
O aipo culinário foi desenvolvido no século 17 por jardineiros italianos a partir do aipo-bravo, encontrado nos pântanos salgados da Europa.
Há três tipos principais
Aipo-branco
Aipo-verde
Aipo-cabeça de nabo
Este último também é chamado aipo-vermelho, ou raiz de aipo, e é cozido como um vegetal ou comido cru, em saladas.
As sementes do aipo são minúsculas, de cor castanho-esverdeado, com cinco estrias mais claras.
Têm o sabor forte da planta, são aromáticas e levemente amargas. O sabor é agradável e o leve amargor melhora outros aromas.
É bastante parecido com a salsa, tanto que é chamado também de salsão, tendo apenas folhas e talo bem maiores e mais grossos. Suas sementes brotam debaixo da terra no início da primavera ou ao ar livre no final dessa mesma estação, em terra úmida e rica. Suas mudas amarelo esverdeadas, com 23 cm, brotam separadamente. Seus talos normalmente são colhidos no outono, mas permite-se também que suas plantas sobrevivam até o ano seguinte para a produção de sementes.
A semente de aipo é um tempero ocidental relativamente recém-descoberto na culinária, ao contrário do legume, que se tornou extensamente usado na Europa.
Na Inglaterra e na América, ela foi descoberta só no século 19, graças à reprodução da variedade aipo-bravo na Itália, durante o século anterior.
As sementes do aipo podem ser adicionadas a massas para pães ou espalhadas sobre apetitosos biscoitos. Podem ser utilizadas inteiras, misturadas em saladas ou espalhadas sobre vegetais cozidos imediatamente antes de servir.
Ainda podem ser moídas e acrescentadas a pratos cozidos.
Aromatizando-se o sal com a semente do aipo, obtém-se um tempero muito rico, amplamente utilizado em sopas, guisados e saladas. A mistura é muito usada espalhada sobre carnes, antes de elas serem grelhadas, enquanto suas folhas e caule são consumidos como legumes em saladas, caldos, molhos e sopas.
Fonte: www.fernandovillasboas.com.br

O salsão (Apium graveolens) ou aipo é uma planta aromática alimentícia da família das apiáceas e sua origem é européia. Possui algumas variedades, com aromas e sabores muito característicos; destacam-se o salsão-branco, o salsão-tronchudo, o salsão-rábano, o salsão-gigante e o salsão-de-cabeça.
O salsão contém quantidades pequenas de vitamina C, cálcio, potássio, ferro, fósforo e magnésio. É rico em fibras e ajuda no controle da taxa de colesterol do sangue. Exatamente pela sua pequena quantidade de calorias é um alimento muito recomendado nas dietas de emagrecimento. O salsão também possui muitas propriedades medicinais: age como antioxidante, evitando a destruição de células, e é usado como um alimento que ajuda na digestão, além de ter efeito refrescante.
O salsão pode ser comprado em maço ou em talos soltos. Se as folhas estão abertas, com uma cor verde forte e brilhante, firmes e com os talos íntegros é fresco (nada de talos amarelados, moles e com flores).
Praticamente todas as partes do salsão podem ser utilizadas na culinária. Seus talos, de textura crocante, podem ser servidos crus em saladas ou canapés, ou então cozidos. As pontas mais firmes e as folhas podem ser usadas no preparo de sopas e caldos. Basta cortar a base, separar os talos, aparar as pontas, retirar as fibras duras e enxágüar.
Lave os talos, segure-os firmemente, corte-os em rodelas e deixe-os escorrendo numa peneira.
Corte um talo por vez no sentido diagonal em formato de lâminas.
Corte os talos em tiras finas no sentido do comprimento e recorte as tiras para ficarem finas. Em seguida, coloque-as numa tigela com água gelada durante 1 hora ou mais. Com esse procedimento, as tiras ficarão viçosas, ligeiramente enroladas e ótimas numa salada.
A receita de hoje foi feita com o salsão cortado em lâminas e ficou ótima, mas acredito que o corte é o que menos importa.
Fonte: frugal.blogspot.com