Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  Alexander Graham Bell - Página 8  Voltar

Alexander Graham Bell

Muitos dos que hoje o utilizam não se dão conta de que ele mudou diversos aspectos da vida humana e converteu-se quase num instrumento auxiliar do aparelho auditivo do homem. Ele encurtou distâncias, substituindo uma viagem de muitos dias pelo discar dos números, revolucionando o mundo das comunicações.

Atualmente, com a dimensão mundial que assumiram as grandes empresas, as decisões importantes podem ser também transmitidas diretamente de um lado a outro do mundo. Os líderes políticos das grandes potências encontraram também no telefone uma excelente maneira de atenuar as tensões às vezes insuportáveis que caracterizam a política internacional de hoje.

No passado, as pessoas viviam num mundo que ainda dispensava a urgência, e não pensavam, certamente, no papel que ele poderia representar na vida humana. Certo dia, um instrutor de surdos-mudos experimentou construir um instrumento capaz de receber um som e de desenhar uma figura que dependesse das características acústicas do som recebido. Suas experiências conduziram seu filho, mais tarde, a inventar o telefone, praticamente na forma em que é utilizado atualmente. O aparelho que ele construiu não era mais que um invento curioso. Mas o mundo começava a correr e a necessitar de tudo que lhe permitisse aumentar a velocidade.

A 3 de março de 1847 nascia o filho de Alexander Melville Bell, instrutor de surdos-mudos e especialista em problemas auditivos. O menino recebeu o nome de Alexander Graham Bell. O futuro inventor do telefone começou seus estudos na Escola Superior de Edimburgo, sua cidade natal. Em seguida, passou por três universidades. Esteve primeiro na de Edimburgo, depois no University College de Londres e, por fim, na de Würzburg, na Alemanha, onde conseguiu formar-se em medicina.

Seu pai, porém, considerando sua saúde precária, resolveu emigrar para o Canadá. Assim, em 1870, Bell deixou a Europa e mudou-se para a América. Após um breve período transcorrido no Canadá, estabeleceu-se definitivamente em Boston. Graças ao título de Doutor em Medicina e à experiência acumulada pelo pai, Bell abriu uma escola para diplomar instrutores de surdos mudos, tornando-se, ele próprio, professor de fisiologia vocal. Foi esse o início de uma carreira segura, que lhe permitia trabalhar tranqüilamente e se dedicar a certas experiências de acústica que desde os tempos universitários tinham atraído sua atenção.

O pai de Bell, autoridade indiscutível no campo dos problemas referentes à voz, à pronúncia e, sobretudo, às graves questões dos surdos-mudos, tivera a idéia de associar um desenho a todo som fonético para poder comunicar-se com os surdos-mudos e educá-los mais fácilmente. Teria sido interessante construir um aparelho capaz de traçar automaticamente aqueles sinais fonéticos, a partir do som recebido. Ele permitia que seus filhos assistissem às experiências que realizava nesse sentido.

1847 - 1922

Alexander teve, depois, oportunidade de ver uma invenção de um professor alemão, Philip Reis, que havia juntado dois pedacinhos de madeira e aço, conseguindo construir um estranho aparelho capaz de transmitir sons, batizado como telefone. Ao vê-lo, Bell teve a intuição de que a eletricidade poderia aperfeiçoá-lo.

Teve, então, a idéia de construir um aparelho capaz de transmitir notas musicais a distância. Observara que um diapasão podia ser posto a vibrar por meio de um eletroímã. Acreditou que poderia preparar uma bateria de eletroímãs, os quais, oportunamente comandados a distância por meio de fios elétricos, seriam capazes de reproduzir uma espécie de concerto, pondo em vibração diversos diapasões. Esse instrumento, que foi chamado de telégrafo musical, era decididamente rudimentar. Bell gastara nele suas economias, na esperança de aproximar-se da realização do seu projeto de transmitir a distância um som qualquer, e não apenas notas musicais.

Bell começou a atacar o problema da transmissão da voz humana, nas suas múltiplas modulações. Nesse meio tempo, dava aulas particulares a uma graciosa moça, surda-muda, sem esperanças de cura, por quem se apaixonou e com quem mais tarde viria a casar-se. O pai da moça, Gradner Hubbard, ofereceu-se para financiar as experiências de Bell. Ele começou a estudar a possibilidade de construir um sistema elétrico que permitisse extrair dos sons o diagrama de pressão, ou seja, a representação gráfica das vibrações que os geram. Não foram experiências fáceis, mas levaram-no, finalmente, à invenção do microfone.

Com a mulher e filhos

Inicialmente, Bell experimentou usar um ouvido retirado de um cadáver. Conseguiu construir um arranjo rudimentar com o qual obteve um traçado de vibrações sonoras sobre um vidro esfumaçado, por intermédio de uma delicadíssima agulha ligada ao ouvido, que tinha sobre a mesa. Essa experiência levou-o a tentar construir uma espécie de ouvido mecânico, usando um eletroímã. Um núcleo de ferro, inserido num solenóide e colocado próximo a uma membrana também de ferro, podia servir para transformar em vibrações elétricas as vibrações sonoras, por meio do fenômeno da indução. No inicio, as experiências não foram muito estimulantes, pois ele só conseguiu, depois de muito esforço, transformar um impulso sonoro em um pulso elétrico e vice-versa. O empreendimento continuava ainda "um sonho louco", como dizia o futuro sogro, financiador das pesquisas.

Em junho de 1875, o microfone estava bastante aperfeiçoado para permitir ouvir sons agradáveis, quando fosse excitado de modo adequado. Esse resultado estimulou Bell a continuar suas pesquisas.

A 10 de março do ano seguinte, Bell experimentava um modelo de telefone e estava sozinho no sótão. Seu assistente, Watson, encontrava-se em outro aposento. Entre os dois aposentos estava estendida uma conexão telefônica que, porém, nunca conseguira transmitir mensagens inteligíveis. Naquele dia, enquanto Bell estava trabalhando, derrubou uma pilha. Os ácidos fortemente corrosivos caíram sobre a mesa e molharam suas roupas, estragando-as e ameaçando queimá-lo. Bell gritou instintivamente: "Mr. Watson, come here, I want you!" (Sr. Watson, venha cá, preciso do senhor!). Watson ouviu a mensagem, transmitida pelo telefone, e acorreu. O aparelho já era uma realidade, e Bell tinha então 29 anos.

Pouco depois, patenteou sua invenção e, a conselho do pai de sua noiva, já convencido da viabilidade do sonho, decidiu apresentá-la na exposição do jubileu de Filadélfia. Em um mês e meio, Bell construiu dois aparelhos para mostrar seu funcionamento aos visitantes da exposição, que, inicialmente, os acolheram com indiferença. Interveio, então, um golpe de sorte: Dom Pedro II, imperador do Brasil, reconheceu em Bell o professor da Universidade de Boston, que encontrara anos antes, e ficou curioso para saber o que, afinal, construíra. Bell não perdeu a oportunidade e, de uma extremidade do aparelho, recitou o famoso monólogo de Hamlet. "Grande Deus" - exclamou o imperador "isto fala". Essa foi a frase que serviu a Bell para lançar sua invenção, que se tornou, a partir daquele instante, a principal atração da exposição, embora apenas como curiosidade científica.

Primeira transmissão

Bell, porém, não perdeu tempo em fazer também seu lançamento comercial, ainda que a empresa se apresentasse cheia de dificuldades. Casou-se com Mabem Hubbard e partiu para uma viagem à Europa.

A Inglaterra era o terreno mais favorável para o lançamento do aparelho, e Bell não hesitou em recorrer a todos os meios. Chegou a apresentá-lo à Rainha Vitória e a instalar um aparelho na Câmara dos Comuns. Enquanto isso, a idéia do aparelho começava a amadurecer também na mente de outros inventores, que construíram aparelhos análogos. Dentro de pouco tempo, Bell teve que enfrentar umas seiscentas causas de prioridade, vencendo todas. Teve de se bater até com a Western Union Telegraph atrás da qual estava nada menos que Thomas Edison.

Em breve, o telefone sofreu notáveis melhoramentos, e difundiu-se com rapidez. Bell poderia ter se tomado riquíssimo, porém não se sentia seduzido pelos negócios e preferiu deixá-los em mãos dos sócios, seu assistente Watson, o sogro Hubbard e Thomas Sanders, pai de um surdo-mudo seu amigo. Chegando ao limiar da riqueza, preferiu renunciar a ela para voltar a se ocupar com a instrução dos surdos-mudos e dedicar-se a novas experiências.

Bell não tinha nenhum desejo de abandonar a pesquisa. Não eram, porém, infundadas as acusações que lhe foram mais tarde dirigidas de ser um principiante com pouca cultura, que havia conseguido inventar o telefone por mero capricho da sorte.

Dedicou-se ao estudo da nutrição e do nascimento de carneiros, esforçou-se para fazer com que animais aprendessem a emitir sons humanos, e realizou experiências com pipas (papagaios), erguendo um homem à altura de cem metros. Seus estudos mais profícuos, entretanto, foram os dedicados à acústica. Conseguiu construir um aparelho capaz de desenhar a forma das ondas acústicas correspondentes aos vários sons e conseguiu modular um feixe luminoso por meio da voz. Apesar de tudo, odiava o telefone, que o perturbava. Mantinha o seu sempre envolto em papel e nunca o usava:

Sua invenção já era universalmente reconhecida e ele era considerado um dos maiores inventores vivos, embora, depois do telefone, não tivesse criado nada mais de verdadeiramente útil. Em 1915, era inaugurada a primeira linha transcontinental norte-americana. Convidado à inauguração, Bell conseguiu que, na outra extremidade da linha, ficasse Watson, que tantos anos antes ouvira a primeira voz ao telefone.

Quando morreu, a 2 de agosto de 1922, todos os telefones dos Estados Unidos, em sinal de luto nacional, foram silenciados por um minuto, numa última homenagem ao homem que havia dado ao mundo um dos mais eficientes meios de comunicação.

Maria Isabel Moura Nascimento

Fonte: www.histedbr.fae.unicamp.br

Alexander Graham Bell

É difícil dizer quem inventou o telefone, este aparelho que hoje literalmente nos acompanha no dia-a-dia. Simultanea e independentemente, vários cientistas trabalharam com o mesmo objetivo. Na Alemanha, Johann-Philipp Reis. Na França, Charles Bourseul. Nos Estados Unidos, Elisha Gray e Alexander Graham Bell, que entrou para a história como o inventor do telefone, por ter obtido primeiro, em 14 de fevereiro de 1876, a patente para seu aparelho elétrico de transmissão de voz.

"Mr. Watson, venha cá, eu preciso do senhor" foram oficialmente as primeiras palavras transmitidas pelo invento de Graham Bell, desenvolvido no laboratório do cientista em Boston. Watson era um de seus funcionários.

Nascido na Escócia, Bell se interessava pelo fenômeno fala desde sua juventude, formando-se como lingüista e professor para surdos-mudos. No fim do século 19, alimentava-se o sonho de se transmitir sonoramente palavras à longa distância. O telégrafo já o fazia por escrito, sendo usado com grande sucesso em todo o mundo. O próximo passo era inevitável.

Alemão pode ser o pioneiro

Acredita-se que, na verdade, a primeira transmissão elétrica de vozes tenha sido realizada pelo alemão Johann-Phillip Reis. Em vez de um chamado a um funcionário, por seu invento teria passado uma frase inusitada: "Cavalos não comem salada de pepino."

Reis não estava, porém, preocupado com a telecomunicação entre seres humanos. Professor de ciências naturais, seus estudos visavam aspectos da anatomia. Em 1861, ele apresentara um aparelho, que deveria demonstrar como o ouvido humano funcionava.

Uma membrana vibrava quando submetida a sons. A vibração fechava ou interrompia um circuito elétrico. Um corpo de ressonância reproduzia o som transportado eletricamente. Na prática, um telefone primitivo. Reis, entretanto, não teve a visão de que aquele aparelho poderia ser muito mais que um instrumento de demonstração científica.

Seu invento ficou adormecido, até que Gray e Bell, sem conhecerem Reis, redescobriram o princípio. Ambos eram movidos pela perspectiva de conversas por telefone. No entanto, eles visavam usuários diferentes. Gray pensava unicamente na utilidade do aparelho para as empresas, enquanto Bell imaginava-o para uso particular.

Objeto de primeira necessidade

O sucesso econômico da Bell Telephone Company, mais tarde rebatizada de American Telephone and Telegraph Company (AT&T), veio a dar razão ao detentor da patente do aparelho. Pois o que a princípio mais parecia um brinquedo para a população urbana, para a rural tornou-se rapidamente um instrumento de primeira necessidade. Com o telefone, mesmo as maiores e mais distantes fazendas podiam manter contato com as vizinhas, sem a necessidade de demoradas viagens.

Apenas pouco mais de um ano depois de Bell patentear seu invento, uma nova profissão surgiu diante do volume crescente de chamadas telefônicas: a de telefonista. Tantas pessoas já possuíam telefone que se tornara impossível ligar diretamente com cabos todos os aparelhos. Foi preciso criar postos de intermediação.

Todas as chamadas passaram a ser remetidas a estas centrais telefônicas, nas quais telefonistas completavam as ligações para os respectivos destinatários. Somente nos anos 70 do século 20 a intermediação manual passou a ser finalmente substituída pela automática.

A digitalização e a telefonia móvel permitem hoje a comunicação em qualquer lugar, a qualquer hora. Mas já em 1922, quando Alexander Graham Bell morreu, seu invento já havia mudado o mundo.

Catrin Möderler

Fonte: www.dw-world.de

Alexander Graham Bell

Alexander Graham Bell (Edimburgo, 3 de Março de 1847 — Nova Escócia, 2 de Agosto de 1922) foi um cientista, inventor e fundador da companhia telefónica Bell.

Historicamente é considerado o inventor do telefone, contudo existem indícios que apontam como legítimo inventor Antonio Meucci.

Bell nasceu na Escócia, numa família ligada ao ensino de elocução: o seu avô em Londres, seu tio em Dublin, e seu pai, Sr. Alexander Melville Bell, em Edimburgo, eram todos elocucionistas professados. Este último publicou uma variedade de trabalhos sobre o assunto, dos quais vários são bem conhecidos, em especial o seu tratado na linguagem gestual, que apareceu em Edimburgo em 1868. Neste explica o seu método engenhoso de instruir surdos mudos, por meio visual, como articular palavras e como ler o que as outras pessoas dizem pelo movimento dos lábios. Graham Bell, seu filho distinto, foi educado na escola real de Edimburgo, onde se graduou aos 13 anos. Aos dezesseis fixou uma posição como professor de elocução e de música na academia de Weston house, em Elgin, Escócia. O ano seguinte foi passado na universidade de Edimburgo. De 1866 a 1867 foi instrutor na universidade de Somersetshire em Bath, Inglaterra. Enquanto esteve na Escócia virou a sua atenção para a ciência da acústica, com o objectivo de melhorar a surdez de sua mãe.

Quando jovem mudou-se com a família para o Canadá onde se estabeleceram em Brantford, Ontário. Antes de sair da Escócia, Alexander Graham Bell virou a sua atenção para o telefone, e no Canadá continuou o seu interesse por máquinas de comunicação. Projectou um piano que podia transmitir música a uma certa distância por meio de electricidade. Em 1873 acompanhou seu pai a Montreal, Quebeque no Canadá, onde foi empregado a ensinar o seu sistema de linguagem gestual. A Bell mais velha foi convidada a introduzir o sistema numa grande escola para mudos em Boston, mas declinou o posto em favor do seu filho, que se tornou logo famoso nos estados unidos pelo seu sucesso neste importante trabalho. Alexander Graham Bell publicou mais de um tratado sobre o assunto em Washington, e é principalmente com os seus esforços que os milhares de surdos mudos na América podem agora falar quase, se não completamente, tão bem quanto as pessoas que conseguem ouvir.

Em Boston continuou a sua pesquisa no mesmo campo, e esforçou-se para produzir um telefone que emitisse não somente notas musicais, mas articulasse a fala. Com financiamento do seu sogro americano, em 7 de Março de 1876, o escritório de patentes dos Estados Unidos concedeu-lhe a patente número 174.465 que cobre "o método de, e o instrumento para, transmitir sons vocais ou outros telegraficamente, causando ondulações eléctricas, similares às vibrações do ar que acompanham o som vocal.", ou seja o telefone. Após ter obtido a patente para o telefone, Bell continuou suas experiências em comunicação, que culminaram na invenção da photophone-transmissão do som num feixe de luz -- um percursor dos sistemas de fibra óptica actuais. Também trabalhou na pesquisa médica e inventou técnicas para ensinar o discurso aos surdos. A dimensão do génio inventivo de Bell fica em parte patente nas 18 patentes concedidas em seu nome apenas e as doze que compartilhou com seus colaboradores. Estas incluem 14 para o telefone e o telégrafo, quatro para o photophone, uma para o fonógrafo, cinco para veículos aéreos, quatro para hidro-aviões, e duas para uma pilha de selênio. Em 1888 era um dos membros fundadores da sociedade geográfica nacional e transformou-se no seu segundo presidente. Era o receptor de muitas honras. O governo francês conferiu-lhe a decoração da Légion d'honneur (legião de honra), a Académie française atribuiu-lhe o prémio de Volta de 50 mil francos, a sociedade real das artes em Londres concedeu-lhe a medalha Albert em 1902, e a universidade de Würzburg, Baviera, concedeu-lhe o grau de doutoramento honoris causa.

Bell casou-se com Mabel Hubbard em 11 Julho de 1877. Morreu em Baddeck, Nova Escócia em 1922.

Guerra de patentes

Bell patenteou o seu telefone nos Estados Unidos no inicio de 1876, e por estranha coincidência, Elisha Gray aplicou no mesmo dia uma outra patente do mesmo género. O transmissor de Gray é suposto ter sido inspirado num dispositivo muito antigo conhecido como 'telefone dos amantes', no qual dois diafragmas são unidos por um fio esticado, e a voz é transmitida unicamente pela vibração mecânica do fio.

A patente de Bell foi contestada repetidamente e apareceu mais de um reivindicador para a honra e recompensa de ser o inventor original do telefone. O caso mais interessante foi o de Antonio Meucci, um emigrante italiano, que demonstrou com forte evidência que em 1849, em Havana, Cuba, tinha experimentado a transmissão de voz pela corrente eléctrica. Continuou a sua pesquisa em 1852/3, e subsequentemente nos estados unidos e em 1860 delegou a um amigo que em visita à Europa procurasse pessoas interessadas na sua invenção. Em 1871 arquivou um requerimento no Gabinete de Patentes dos Estados Unidos, e tentou convencer o Sr. Grant, presidente da Companhia Telegráfica de Nova Iorque, a experimentar o instrumento. A doença e a pobreza, consequência de um ferimento devido a uma explosão a bordo de um barco, retardaram suas experiências, e impediram que terminasse a sua patente. O instrumento experimental de Meucci foi exibido no exposição de Filadélfia de 1884, e atraiu muita atenção mas o modelo demonstrado não estava completo. No pedido de patente de 1872 diz que " eu emprego o bem conhecido efeito condutor dos condutores metálicos contínuos como meio para o som, e aumento o efeito electricamente isolando o condutor e as partes que estão em comunicação. Isto dá forma a um telégrafo falador sem a necessidade de qualquer tubo oco." Na conexão com o telefone usou um alarme eléctrico. Finalmente, em 11 de junho de 2002 o Congresso dos Estados Unidos aprovou a resolução No. 269 na qual se reconheceu oficialmente que o verdadeiro inventor do telefone tiha sido Antonio Meucci e não Alexander Graham Bell.

Companhia telefónica Bell

Bell e outros formaram a Companhia telefónica Bell em Julho de 1877. Em 1879 fundiu-se com a New England Telephone Company que deu origem à National Bell Telephone Company. Em 1880 formaram a American Bell Telephone Company, e em 1885 a American Telephone and Telegraph Company (AT&T), que em 1899 tornasse a companhia de holding para todas as Bell ventures, e continua activa até hoje.

Em conjunto com Thomas Edison, Bell em 25 de janeiro de 1881 formou a Companhia telefónica

Fonte: pt.wikipedia.org

voltar 12345678avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal