PortalSaoFrancisco.com.br
Fale Conosco    Indique o Portal             

ALBERT SABIN

O desenvolvimento da vacina oral contra a poliomielite tornou mundialmente famoso o médico e microbiologista americano Albert Sabin, que realizou também relevantes estudos sobre viroses humanas em geral, toxoplasmose e câncer.

Albert Bruce Sabin nasceu na localidade polonesa de Bialystok, então pertencente à Rússia, em 26 de agosto de 1906. Emigrou para os Estados Unidos em 1921 e mais tarde naturalizou-se americano. Em 1931 concluiu o doutorado em medicina na Universidade de Nova York, onde começara a pesquisar a poliomielite. Fez residência no hospital Bellevue de Nova York e trabalhou no Instituto Lister de Medicina Preventiva, em Londres. A serviço do Instituto Rockefeller de Pesquisas Médicas, foi o primeiro pesquisador a demonstrar o crescimento do vírus da poliomielite em amostras de tecido nervoso humano.

Em 1939, Sabin ocupou a cátedra de pediatria da Universidade de Cincinnati e tornou-se chefe da divisão de doenças infecciosas de uma de suas unidades de pesquisa. Desmentiu a teoria de que o contágio da poliomielite se dava pelo nariz e apontou como via primária de infecção o trato alimentar. Durante a segunda guerra mundial, enquanto servia como médico no Exército americano, isolou o vírus de uma febre provocada pelo mosquito birigui, epidêmica entre as tropas baseadas na África. Posteriormente, desenvolveu vacinas contra o dengue e a encefalite japonesa.

Sabin defendeu a tese de que a administração por via oral de vírus vivos atenuados proporcionaria, sem aumento dos riscos de contaminação, imunidade mais duradoura contra a poliomielite do que a injeção de vírus mortos, desenvolvida um ano antes por Jonas Salk. Em colaboração com cientistas soviéticos, mexicanos e holandeses, fabricou uma vacina que foi aceita oficialmente nos Estados Unidos em 1960. Em 1965 tornou-se membro do Instituto Weizmann de Ciência, em Rehovot, Israel. Esteve várias vezes no Brasil e, em 1967, foi agraciado pelo governo brasileiro com a Grã-Cruz do Mérito Nacional. Albert Sabin encerrou suas atividades científicas em 1988 e morreu em Washington, capital dos Estados Unidos, em 3 de março de 1993.

Fonte: www.jewishbrazil.com

ALBERT SABIN

Alberto de Oliveira (Antônio Mariano A. de O.), farmacêutico, professor e poeta, nasceu em Palmital de Saquarema, RJ, em 28 de abril de 1857, e faleceu em Niterói, RJ, em 19 de janeiro de 1937. Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, ocupou a Cadeira n. 8, cujo patrono, escolhido pelo ocupante, é Cláudio Manuel da Costa.

Era filho de José Mariano de Oliveira e de Ana Mariano de Oliveira. Fez os estudos primários em escola pública na vila de N. S. de Nazaré de Saquarema. Depois cursou humanidades em Niterói. Diplomou-se em Farmácia, em 1884, e cursou a Faculdade de Medicina até o terceiro ano, onde foi colega de Olavo Bilac, com quem, desde logo, estabeleceu as melhores relações pessoais e literárias. Bilac seguiu para São Paulo, matriculando-se na Faculdade de Direito, e Alberto foi exercer a profissão de farmacêutico. Deu o nome a várias farmácias alheias. Uma delas, e por muitos anos, era uma das filiais do estabelecimento do velho Granado, industrial português. Casou-se em 1889, em Petrópolis, com a viúva Maria da Glória Rebello Moreira, de quem teve um filho, Artur de Oliveira.

Em 1892, foi oficial de gabinete do presidente do Estado, dr. José Tomás da Porciúncula. De 1893 a 1898, exerceu o cargo de diretor geral da Instrução Pública do Rio de Janeiro. No Distrito Federal, foi professor da Escola Normal e da Escola Dramática.

Com dezesseis irmãos, sendo nove homens e sete moças, todos com inclinações literárias, destacou-se Alberto de Oliveira como a mais completa personalidade artística. Ficou famosa a casa da Engenhoca, arrabalde de Niterói, onde residia, com os filhos, o casal Oliveira, e que era freqüentada, na década de 1880, pelos mais ilustres escritores brasileiros, entre os quais Olavo Bilac, Raul Pompéia, Raimundo Correia, Aluísio e Artur Azevedo, Afonso Celso, Guimarães Passos, Luís Delfino, Filinto de Almeida, Rodrigo Octavio, Lúcio de Mendonça, Pardal Mallet e Valentim Magalhães. Nessas reuniões, só se conversava sobre arte e literatura. Sucediam-se os recitativos. Eram versos próprios dos presentes ou alheios. Heredia, Leconte, Coppée, France eram os nomes tutelares, quando o Parnasianismo francês estava no auge.

Em seu livro de estréia, em 1877, as Canções românticas, Alberto de Oliveira mostrava-se ainda preso aos cânones românticos. Mas sua posição de transição não escapou ao crítico Machado de Assis num famoso ensaio, de 1879, em que assinala os sintomas da "nova geração". O anti-romantismo vinha da França, a partir de um plêiade de poetas reunidos no Parnasse Contemporain, Leconte de Lisle, Banvill, Gautier. Nas Meridionais (1884) está o seu momento mais alto no que concerne à ortodoxia parnasiana. Concretiza-se o forte pendor pelo objetivismo e pelas cenas exteriores, o amor da natureza, o culto da forma, a pintura da paisagem, a linguagem castiça e a versificação rica. Essas qualidades se acentuam nas obras posteriores. Com os Sonetos e poemas, os Versos e rimas e, sobretudo, com as coletâneas das quatro séries de Poesias, que se sucederam nos anos de 1900, 1905, 1913 e 1928, é que ele patenteou todo o seu talento de poeta, a sua arte, a sua perfeita mestria. Foi um dos maiores cultores do soneto em língua portuguesa. Com Raimundo Correia e Olavo Bilac, constituiu a trindade parnasiana no Brasil. O movimento, inaugurado com os Sonetos e rimas (1880) de Luís Guimarães, teria a sua fase criadora encerrada em 1893 com os Broquéis de Cruz e Sousa, que abriram o movimento simbolista. Mas a influência do Parnasianismo, sobretudo pelas figuras de Alberto e Bilac, se faria sentir muito além do término como escola, estendendo-se até a irrupção do Modernismo (1922).

Tendo envelhecido tranqüilamente, Alberto de Oliveira pôde assistir, através de uma longa existência, ao fim da sua escola poética. Mas o fez com a mesma grandeza, serenidade e fino senso estético que foram os traços característicos da sua vida e da obra. O Soneto que abre a 4a série das Poesias (1928), "Agora é tarde para novo rumo/ dar ao sequioso espírito;..." sintetiza bem a sua consciência de poeta e o elevado conceito em que punha a sua arte.

Durante toda a carreira literária, colaborou também em jornais cariocas: Gazetinha, A Semana, Diário do Rio de Janeiro, Mequetrefe, Combate, Gazeta da Noite, Tribuna de Petrópolis, Revista Brasileira, Correio da Manhã, Revista do Brasil, Revista de Portugal, Revista de Língua Portuguesa. Era um apaixonado bibliógrafo, e chegou a possuir uma das bibliotecas mais escolhidas e valiosas de clássicos brasileiros e portugueses, que doou à Academia Brasileira de Letras.

Fonte: www.biblio.com.br

ALBERT SABIN

Antonio Alberto de Oliveira nasceu em 1857 no Rio de Janeiro e faleceu em 1937. Suas poesias se caracterizam por um grande preciosismo vocabular e pela busca constante da forma ideal. Ainda que seja um dos mais típicos poetas parnasianos, Alberto de Oliveira revela características românticas; seu lirismo, porém é mais contido, estando longe dos excessos sentimentais do Romantismo.

Alberto de Oliveira (Antônio Mariano A. de O.), farmacêutico, professor e poeta, nasceu em Palmital de Saquarema, RJ, em 28 de abril de 1857, e faleceu em Niterói, RJ, em 19 de janeiro de 1937. Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, ocupou a Cadeira n. 8, cujo patrono, escolhido pelo ocupante, é Cláudio Manuel da Costa.

Era filho de José Mariano de Oliveira e de Ana Mariano de Oliveira. Fez os estudos primários em escola pública na vila de N. S. de Nazaré de Saquarema. Depois cursou humanidades em Niterói. Diplomou-se em Farmácia, em 1884, e cursou a Faculdade de Medicina até o terceiro ano, onde foi colega de Olavo Bilac, com quem, desde logo, estabeleceu as melhores relações pessoais e literárias. Bilac seguiu para São Paulo, matriculando-se na Faculdade de Direito, e Alberto foi exercer a profissão de farmacêutico. Deu o nome a várias farmácias alheias. Uma delas, e por muitos anos, era uma das filiais do estabelecimento do velho Granado, industrial português. Casou-se em 1889, em Petrópolis, com a viúva Maria da Glória Rebello Moreira, de quem teve um filho, Artur de Oliveira.

Em 1892, foi oficial de gabinete do presidente do Estado, dr. José Tomás da Porciúncula. De 1893 a 1898, exerceu o cargo de diretor geral da Instrução Pública do Rio de Janeiro. No Distrito Federal, foi professor da Escola Normal e da Escola Dramática.

Com dezesseis irmãos, sendo nove homens e sete moças, todos com inclinações literárias, destacou-se Alberto de Oliveira como a mais completa personalidade artística. Ficou famosa a casa da Engenhoca, arrabalde de Niterói, onde residia, com os filhos, o casal Oliveira, e que era freqüentada, na década de 1880, pelos mais ilustres escritores brasileiros, entre os quais Olavo Bilac, Raul Pompéia, Raimundo Correia, Aluísio e Artur Azevedo, Afonso Celso, Guimarães Passos, Luís Delfino, Filinto de Almeida, Rodrigo Octavio, Lúcio de Mendonça, Pardal Mallet e Valentim Magalhães. Nessas reuniões, só se conversava sobre arte e literatura. Sucediam-se os recitativos. Eram versos próprios dos presentes ou alheios. Heredia, Leconte, Coppée, France eram os nomes tutelares, quando o Parnasianismo francês estava no auge.

Em seu livro de estréia, em 1877, as Canções românticas, Alberto de Oliveira mostrava-se ainda preso aos cânones românticos. Mas sua posição de transição não escapou ao crítico Machado de Assis num famoso ensaio, de 1879, em que assinala os sintomas da "nova geração". O anti-romantismo vinha da França, a partir de um plêiade de poetas reunidos no Parnasse Contemporain, Leconte de Lisle, Banvill, Gautier. Nas Meridionais (1884) está o seu momento mais alto no que concerne à ortodoxia parnasiana. Concretiza-se o forte pendor pelo objetivismo e pelas cenas exteriores, o amor da natureza, o culto da forma, a pintura da paisagem, a linguagem castiça e a versificação rica. Essas qualidades se acentuam nas obras posteriores. Com os Sonetos e poemas, os Versos e rimas e, sobretudo, com as coletâneas das quatro séries de Poesias, que se sucederam nos anos de 1900, 1905, 1913 e 1928, é que ele patenteou todo o seu talento de poeta, a sua arte, a sua perfeita mestria. Foi um dos maiores cultores do soneto em língua portuguesa. Com Raimundo Correia e Olavo Bilac, constituiu a trindade parnasiana no Brasil. O movimento, inaugurado com os Sonetos e rimas (1880) de Luís Guimarães, teria a sua fase criadora encerrada em 1893 com os Broquéis de Cruz e Sousa, que abriram o movimento simbolista. Mas a influência do Parnasianismo, sobretudo pelas figuras de Alberto e Bilac, se faria sentir muito além do término como escola, estendendo-se até a irrupção do Modernismo (1922).

Tendo envelhecido tranqüilamente, Alberto de Oliveira pôde assistir, através de uma longa existência, ao fim da sua escola poética. Mas o fez com a mesma grandeza, serenidade e fino senso estético que foram os traços característicos da sua vida e da obra. O Soneto que abre a 4a série das Poesias (1928), "Agora é tarde para novo rumo/ dar ao sequioso espírito;..." sintetiza bem a sua consciência de poeta e o elevado conceito em que punha a sua arte.

Durante toda a carreira literária, colaborou também em jornais cariocas: Gazetinha, A Semana, Diário do Rio de Janeiro, Mequetrefe, Combate, Gazeta da Noite, Tribuna de Petrópolis, Revista Brasileira, Correio da Manhã, Revista do Brasil, Revista de Portugal, Revista de Língua Portuguesa. Era um apaixonado bibliógrafo, e chegou a possuir uma das bibliotecas mais escolhidas e valiosas de clássicos brasileiros e portugueses, que doou à Academia Brasileira de Letras.

Obras poéticas

Canções românticas (1878); Meridionais, com introdução de Machado de Assis (1884); Sonetos e poemas (1885); Versos e rimas (1895): Poesias completas, 1a série (1900); Poesias, 2a série (1906); Poesias, 2 vols. (1912); Poesias, 3a série (1913): Poesias, 4a série (1928); Poesias escolhidas (1933); Póstumas (1944); Poesia, org. Geir Campos (1959); Poesias completas de Alberto de Oliveira, org. Marco Aurélio Melo Reis, 3 vols

Fonte: geocities.yahoo.com.br

ALBERT SABIN

Albert Bruce Sabin nasceu a 26 de agosto de 1906 em Bialistock-Rússia, hoje Polônia.

Formou-se doutor em medicina pela Universidade de Nova York (1931) e foi médico interno do Hospital Bellevue (1932-34). Fez curso no Instituto Lister de Medicina Preventiva de Londres (1934-35), foi associado do Instituto Rockfeller para pesquisas médicas (1935-37) e professor de pesquisas pediátricas da Universidade de Cincinnati (1939).

Dedicou 25 anos de sua vida ao estudo da poliomielite e desde 1952 voltou-se especialmente à obtenção de uma vacina de vírus vivo atenuado, para uso oral, o que conseguiu realizar por volta de 1960. A primeira vacina contra a poliomielite foi a vacina Salk, injetável, desenvolvida com vírus morto, por Jonas Edward Salk.

A vacina Sabin, lançada no mercado em 1961-62, é a mais usada atualmente porque permite imunidade intestinal e corporal, enquanto que a vacina morta só oferece imunidade corporal. Além disso, a vacina Sabin produz imunidade vitalícia, sem a necessidade de injeção ou vacinação auxiliares.

Em 1957, a Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu que a vacina de Sabin merecia ser testada mundialmente. Ele foi convidado a administrar a vacina em grandes grupos de crianças em algumas partes de Rússia, Holanda, México, Chile, Suécia e Japão. Porém, nos Estados Unidos teve dificuldades para convencer a Fundação de Poliomielite e o Serviço de Saúde Pública norte-americano de que o uso do seu método era melhor que o método de vacina com vírus morto de Salk.

Uma vantagem da vacina oral de Sabin, especialmente em países menos desenvolvidos, é a facilidade de administração: deve ser tomada em três etapas, com 6 a 8 semanas de intervalo e deve ser renovada anualmente nos primeiros anos de vida da criança.

Albert Sabin faleceu a 3 de março de 1993, em Washington-EUA, depois de uma vida inteira de dedicação ao ser humano e incansável luta contra a poliomielite.

Verdadeiro BENFEITOR DA HUMANIDADE, além de gênio criador da vacina contra a poliomielite, Albert Sabin RENUNCIOU aos direitos de patente, consentindo e facilitando sua difusão para a população de todo o mundo, incluindo os mais necessitados, sem nenhum tipo de especulação comercial, como é tão comum nos dias de hoje. Atualmente, graças a ALBERT SABIN, à OMS (Organização Mundial de Saúde) e ao grande esforço de ROTARY INTERNATIONAL, entidade que chamou para si, através do Projeto PolioPlus, o desafio de erradicar a poliomielite do mundo até o ano 2005, quando das comemorações de seu centenário, a terrível doença está quase que totalmente debelada com alguns focos em países da África e Ásia. Enquando houverem focos, a vacinação deve continuar em todos os países do mundo, visto a possibilidade de contaminação estremamente favorecidas em nosso mundo globalizado.

Fonte: www.nossosaopaulo.com.br

ALBERT SABIN

Nasceu em Bialystok, Rússia (hoje Polônia) em 26 de agosto de 1906 e faleceu em Washington-EUA em 3 de março de 1993.

Filho de judeus poloneses, emigrou para os Estados Unidos em 1921 e se naturalizou americano em 1930. Iniciou seus estudos no curso de odontologia na Universidade de Nova York mas interessou-se em microbiologia e mudou para o curso de medicina. Formou-se médico em 1931 e em 1939 tornou-se professor de pediatria na Universidade de Cincinnati.

Serviu o exército durante a II Guerra Mundial como oficial médico e iniciou sua luta contra doenças infecciosas como a encefalite. Depois da guerra voltou sua atenção para a poliomielite quando tentou crescer o vírus fora de organismos vivos.

Na tentativa de produzir a vacina contra a doença, ele discordava da técnica de Salk de injetar vírus mortos pois achava que só o vírus vivo poderia induzir a produção de anticorpos por um longo período. Além disso, o vírus vivo poderia ser absorvido pela boca e se espalhar pelo organismo. Depois de conseguir as três variedades de vírus atenuados Sabin testou a vacina nele próprio e depois em voluntários presos. Em 1957 ele obteve a vacina das três cepas de vírus.

A vacina Sabin foi adotada na Rússia com grande sucesso mas só em 1960 foi aprovado seu uso nos Estados Unidos. Por causa de seu trabalho a poliomielite já foi eliminada em muitos paises.

Albert Sabin renunciou aos direitos de patente, consentindo e facilitando sua difusão para a população de todo o mundo.

Fonte: www.searadaciencia.ufc.br

ALBERT SABIN

O desenvolvimento da vacina oral contra a poliomielite tornou mundialmente famoso o médico e microbiologista americano Albert Sabin, que realizou também relevantes estudos sobre viroses humanas, toxoplasmose e câncer.

Sabin começou a pesquisar a poliomielite na Universidade de Nova York onde, em 1931, ele havia concluído seu doutorado em Medicina. A serviço do Instituto Rockefeller de Pesquisas Médicas (EUA), foi o primeiro pesquisador a demonstrar o crescimento do vírus da poliomielite em amostras de tecido nervoso humano.

Defendeu a tese de que a administração por via oral de vírus vivos atenuados proporcionaria, sem aumento dos riscos de contaminação, imunidade mais duradoura contra a poliomielite do que a injeção de vírus mortos, desenvolvida um ano antes. Em colaboração com cientistas soviéticos, mexicanos e holandeses, fabricou a vacina, aceita oficialmente nos Estados Unidos em 1960.

Desmentiu a teoria de que o contágio da poliomielite se dava pelo nariz e apontou como via primária de infecção o trato alimentar.

Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto servia como médico no exército norte-americano, isolou o vírus de uma febre provocada pelo mosquito "birigüi", epidêmica entre as tropas baseadas na África. Posteriormente, desenvolveu vacinas contra o dengue e a encefalite japonesa.

Sabin esteve várias vezes no Brasil e, em 1967, foi agraciado pelo Governo brasileiro com a Grã-Cruz do Mérito Nacional.

Albert Bruce Sabin nasceu na localidade polonesa de Bialystok, então pertencente à Rússia, no dia 26 de agosto de 1906. Emigrou para os Estados Unidos em 1921 e mais tarde naturalizou-se americano. Morreu em Washington (EUA), em 3 de março de 1993.

Fonte: ctjovem.mct.gov

ALBERT SABIN

Cientista norte-americano de origem russa, nascido em 1906. Nascido em Bialyostok, emigrou com sua família para os Estados Unidos em 1921. Formado em Medicina pela Universidade de Nova York (1931). Durante o período de 1932-1944 trabalhou como médico interno no Bellevue Hospital, um dos mais conceituados dos Estados Unidos. No período 1934-1935 fez curso de pós-graduação no Instituto Lister, de Medicina Preventiva, de Londres, Inglaterra. Posteriormente, trabalhou no Instituto Rockefeller, para pesquisa médica. Foi professor de Pesquisa Pediátricas da Universidade de Cincinatti. Desde o ano de 1931, quando se graduou, dedicou-se ao estudo e pesquisa de poliomielite, tendo sua vacina sido aprovada em 1956, após 25 anos de pesquisas.

A morte de um amigo, em conseqüência da mordida de um macaco, fez com que o Dr. Albert Sabin, que fora cientista antes de se dedicar à medicina e à microbiologia, iniciasse uma longa série de estudos sobre vírus. Após 25 anos, suas pesquisas resultaram numa vacina que conduzisse à utilização de vírus vivos contra a poliomielite, administrado via oral. Três doses são suficientes para imunizar a criança até nove anos, e duas quando a criança em menos de seis meses de idade.

Poliomielite

Doença infecciosa viral do sistema nervoso central que, em muitos casos, provoca, como seqüela, paralisia.

O vírus penetra no organismo por via digestiva e estende-se pelas células nervosas, afetando várias partes do sistema nervoso central.

Para prevenir a doença, desenvolveu-se, inicialmente, uma vacina de vírus inativados, misturando as três cepas do poliovírus (vacina tipo Salk). Mais tarde, elaborou-se uma vacina oral das três cepas do vírus atenuado, a vacina trivalente oral para a pólio ou tipo Sabin, que, por sua maior eficácia, substitui em todo o mundo a vacina Salk.

Fonte: members.tripod

ALBERT SABIN

Albert B. Sabin nasceu na cidade de Bialystok, Rússia (atual Polônia), em 26 de Agosto de 1906. Aos quinze anos, mudou-se com toda a família para os Estados Unidos. Obteve seu diploma em 1931, pela Universidade de Nova Iorque.

Sabin foi médico interno do Hospital Bellevue (1932-34), fez curso no Instituto Lister de Medicina Preventiva de Londres (1934-35), foi associado do Instituto Rockfeller para pesquisas médicas (1935-37) e professor de pesquisas pediátricas da Universidade de Cincinnati (1939). Desde o início demonstrou interesse em pesquisas nas áreas de doenças infecciosas, principalmente as relacionadas à poliomielite.

O pesquisador criou a vacina oral com o vírus vivo contra a pólio. A vacina de Sabin era mais completa do que a anterior, a vacina de Salk, que era eficaz na maioria das complicações, mas não era muito eficiente na prevenção.

Por esse motivo, em 1957, a Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu testar a vacina no mundo. Comprovada a eficiência do produto, este foi lançado no mercado em 1961/62, eliminando a pólio dos países por ela atingidos. Albert Sabin renunciou os direitos de patente para facilitar a utilização da vacina em todas as partes do mundo.

Nas décadas de 70 e 80, o criador da vacina contra a pólio se empenhou na investigação da relação entre vírus e câncer. Entre 1970 e 1972, Sabin foi presidente do Instituto de Ciências de Weizmann, Israel. Dedicou também boa parte de seu tempo às pesquisas no Instituto Nacional do Câncer, Estados Unidos (1974).

Albert Sabin faleceu em Washington no dia 3 de março de 1993, mas seu nome continuou a ter força e impacto significativo em toda a comunidade científica internacional.

Fonte: www.ccs.saude.gov

ALBERT SABIN

Albert B. Sabin nasceu na cidade de Bialystok, Rússia (atual Polônia), em 26 de Agosto de 1906. Aos quinze anos, mudou-se com toda a família para os Estados Unidos. Obteve seu diploma em 1931, pela Universidade de Nova Iorque.

Sabin foi médico interno do Hospital Bellevue (1932-34), fez curso no Instituto Lister de Medicina Preventiva de Londres (1934-35), foi associado do Instituto Rockfeller para pesquisas médicas (1935-37) e professor de pesquisas pediátricas da Universidade de Cincinnati (1939). Desde o início demonstrou interesse em pesquisas nas áreas de doenças infecciosas, principalmente as relacionadas à poliomielite.

O pesquisador criou a vacina oral com o vírus vivo contra a pólio. A vacina de Sabin era mais completa do que a anterior, a vacina de Salk, que era eficaz na maioria das complicações, mas não era muito eficiente na prevenção.

Por esse motivo, em 1957, a Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu testar a vacina no mundo. Comprovada a eficiência do produto, este foi lançado no mercado em 1961/62, eliminando a pólio dos países por ela atingidos. Albert Sabin renunciou os direitos de patente para facilitar a utilização da vacina em todas as partes do mundo.

Nas décadas de 70 e 80, o criador da vacina contra a pólio se empenhou na investigação da relação entre vírus e câncer. Entre 1970 e 1972, Sabin foi presidente do Instituto de Ciências de Weizmann, Israel. Dedicou também boa parte de seu tempo às pesquisas no Instituto Nacional do Câncer, Estados Unidos (1974).

Albert Sabin faleceu em Washington no dia 3 de março de 1993, mas seu nome continuou a ter força e impacto significativo em toda a comunidade científica internacional.

Fonte: www.ccs.saude.gov.br

ALBERT SABIN

A primeira imagem de Albert Sabin para o povo brasileiro é a de um homem de cabelos brancos, inventor das gotinhas que acabam com a paralisia infantil. De fato, o cientista Albert Sabin esteve diversas vezes no Brasil, ajudando no combate à poliomielite. Prova de sua popularidade são as dezenas e dezenas de escolas, hospitais, clínicas e instituições que trazem seu nome.

Albert Sabin nasceu numa pequena aldeia polonesa, na época pertencente à Rússia. A perseguição russa contra os judeus fez com que sua família emigrasse para os Estados Unidos em 1921.

A adaptação foi difícil em virtude da pobreza. Com a ajuda de um tio, Albert Sabin começou os estudos de odontologia, mudando depois sua escolha para medicina. Depois de formado, trabalhou no Bellevue Hospital, em Nova York.

Em 1931, Sabin completou o doutorado em medicina, na Universidade de Nova York. Passou uma temporada trabalhando em Londres em 1934, como representante do Conselho Americano de Pesquisas.

De volta aos Estados Unidos, tornou-se pesquisador do Instituto Rockfeller de Pesquisas Médicas. Nesse instituto, demonstrou o crescimento do vírus da poliomielite em tecidos humanos. Posteriormente, comprovou a eficácia de uma vacina oral contra o vírus.

Sabin serviu como médico no exército norte-americano durante a Segunda Guerra Mundial, combateu epidemias entre as tropas baseadas na África e trabalhou também no desenvolvimento de vacinas contra a dengue e a encefalite japonesa.

Em 1960, após pesquisas conjuntas com cientistas de vários países, a vacina contra a poliomielite foi produzida oficialmente nos Estados Unidos. O doutor Albert Sabin tornou-se conhecido em todo o mundo.

Em uma de suas várias visitas ao Brasil, recebeu do governo brasileiro, em 1967, a Grã-Cruz do Mérito Nacional.

Albert Sabin morreu de ataque cardíaco, aos 86 anos, em sua casa em Washington.

Fonte: www.netsaber.com.br