional entender os fenômenos e os princípios que envolvem o solo, as plantas e os animais", diz. Além disso, estagiar na área ou atuar em pesquisa científica vão ampliar seus conhecimentos. "Com isso, certamente, o aluno aperfeiçoará sua formação acadêmica e o deixará preparado para enfrentar todos os desafios profissionais."

Fonte:noticias.terra.com.br

Agronomia

Descrição

Agronomia

 

O Agrônomo trabalha com o desenvolvimento da tecnologia no combate à pragas, na adubação e conservação do solo sempre com a finalidade de aumentar a produtividade de alimentos e de produtos para a exportação.

É atribuição do agrônomo fazer o planejamento, executar serviços relativos a produção e exploração dos recursos naturais.

Currículo Básico

Biologia Geral

Botânica

Zoologia

Física

Matemática

Desenho

Processamento de Dados

Matemática

Estatística e

Química.

Aptidões Desejáveis

O agrônomo deve ter habilidade numérica, interesse pela natureza, ser hábil para transmitir idéias mas também é exigido raciocínio mecânico e espacial.

Especializações possíveis

Engenharia Rural

Fitotecnia

Silvicultura

Tecnologia de Alimentos

Zootecnia e

Solos.

Campos de Atuação

Assessoria a agricultores em cooperativas

Sindicatos

Fazendas

Órgãos de pesquisa governamentais

Indústrias de insumos.

Fonte:www.guiadasprofissoes.com.br

Agronomia

PERFIL DO PROFISSIONAL

O engenheiro agrônomo formado pela UFVJM apresenta o perfil de um profissional com sólida formação técnica e científica que lhe permita uma visão geral da atuação profissional e com competência para absorver e desenvolver tecnologias apropriadas a cada realidade socioeconômica, preocupando-se com os aspectos sociais e de sustentabilidade dentro dos princípios éticos e morais.

MERCADO DE TRABALHO

O campo de atuação do engenheiro agrônomo é vasto, face à amplitude de sua formação e à extensão das fronteiras agrícolas que o nosso país oferece.

Além de atuar diretamente junto aos produtores rurais, ele poderá trabalhar em empresas e órgãos públicos ligados à pesquisa e extensão, empresas ligadas à transformação e comercialização de produtos agropecuários, empresas relacionadas com a produção e venda de insumos agrícolas e em setores ligados às cadeias produtivas agrícolas.

Fonte:www.ufvjm.edu.br

Agronomia

O QUE FAZ

Busca a melhoria da qualidade e da produção dos solos, das lavouras e dos rebanhos, através do emprego de novas tecnologias.

Cuida também da preservação da Terra e dos recursos naturais, administra propriedades, projeta e orienta obras rurais, como, por exemplo, silos para grãos.

É responsável, ainda, pelo processamento de alimentos de origem animal ou vegetal e pelo desenvolvimento de novas variedades de vegetais.

CAMPO DE TRABALHO

Defesa Sanitária - Atua no combate às pragas e na prevenção de doenças na lavoura.

Agroindústria

Beneficiamento, acondicionamento e conservação dos produtos, além da coordenação de pesquisas, criação de adubos, agrotóxicos e rações, álém de orientação para fabricação de máquinas.

Agrometeorologia

Análise de dados meteorológicos e organização dos procedimentos adequados a cada cultura.

Economia Agrícola

Assessoria ou gerenciamento de empresas rurais, além da possibilidade de atuação em bancos e instituições ligadas ao crédito rural.

Engenharia Rural

Orienta o desenvolvimento de sistemas de drenagem e irrigação, além de supervisionar obras como nivelamento do solo.

Entomologia

Pesquisa sobre insetos, fungos e bactérias para o combate de pragas.

Fitotecnia

Controle do uso de sementes, adubos e agrotóxicos; acompanhamento do plantio e da colheita para correção de solos.

Manejo Ambiental

Exploração de recursos naturais, visando a preservação do ecossistema.

Melhoramento Animal ou Vegetal - Pesquisas no campo da biotecnologia e de engenharia genética para criação de espécies mais produtivas e resistentes.

Silvicultura

Recuperação das matas devastadas com vistas ao reflorestamento das mesmas.

Solos - Análise e tratamento do solo, utilizando matéria orgânica, fertilizantes e corretivos para preservação das qualidades físicas, químicas e biológicas da terra, além de sua fertilidade.

Topografia

Planejamento de propriedades rurais, coordenação de terrenos, definição de seus limites e de áreas para obras de infra-estrutura.

Zootecnia

Avaliação e adaptação dos animais ao meio ambiente; alimentação, saúde e reprodução de rebanhos.

REGULAMENTAÇÃO

Lei 5194 de 24/12/1966. Para exercer a profissão, o agrônomo deve se registrar no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA).

DURAÇÃO

5 anos, com um estágio supervisionado obrigatório.

CONTEÚDO

O currículo mínimo compreende matérias das áreas de Biológicas e Exatas, como matemática, física, informática, estatística, biologia e bioquímica, além de disciplinas profissionalizantes, aulas práticas e matérias optativas na área de economia.

TITULAÇÃO

Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo.

Fonte:www.10emtudo.com.br

Agronomia

"Profissional que estuda a cultura dos campos e teoria da agricultura"

O que é ser agrônomo?

Engenheiros agrônomos ou agrônomos como são conhecidos, são profissionais responsáveis por conceber e orientar a execução de trabalhos relacionados à produção agropecuária. Pesquisam e aplicam conhecimentos científicos e técnicos à agricultura, para garantir uma produção vegetal e animal racional, e lucrativa.

Acompanham todo o processo de produção de alimentos de origem vegetal e animal, visando a menor custo de produção, melhor qualidade e incremento da produtividade, além da manutenção e conservação do meio ambiente.

Quais as características necessárias para ser um agrônomo?

Para essa profissão, é importante que a pessoa goste de lidar com animais e com a natureza. Tenha gosto por atividades ao ar livre. Perceba facilmente diferenças e detalhes de certas paisagens, como rochas e formações geológicas. Tenha interesse em trabalhar com plantações ou criação de animais. Sentir-se atraído pelo mundo rural. Pense em se dedicar a alguma profissão relacionada à agricultura, à exploração de recursos florestais, à pecuária, à pesca ou à silvicultura. Tenha disposição para trabalhar no campo, na natureza ou a céu aberto.

Características desejáveis

Atenção a detalhes

Capacidade de adaptação a novas situações

Capacidade de comunicação

Capacidade de concentração

Capacidade de decisão

Capacidade de organização

Capacidade de resolver problemas práticos

Criatividade

Curiosidade

Facilidade para matemática

Flexibilidade

Gosto pela pesquisa e pelos estudos

Gosto por atividades ao ar livre e pelo contato com a natureza

Habilidade para trabalhar em equipe

Interesse em construir coisas

Interesse pelas ciências

Interesse pelo funcionamento das coisas

Interesse por novas técnicas e tecnologias

Raciocínio abstrato desenvolvido

Raciocínio espacial desenvolvido

Senso prático

Qual a formação necessária para ser um agrônomo?

Para exercer a profissão de agrônomo ou engenheiro agrônomo é necessário o diploma de graduação em agronomia, e obter registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia). O domínio do inglês e de computação são exigências comuns. Além da formação técnica de qualidade, as empresas cada vez mais demandam conhecimentos na área gerencial e valorizam conhecimentos gerais. Engenheiros devem estar sempre bem informados sobre novas tecnologias em sua área de especialização, que avançam muito rapidamente, através de constante leitura de revistas e livros especializados.

Principais atividades de um agrônomo

O agrônomo faz parte de todas as etapas da produção e comercialização dos produtos, acompanhando desde o plantio até o armazenamento e distribuição da mercadoria ou, no caso de animais, do controle de doenças, reprodução e abate.

O agrônomo planeja, auxilia e executa os serviços ligados a escolha da cultura, preparação do solo, do plantio, da adubação e da colheita.

Já na agropecuária, cuida da criação, alimento, saúde, reprodução e abate de rebanhos, bem como no combate a pragas e doenças que atacam plantações e animais.

Acompanha ainda, o transporte, o beneficiamento, a industrialização e a venda dos produtos.

Além disso, esse profissional também deve:

Planejar e executar obras e serviços técnicos de engenharia rural, incluindo construções para fins rurais, visando a aumentar a funcionalidade das instalações e irrigação e drenagem para fins agrícolas

Pesquisar e implantar novas tecnologias no setor agroindustrial, incluindo beneficiamento e conservação de produtos e seu aproveitamento industrial, aproveitamento de recursos naturais e do meio ambiente, defesa e vigilância sanitária, projetos de mecânica, adubação, irrigação, colheita

Fiscalizar a indústria e o comércio de adubos e agrotóxicos, desenvolvendo assim projetos de sustentabilidade.

Cuidar da padronização e do controle de qualidade dos produtos finais.

Áreas de atuação e especialidades

Defesa sanitária

Prevenção de doenças da lavoura e combate às pragas

Engenharia rural

Supervisão da construção de instalações rurais, como nivelamento do solo, sistemas de irrigação e drenagem

Fitotecnia

Controla o uso de sementes, adubos e agrotóxicos. Prevenção de doenças e pragas

Agribusiness

Pesquisar e orientar o uso de fertilizantes, agrotóxicos e rações. Acompanhar a safra desde o plantio até a venda

Agroecologia

Pesquisar meios de conservar e aumentar a fertilidade dos solos, zelar pela utilização racional da terra, água, flora e fauna

Zootecnia

Cuida da saúde, alimentação, reprodução e adaptação ao meio do rebanho.

Especializações

Agrotecnia, silvicultura, agrometeorologia, economia agrícola, solos, engenharia rural, entomologia, fitotecnia, parques e jardins, zootecnia, melhoramento animal e vegetal, recursos naturais e ecologia, reflorestamento, tecnologia de transformação, topografia.

Mercado de trabalho

É inevitável a necessidade de modernização dos diferentes setores da produção rural brasileira. Num País como o Brasil, de enormes regiões cultiváveis, há muito para ser pesquisado e desenvolvido no setor, o que valoriza o trabalho do Engenheiro Agrônomo.

Por outro lado, o mercado de trabalho esse profissional não tem recebido muitos investimentos por enquanto. O governo federal vem fazendo cortes significativos nos investimentos e os quadros de funcionários praticamente não vêm sendo renovados. Os efeitos no mercado de trabalho são fortes, pois o setor público - órgãos públicos ligados à agropecuária, secretarias de agricultura e administrações regionais responsáveis por parques, hortos, praças e jardins - tradicionalmente absorve boa parte dos profissionais em atividade no país. Por isso há grande evasão de estudantes das carreiras relacionadas às ciências agrícolas.

No entanto, os problemas de degradação do meio ambiente e exaustão dos recursos naturais vão exigir cada vez mais a participação dos profissionais de agronomia, que encontram aí uma perspectiva de atuação junto às instituições públicas e à iniciativa privada. As melhores oportunidades estão no Rio Grande do Sul, no Paraná e em Santa Catarina, caracterizados por grande potencial agrícola nas mãos de pequenos e médios produtores, e no Mato Grosso do Sul, que concentra a maior parte dos grandes empresários rurais e agrícolas. Indústrias processadoras de alimentos e produtoras de adubos, rações, fertilizantes, inseticidas, produtos agrícolas, matadouros, frigoríficos, bancos de crédito agrícola, cooperativas, grandes fazendas e colônias agrícolas, instituições de pesquisa e de ensino também oferecem vagas.

Curiosidades

AGRONOMIA DO FUTURO

O nascimento do ensino agrícola no Brasil remonta ao final do regime escravista. Em 1871, com a Lei do Ventre Livre, a educação dos libertos passava a ser obrigação do Estado. Ao completarem 8 anos, os filhos das escravas poderiam ser encaminhados às instituições públicas, para serem instruídos. Nesse caso, seus proprietários receberiam uma indenização de "seiscentos mil-réis". A idéia não funcionou bem, mas significou uma mudança nos valores da sociedade escravocrata.

Quem explica são Mary del Priori e Renato Venâncio, autores de recente, e ótimo, livro sobre a história da vida rural no país. Na década de 1850, o governo imperial programa uma série de medidas modernizadoras da sociedade. Na agenda educacional, proposta pela família real desde a sua chegada ao Brasil, o ensino rural se destacava. Mas demorou a sair do papel.

Abolida a escravidão e proclamada a República, aí, sim, ganham fôlego as novas idéias. Em 1901, começa a funcionar a Esalq/USP, espécie de Meca da agronomia nacional, situada em Piracicaba (SP). Antes dela, Pelotas, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, já iniciavam seus cursos de Agronomia.

Em 1908 surge o curso de Lavras (MG); em 1910, no Rio de Janeiro; em 1918 no Ceará; em 1920, o de Viçosa (MG).

O primeiro grande dilema enfrentado pela nova profissão residia na diversificação da agricultura. Naquele período, o combate à monocultura do café polarizava as discussões. Na verdade, havia um componente político, capitaneado pelos cariocas, em face do predomínio da economia agrária paulista.

A grande crise de 1929-1930 resolveu, por linhas tortas, a pendenga. A oligarquia cafeeira se arrebentou, disponibilizando terra e recursos para alternativas de produção, como o algodão. As cidades iniciam sua forte expansão populacional, demandando alimentos. Décadas de progresso se verificam entre 1940 e 1970.

Forma-se a rede oficial de assistência técnica e extensão rural, as Emateres, espalhadas nos Estados. Em São Paulo surgem as "Casas da Lavoura". O agrônomo Fernando Costa, ministro da Agricultura, impulsiona a pesquisa agronômica e a mecanização agrícola. A agronomia vive anos de ouro. Surgem os grandes manuais da profissão.

Depois, com a industrialização, já nos anos 1970, chega momento diverso. O avanço da tecnologia exigia a especialização. Os cursos perdem seu ecletismo.

Pulveriza-se a profissão, surgem novos ramos:zootecnia, tecnologia de alimentos, engenharia florestal. O mercado demanda mão-de-obra singular.

A função social do agrônomo, como promotor do desenvolvimento, cede lugar na expansão do capitalismo agrário. Empresas privadas invadem o setor educacional, rebaixando o nível de ensino.

O problema estava na formação prática dos alunos:sem laboratórios adequados nem áreas experimentais, formam-se profissionais capengas.

Virou o século, tudo é passado. Hoje, existem 137 Faculdades de Agronomia pelo País afora, lançando cerca de 3.850 novos profissionais por ano no mercado de trabalho. Um verdadeiro exército de mão-de-obra qualificada no meio rural. Qual bagagem leva para a trincheira?

Thomas Kuhn, em sua famosa teoria das revoluções científicas, assinala o papel conservador dos manuais. Especialmente nas ciências naturais, os grandes livros organizam o conhecimento passado, mas nada apontam para a frente. Quando a ciência evoluía devagar, o prejuízo era pequeno. Todavia, com a chegada, nos anos 1970, da "revolução verde", velhos conceitos e práticas de agricultura foram rapidamente superados.

Na seqüência, a informática, a engenharia genética e a biotecnologia explodem a fronteira do conhecimento. O desafio do ensino universitário consiste em acompanhar a velocidade do progresso científico. Os manuais rapidamente se fossilizam.

Nesse embaraço mora o grande perigo da agronomia.

É cabível perguntar:as Faculdades de Ciências Agrárias estão preparando bem os alunos para os novos tempos? Ou eles se formam estudando velhos manuais, desconectados da realidade?

Nem tanto ao céu nem tanto ao mar. Em qualquer profissão se discute semelhante dilema, entre treinar gente conectada ao mercado ou preparar profissionais visionários. Empregados ou empreendedores? Ambos?

A superação desse dilema pressupõe compreender que o novo paradigma da agropecuária não mais se centra na tecnologia. Produzir, francamente, está ficando tarefa fácil, guardadas as devidas proporções. Difícil, mesmo, é garantir renda ao produtor rural. O mercado, seletivo e rigoroso, massacra o agricultor. Mesmo com tanta tecnologia, está difícil pagar o custo da produção.

Na mitologia romana, Ceres é a deusa das plantas. Simboliza a fertilidade do campo. Se quiser continuar a venerá-la, a agronomia precisa dourá-la com as tintas do marketing rural. Aqui está a novidade, melhor dizendo, o passaporte para o futuro. Mais que saber plantar ou criar, os agricultores devem gerenciar seu negócio de forma empreendedora, competitiva. E a chave está na certificação da produção, no aprendizado das boas práticas agrícolas, na agricultura sustentável. Essa agenda, concomitante com a inovação tecnológica, necessita contaminar o ensino das ciências agrárias. Com a palavra, a universidade.

Xico Graziano

Fonte:www.brasilprofissoes.com.br

Agronomia

O setor agropecuário nacional está entre os melhores do mundo. Somos um dos maiores produtores e exportadores de carne bovina, soja, açúcar e café.

Condições climáticas favoráveis e grande extensão territorial contribuem para o sucesso, mas não bastam. “Não adianta ter terras de boa qualidade e um clima adequado se não contarmos com profissionais capazes de tirar o melhor desse ambiente”, afirma o engenheiro agrônomo Marcos Valentin Ferreira Martins, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). Para ele, parte do sucesso no campo pode ser creditada aos cursos superiores de Agronomia. “Temos excelentes faculdades de Agronomia e institutos de pesquisa que são referência internacional, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)”, diz.

No banco das escolas, os futuros agrônomos aprendem técnicas usadas para melhorar a qualidade de lavouras, rebanhos e produtos agroindustriais. No dia-a-dia, o bacharel envolve-se em praticamente todas as etapas do agronegócio – do plantio à comercialização da produção. Ele planeja, organiza e acompanha o preparo e o cultivo do solo, o combate a pragas e doenças, a colheita, o armazenamento e a distribuição da safra. Cuida da alimentação, da reprodução, da saúde e do abate de animais. Gerencia a industrialização, o armazenamento e a comercialização de alimentos de origem animal e vegetal. Além de acompanhar a produção no campo, desempenha funções de gestão, como o cálculo de estoques e a cotação dos produtos nas bolsas de valores internacionais.

O mercado de trabalho

A expansão dessa área se deve não só ao crescimento da demanda internacional, mas também à necessidade do desenvolvimento e inserção de produtos competitivos no mercado, principalmente para exportação. As grandes safras de soja, milho, café, arroz, trigo e cana-de-açúcar e da citricultura fazem surgir boas oportunidades para especialistas em fitotecnia e produção agroindustrial. "O recém-formado não encontra dificuldade para conseguir o primeiro emprego", diz Renato Mendes Guimarães, coordenador do curso de Agronomia na Universidade Federal de Lavras (Ufla), em Minas Gerais. A pecuária também absorve o profissional, que atua na produção, no manejo e na recuperação de pastagens. As vagas encontram-se, sobretudo, nas regiões mais avançadas em tecnologia agrícola, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, do Paraná, do Rio Grande do Sul, de Goiás, de São Paulo e noroeste de Minas Gerais. Com a expansão do setor agrícola nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, abrem-se oportunidades para pesquisa, especialmente em empresas estatais. O Maranhão, o Piauí e a região amazônica destacam-se pelo plantio de soja. A intensificação do comércio internacional aumenta a demanda na área de gestão. Na indústria de equipamentos e produtos agropecuários. O profissional trabalha na venda e orientação técnica com o produtor rural.

O curso

Os dois primeiros anos mesclam matérias das áreas de ciências biológicas e exatas, como biologia, bioquímica, matemática, informática e estatística. Nos três anos seguintes, o forte são as disciplinas profissionalizantes, ministradas nas subáreas de engenharia rural, ciência do solo, agricultura e engenharia florestal, entre outras. Boa parte da carga horária é dedicada a aulas práticas em laboratórios e fazendas experimentais. Algumas instituições oferecem licenciatura em Ciências Agrícolas e em Ciências Agrárias. O estágio é obrigatório, assim como o trabalho de conclusão de curso.

Outros nomes

Agroecologia

Agronomia (ênfase em agroecologia)

Agronomia (Engenheiro Agrônomo.)

Ciências Agrárias

Ciên. Agrárias e Ambientais

Ciências Agrícolas

Engenheiro Agrônomo

Engenheiro Agrônomo (Ciências Agronômicas.)

O que você pode fazer

Defesa sanitária

Combater pragas e prevenir doenças em lavouras e rebanhos.

Economia e administração agroindustrial

Planejar e gerenciar as operações de distribuição e venda de produtos agrícolas.

Engenharia rural

Projetar e supervisionar obras em propriedades rurais, como construções, nivelamento do solo, montagem de sistemas de irrigação e de drenagem.

Ensino

Lecionar em escolas públicas ou particulares de educação profissional ou em faculdades.

Fitotecnia

Acompanhar o cultivo e a colheita de safras, buscando aumentar a produtividade por meio da seleção de sementes, do emprego de fertilizantes e adubos e do combate a doenças e pragas.

Indústria e comercialização de alimentos

Supervisionar e gerenciar a qualidade e a estratégia de preços de alimentos de origem animal e vegetal.

Manejo ambiental

Explorar racionalmente os recursos naturais, preservando o meio ambiente.

Produção agroindustrial

Gerenciar o processo de industrialização de produtos agrícolas, controlando a qualidade final da produção. Pesquisar novas tecnologias e produtos.

Silvicultura

Recuperar matas devastadas e cuidar do plantio e do manejo de áreas de reflorestamento. Preparar relatórios de impacto ambiental.

Solos

Preservar a fertilidade e controlar as propriedades físicas dos solos, prescrevendo seu manejo.

Zootecnia

Controlar a produção animal, cuidando da alimentação, da saúde, da reprodução e da qualidade dos rebanhos.

Fonte:guiadoestudante.abril.com.br

Agronomia

Agronomia

Planejamento, coordenação e execução de atividades nas áreas:agrícola, pecuária e silvicultura. A função do Agrônomo, ou Engenheiro Agrônomo é a manutenção de recursos naturais renováveis e ambientais.

Também é de suma importância o papel de fiscalização que efetuam nestas áreas e a orientação dada auxiliando os produtores com as lavouras e com o rebanho.

O Agrônomo também é o responsável na elaboração de documentos na parte científica e técnica de sua área, podendo exercer prestação de serviços em consultoria na área agricola e criação de animais.

Silvicultura

Um dos ramos da agronomia.

Grade Básica do Curso de Agronomia

Biologia Geral

Botânica

Zoologia

Física

Matemática

Desenho

Processamento de Dados

Matemática

Estatística

Química

O Curso de Agronomia

O Curso de agronomia pode ser dividido em duas partes. Primeiramente o ciclo básico de matérias que envolvem ciências biológicas e exatas.

Sendo estas subdivididas em:biologia, bioquímica, matemática, informática e estatística. Em seguida, os alunos têm aulas mais voltadas a profissão, ministradas em subáreas da engenharia rural, engenharia florestal, agricultura e ciências do solo. Dependendo da instituição de ensino, há aulas práticas em fazendas escola para maior interação do aluno com sua formação.

Pontos Positivos da Profissão de Agrônomo

A principal vantagem do curso de Agronomia são os campos de atuação e o potencial econômico brasileiro nesta área. É possível ter atuação em Zooctecnia, Solos, silvicultura e Produção Agroindustrial.

Pontos Negativos da Profissão de Agrônomo:

Apesar de haver um amplo campo de atuação para os profissionais de Agronomia, estes devem estar aptos a deslocamento em áres distantes dos grandes centros urbanos, no papel de exercer atividade de campo, auxiliando na resolução de problemas em parceria com os produtores.

Fonte:www.guiadacarreira.com.br

Agronomia

Se você deseja fazer Agronomia precisa saber de algumas informações importantes para não incorrer no erro que vários cometem.

A Profissão do Agrônomo

Lembre-se em primeiro lugar:a designação correta para "Agrônomo" é "Engenheiro Agrônomo", portanto você será um Engenheiro. Sendo um Engenheiro, você estudará muito matérias ligadas à Engenharia.


O Engenheiro Agrônomo pode realizar uma infinidade de atividades, porém, o que inicialmente "a grande maioria" imagina quando escolhe fazer agronomia é atuar na assistência técnica.

Existe uma analogia muito grande entre o Médico e o Agrônomo, sendo este o "doutor" das plantas.

Grade Básica do Curso de Agronomia

Você que deseja fazer Agronomia, vai estudar muito Matemática e Física. Lembre-se que você será um Engenheiro. Então, se não gosta de Exatas, procure outra opção. Este é um dos erros mais comuns por falta de informação.

Outras disciplinas básicas que fazem parte são Biologia e Química , Estatística, Botânica, Desenho, Zoologia, etc...

Note que o curso exige conhecimentos muito abrangentes, que serão utilizados como base para algumas disciplinas.

Grade voltada à profissão

Esta é uma divisão simplista de conhecimentos que você irá adquirir no curso:engenharia rural, engenharia florestal, agricultura, ciências do solo, zootecnia, entre outras.

Você também aprenderá sobre construções rurais, agrimensura, máquinas agrícolas, irrigação e drenagem.

Dentro da Agronomia, que é uma profissão muito abrangente, alguns profissionais atuarão também na área de Zootecnia. É necessário que seja forte o conhecimento sobre animais e seu manejo.

Como outros profissionais atuarão na área florestal, é necessário que sejam ministradas disciplinas ligadas a esta área.

A área de agricultura é a que abrange mais disciplinas.

O estudante receberá conhecimentos sobre culturas e seu manejo, disciplinas como:fitopatologia, entomologia, solos, adubação, nutrição de plantas, etc...

Faculdade de Agronomia

São mais de 100 faculdades espalhadas pelo Brasil.

Podemos dividi-las em Federais, Estaduais e Particulares.

Como escolher a Faculdade

Você pode usar o "ranking do canal do estudante" para conhecer alguns dos cursos.

Lembrando que o Inep faz a avaliação do ensino superior no país. Não leve em conta o resultado desta prova de avaliação na hora de escolher o curso, pois algumas faculdades treinam seus alunos para fazer a prova, não sendo portanto, a real situação do ensino daquela instituição em questão.

Pública X Privada

Existem Instituições Públicas que são referências mundiais, com ensino sério, existem àquelas que sofrem muito com falta de estrutura, greves, falta de professores.

Cuidado com as armadilhas!

No caso das privadas, existem ótimas Instituições que principalmente, conseguem colocar muitos profissionais no mercado, mas existem aquelas, que na minha opinião, deveriam ser banidas do meio.


Faça uma faculdade séria, tradicional, não jogue sua carreira no lixo!

OBS:Instituição de Ensino que tem "tantos doutores" não é referência de Instituição é boa. Infelizmente existem "doutores" que conhecem agricultura apenas pelo que viram dentro das salas de aula de suas Faculdades.

Pergunte a alguém que esteja cursando Agrononia em determinada Instituição. Melhor ainda se puder conhecer pessoas que estudam em Instituições diferentes.


Pegue várias opiniões, busque informações. Você quer seguir na área de extensão? Deseja ser um professor universitário ou fazer pesquisas? Pesquise a respeito, e se precisar, estarei a disposição.

Pontos Positivos da Profissão

Agronomia é uma profissão linda e muito importante, muitas vezes desafiadora. Os que estiverem bem preparados, podem ter muito sucesso e ganhar bastante dinheiro.

O país tem um agronegócio desenvolvido e muitas áreas para se trabalhar.

Pontos Negativos da Profissão

Para quem não se prepara:salários baixíssimos. Existe excesso de profissionais na área, por ter muita oferta de profissionais se formando a cada ano.

99% das faculdades tem preparação péssima para o mercado de trabalho.

O que você mais vai ouvir dos professores é que a Instituição "dá a base".

Você estuda de 4 a 5 anos e só recebe "a base". Portanto, estude direito para ter uma boa base, pois a experiência só a virá com a prática no mercado de trabalho.

Mulheres na Profissão

Você é mulher e quer fazer Agronomia, lembre-se que o mercado ainda é muito machista em alguns setores. Principalmente na parte de Extensão e Assistência Técnica.

Lembre-se, trabalhar no campo não é nada fácil nem para mulher e nem para homem. Visitar propriedades distantes, viajar centenas de km, andar no sol, na poeira, amassar barro, e tal... Nem todo mundo consegue trabalhar num laboratório, num escritório com ar condicionado. Obviamente que existem também os escritórios e campos de pesquisa, mas não somente isto.

Pense bem se você se adapta às condições citadas acima?

Agrônomos de Cidade Grande

Se você é de alguma cidade grande, como Rio de Janeiro, São Paulo , Belo Horizonte perceba o quanto sua vida vai mudar . Há uma diferença gigantesca entre viver na cidade e no campo.

Se você nunca teve contato com o campo, tem que conhecer primeiro, veja no que você está entrando.

Na faculdade tudo é lindo, tudo funciona. Quando você estiver formado, vai sofrer preconceito porque não é do campo. Não tem a mesma familiaridade que os alunos que são de cidades pequenas ou até mesmo de sítios ou fazendas. Mas nada é empecilho para quem gosta. Tente se adaptar e aprender os costumes regionais, assim sua faculdade será mais proveitosa.

VOU DEIXAR UM RECADO QUE PODE AJUDAR QUEM QUER FAZER AGRONOMIA:

"Só faça Agronomia se você gosta. Se você gosta vai ser brilhante, vai ser reconhecido por todos, vai ganhar muito dinheiro.

Não faça porque você não sabe o que quer, não faça porque seus pais querem ou porque não tem outra opção.

Tem que ter muita vocação para exercer esta profissão. O mercado está abarrotado de agrônomos que se formam a cada ano.

Os bons agrônomos são um orgulho para o país, pois gostam do que fazem e se esforçam todos os dias para se aperfeiçoarem. Estes se destacam.

DESCULPE A SINCERIDADE!

Eduardo Pires

Fonte: www.agronomianet.com.br

Agronomia

Agronomia

O PROFISSIONAL

O agrônomo é um profissional polivalente, ele tem uma visão geral de negócios, planejamento, execução, industrialização e distribuição dos produtos. Seu perfil profissional é dos mais amplos, pois é um pouco economista, empresário, mecânico, agricultor, paisagista.

Ele atua em construções rurais, na irrigação e drenagem do solo, constrói pequenas barragens, cuida da mecanização e implementação agrícola. Ainda dá conta do manejo e exploração de culturas, da produção de sementes e mudas, classificação e levantamento de solos, controla a produção, administra e planeja propriedades agrícolas.

O MERCADO DE TRABALHO

O agrônomo é um profissional polivalente, ele tem uma visão geral de negócios, planejamento, execução, industrialização e distribuição dos produtos. Seu perfil profissional é dos mais amplos, pois é um pouco economista, empresário, mecânico, agricultor, paisagista.

Ele atua em construções rurais, na irrigação e drenagem do solo, constrói pequenas barragens, cuida da mecanização e implementação agrícola. Ainda dá conta do manejo e exploração de culturas, da produção de sementes e mudas, classificação e levantamento de solos, controla a produção, administra e planeja propriedades agrícolas.

O CURSO

O curso tem a duração de cinco anos. Várias escolas estão privilegiando a prática e mantém matérias optativas.

Entre as disciplinas obrigatórias:economia, estatística, construção rural, planejamento, química, agroecologia, agrometeorologia, microbiologia, melhoramento genético, irrigação e drenagem.

Esse estudante deve gostar das ciências exatas, biológicas e humanas.

Fonte:educaterra.terra.com.br

 

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