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Alecrim

Rosmarinus officinalis L.

Família: Lamiaceae (Labiatae)
Nomes Populares: alecrim-de-jardim, alecrim-rosmarino, libanotis.
Componentes Químicos: acetaldeído, borneol, cânfora, cineole, ácido isovalérico, ácido tânico.
Partes Usadas: folhas e flores.
Propriedades: estimulante, anti-espasmódica, estomacal, vasodilatora, anti-séptica.

Indicações terapêuticas

Alecrim

Dores reumáticas, contra depressão e cansaço físico, gases intestinais, debilidade cardíaca, inapetência, cicatrização de feridas.

Modos de uso

Infusão das folhas frescas ou secas na forma de compressas, decoto das folhas na forma de loção, na forma de pomada usando-se o suco concentrado.

Fonte: www.ciagri.usp.br

Alecrim

Alecrim

Rosmarinus officinalis Linn.

É um arbusto perene de pequeno porte, ramoso, sempre verde, que pode atingir de 1 a 2 metros de altura, dependendo da forma de cultivo. É originário da Região do Mediterrâneo (Sul da Europa e Norte da África) e pertencente à família Labiatae (Lamiaceae). O alecrim é conhecido também por “rosa-do-mar”, rosemary, romero, alecrim-rosmarinho, alecrim-da-horta, alecrim-de-jardim, alecrim-verdadeiro, alecrim-do-Sul, libanotis. Apresenta caule lenhoso e muito ramificado, folhas duras (coriáceas), opostas, lineares, finas como um palito, sésseis, persistentes e numerosas, com bordas enroladas para dentro ao longo da nervura central, de sabor picante. Possuem a face superior de suas folhas de cor verde-acinzentada e rugosa e as inferiores brilhantes, esbranquiçadas e com pêlos. Suas flores são hermafroditas e formam pequenos cachos na parte final dos ramos e possuem coloração azul-violeta, rosada ou branc. Contêm em suas folhas e flores óleo essencial (pineno, canfeno, borneol, cineol, acetato-de-bornila e cânfora), diterpeno (rosmaricina), taninos, colina, saponina ácida, ácido rosmarínico, pigmentos, flavonóides.

Tem um forte odor canforáceo e são utilizadas como incenso para perfumar a casa. É indicado como anti-séptico, antiespasmódico, diurético, antimicrobiano, problemas respiratórios, distúrbios menstruais, entre outros.

Cultivares

As próprias espécies botânicas.

Propagação

Reprodução se da através de sementes ou estacas de galhos (estacas de 10 a 15 cm). As mudas provenientes de estacas dos galhos devem ser feitas em ambiente protegido com adequado controle de irrigação para que a taxa de pegamento das estacas seja elevado.

Época de plantio

Ano todo quando se tem sistema de irrigaço implantado. Espaçamento: 0,6 x 0,4 m.
Mudas necessárias: 42.000 mudas.

Calagem e adubação

O alecrim não tolera excesso de umidade e de matéria orgânica (prejudica a concentração de óleo essencial) (SARTÓRIO et al., 2000). Desenvolve-se melhor em solos com calcário e bem-drenados; corrigir a acidez do solo elevando o pH igual ou superior a 7,0. Antes do plantio, aplicar de 30 a 50 t ha-1de M.O. Aplicar no plantio 60 a 80 kg ha-1de N e, dependendo da análise de solo, 60 a 80 kg ha-1de P2O5 e 80 a 100 kg ha-1de K2O. Repetir a adubação anualmente (FURLAN, 1998).
Outros tratos culturais: capinas.

Controle de pragas e doenças

Eventualmente, controle de formigas cortadeiras e de brocas em plantas novas (SARTÓRIO et al., 2000).

Colheita

O primeiro corte é realizado 6 meses após o plantio. A altura de corte ideal é de 20 cm acima do solo para que rebrote. Lavouras bem manejadas permitem 4 a 6 colheitas/ano.

Produtividade normal

1,6 a 2,4 t folhas secas ha-1 por ano (SARTÓRIO et al., 2000); 8-10 t matéria fresca ha-1 por ano; 40-60 kg de óleo essencial por ano (FURLAN, 1998).
Rotação: leguminosas ou outra espécie não gramínea.

Fonte: www.iac.sp.gov.br

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