Agrotóxicos são os produtos e os agentes de processos físicos, químicos ou biológicos, destinados ao uso nos setores de produção, no armazenamento e beneficiamento dos produtos agrícolas, nas pastagens, na proteção de florestas, nativas ou implantadas, e de outros ecossistemas e também de ambientes urbanos, hídricos e industriais, cuja finalidade seja alterar a composição da flora ou da fauna, a fim de preservá-las da ação danosa de seres vivos considerados nocivos (Lei Federal 7.802 de 11.07.89).
Os agrotóxicos são importantes para a bananicultura, todavia, exigem precaução no seu uso, visando a proteção dos operários que os manipulam e aplicam, dos consumidores de banana, dos animais de criação, de abelhas, peixes, de organismos predadores e parasitas, enfim, do meio ambiente.

Na tentativa de defender a agricultura contra pragas que atacam as plantações, os agrotóxicos foram criados.
A utilização de agrotóxicos teve inicio na década de 20 e, durante a segunda guerra mundial, eles foram utilizados até como arma química. No Brasil, a sua utilização tornou- se evidente em ações de combate a vetores agrícolas na década de 60. Alguns anos depois, os agricultores foram liberados a comprar este produto de outros países.
Quando bem utilizados, os agrotóxicos impedem a ação de
seres nocivos, sem estragar os alimentos. Porém, se os agricultores não tiverem
alguns cuidados durante o uso ou extrapolarem no tempo de ação dos agrotóxicos,
estes podem afetar o ambiente e a saúde.
O Brasil é hoje um dos maiores compradores de agrotóxicos
do mundo e as intoxicações por estas substâncias estão aumentando tanto entre
os trabalhadores rurais que ficam expostos, como entre pessoas que se contaminam
através dos alimentos.
Alguns estudos já relataram a presença de agrotóxicos no leite materno, o que poderia causar defeitos genéticos nos bebês nascidos de mães contaminadas. Os agrotóxicos são substâncias químicas (herbicidas, pesticidas, hormônios e adubos químicos) utilizadas em produtos agrícolas e pastagens, com a finalidade de alterar a composição destes e, assim, preservá-los da ação danosa de seres vivos ou substâncias nocivas.
Eles podem ser encontrados em vegetais (verduras, legumes, frutas e grãos),
açúcar, café e mel. Alimentos de origem animal (leite, ovos, carnes e frangos)
podem conter substâncias nocivas que chegam a contaminar a musculatura, o
leite e os ovos originados do animal, quando ele se alimenta de água ou ração
contaminadas.
Males à natureza e perigos à saúde: Segundo a Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos
levou à degradação dos recursos naturais - solo, água, flora e fauna -, em
alguns casos de forma irreversível, levando a desequilíbrios biológicos e
ecológicos. Além de agredir o ambiente, a saúde também pode ser afetada pelo
excesso destas substâncias.
Quando mal utilizados, os agrotóxicos podem provocar três tipos de
intoxicação: aguda, subaguda e crônica.
Na aguda, os sintomas surgem rapidamente.
Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer.
Alguns consumidores, não satisfeitos em consumir alimentos que possam conter resíduos tóxicos, estão exigindo a produção de alimentos fabricados e armazenados sem agrotóxicos.
Os alimentos orgânicos - isentos de agrotóxicos - estão ganhando a atenção dos consumidores interessados neste assunto.
Fonte: biblioteca.planejamento.gov.br
Na tentativa de defender a agricultura contra pragas que atacam as plantações, os agrotóxicos foram criados.
A utilização de agrotóxicos teve inicio na década de 20 e, durante a segunda guerra mundial, eles foram utilizados até como arma química.
No Brasil, a sua utilização tornou-se evidente em ações de combate a vetores agrícolas na década de 60. Alguns anos depois, os agricultores foram liberados a comprar este produto de outros países. Quando bem utilizados, os agrotóxicos impedem a ação de seres nocivos, sem estragar os alimentos. Porém, se os agricultores não tiverem alguns cuidados durante o uso ou extrapolarem no tempo de ação dos agrotóxicos, estes podem afetar o ambiente e a saúde.
O Brasil é hoje um dos maiores compradores de agrotóxicos do mundo e as intoxicações por estas substâncias estão aumentando tanto entre os trabalhadores rurais que ficam expostos, como entre pessoas que se contaminam através dos alimentos. Alguns estudos já relataram a presença de agrotóxicos no leite materno, o que poderia causar defeitos genéticos nos bebês nascidos de mães contaminadas.
Os agrotóxicos são substâncias químicas (herbicidas, pesticidas, hormônios e adubos químicos) utilizadas em produtos agrícolas e pastagens, com a finalidade de alterar a composição destes e, assim, preservá-los da ação danosa de seres vivos ou substâncias nocivas.
Eles podem ser encontrados em vegetais (verduras, legumes, frutas e grãos), açúcar, café e mel. Alimentos de origem animal (leite, ovos, carnes e frangos) podem conter substâncias nocivas que chegam a contaminar a musculatura, o leite e os ovos originados do animal, quando ele se alimenta de água ou ração contaminadas.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos levou à degradação dos recursos naturais - solo, água, flora e fauna -, em alguns casos de forma irreversível, levando a desequilíbrios biológicos e ecológicos. Além de agredir o ambiente, a saúde também pode ser afetada pelo excesso destas substâncias.
Quando mal utilizados, os agrotóxicos podem provocar três tipos de intoxicação: aguda, subaguda e crônica. Na aguda, os sintomas surgem rapidamente.
Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer.
Alguns consumidores, não satisfeitos em consumir alimentos que possam conter resíduos tóxicos, estão exigindo a produção de alimentos fabricados e armazenados sem agrotóxicos. Os alimentos orgânicos isentos de agrotóxicos estão ganhando a atenção dos consumidores interessados neste assunto.
A ANVISA é responsável por fiscalizar produtos contaminados por agrotóxicos. Se uma empresa vender produtos que têm contaminantes em excesso a ponto de prejudicar o ambiente ou a saúde ela sofrerá advertência, multa ou apreensão do produto.
Na tentativa de defender a agricultura contra pragas que atacam as plantações,
os agrotóxicos foram criados.
A utilização de agrotóxicos teve inicio na década de 20 e, durante a segunda
guerra mundial, eles foram utilizados até como arma química. No Brasil, a
sua utilização tornou-se evidente em ações de combate a vetores agrícolas
na década de 60. Alguns anos depois, os agricultores foram liberados a comprar
este produto de outros países.
Quando bem utilizados, os agrotóxicos impedem a ação de seres
nocivos, sem estragar os alimentos. Porém, se os agricultores não tiverem
alguns cuidados durante o uso ou extrapolarem no tempo de ação dos agrotóxicos,
estes podem afetar o ambiente e a saúde.
O Brasil é hoje um dos maiores compradores de agrotóxicos do mundo e as intoxicações por estas substâncias estão aumentando tanto entre os trabalhadores rurais que ficam expostos, como entre pessoas que se contaminam através dos alimentos.
Alguns estudos já relataram a presença de agrotóxicos no leite materno, o que poderia causar defeitos genéticos nos bebês nascidos de mães contaminadas.
Os agrotóxicos são substâncias químicas (herbicidas, pesticidas, hormônios e adubos químicos) utilizadas em produtos agrícolas e pastagens, com a finalidade de alterar a composição destes e, assim, preservá-los da ação danosa de seres vivos ou substâncias nocivas.
Eles podem ser encontrados em vegetais (verduras, legumes, frutas e grãos), açúcar, café e mel. Alimentos de origem animal (leite, ovos, carnes e frangos) podem conter substâncias nocivas que chegam a contaminar a musculatura, o leite e os ovos originados do animal, quando ele se alimenta de água ou ração contaminadas.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos levou à degradação dos recursos naturais solo, água, flora e fauna -, em alguns casos de forma irreversível, levando a desequilíbrios biológicos e ecológicos.
Além de agredir o ambiente, a saúde também pode ser afetada pelo excesso destas substâncias.
Quando mal utilizados, os agrotóxicos podem provocar três tipos de intoxicação: aguda, subaguda e crônica. Na aguda, os sintomas surgem rapidamente.
Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer.
Alguns consumidores, não satisfeitos em consumir alimentos que possam conter resíduos tóxicos, estão exigindo a produção de alimentos fabricados e armazenados sem agrotóxicos.
Os alimentos orgânicos isentos de agrotóxicos estão ganhando a atenção dos consumidores interessados neste assunto.
A ANVISA é responsável por fiscalizar produtos contaminados por agrotóxicos. Se uma empresa vender produtos que têm contaminantes em excesso a ponto de prejudicar o ambiente ou a saúde ela sofrerá advertência, multa ou apreensão do produto.
Fonte: www.healthy.com.br