
Dano patológico e/ou fisiológico que implique em qualquer grau
de decomposição, desintegração ou fermentação
dos tecidos.

Alteração da coloração típica da variedade.

Parte dos tecidos removidos pela ação de pragas, granizo ou
outro agente.

Planta com presença de talos floríferos em qualquer grau de
desenvolvimento com ou sem flores indicando atraso na colheita, folhas duras
e amargas.

Desvio acentuado na forma da cabeça característica da cultivar.
A cabeça ainda pode ser dupla ou sem a firmeza adequada.

Ausência da parte central das variedades com cabeça.

Folhas com aspecto queimado nas bordas devido ao sol ou geada, ou a fatores
fisiológicos(tipburn).

Presença de insetos, aracnídeos, moluscos e outros organismos
nas folhas internas ou externas da planta.

Desvio acentuado na forma das folhas característica da cultivar.

Presença de brotações laterais no caule da alface. Só
será considerado defeito caso haja mais de dois brotos laterais por
pé.
Presença de folhas amassadas ou rasgadas por manuseio inadequadado
na pós-colheita.

Alterações localizadas da coloração normal da
variedade de origem microbiológica ou fisiológica.
Fonte: www.hortibrasil.org.br