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Alfazema

Nome Científico: Lavandula officinalis L.
Nome Popular: Lavanda, lavândula, alfazema, nardo, espicanardo.
Família: Labiatae.

Alfazema

Aspectos Agronômicos

A propagação pode ser feita com estacas de 10 a 20cm no outono ou primavera; ou seu plantio pode ser feito por intermédio das sementes. Prefere locais com exposição ao sol, para evitar doenças provocadas por fungos. O solo deve ser bem arejado, arenoso e com cálcio.

Depois da floração, a planta deverá ser podada, para favorecer seu crescimento. A colheita deve ser feita logo que as flores desabrochem.

Parte Utilizada

Sumidades floridas.

Constituintes Químicos

Origem

Europa (regiões montanhosas e países do mediterrâneo).

Aspectos Históricos

O seu perfume fresco e limpo era aditivo de banho preferido pelos gregos e romanos, e o seu nome deriva do latino lavare (lavar).

Era muito popularizada, tanto por repelir os insetos como pela duradoura fragrância.

A alfazema também era usada para disfarçar os cheiros de casa e ruas fedorentas. Contava-se que a peste não chegava aos fabricantes de luvas de Grasse, que a usavam para perfumar o couro, e estas histórias levaram outras pessoas a andarem com alfazema.

Há muito que é utilizada na medicina. O herbanário Gerard, por exemplo, aconselhava os que tinham uma leve enxaqueca ou o cérebro enevoado a banharem as têmporas com alfazema.

As suas propriedades curativas são hoje obtidas, sobretudo, a partir do óleo essencial, contido nas glândulas oleosas e brilhantes implantadas entre minúsculos pêlos, em forma de estrela, que colorem as folhas e os caules.

Um tal de Sir. Smith fala de uma tintura alcoólica criada “para aqueles que querem deliciar –se com um trago da bebida, sob aparência de tomarem um simples remédio”.

Uso Fitoterápico

Tem ação

Antiespasmódica, carminativa, anti – séptica, cicatrizante, estimulante da circulação periférica, repelente de insetos, antidepressiva, sedativa, anti – reumática, antiasmática, diurética, diaforética, colagoga, sudorífica, aromática, rubefasciente, anticonvulsiva, analgésica, desodorante, refrescante, purificante.

É indicada na medicina popular como calmante suave, no combate à tosse , ou em casos de perturbação gástrica. (cicatrizada pela flatulência)
Indicado também para o tratamento de doenças respiratórias como asma, bronquite, catarro e gripe, além de sinusite, enxaqueca, depressão, tensão nervosa, insônia, inapetência, vertigens, dermatites, eczemas, abcessos, pediculose, psoríase, queimaduras, leucorréia e para aliviar picadas de insetos.

Fitocosmética

Como linimento nas dores do reumatismo, para diminuir inchaços, como purificante para peles acnéicas e em xampus para cabelos oleosos.
Os principais usos são como aromatizante e em perfumaria.

Farmacologia

Age sobre os brônquios, sendo um anti – séptico respiratório eficaz no tratamento da tosse.

O óleo essencial age sobre o mesencéfalo estimulando-o através do nervo alfativo, o que confere uma ação calmante.

Externamente os óleos essenciais possuem ação anti-séptica, estimulante da circulação periférica e refrescante.

Riscos

Seu uso em doses elevadas pode causar sonolência.

Dose Utilizada

Uso Interno

Infusão

3 a 5g da flor seca em uma xícara de água fervente, 3 a 4 vezes ao dia, no tratamento da excitação nervosa, laringite, nevralgias e como diurético.

Decocto

Ferver 50g de flores secas em 1 litro de água por 2 minutos. Beber 4 a 6 xícaras ao dia no tratamento de asma.

Uso Externo

Alcoolato

50g de flores secas em 1 litro de água. Friccionar suavemente o local afetado com um pouco deste liquido.

Óleo de Alfazema

Pingar algumas gotas sobre as têmporas e pulsos para aliviar o cansaço. Dissolvendo algumas gotas em água auxilia na má digestão, quando ingerido após as refeições.

Compressas

Com ação ligeiramente revulsiva, 30g de flores em 1 litro de água.

Fitocosmético

Óleo essencial: tônicos até 3%.

Produtos para banho, xampus, sabonetes, géis de banho, máscaras faciais, loções, óleos para rosto: até 10%.

Óleo essencial é muito usado em perfumaria, na confecção de águas de lavanda e colônias.

Aromaterapia

Queimar na brasa um composto de sementes, folhas e flores. Friccione como um incenso.

Bibliografia

Teske,M.; Trenttini,A.M.M. Compêndio de Fitoterapia. Paraná: Herbarium, 3ªedição, 1997, p.22-24.
Martins,E.R.; Castro,D.M.; Castellani,D.C.; Dias,J.E. Plantas Medicinais. Viçosa: UFV, 2000, p.74-75.
Balmé,F. Plantas Medicinais.São Paulo: Hemus, 5ªedição, p.37-40.
Sanguinetti,E.E. Plantas Que Curam. Porto Alegre: Rígel, 2ªedição, 1989, p.42.
Panizza,S. Cheiro de Mato.Plantas Que Curam. São Paulo: Ibrasa, 1998, p. 28-29.
Bremness, L. Plantas Aromáticas. São Paulo: Civilização, 1993, p.52-53.
Balbach, A. As Plantas Curam. Itaquaquecetuba: Vida Plena, 2ªedição, 1993, p.43-46.
Corrêa, A.D.; Batista,R.S.; Quintas, L.E.M. Plantas Medicinais. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 72-73.

Fonte: www.unilavras.edu.br

Alfazema

Nomes Populares: Alfazema, lavanda, lavândula, nardo, espicanardo
Nome Científico: Lavandula angustifolia / família Labiadas

Alfazema

Alfazema ou Lavanda Medicinal

Diurética, expectorante, sedativa, antiinflamatória, sudorífica, antiespasmódica, anti-séptica, cicatrizante e colagoga.

Infusão para dores de cabeça e acalma os nervos. Alivia falta de urina, doenças de baço, cãimbras, gota, inapetência, insolação, fraqueza, vômitos, hipocondria,falta de regras, insolação, vômitos. Bom para digestão, dores reumáticas, tosses e resfriados, cistites e inflamações das vias urinárias, facilita a produção e eliminação da bile, combate enxaqueca. Gargarejo com decoção das flores alivia a dor de dente.

Infuso

5 gs de flores em 100 ml de água fervente por 10 minutos. Tomar 3 vezes ao dia, entre refeições.

Macerado

10 gs em 100 ml de azeite, por 4 semanas ou em banho maria por uma hora e deixe macerar no mínimo 7 dias. Tomar 5 gotas como no infuso.

Cosmética

Fazer uma água tônica para acelerar a substituição das células nas peles sensíveis e como anti-séptica contra acne. Agente de limpeza e tônico para todos os tipos de pele. Recomendável para peles com acne.

Uma decocção de sumo de pepino com lavanda dá uma boa loção de pele.

Utilização

Uso caseiro

Fazer com a flor saquinhos para gavetas (espanta traças), almofadas e poutporris. O infuso das flores esfregado no couro cabeludo livra-o de parasitas; alguns veterinários também utilizam para destruir piolhos e outros parasitas. Moscas e mosquitos também não gostam do seu cheiro, poutpourris com lavanda afastam os insetos.

Uso culinário

Flor para aromatizar compotas

Uso mágico

Na África as flores e folhas são usadas contra maus-tratos maritais. Significa universalmente pureza, castidade, longevidade, felicidade. Dormir sobre ramos de lavanda abranda a depressão.

Aromaterapia

O óleo essencial é usado para cortes, queimaduras, reumatismo, alergias de pele, queimaduras de sol, dor de cabeça,insônia, problemas inflamatórios, brotoeja, artrite, pelas propriedades bactericidas e anti-viróticas. Também é eficaz para restaurar a circulação dos pés. O banho perfumado com óleo essencial de alfazema é excelente tratamento contra a insônia.

Efeitos colaterais

Evitar uso prolongado.Torna-se excitante se usada em dose tóxica.É planta inadequada à água de chimarrão pelo gosto canforado da infusão.

Origem

Cresce principalmente nas regiões quentes do Mediterrâneo, encontrada aclimatada e nativa em diferentes pontos do globo. Desde há muito conhecida e utilizada pela Humanidade. Batizada de nardus pelos gregos, assim batizada por causa de Naarda, cidade síria à beira do rio Eufrates.A tranquilidade e a pureza são inerentes à fragância de alfazema.

Perfume fresco e limpo, era o aditivo de banho preferido dos gregos e romanos, e o nome deriva do latim lavare (lavar). Conta-se que a peste não chegava aos fabricantes de luva de Grasse pois eles usavam a alfazema para perfumar o couro. Isso fez com que as pessoas na época andassem sempre com alfazema. Durante as duas Grandes Guerras, a alfazema foi utilizada para limpar os ferimentos; seu óleo vem sendo testado em bandagens cirúrgicas.

Características e Cultivo

Subarbusto perene, de 30 a 60 cms de altura,muito ramificado. Folhas opostas, estreitas, verde acinzentadas, com 2 a 5 cms de comprimento. Flores em espigas, que vão do branco, azuis, brancas ou róseas. O caule é quadrado, tornando-se lenhoso a partir do segundo ano, quando deve ser replantada.Cresce bem em solos arenosos e cálcareos. Prefere locais ensolarados e bem drenados, protegidos do vento.

Outras espécies

MLavandula officinalis, L. spica, L. lanata, L.a. Vera, L.dentata, L. stoechas Rosmaninho, L. a. Nana alba

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

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