Facebook do Portal São Francisco
Google+
+ circle
Home  Akita Inu  Voltar

Akita Inu

 

A raça é originária do Japão. Sua função original era a caça e posteriormente chegou a ser usado para rinhas. Hoje o governo proíbe sua utilização em rinhas e procura manter a sua integridade.

Trata-se de um excelente cão de guarda e um ótimo companheiro, de caráter dócil e afetuoso com a sua família. No entanto, é bastante reservado com estranhos e não faz novas amizades com facilidade.

Akita é um cão muito inteligente, tem um andar enérgico e é bastante imponente.

Possui pêlo duro, nem longo e nem curto. A pelagem exterior é dura e reta, e possui um sub-pêlo macio e abundante. A garupa e a cernelha são revestidas com um pêlo ligeiramente mais longo que o do resto do corpo. As cores são o vermelho fulvo, o sésamo (pêlos vermelhos com pontas pretas), o tigrado e o branco.

O tamanho dos machos é de 67cm, e das fêmeas é de 61cm na altura da cernelha, com tolerância de 3cm para mais, ou para menos, desde que o exemplar tenha uma boa forma geral

Fonte: www.guiaderacas.com.br

Akita Inu

Origem: Japão 
Data de origem: séc. XVI 
Esperança de vida: 12 anos 
Classificação: Raças de trabalho 
Altura: 61 para 71 cm 
Peso: 33 para 48 Kg

História

Akita Japonês, igualmente conhecido por Akita Inu ou Shishi Inu, é considerada a maior raça japonesa de cães. Pertence à família dos spitz, composta por mais seis variedades: Shiba Inu, Hokkaido Inu, Kai Inu, Tosa Inu, Shikoku Inu, Kishu Inu.

Pensa-se que o Akita Japonês seja herdeiro de mais de 300 anos de história, ao longos dos quais desenvolveu diferentes papéis na companhia do homem. Foi inicialmente utilizado para a caça de javalis, ursos e veados na região de Akita, sendo também capaz de trabalhar na neve profunda.

Todavia, o passado deste cão carece de fatos históricos precisos, uma vez que pouco se sabe como se desenvolveu ao longo dos tempos. Pensa-se que foram efetuados vários cruzamentos com outras raças de cães, o que lhe foi conferindo características físicas variáveis.

Provavelmente, o intuito seria o de obter um exemplar mais capaz na luta de cães. O Tosa Fighting Dog, o Mastim, Pastor Alemão e o São Bernardo, são algumas das raças sugeridas pelos autores. No entanto, apesar de mais robusto, o Akita não revelou ser o talentoso lutador que se esperaria.

Para além do “desporto” (e da já mencionada ajuda na caça), o Akita Japonês foi igualmente cão de companhia de muitas famílias aristocráticas japonesas.

A I Guerra Mundial veio revelar-se um período particularmente difícil para esta estirpe, cujo insaciável apetite pouco pode ser satisfeito nesta altura de escassez. Muitos morreram à fome e o perigo de extinção chegou a ameaçar esta estirpe.

No entanto, em 1931 foram encontrados alguns Akita que, por não estarem ligados à luta de cães, poderiam constituir-se como exemplares raros para uma futura seleção. No ano seguinte, esta raça começa a ser matéria dos jornais nacionais, por causa de um episódio ocorrido com um Akita que esperou pelo seu dono até à morte, sem saber que este já havia falecido longe de casa.

Esta popularidade, acrescida da vontade de alguns criadores, criou a conjuntura ideal para que a nível institucional fossem tomadas algumas medidas que contribuíram para assegurar a sobrevivência da linhagem e retirá-la do estado preocupante em que se encontrava. Exemplo disso, foi a sua designação como “Monumento Nacional do Japão” e toda a publicidade (em selos e não só) que tal ato cerimonial envolveu. A fundação, em 1927, da “Sociedade Protectora do Akita Inu”, foi igualmente importante, bem como todos os esforços posteriores a nível de seleção e apuramento da estirpe.

Akita chega aos EUA em 1937, tendo sido remetido a Helen Keller, e chamava-se, curiosamente, “Kamikaze-go”. A década de 40, revela-se um dos períodos mais cruéis para esta raça, uma vez que, com o início da II Guerra Mundial, muitos destes cães foram abatidos e a sua pele e carne aproveitadas. Só em tempo de paz é que a raça foi restabelecida, sendo desenvolvida simultaneamente no Japão e nos EUA.

A introdução da estirpe nos EUA, deu-se com maior seriedade nos anos 40 e 50, e originou o aparecimento de uma nova “linha”, característica por uma “cabeça de urso” maior (a japonesa assemelha-se à de uma raposa) e por uma estrutura óssea mais robusta (precisamente oposta á original porque mais leve).

Em 1956, foi fundado o Akita Club of America mas, só em 1972, é que a raça começa a ser registada no Livro de origens do Kennel Club.

Atualmente, estes cães são mantidos sobretudo como animais de estimação, mas continuam a ser utilizados pela polícia, na terapia e como cães de guarda.

Akita é portador de instintos de caça bastante apurados e é fisicamente bastante robusto. Adicione-se-lhe um temperamento independente e dominante, para não ser provavelmente a melhor opção para um dono pouco experiente.

Na sua relação com os donos, ele é gentil e dócil, demonstrando ser um amigo leal, sempre pronto a proteger o seu dono e a propriedade.

Não é um animal muito sociável, no sentido em que não aprecia particularmente a companhia de crianças (mas tolera as da família) e pode ter atitudes agressivas face a animais de estimação que lhe sejam estranhos.

O ideal é que seja habituado desde pequeno a conviver com pessoas que lhe sejam estranhas e sujeito a uma educação firme e consistente, por forma a que se garanta o seu controle em situações de maior espontaneidade.

Necessita igualmente de muita atenção por parte do dono, que o deve despertar para as mais variadas atividades, já que é muito energético. Como cães de guarda são extremamente corajosos, atentos e algo silenciosos.

Descrição

Akita é um cão de porte grande, cuja altura na cernelha varia, nos machos, entre os 66-71cm, e nas fêmeas, entre os 61-66cm. O seu peso oscila entre os 33,7 e 48,6Kg.

A sua pelagem é áspera, lisa e dura e o subpêlo é bastante denso e macio. São permitidas quaisquer cores malhadas e maltrado (branco com manchas pretas irregulares). A região facial por vezes apresenta um máscara de cor igualmente variável.

O crânio é grande e achatado, a testa larga e o chanfro é bem definido. O focinho é de comprimento moderado e afunila ligeiramente. Os olhos amendoados são típicos dos spitz. São um pouco pequenos, inseridos um pouco obliquamente e afastados entre si. As orelhas apresentam-se erectas e são grossas, triangulares e com pontas arredondadas.

O pescoço é musculado, sem papadas, terminando num peito profundo e amplo. As costelas são moderadamente arqueadas e o dorso é firme e robusto. Os quartos traseiros são bem desenvolvidos. As patas são fortes e redondas e a cauda de inserção alta é grande e é mantida enrolada sobre o dorso.

Esta raça tem uma esperança média de vida de aproximadamente 12 anos de idade. Existem alguns registos de ocorrência de doenças graves nesta estirpe, de que são exemplo a displasia da anca, problemas do foro neurológico e entropia.

O seu pêlo deve ser escovado mensalmente e com mais frequência na mudança de estações.

Este é um cão que necessita de praticar bastante exercício físico já que o seu porte de atleta torna-se irrequieto se fechado em casa o dia todo. O ideal é que o levem a passear e a correr (em zonas seguras, sem cães à solta) até duas horas por dia.

Estes animais têm um apetite avultado, mas não desproporcional ao seu tamanho e constituição física. Uma alimentação equilibrada é crucial para que cresçam saudáveis.

Podem viver dentro de casa desde que pratiquem alguma actividade física diariamente.

Fonte: animais2.clix.pt

Akita Inu

 

História

Akita Inu

Um cão que detém a honra de ser chamado de "Monumento Nacional", o Akita Inué uma raça que tem origem na região Norte do Japão, chamada Akita, há cerca de 300 anos, quando era usado como cão de briga, esporte muito popular no Japão desde a Idade Média.

No século XIX, essas rinhas ainda eram muito freqüentes e os cães eram chamados de Odate, em referência à cidade onde se encontravam. No final do século XIX, cães da província de Tosa, foram levados à província de Akita.

No inicio, os Akitas eram mais fortes do que os Tosas mas, com o passar do tempo, foram sendo superados devido ao cruzamento dos Tosas com cães europeus.

Em 1927, motivado pelo aumento da mestiçagem e preocupado em manter a pureza da raça, o prefeito de Odate fundou a Akita-InuPreservation Society. Nesta mesma época, o interesse por briga de cães começou a declinar.

Akita Inu

Durante a Segunda Grande Guerra, houve uma baixa expressiva no número Akitas que quase levou a raça a extinção.

Desta vez eles estavam sendo usados como alimento e suas peles como abrigo.

Com o quase desaparecimento da raça, os Akitas foram muitas vezes cruzados com outros cães (Pastores Alemães, Tosa Inus, São Bernardos e Mastiffs), descaracterizando o tipo original.

Em virtude da quase extinção do Akita no Japão, iniciou-se naquela época uma busca desenfreada em preservar a raça Akita, os poucos exemplares que haviam restado foram cruzados obedecendo a poucos critérios genéticos, pois o intuito era não deixar que a raça se extinguisse, uma vez que ela foi muito bem vista pelos americanos que se interessaram em levar outros exemplares do cão para os EUA.

Alguns criadores de Akitas japoneses dizem que o akita hoje perdeu muito de suas características originais, do início do século, que era mais robusta e não tão alongada, muitas destas características perdidas em cruzas indevidas.

Em 1931, o Akita foi nomeado pelo governo japonês como riqueza e monumento nacional.

Após a Segunda Guerra Mundial, muitos cães, na sua grande maioria mestiços com Pastor Alemão, foram levados do Japão para os Estados Unidos, transformando-se, hoje, em uma raça distinta.

Alguns anos depois, o Japão iniciou um trabalho para recuperar o aspecto oriental (e original) da raça que havia sido perdido.

No Japão acompanhava os samurais na defesa das terras; hoje acompanha a família guardando seus componentes e território. Observador, reconhece instintivamente o dono, o amigo do dono e o estranho a quem ataca quando se torna intruso.

Uma imensa estátua de um Akita, chamada Chuken Hachi-ko (Leal Cão Hachi), foi levantada nos anos 20, na estação de trem Shibuya em Tóquio.

A homenagem é prestada pela lealdade do cão que por anos acompanhou e recebeu seu dono nesta mesma estação, quando ele ia e voltava do trabalho.

Depois da morte de seu dono, em 1925, o cão continuou a ir, diariamente, na estação e ficava esperando pelo dono falecido até que último trem chegasse à meia-noite. Estas visitas duraram 9 anos até a morte de Hachi.

Fonte: mypet.terra.com.br

Akita Inu

Akita Inu

Origem

Japão. Nascido e crescido na ilha de Honshu, o Akita Inu foi utilizado no passado para caça de grandes animais selvagens, combates entre cães e para acompanhar os samurais na defesa do território.

Porte

Grande.

Características

Raça japonesa de origem e muito presente na região de Akita, no norte do Japão, o Akita Inu é um cão de força e coragem. Este cachorro tem um grande porte, olhos escuros e orelhas eretas apontadas para frente. A cauda é enrolada sobre o dorso, e o pêlo é fino, não muito longo, podendo ser encontrado nas cores sal-e-pimenta, pimenta-vermelho, pimenta-preto, tigrado, branco e manchado. Este cão é um excelente guardião e companheiro, pois, além de guerreiro, é um animal dócil, inteligente, afetuoso e sincero.

E adora brincar com crianças. Acompanha a família e a protege sempre que necessário. Observador, reconhece instintivamente quem é o seu dono ou o amigo do dono. Do mesmo modo, reconhece o inimigo em poucos segundos.

Akita não é um cão amistoso com outros cachorros do mesmo sexo e do mesmo porte, devido ao seu passado nas rinhas. Sendo assim, é melhor evitar criar mais de um Akita dentro de casa.

O sentimento de competição desta raça é tão grande, que, às vezes, é preciso separar os filhotes de uma mesma ninhada para que não briguem. Já com cães de outras raças e sexo oposto, se criados juntos desde pequenos, não há problemas no relacionamento.

Fonte: www.criareplantar.com.br

Akita Inu

Grupo: quinto
Altura na cernelha: de 61 a 71cm
Peso: de 34 a 50kg 
Pelagem: pêlo duro, subpelo abundante
Cor: pimenta, vermelha, tigrada e branca
Expectativa de vida: 12 anos
Temperamento: independente, leal
Relação com crianças: boa
Relação com outros cães: dominador
Aptidões: cão de guarda e cão de caça
Necessidade de espaço: pode viver dentro de casa, mas precisa fazer exercícios físicos
Cuidados: banhos e escovações

História

O Akita Inu tem seu nome derivado da província de Akita, situada ao norte de Honshu, a principal ilha japonesa. Em seu país, esse cão era considerado parte do "patrimônio natural nacional". Os reais testemunhos da sua existência apareceram no início do período Edo (1616 - 1868).

Existe uma tese americana que afirma que esse cão é descendente do Chow-Chow e de um molosso chinês, porém, é contestada por alguns especialistas japoneses que acreditam que o descendente do Akita é chinês, baseados na hipótese da existência atual de um cão parecido com ele no norte da China.

Em 1700, o general japonês Tsunayoshi interessou-se pelo Akita e criou uma lei que proibia matar ou ferir os cães. Assim, eles chegaram até a ter casas independentes e seus próprios criados. Porém, com a era Meiji (1868 - 1912), as brigas de cães foram estimuladas, proibidas apenas em 1910. Então, um nobre chamado Tcinoseki, dedicou-se à recuperação do Akita original. Porém, com a segunda guerra mundial, a raça se transformou em comida para muita gente.

Mas, felizmente, o nobre desobedeceu à lei e escondeu alguns exemplares e cruzou-os, posteriormente, com o Pastor Alemão e os vendeu para soldados americanos, introduzindo a raça nos Estados Unidos.

Assim foi criado o Akita Norte-Americano, o qual, segundo especialistas, será substituído pelos japoneses, mais parecidos com o original.

Comportamento

É docil, leal, independente, desconfiado com estranhos, muito apegado ao dono, obediente e nada submisso. Adapta-se bem à vida caseira, embora necessite de atividades físicas diárias.

Fonte: paginas.terra.com.br

Sobre o Portal | Política de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal