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Alcaparra

Capparis spinosa L.

Alcaparra

No Império Romano, o povo gostava muito de alcaparras, e os soldados as espalharam por toda região do Mediterrâneo onde vêm sendo cultivadas até hoje.

Os romanos costumavam conservá-las em sal ou vinagre, um método ainda utilizado. Já na Idade Média, utilizavam-se as alcaparras para mascarar o sabor rançoso das carnes passadas.

A alcaparra é originaria da região mediterrânea, sendo nestes países onde se concentra a sua produção, muito cultivada na Espanha, França, na região da Sicília e Grécia.

A planta prospera muito bem em encostas ensolaradas nos países do sul da Europa, sendo espontânea onde existe muito calor e sol. Prefere regiões áridas, em solo calcário e terra nunca ácida. Pode-se cultivar em solo pedregoso e pouco profundo.

Nas informações de literatura obtidas, informa-se que a multiplicação da alcaparra é muito fácil, pode ser realizada via semente, estaquias e por brotos que surgem ao redor da planta mãe. Como no Brasil a planta da alcaparra é muito rara, fica difícil comentar se nas nossas condições esta planta também se comportaria desta forma. A informação é que é uma planta perene e pode viver até por 30 anos.

A floração sempre se dá nos ramos do ano, provavelmente em cultivos comerciais se proceda a poda para estimular a produção de ramos novos.

Uma vez colhida a alcaparra, esta é exposta ao sol durante um dia, para perder um pouco de água. Logo após as alcaparras são colocadas em uma vasilha e cobertas com vinagre, na proporção de 1 kg de alcaparras para 1 litro de vinagre de boa qualidade.

Deve-se colocar uma placa na superfície e colocar um peso em cima, isto para manter as alcaparras submersas no vinagre. Algumas pessoas gostam de adicionar um pouco de sal no vinagre para acentuar o sabor. Deve-se ter cuidado com os vasilhames utilizados, não podendo ser de metal, pois podem ser oxidados pelo vinagre. O ideal é utilizar vidro ou madeira.

Utilizam – se os botões florais, que devem ser colhidos rapidamente, antes que se abram e se tornem grandes e vistosas flores brancas. Quanto menor as alcaparras melhor é o seu sabor. No comércio às vezes encontramos alcaparras enormes, e a um preço bem mais barato.

O princípio ativo mais importante da alcaparra é o ácido cáprico, que possui uma ação estimulante do apetite além de auxiliar a digestão.

Este botão floral é de um sabor suave, delicado, mas marcante, incomparável, meio ácido, meio doce. É muito empregado em pratos de peixe ou uma carne de sabor mais suave. Podem ser cozidas ou utilizadas da forma que se adquire no mercado.

Não se recomenda colocar as alcaparras no início do cozimento, pois seus sabores se perdem. Pode ser utilizada em saladas, maioneses, e molhos e é fundamental no molho tártaro. Podem ser utilizadas tanto inteiras salpicadas já nos pratos prontos quanto picadinhas e incorporadas nos alimentos. Não combina com pimentas, e nem com condimentos mais pungentes.

Vamos agora preparar um delicioso filé de salmão ao molho de alcaparras. Pegue um filé de salmão, tempere com um pouco de limão, sal e alho. Deixe marinar por 2 horas. Pegue uma assadeira, regue com muito azeite e coloque o filé bem estendido. Regue com o restante dos temperos e cubra com um papel laminado. Leve ao forno pré-aquecido com temperatura média. Depois de algum tempo, retire o papel para dar uma dourada no filé.

Enquanto o filé está assando pegue uma panela pequena, adicione um bom tanto de azeite, umas 2 colheres de manteiga, e pelo menos uma xícara de chá de alcaparras picadas. Gosto também de adicionar um pouco de cebolinha e salsinha bem picadinhas.

Deixe refogar por um curto espaço de tempo, cerca de uns 10 minutos e desligue. Pegue o filé, coloque em uma travessa, regue com o molho de alcaparras por cima e sirva com batatas souté e arroz branco ao alho frito com cheiro verde bem picadinho. Bom apetite.

Ademar Menezes Jr

Fonte: www.alumiar.com

Alcaparra

Alcaparra

Vulgarmente vendidas em conserva, as alcaparras são um botão de flor, de um arbusto que cresce nas regiões mediterrânicas.

Devem escolher-se as mais pequenas, e dado o seu sabor intenso e poderoso, convém usar-se com moderação. São um ingrediente indispensável no molho tártaro, bife à tártaro e no molho da massa puttanesca.

Mas se gostas de sabores realmente fortes, experimenta-as na Tapenade – uma pasta à base de anchovas e alcaparras, muito típica da região de Marselha (podes encontrar a receita aqui no site Vaqueiro).

Fonte: www.vaqueiro.pt

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