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Amapá

Municípios

Amapá

Roteiros e Dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Fonte: Ingreja Católica, no Município de Amapá. foto de Abrão Miranda

O município de Amapá esta localizado ao norte do estado, a aproximadamente 300 km de Macapá. Saindo deste município a via de acesso é a BR-156, a viagem é tranquila, e há várias lanchonetes e postos de combustível ao longo da rodovia, um destes postos fica logo na saída de Macapá, no km 09, outros, ainda, em Porto Grande e Ferreira Gomes. Nestas duas cidades, você irá passar no trevo, no km 105 e km 130, respectivamente, mas os ramais que dão acesso a elas são bem curtinhos, menos de 1 km, onde você pode fazer uma parada para “esticar” as pernas e fazer uma refeição. A ponte sobre o rio Araguari, logo depois do trevo de Ferreira Gomes, proporciona uma vista que vale a pena contemplar. Seguindo viagem, no km 230, você passa no trevo de Tartarugalzinho, daí em diante você irá passar por várias comunidades ao longo da BR-156, quase todas fazem parte do município de Pracuúba, como Breu, Flexal e Cujubim. A sede do município de Amapá não é cortada pela BR, existe um ramal de acesso à direita da rodovia, que tem aproximadamente 15 km.
Sem dúvida, o município de Amapá, é um dos municípios do estado mais rico em história. Foi a primeira capital do então Território Federal do Amapá, foi palco da luta entre franceses e brasileiros pelo domínio daquela região, e também serviu como base militar na Segunda Guerra Mundial. Esses são fatos que fazem parte das conversas de esquina e botecos da cidade, para quem se interessa por esses assuntos, os moradores mais antigos não se importam nem um pouquinho em parar suas vidas e conversar longamente com os forasteiros, um desses moradores é o seu Arthur. Ele mora numa casa em frente à estátua do Cabralzinho, figura histórica na luta contra os franceses, no inicio do século XX. Ele pode lhe contar muitos fatos que marcaram a vida do município.
Além dos fatos históricos, Amapá possui belos lugares para caminhadas ecológicas, atividades de pesca esportiva e banho de rio. Um desses lugares é a Cachoeira Grande. Ela é um pouco afastada da cidade, para chegar até lá é necessário percorrer um ramal que atravessa a base aérea até uma comunidade chamada Calafate, lá você procura o proprietário de uma pousada na cachoeira, que oferece também serviço de bar e restaurante.
Em Amapá há muitas fazendas, onde são produzidos deliciosos queijos regionais, produto comercializado localmente e vendido, ainda, no restante do estado. Uma forma de fomentar o comércio de produtos agropecuários neste município é através da festa anual AGROPESC, geralmente realizada no mês de novembro, momento em que são celebrados negócios como compra e venda de gado bovino e bubalino, entre outros produtos. Na programação do evento constam atrações musicais, apresentações de grupos de dança, rodeios e muitos mais.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
Ônibus, saindo diariamente do terminal rodoviário em Macapá as 08h00min, e a passagem custa R$ 36,00.

ONDE FICAR
Hotel Galvão. Rua Guarany, 433, Centro.
TEL: (96) 3421-1184.
A diária para casal custa em torno de R$ 60,00.

ONDE COMER
Em volta da praça central da cidade existem vários restaurantes que servem pratos a base de peixe e carne.

O QUE VISITAR
-Estátua de Cabralzinho
-Cachoeira grande
-Região de lagos
-Agropesc
-Amapá verão

Calçoene

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Fonte: Trevo da Cidade de Calçoene, Foto de Abrão Miranda

O município de Calçoene fica localizado na região norte do estado, distante cerca de 380 km de Macapá. Existe ônibus diariamente da capital para o município. De carro pela BR-156, é bom ficar atento a alguns detalhes. Logo na saída, no km 09, existe um posto de gasolina, depois dele você só vai encontrar outro em Porto Grande, no km 105, por isso é bom completar o tanque. Existem poucas lanchonetes ao longo da estrada, mas você pode comprar frutas, refrigerantes e salgados ao longo da viagem. No km 50 existe um ótimo bolinho de pirarucu, vale a pena parar e experimentar.
A BR-156 passa primeiramente no trevo do município de Porto Grande e, depois no trevo de Ferreira Gomes, nos dois casos, o ramal até estas cidades é de menos de 1 km. Passando Ferreira Gomes você chegará à ponte Tancredo Neves, que passa sobre o rio Araguari, pare e contemple a paisagem. No km 230 a BR corta ao meio o município de Tartarugalzinho, parada obrigatória para esticar as pernas, repor combustível e comer algo.
Perto do km 300, você irá passar pelo trevo da cidade de Amapá, o ramal até a cidade é de mais ou menos 15 km, então, indo para Calçoene trafega-se por fora dessa cidade. Se tiver na hora do almoço e tiver que parar para comer nesse ponto da viagem, tem bons pratos a base de peixe na comunidade do Calafate, que fica as margens da rodovia. De lá para Calçoene você ainda vai rodar uns 50 km, depois desse trajeto você vai chegar a uma bifurcação, a da esquerda vai para Oiapoque, pegue o ramal da direita, a menos de 500 metros você já esta dentro da sede do município de Calçoene.
Embora o município tenha sido criado em 1956, a sede é uma cidade pequena, possui 9.060 habitantes, a grande maioria vive em área urbana. Existem pousadas e restaurantes a preços bem em conta. O clima é tropical chuvoso e a altitude em relação ao nível do mar é de 10 m. A vila do Lourenço, como era conhecida antigamente a sede do município, pertencia à província do Grão-Pará e vivia basicamente da exploração do ouro da mina do Lourenço, local onde até hoje existe extração desse minério.
A região tem forte disposição para a prática do ecoturismo, pois existem vários lugares para caminhadas ecológicas, banhos de rios e pesca esportiva. Para um bom banho de riacho, recomenda-se o balneário Asa Berta, pertinho da cidade, uns 7 km. Calçoene abriga o parque Arqueológico do Solstício, um círculo de pedras que se supõe ser um antigo observatório indígena, tem 30 metros de diâmetro, com pedras de granito de até 4 m de comprimento. Existe também a 15 km de distância da vila, a praia do goiabal, quase intocada, apesar de a água ser barrenta como a do rio Amazonas, é salobra. O rio Calçoene, em frente à cidade, além de possuir uma bela vista, proporciona ótimos passeios de barco, e é também um bom lugar para uma pescaria.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus saindo diariamente do terminal rodoviário de Macapá as 08:00 h, a passagem custa R$ 36,00

ONDE FICAR
-Pousada Jerusalém
Rua: Lúcia Sarmento,515- bairro CEA
Tel: 3423- 1258

Tartarugalzinho

Roteiro e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Fonte: Balneário Riacho Doce, Foto de Abrão Miranda

Município criado 1987, esta localizado a uma distância de aproximadamente 230 km da capital. A via de acesso é a BR-156 e todo o trecho até a cidade-sede do município é asfaltado. Existe ônibus diariamente para o município. A viagem de carro é curta, mas é impossível não parar para comer um gostoso bolinho de pirarucu no km 50 e, logo depois da ponte sobre o rio Araguari, na entrada de Ferreira Gomes, para da uma olhada na paisagem.
Dez quilômetros antes de chegar à cidade de Tartarugalzinho, você irá passar pela comunidade de Tartarugal Grande, onde os moradores são bastante receptivos. Segundo os moradores, Tartarugal Grande é um dos lugares mais antigos da região, teria surgido antes mesmo que a sede do município. Se você não estiver com pressa, pode parar e jogar um pouco de conversa fora com os moradores e, ainda, tomar um banho de rio.
De acordo como censo de 2003, o município possui uma população de 7.869 habitantes, hoje esta bem maior, pois Tartarugalzinho, curiosamente, é a cidade com maior taxa de natalidade do Brasil. A sede do município sempre serviu como referência para os viajantes que trafegam na BR-156, pois oferece serviços de alimentação e combustível.
Com a descoberta do ouro nos arredores da sede do município, houve um crescimento populacional bastante considerável, causando uma alteração na qualidade ambiental e na vida econômica e social da população. Outro fator que contribui para essas transformações foi a instalação da AMCEL (Amapá celulose), empresa que trabalha com plantação e extração de pinho, depois substituída pela multinacional CHAMFLORA, também do setor de celulose.
O município abriga uma reserva de reprodução de quelônios, e está investindo juntamente com o governo do estado no setor do ecoturismo. O lugar contempla belas áreas para passeios ecológicos e pesca esportiva. Existem varias comunidades no interior do município, dentre elas podemos destacar a comunidade do Bom Jesus, um assentamento de agricultores, que tem um excelente rio para tomar banho e a comunidade de Lago Novo, de onde, indo de barco, você pode chegar a uma das regiões mais belas do estado, que é a região de lagos.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus, saindo diariamente do terminal de Macapá as 08h00m, a passagem custa R$ 22,00.

ONDE FICAR
-Hotel e Restaurante Mineiro
tel: (96) 3422-1380
-Hotel e Restaurante Capixaba
tel: (96) 3422-1286

Oiapoque

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Museu Indígena Kuahí, Foto de Abrão Miranda

O município de Oiapoque esta localizado no extremo norte do Amapá, a via de acesso é a BR-156 e a distância que o separa da capital é de aproximadamente 600 km. Existe ônibus diariamente de Macapá para o município, a saída é sempre do terminal rodoviário. De carro a viagem é demorada, por isso, recomenda-se sair de Macapá nas primeiras horas do dia para curtir a viagem e apreciar as belas paisagens, que não são poucas. Você vai almoçar na estrada, mas isso não é problema, pode-se parar em Tartarugalzinho no km 230, onde existem ótimos pratos à base de peixe, ou em Calçoene no km 374, último ponto de parada para Oiapoque, depois dele, pode-se fazer breves paradas: a primeira na comunidade do Carnot, um assentamento de agricultores a mais ou menos 75 km de Calçoene e a segunda, as margens do rio Cassiporé, este divide os dois municípios. Depois do Cassiporé, restam apenas 120 km até a sede do município.

Há poucos kms antes de chegar à cidade existe um ramal à esquerda, ele liga a BR a uma aldeia indígena, quanto às outras aldeias, o acesso é apenas através de pequenos barcos. Você precisa conversar com os funcionários da FUNAI para obter informações sobre as tribos que existem no município.

A população do município é de pouco mais de 20.000 habitantes, a maioria vive na cidade, mas por se tratar de uma zona de fronteira, a população é bastante flutuante, é grande o tráfego de pessoas por essa localidade. Em 2009, o município completa 64 anos, ainda é uma cidade pequena, mas bastante agitada. Possui uma altitude de 10 metros em relação ao nível do mar, e seu clima é equatorial. Quando falamos em pontos extremos do Brasil, temos o município de Oiapoque como uma das referências, o outro é o Chuí, no RS. É também o município que faz fronteira com a Guiana Francesa, e onde vivem três das etnias indígenas existentes no estado: os Waiãpis, os Galibis e os Palikus.

Em 1907, o governo federal criou o primeiro destacamento militar do município, que acabou servindo de abrigo a presos políticos, hoje situado na localidade de Clevelândia do Norte. Possui dois canais de televisão: Globo e Bandeirantes e uma emissora de radio.

O município vem investindo no ecoturismo, possui excelentes lugares para banho, trilhas e para a prática da pesca esportiva. Numa travessia rápida pelo rio Oiapoque chega-se a Saint Georges, cidade do outro lado do rio, já em território francês. Os preços são em euro, vc tem que fazer a troca de moedas antes de atravessar para São Jorge, em Oiapoque aceita-se o euro.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus, saindo diariamente do terminal rodoviário de Macapá as 17h00min, 18h00min e 19h00min, a passagem custa R$ 57,00.

ONDE FICAR
-Hotel Filho de Deus: a diária custa R$ 50,00. Os quartos são equipados com ar-condicionado e frigobar, e na diária esta inclusa o café da manhã.
Telefone: (96)3521-1370

-Pousada Campos: a diária varia entre R$ 30,00 e R$ 45,00, incluindo café da manha. Alguns dos apartamentos possuem ar-condicionado e frigobar,
Telefone: (96) 3521-1360

ONDE COMER
-Churrascaria Rodeio Grill: churrasco, comida a la carte e pizza, os preços variam, mas pode-se comer um bom prato a partir de R$ 11,00.
Telefone: (96) 3521-1255

-Lanchonete sabor natural: muito freqüentado à noite para o jantar. Além dos lanches, oferece comidas típicas como vatapá, maniçoba e camarão no bafo.
Telefone: (96) 3251-2415

O QUÊ VISITAR
-Primeiramente a própria cidade, Oiapoque é agitada, existe o monumento que marca o inicio do Brasil.
-Passeio pelo rio Oiapoque.
-A cidade do Saint Georges, na Guiana Francesa.
-Aldeias indígenas: tribos Caripuna, Galibi e Palikur.
-Museu dos Povos Indígenas de Oiapoque (Museu Kuahí).
-Parque Nacional do Cabo Orange.
-Clevelândia do Norte.
-Cachoeira de Grand Roche.

Pracuúba

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá

Criado em 1992, o município de Pracuúba possui pouco mais de 3.500 habitantes, sua distancia em relação a capital é de aproximadamente 270 km e a via de acesso é a BR-156. Saindo de Macapá, a estrada é pavimentada até a comunidade do Flexal, localizado às margens da BR-156, uns quilômetros após a sede do município de Tartarugalzinho. Na comunidade do Flexal existe um ramal à esquerda, ele tem aproximadamente 18 km, é através dele que se tem acesso a cidade de Pracuúba.
O desenvolvimento da cidade esta ligada a prática da pesca artesanal e pecuária, tais atividades fazem de Pracuúba um dos mais importantes pólos do estado nesses setores.
É um dos poucos municípios que possuem ecossistemas bem definidos, dentre os quais podemos destacar as florestas de terra firme, cerrado e áreas inundáveis. O ambiente lacustre presente na região, proporciona belos cenários com lagos permanentes e temporários e uma rica e diversificada fauna aquática, por causa desses ambientes e seus estoques naturais de peixes, a pesca esportiva é um dos grandes atrativos da região, nessa modalidade pode-se pescar trairão, tucunaré e pirarucu. Existem ainda ninhais de aves aquáticas, esses locais carecem de proteção, pois são locais de reprodução. A comunidade também vive da extração do açaí, produto que aquece a economia local.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.


COMO CHEGAR
-Transporte alternativo, saindo do terminal rodoviário de Macapá as 07h20m e 15h00m, a passagem custa R$ 26,00.

ONDE FICAR
-Pousada do Edi
Diária: varia de R$ 40,00 a R$ 50,00.
Tel: (96) 3424-1103

Laranjal do Jarí

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Cachoeira de Santo Antonio no verão, Foto de Abrão Miranda

O Município localiza-se ao sul do estado. Criado em 1987, cedeu parte do seu território para a criação de um outro município, o de Vitória do Jarí. Distante de Macapá a uma distância de aproximadamente 212 km, a via de acesso é a BR-156. De todo o percurso até o município, apenas 21 km são pavimentados, mas a estrada de chão batido também é um dos atrativos da viagem. Existe ônibus diariamente de Macapá até a sede do município. Mas, se optar em ir de carro, saindo de Macapá, é recomendável abastecer o tanque no posto do km 09, não existe outro até a sede do município. No km 21, existe uma placa de identificação, é só você dobrar a esquerda e seguir.
Um dos melhores momentos da viagem é o trajeto dos últimos quilômetros até a chegada no município-sede, a rodovia corta a floresta, boa parte do trecho é percorrido dentro dela, a estrada fica um pouco estreita, o que requer um pouco mais de cuidado e, nesse momento, é possível ter uma boa visão da vegetação.
A população estimada em 2009 era de 40.357 habitantes, sendo que a maioria vive na sede do município. Com esta população, Laranjal do Jarí é a terceira cidade mais populosa do estado, ficando atrás apenas de Macapá e de Santana.
O clima é equatorial e sua altitude em relação ao nível do mar é de 22 metros.
Inicialmente, o município foi habitado pelos índios waianos e apalais, posteriormente, por nordestinos que vieram trabalhar na extração do látex para a fabricação da borracha.
A história recente do município esta ligada ao projeto Jarí florestal, implementado pelo milionário americano Daniel Ludwig, em 1967, cuja principal atividade era a fabricação de celulose, o que atraiu para a região um grande contingente populacional. Hoje, grande parte de seu território encontra-se dentro do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, a maior área de floresta tropical do planeta.
O município guarda uma das maiores belezas natural da Amazônia, e com certeza a mais bela do estado: a cachoeira de Santo Antonio, com uma queda d’água de 28 metros de altura, é um dos pontos turísticos mais visitados do estado do Amapá. Além da cachoeira de Santo Antonio, em Laranjal do Jarí existem excelentes lugares para trilhas e para a prática da pesca esportiva.
Todos os anos, o município promove três grandes eventos, o Festival da Castanha-do-Brasil, que acontece em abril; a EXPOVALEJARI, em dezembro; e o Rally da Amotova, promovido pela associação dos motoqueiros do vale do Jarí. O município também abriga a Reserva Extrativista do Rio Cajarí.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus, saindo do terminal rodoviário de Macapá as 23h00m, a passagem custa R$ 23,00.

ONDE FICAR
-Hotel central
Av.: Tancredo Neves,652
Tel.: (96) 3621-1799
Diária: varia de R$ 50 a R$ 70,00

-Hotel Belo Centro
Tel.: (96)3621-2287

-Hotel Ponto Certo
End.: Rua Goiás, 958. Centro.
Tel.: (96) 3621-1547 ou Cel.: (96)91183244.
Diárias: R$17,00 uma pessoa; R$40,00 casal; inclui café da manhã.
Quartos com Ventilador.

Pedra Branca do Amaparí

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Balneário Água Fria, Foto de Abrão Miranda

Município criado em 1992, está localizado na região oeste do estado e possui uma população de quase 8.000 habitantes. O acesso a esse município, além de poder ser feito de carro, pela BR-156 e depois pela Perimetral Norte, também pode ser feito de trem pela ferrovia Santana/Serra do Navio.
Partindo de Macapá pela BR-156, você irá rodar 105 km, passará pelo município de Porto Grande e percorrerá mais 80 km pela Perimetral Norte, até chegar à sede do município. A uns 30 km antes de Pedra Branca encontra-se a comunidade do Cupixí, onde você pode encontrar um dormitório chamado Salmo 23, é da dona Terezinha, e a diária é baratinha, somente R$ 15,00, claro que não tem muito luxo, mas têm um bom balneário a 3 km da vila. No Cupixí também existe um posto de combustível.
O desenvolvimento do município de Pedra Branca esteve ligado à presença da Mineradora ICOMI, e mais recentemente, a extração de ouro no rio Cupixí. Atualmente, com a instalação de dois projetos de exploração mineral, o município teve um crescimento considerável no número de habitantes, causando uma grande transformação na economia e na geografia humana e espacial do município.
A Perimetral Norte, rodovia que corta o município tem ao longo do seu trajeto inúmeras comunidades, a maioria assentamentos responsáveis pela produção agrícola do município. Na localidade existem grandes áreas de florestas densas, cachoeiras e corredeiras, como a da Água Fria, excelente para banho. No final da Perimetral você encontra a aldeia indígena Waiãpi.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus, saindo diariamente do terminal rodoviário de Macapá as 07h25m, 15h25m, e 17h25m, a passagem custa R$ 16,00.

ONDE FICAR
-Pousada Arco-íris
Tel: (96) 3322-1452

Macapá

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Praça Floriano Peixoto, Foto de Abrão Miranda

Macapá é a capital do estado, cidade que não possui interligação por rodovias, por isso, para se chegar aqui, ou você vem de avião, ou de navio. No primeiro caso existem vôos diários praticamente de todo o Brasil, com uma breve escala em Belém do Pará. No segundo, o navio parte de Belém, geralmente duas vezes por semana, e cruza o arquipélago do Marajó, um dos maiores do mundo, a viagem dura mais ou menos 24 horas e é muito agradável, os navios são confortáveis, inclusive com serviço de bar, restaurante e música ao vivo.
A população de Macapá é de quase 360.000 habitantes, é a quinta cidade mais populosa da região norte do país. Foi fundada em 1758, e o nome Macapá é de origem tupi, uma variação de “Macapaba”, que quer dizer lugar de muitas bacabas, uma palmeira nativa da região. A história de formação da cidade está ligada a defesa do território colonial contra as invasões de estrangeiros, motivo pelo qual foi construída a fortaleza São José de Macapá, hoje uma das sete maravilhas do Brasil, escolhida em um concurso da Revista Caras. O monumento foi inaugurado em 1782, e apesar de ser um dos maiores do Brasil, nunca foi usado em alguma batalha.
O clima da cidade é equatorial quente úmido e a sua altitude em relação ao nível do mar é de 14 m. Macapá é cortada pela linha do equador, por isso, foi construído o monumento do Marco Zero, local onde a linha imaginária do equador divide a terra em dois hemisférios, norte e sul. No local existe um relógio do sol, o que permite assistir ao fenômeno do equinócio, uma manifestação em que os raios do sol, no seu movimento aparente, incidem diretamente sobre a linha do equador, nesse período os dias e as noites tem a mesma duração, acontece duas vezes ao ano, a primeira em março, denominado equinócio de outono e outra em setembro, o equinócio da primavera.
A cidade conta ainda com muitos outros pontos turísticos, alguns verdadeiros monumentos históricos, como o museu Joaquim Caetano, inaugurado em 1845 e a igreja de São José de Macapá inaugurada em 1761. Temos também a Pedra do Guindaste, onde fica uma imagem de São José, no rio Amazonas, bem em frente a cidade, é uma homenagem ao santo padroeiro do estado. Também em frente à cidade, está o trapiche Eliezer Levi, com um bondinho para passeio. A orla da cidade oferece outras atrações como o parque do Araxá e Beira-rio, além de muitos restaurantes que oferecem boa comida e a brisa do rio Amazonas.
Um passeio pela capital também pode incluir uma visita à Vila do Curiaú (uma das várias comunidades quilombolas existentes no estado), a Casa do Artesão, o Museu Sacaca, o Centro da Cultura Negra, o Teatro das Bacabeiras. E pra quem quer se afastar um pouco, pode visitar o balneário da Fazendinha, onde existem bons restaurantes, todos oferecem o saboroso camarão no bafo, e a Lagoa dos Índios.
Ao longo do ano, vários eventos marcam o calendário cultural do município, dentre os quais podemos destacar: o carnaval, com desfile das escolas de samba no sambódromo, e ainda, na terça-feira gorda, tem o desfile do maior bloco de sujos do norte do Brasil, a Banda, com quase 60.000 pessoas; a quadra junina, realizada no parque de exposição da cidade; o Macapá verão (Festa do Sol), no mês de julho, em todos os balneários que circundam o município; a Expofeira, feira agropecuária do Amapá, em outubro; a Semana da Consciência Negra e o Encontro dos Tambores, no mês de novembro; e o reveillon, na orla do rio Amazonas; além da cidade fazer parte do circuito de shows de cantores de renome nacional.
A capital conta com uma satisfatória infra-estrutura para o turismo com hotéis, pousadas, restaurantes, bares, casas de diversões, locadoras de veículos, transporte coletivo, lan houses, vários canais de televisão e emissoras de rádios AM e FM.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
Como não somos interligados por rodovias com o resto do país, chega-se aqui ou de navio, saindo de Belém do Pará, duas vezes por semana, geralmente as terças-feiras e quintas-feiras, ou de avião, saindo de Belém do Pará três vezes ao dia.

ONDE FICAR
-Magnus Plaza Hotel
http://www.magnusplazahotel.com.br/

O QUE VISITAR
-Fortaleza de São José de Macapá
-Casa do Artesão
-Orla de Macapá
-Arquipélago do Bailique

Mazagão

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá

O município possui uma população de aproximadamente 14.000 habitantes, e uma distancia de 50 km de Macapá. Sua altitude em relação ao nível do mar é de 60 m. A via de acesso é a AP-10 e para chegar a esse município é necessário fazer duas travessias em balsa, o que torna bastante agradável a viagem.
A história do município remonta ao século XVIII, o local foi escolhido para receber a população de Mazagão, em Marrocos, cidade abandonada por ordem do Marquês de Pombal. Essa população contava com 340 famílias que chegaram a Belém, e dessas, 160 seguiram viagem até a Nova Mazagão.
No mês de julho, acontece a festa de São Tiago em Mazagão velho, distrito de Mazagão, distante 30 km da sede. Este festejo retrata a encenação da luta entre mouros e cristãos, que disputavam na áfrica a hegemonia da fé no continente. Tem caráter religioso e folclórico e faz alusão a lenda de São Tiago, soldado misterioso que apareceu nas batalhas ao lado dos cristãos, sendo responsável pela vitória dos cristãos.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
Transporte alternativo, circula em Santana e Macapá, a passagem custa em torno de R$ 5,00.

ONDE FICAR
Pousada Deus é fiel (Mazagão Novo)
tel: (96) 3271-1344

Pousada São Jorge(Mazagão Velho)
Rua: Don Macedo Costa, 508.
Diária: R$ 30,00 (quartos com ventiladores)
tel: (96) 9112-2835

Pousada Dona Sinhá (Mazagão Velho)
Rua: 07 de setembro, s/n
Diária: R$ 30,00 (quartos com ventiladores e banheiro coletivo)
Tel: (96) 9135-5054

ONDE COMER
Restaurante Alvorada (Mazagão Velho)
Travessa Nossa Senhora da Assunção, 110
Tel: (96)3272-1227 ou 9121-3500
A refeição varia entre R$ 7,00 e R$ 15,00.

O QUE VISITAR
Igreja de São Tiago- Mazagão velho
Ruínas da Igreja Nossa Sra da Assunção-Mazagão Velho
Festa de São Tiago no mês de julho

Santana

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Igreja Matriz da Cidade, Foto de Abrão Miranda

É o segundo maior município do estado em número de habitantes, com uma população estimada em 100.000 pessoas. É próxima a capital cerca de 20 km, os ônibus circulam praticamente a todo o instante, saindo de Macapá, existe duas vias de acesso, a Rodovia JK e a Rodovia Duca Serra. Para quem vem de outro estado e opta por vir de navio, o ponto de chegada é o porto de Santana.
O município conta com uma boa estrutura para o turismo, possui varias pousadas, restaurantes, bares, boates, transporte coletivo, lan houses e balneários. A hidrografia do município é diversificada, existem rios, lagos e igarapés. Na frente da cidade você encontra a Ilha de Santana, depois de alguns minutos de catraia, uma pequena embarcação usada no transporte dos nossos ribeirinhos, você atravessa o rio e chega à localidade.
A ilha foi o primeiro povoado do município, conta hoje com aproximadamente 5.000 habitantes. Lá existem ótimos balneários para banho com boa estrutura de bar e restaurante, e ótimos lugares para passeios ecológicos.
Um dos mais famosos igarapés do município é o Igarapé da Fortaleza, este divide Macapá de Santana, e é um excelente lugar para passeios de barco, aliás, os passeios de barcos são uma atração a parte no município, principalmente no mês de julho.
O carnaval do município é um dos melhores do estado, não existe desfile de escola de samba, embora uma das escolas mais prestigiadas do estado seja de lá, a Império do Povo, na época do carnaval a agremiação desfila em Macapá. O que temos em Santana é a micareta, desfiles de blocos animados por trios elétricos. Em fevereiro, a cidade recebe em torno de 80.000 brincantes.
No mês de dezembro, comemora-se o aniversário do município, a prefeitura promove uma semana de festividades, com shows de cantores de renome nacional, olimpíadas esportivas, como o triatlon caboclo, e várias gincanas culturais.
No mês de julho temos o Santana verão, nesse período, todos os balneários da cidade se preparam para receber os visitantes.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

O QUE VISITAR
-Balneário Recanto da Aldeira
Local: Ilha de Santana

-Balneário Recanto das Palmeiras
Local: rio Matapí

-Reserva Particular de Patrimonio Natural Revecom
Local: Bairro Vila Amazonas

COMO CHEGAR
Como fica próximo da capital do estado, Macapá, pode-se ir primeiro para Macapá e depois deslocar-se para Santana. Ou então, de navio saindo de Belém do Pará, duas vezes por semana, geralmente as terças-feiras e quintas-feiras, nesse caso o destino é o próprio porto do município.

ONDE FICAR
-Hotel Brasil
Tel.: (96) 3281-2197

-Santana Palace Hotel
Tel.: (96) 3281-2046

Serra do Navio

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Praça da Cidade de Serra do Navio, Foto de Abrão Miranda

Distante aproximadamente 220 km da capital, o município de Serra do Navio foi criado em 1992. Possui uma população de aproximadamente 4.000 habitantes. Todos os dias saem de Macapá e de Santana ônibus para Serra do Navio. A via de acesso, primeiramente é a BR-156, depois de rodar uns 100 km nessa rodovia, você irá cortar o município de Porto Grande e pegar outra estrada, a Perimetral Norte. Quando você rodar aproximadamente 100 km nessa estrada, você verá um ramal a esquerda, dobrando nele roda-se um pouquinho mais para chegar à vila. É bom parar em Porto Grande para completar o tanque, caso resolva ir de carro. O acesso, durante o período de chuvas (dezembro a junho), é mais complicado devido às condições da estrada, que não é pavimentada, o que requer ainda mais cautela do motorista. Outra maneira de chegar à cidade é indo de trem, que parte de Santana, normalmente três vezes por semana.
A história desse município esta ligada a instalação, em meados do século passado, da mineradora ICOMI, empresa que trabalhava na retirada do manganês daquela região. A cidade foi planejada, foi criada toda uma infra-estrutura para o desenvolvimento do projeto, com casas para os trabalhadores que vieram de outros estados, construção de hospital, super mercado, clube recreativo, dentre outras coisas, que não faziam parte da realidade da população que lá vivia à época da instalação da mineradora. Mas, com a saída da empresa, Serra do Navio está longe de ser o que já foi um dia. Atualmente outras mineradoras vem realizando o trabalho de exploração de ferro e ouro no município.
O município conta com bons hotéis e boas pousadas e alguns restaurantes. No calendário cultural existem grandes festas, dentre as quais podemos citar a Festa da Mina, no mês de julho, e o Baile das Flores, estes acontecem no MEC, Manganês Esporte Clube, o ponto de encontro da cidade.
Uma atração à parte são os rios que cortam o município, os principais são os Rios Cachaço e Sicurijú, estes dois proporcionam um belíssimo passeio de barco pelas comunidades ribeirinhas e belas paisagens. Serra do Navio possui uma fauna muito rica, o único lugar do Brasil onde existe uma espécie rara de beija-flor, o “Brilho de Fogo”. A cidade tem esse nome porque o rio que passa em frente à cidade, observado do alto, tem a forma de um navio.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus, saindo do terminal rodoviário de Macapá às 11h25min, 15h25min, 17h25min e 20h00min h, a passagem custa R$ 18,00.

ONDE FICAR
-Hotel Serra do Navio
Diária: varia de R$ 70,00 a R$ 80,00.
Tel.: (96) 3321-1409

Ferreira Gomes

Roteiros e Dicas Por Abrão Miranda*

Amapá

É um município relativamente próximo de Macapá, apenas 130 km de distância. A viagem é curta e a via de acesso é a BR-156. Existe ônibus diariamente para o município, a linha inicia no terminal rodoviário de Macapá, no bairro São Lázaro. Quem for fazer a viagem de carro, poderá fazer uma parada na lanchonete do km 50, mas se você preferir, pode parar no trevo do municio de Porto Grande, 30 km antes de Ferreira Gomes. A rodovia não corta o município, mais ou menos no km 130, existe o trevo, você irá dobrar a direita, e rodar pouco menos de 1 km.
A cidade fica às margens do Rio Araguari. Apresenta uma estrutura razoável para atender aos turistas que visitam a cidade. Existem pousadas acolhedoras e bons restaurantes, a maioria ao longo da margem do rio.
Do balneário da cidade, pode-se ver a ponte Tancredo Neves, construída sobre o rio Araguari, uma das grandes obras de engenharia do nosso estado. O município foi criado em 1987, possui uma população em torno de 5.000 pessoas e era um importante entreposto no passado na BR-156.
Ferreira Gomes oferece um dos melhores carnavais fora de época do estado, o CARNAGUARI, um grande evento realizado no mês de agosto, com duração de dois dias. Nessa época, deslocam-se até a cidade mais de 15.000 pessoas, toda a população se prepara para receber os visitantes, alguns moradores costumam alugar espaços em suas casas para abrigar os brincantes que chegam à cidade.
Ferreira Gomes é um bom lugar para descansar, é calma, os preços nas pousadas são bem em conta, a comida é muito saborosa e não é cara. Um banho nas águas do Rio Araguari é ótimo para refrescar o calor.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus, saindo diariamente do terminal rodoviário de Macapá as 15h00min, a passagem custa R$ 14,00.

ONDE FICAR
-Thassos Hotel
Tel.: (96) 3326-1250

-Pousada Tucumã
Tel.: (96) 3326-1325 / 9974-7576

-Pousada Maramalde
Tel.: (96) 3326-1510 / 9141-0632

Itaubal

Roteiro e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá

O nome Itaubal vem da presença na região de uma madeira chamada itaúba. Distante aproximadamente 90 km da capital do estado, esse município foi criado em 1992 e possui uma população de aproximadamente 3.500 habitantes.
O acesso a ele é pela AP-060 ou pela AP-070. Saindo de Macapá pela AP-060, você passará em várias comunidades tradicionais, quase todas localizadas no município Macapá, dentre as quais podemos enumerar: vila do Curiaú, comunidade quilombola reconhecida pela Fundação Palmares, localizada na saída da capital; Casa Grande, Abacate da Pedreira e Santo Antonio da Pedreira. Após o percurso de 50 km de estrada, você chegará a um cruzamento que todos conhecem pelo nome de Paulo, lá são vendidos biscoitos, doces e salgados e também tem um banheiro. Mais uns 40 km você chega ao município.
A cidade-sede é pequena e a oferta de infra-estrutura para receber turistas é escassa. Mas a hidrografia do município é bastante interessante, formada por lagoas, igarapés, cachoeiras e corredeiras, ótimos para banho, e para a atividade de pesca esportiva. Outro atrativo é a riqueza da fauna e da flora da região.
Na segunda quinzena de novembro o município celebra os festejos em homenagem a São Benedito, festa tradicional de caráter religioso e cultural. São Benedito tornou-se padroeiro do lugar quando da chegada, em 1940, de alguns imigrantes que trouxeram consigo uma imagem deste santo. Esta imagem encontra-se até hoje no altar da igreja matriz da cidade.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

Vitória do jarí

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá
Orla da Cidade de Vitória do Jarí, Foto de Abrão Miranda

O Município de Vitória do Jarí esta localizado ao sul do estado, é um município jovem, com apenas 15 anos de fundação. Seu território foi desmembrado do município de Laranjal do Jarí. Dos seus 11.253 habitantes, a maioria vive na cidade-sede do município conhecida como Beiradinho.
A via de acesso é a BR-156, a mesma estrada que vai para Laranjal do Jarí. Existe ônibus diariamente até Laranjal do Jarí, de lá você terá que pegar outro transporte, pois a estrada que liga Laranjal a Vitória foi inaugurada recentemente. Mas se você for de carro, saindo de Macapá, recomenda-se abastecer o tanque ainda na saída da cidade, pois você não irá encontrar outro posto na estrada. Na BR-156, percorre-se aproximadamente 180 km, destes, apenas 21 km são asfaltados. Para chegar ao município, você precisa rodar até o km 21, dobrar a esquerda e seguir pela BR, no caminho você contemplará belas paisagens de nosso cerrado e florestas.
A criação de Vitória do Jarí está relacionada à instalação da empresa CADAM (explora o minério caulim na região), que faz parte do Complexo Industrial do Jarí. A implantação desse projeto ocasionou um grande deslocamento de pessoas para o município em busca de emprego, o crescimento da comunidade implicou mudanças consideráveis no perfil sócio-econômico da localidade, com o estabelecimento de inúmeras atividades econômicas, o que culminou em sua transformação em município.
Como todos os municípios do estado, Vitória do Jarí vem investindo no ecoturismo, há vários lugares na região excelentes para a prática da pesca esportiva, trilhas, banhos refrescantes e passeios de barco. Entretanto, precisa desenvolver mais sua rede de hotéis, pousadas e restaurantes para receber uma maior parcela de turistas. Mesmo com essas limitações, vale à pena fazer um passeio de barco nas águas calmas do Rio Jarí, ou conferir o que a fauna e a flora de Vitória do Jarí tem a oferecer.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
Mesmo ônibus que vai para Laranjal do Jarí, de lá pega-se outro transporte para chegar em Vitória do Jarí, não custa mais de R$ 10,00

ONDE FICAR
- Hotel Encantos de Vitória
passarela José Simeão de Souza, 4763
tel: (96) 3622-1303/ 9137-3133
a diária para uma pessoa custa R$ 38,00; 2 pessoas R$ 55,00; casal R$ 55,00
todos os apartamento são equipados com ar-condicionado, frigobar, e banheiro interno.
o valor da diária inclui café da manhã.

-Hotel Central
passarela José Simeão, 3331
tel: (96) 3622-1676)/ 9112-5516
diária: 1 pessoa R$ 30,00; casal R$ 45,00
os apartamentos são equipados com ar-condicionado, frigobar e banheiro interno.

Cutias

Roteiros e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá

Criado em 1992, o município está localizada na parte oriental do estado, distante aproximadamente 140 km de Macapá. A cidade fica às margens do rio Araguari, um dos maiores e mais importantes rios do estado. Sua altitude em relação ao nível do mar é de 6 m, seu clima é tropical chuvoso e sua população é de quase 5.000 habitantes.
É um dos poucos municípios em que a via de acesso não é uma BR, nesse caso, o acesso é através da AP-060 ou AP-070. Existe ônibus diariamente para o município. No trajeto pela rodovia federal, você irá rodar apenas 50 km pela BR-156, em seguida terá que pegar a rodovia estadual, o caminho é mais curto, as paisagens são formadas por matas tipo capoeira, como é chamada a vegetação que cresce quando o agricultor deixa o solo descansar depois da colheita, ao contrário da BR-156, onde predomina a vegetação de cerrado, com arbustos retorcidos e vegetação rasteira. Saindo de Macapá, pela AP-070, logo na saída você irá cruzar a APA do Curiaú, onde fica localizada a comunidade do mesmo nome. Você pode contemplar belas paisagens, ao longo do caminho existem várias outras comunidades, praticamente todas fazendo parte ainda de Macapá. Inicialmente podemos destacar a comunidade Casa Grande, Abacate da Pedreira e Santo Antonio da pedreira. Depois de rodar uns 50 km, você chegará a um cruzamento, para a direita, você vai para o município de Itaubal do Piririm, para a esquerda, vai para a BR-156, quem vai para Cutias do Araguary tem que seguir em frente. Nesse cruzamento, existe uma lanchonete conhecida como “Paulo”, nela você pode comprar salgados, biscoitos e refrigerantes e, lá também tem um banheiro. Depois do Paulo, existem várias comunidades que integram a região conhecida como região do Pacuí, a estrada passa pelas comunidades do Corre Água, Inajá e São Joaquim do Pacuí, depois desta última, faltam apenas 30 km. Na metade dessa parte do trajeto existe a comunidade do Gurupora, esta é a divisa dos municípios de Macapá e Cutias.
A sede do município é pequena, mas bastante movimentada, pois lá embarcam e desembarcam ribeirinhos que moram em localidades do baixo Araguari, o rio é largo e muito bonito. Você pode falar com os donos de embarcações e passear pelo rio, mas o melhor é ir até a “boca” (foz) do rio, onde ele deságua no oceano Atlântico, lá pode-se contemplar a pororoca, fenômeno que ocorre durante o encontro das águas do oceano Atlântico com as águas do rio Araguari. Partindo de Cutias, a viagem é longa, de 5 a 8 horas, existe uma pousada, quase na boca do rio, onde você pode passar a noite e comer um bom prato. Nessa região é possível observar o vôo dos guarás, ave de cor vermelha, e muitas outras espécies.
Além desses atrativos, Cutias também tem outros encantos, existem várias comunidades tradicionais, onde você pode visitar, nelas geralmente tem um ótimo banho de rio e as pessoas são muito receptivas. Nos dias 26 e 27 de julho acontece o FESTIVAL DO PIRARUCÚ, um dos maiores eventos da cidade, com shows, venda de comidas típicas e artesanato.
Os rios mais importantes da região são: o Araguari, o Gurupora, o Pacuí e o Gurijuba.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

ONDE FICAR
Hotel Mar Atlântico
Endereço: Av. Manoel Raimundo Pereira, 754
Telefone: (96) 3325-1418

Porto Grande

Roteiro e dicas Por Abrão Miranda*

Amapá

Município distante 110 km da capital do estado, localiza-se a sudeste do estado. A população estimada em 2005 era de 14.675 habitantes. A via de acesso é a BR-156, mas pode-se também ir de trem pela ferrovia Santana/Serra do Navio. A estrada até Porto Grande é toda pavimentada, a viagem é tranqüila e existem algumas lanchonetes entre o km 09 e o km 50, do km 50 ao km 105 quase não existe lanchonete e também não há posto de combustível, apenas o do km 09, depois dele, só lá na sede do município.
Porto Grande é uma cidade pequena, mas com uma hidrografia bastante diversificada, com rios e igarapés que cortam toda a região, muitos deles com balneários que oferecem serviço de bar, restaurantes e pousadas. O acesso a esses balneários se da a partir da sede do município onde também tem um excelente balneário cercado por bares e restaurante. Além dos balneários, Porto Grande apresenta uma fauna e flora bastante exuberante.
No mês de agosto acontece, na cidade, uma das maiores festas de todo o interior do estado, o FESTIVAL DO ABACAXI, momento em que são comercializados a fruta in natura e seus derivados, como doces, bebidas, entre outros. Há ainda a escolha da rainha do festival, como parte da programação, e a apresentação de shows de artistas locais e de fora do estado. A cidade fica bastante movimentada, são três dias de festa, vale a pena conferir. A cidade também promove o porto verão em julho.

*Professor de Ciências da rede pública de ensino, acadêmico de licenciatura em História e Técnico Agrícola.

COMO CHEGAR
-Ônibus, saindo diariamente do terminal rodoviário de Macapá as 15h00m, 15h25min e 17h25min, a passagem custa R$ 10,00.

ONDE FICAR
-Pousada e Restaurante Guimarães
Tel.: (96) 3234-1482/9124-6869
Diária: varia de R$ 50,00 a R$ 100,00.

Fonte: amapaturismo.com.br

Amapá

Amapá

A região onde hoje está localizado o atual território do estado do Amapá foi fruto de uma doação a Bento Manuel Parente, um homem português.

Ingleses e holandeses invadiram a região no final do século XVII. Os portugueses conseguiram expulsar os invasores do território.

No século XVIII, os franceses reivindicaram a posse da área. Em 1713 é assinado o Tratado de Utrecht estabelecendo as fronteiras entre o Brasil e a Guiana Francesa, pelo Tratado o rio Oiapoque foi estabelecido como limite entre o Brasil e a Guiana Francesa. Os franceses não honraram o trato. Para defender o território, protegendo os limites contra a invasão francesa os portugueses construíram uma fortaleza que recebeu o nome de São José de Macapá.

No século XIX, a descoberta de ouro na região juntamente com o ciclo da borracha ajudaram o território a crescer e contribuíram também para o povoamento da região. A borracha alcançou preços internacionais altíssimos.

Em maio de 1895 o território é novamente invadido pelos franceses. Em 01 de janeiro de 1900, a Comissão de Arbitragem, em Genebra, deu possessão da região ao Brasil e o território foi incorporado ao estado de Pará, sob o nome de Amapá.

Durante a Segunda Guerra Mundial, visando fatores estratégicos e de desenvolvimento econômico, a região foi desmembrada do estado do Pará pelo Decreto-lei n° 5.812, de 13 de setembro de 1943, constituindo o Território Federal do Amapá.

Em 1945 são descobertas grandes jazidas de manganês na Serra do Navio. Um nova divisão territorial definiu que a porção norte do Amapá do Rio de Cassiporé se tornou a Municipalidade de Oiapoque. Em dezembro de 1957, com o estabelecimento da municipalidade de Calçoene a área é novamente desmembrada.

Através da Constituição de 05 de outubro de 1988 o Amapá passa a ser um Estado.

Fonte: hjobrasil.com

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