
O corpo do alcoolista, quando metaboliza o álcool, funciona de modo diferente se comparado ao dos não alcoolistas. Essas diferença faz com que o alcoolista sinta nos efeitos do álcool um prazer muito maior que os não alcoolistas.
A ingestão contínua do álcool desgasta o organismo ao mesmo tempo em que altera a ente. Surgem, então, sintomas que comprometem a disposição para trabalhar e viver com bem estar. Essa indisposição prejudica o relacionamento com a família e diminui a produtividade no trabalho, podendo levar à desagregação familiar e ao desemprego.
Gases: Sensação de "estufamento", nem sempre valorizada pelo médico.
Pode ser causada por gastrite, doenças do fígado, do pâncreas, etc.
Azia: Muito comum em alcoolistas devido a problemas no esôfago.
Náuseas: São matinais e ás vezes estão associadas a tremores. Podem ser consideradas sinal precoce da dependência do álcool.
Dores abdominais: Muito comum nos alcoolistas que têm lesões no pâncreas e no estômago.
Diarréais: Nas intoxicações alcoólicas agudas (porre). Este sintoma é sinal de má absorção dos alimentos e causa desnutrição no indivíduo.
Fígado grande: Lesões no fígado decorrentes do abuso do álcool. Podem causar doenças como hepatite, cirrose, fibrose, etc.
O uso sistemático do álcool pode ser danoso ao tecido do coração e elevar a pressão sangüínea causando palpitações, falta de ar e dor no tórax.
As glândulas são muito sensíveis aos efeitos do álcool, causando sensíveis problemasnoseufuncionamento.
Impotência e perda da libido O indivídu oalcoolista pode tera trofiados testículos, queda de pêlos além de gincomastias(mamas crescidas).
O álcool torna o individuo propicio às infecções, alterando o quadro de leucócitos e plaquetas, o que torna freqüente as hemorragias.
A anemia é bastante comum nos alcoolistas que têm alterações na série de glóbulos vermelhos, o que pode ser causado por desnutrição (carência de ácido fólico).
A mistura álcool e tranqüilizantes gera depressão do sistema nervoso central e traz efeitos danosos na maioria dos casos.
Beber de manhã.
Ficar de "pileque" em toda festa que vai.
Colocar o álcool como prioridade nos seus interesses.
A percepção dos outros para os excessos [quando começa a implicar com seus "goles").
O que nos ajuda a detectar o alcoolismo é a perda da liberdade para o ato de beber.
O indivíduo começa com a intenção de 2 ou 3 "doses"e depois não consegue se controlar
O Brasil detém o 1° lugar do mundo no consumo de destilados, cachaça.
Os jovens estão começando a beber cada vez mais cedo.
O álcool interfere no processo de concentração no trabalho e os alcoolistas estão justamente na faixa de maior produtividade do individuo - entre 25 e 45 anos.
O alcoolismo é uma doença crônica, incurável e progressiva, que mina o organismo, atacando todos os órgãos.
Mas o que também é importante: é controlável.
O álcool é responsável pela maioria dos acidentes de trânsito, porque altera a percepção do espaço, do tempo e a capacidade de enxergar bem.
O índice de câncer entre os bebedores é alarmante, quer por ação tópica do próprio álcool sobre as mucosas, quer por conta dos aditivos quíimicos, de ação cancerígena,que entram no processo de fabricação das bebidas.
Fonte: www.acampe.com.br
Toda a história da humanidade está permeada pelo consumo de álcool. Registros arqueológicos revelam que os primeiros indícios sobre o consumo de álcool pelo ser humano datam de aproximadamente 6000 a.C., sendo portanto, um costume extremamente antigo e que tem persistido por milhares de anos. A noção de álcool como uma substância divina, por exemplo, pode ser encontrada em inúmeros exemplos na mitologia, sendo talvez um dos fatores responsáveis pela manutenção de hábito de beber ao longo do tempo.
Inicialmente, as bebidas tinham conteúdo alcoólico relativamente baixo, como por exemplo o vinho e a cerveja, já que dependiam exclusivamente do processo de fermentação. Com o advento do processo de destilação, introduzido na Europa pelos árabes na Idade Média, surgiram novos tipos de bebidas alcoólicas. Nesta época, este tipo de bebida passou a ser considerada como um remédio para todas as doenças, pois "dissipavam as preocupações mais rapidamente que o vinho e a cerveja, além de produzirem um alivio mais eficiente da dor", surgindo então a palavra whisky (do gálio "usquebaugh", que significa "água da vida").
A partir da Revolução Industrial, registrou-se um grande aumento na oferta deste tipo de bebida, contribuindo para um maior consumo e, consequentemente, gerando um aumento no número de pessoas que passaram a apresentar algum tipo de problema devido ao uso excessivo de álcool.
Nos dias de hoje, é prática em muitas famílias a "iniciação" das crianças no consumo do álcool.
O álcool contido nas bebidas, etanol, é produzido através de fermentação ou destilação de vegetais como a cana-de-açúcar, frutas e grãos. O etanol é um líquido incolor. As cores das bebidas alcóolicas são obtidas de outros componentes como o malte ou através da adição de diluentes, corantes e outros produtos.
No Brasil, há uma grande diversidade de bebidas alcóolicas, cada tipo com quantidade diferente de álcool em sua composição. Alguns exemplos:
| Bebida |
Porcentagem de Álcool |
| Cerveja |
5% |
| Cerveja "light" |
3,5% |
| Vinho |
12% |
| Vinhos fortificados |
20% |
| Uísque, Vodka, Pinga |
40% |
Fonte: oficina.cienciaviva.pt