
É rica em vitaminas A, B e C, taninos, antocianinas e polifenóis Contém fósforo, potássio e cálcio.
O consumo de amora pode desencadear reações alérgicas.
A amora deve estar íntegra e com coloração forte. Verifique se ela está bem embalada e sem a presença de umidade.
A amora é um fruto frágil. Transporte com cuidado para evitar batidas.
Para lavar, use uma bacia com 2 litros de água e 3 gotas de detergente. Deixe o fruto mergulhado por 3 minutos. Depois, enxágüe bastante. Por último, coloque-o numa mistura de um litro de água e uma colher de água sanitária. Espere 5 minutos, enxágüe e deixe secar. Armazene a amora na geladeira.
As amoras podem ser servidas in natura e são ideais para o preparo de geléias, compotas, doces cristalizados, xaropes e licores.
Fonte: www.prepgc20.cnptia.embrapa.br

Planta arbustiva, de porte ereto, semi-ereto ou rasteiro, pertencente à família Rosaceae. O gênero Robus, do qual faz parte, engloba mais de 400 espécies, fato que, somado ao elevado índice de cruzamentos naturais, dificulta a identificação das espécies.
Bastante rústica e de fácil manejo, com exigências climáticas semelhantes às do morangueiro, constitui-se em opção para exploração intensiva de pequenas propriedades rurais.
A maioria das variedades recomendadas para cultivo apresentam hastes recobertas por espinhos.
Seus frutos se prestam para o consumo in natura e para a elaboração de geléias, sucos, doces de massa, tortas e fermentados, podendo também ser congelados ou utilizados como polpa para uso em iogurtes e sorvetes.
Sem espinhos
Ébano (porte rasteiro)
Com espinhos
Brazos (porte semi-ereto)
Comanche
Cherokee
Tupy
Guarani
Negrita
Caigangue (porte ereto)
Deve ser realizado, de preferˆncia, nos meses mais frios do ano.
Podem ser usadas estacas de raiz (10 a 15cm de comprimentos e diâmetro de um lápis) ou mudas produzidas em viveiros, através de estacas herbáceas (20 a 25cm de comprimento), 'perfilhos' e 'mergulhos'.
Para condução das plantas em renque, no sistema de espaldeira, o espaçamento entre linhas pode variar de 2,5 a 4m, dependendo dos equipamentos que serão usados na cultura.
Na linha, as estacas de raiz devem ser espaçadas de 50cm e as mudas de 70cm.
Dever ser feita, de acordo com a análise de solo, para elevar a saturação por bases a 70%.
As covas não devem ser adubadas. Após o estabelecimento da cultura, ainda no primeiro ano, aplicar 20 a 40kg/ha de N, 40 a 80kg/ha de P2O5 e 20 a 40kg/ha de K2O, dependendo do número de plantas por área e da análise de solo.
A partir do segundo ano, aplicar 180 a 400kg/ha de N, 80 a 160kg/ha de P2O5 e 40 a 80kg/ha de K2O, de acordo com o número de plantas por área; o N deve ser parcelado em três aplicações, logo após o inverno, nos meados da primavera e após a colheita.
Controle das plantas invasoras ou uso de cobertura morta; podas de verão e de inverno; controle de pragas e doenças, quando necessário.
Novembro a fevereiro, dependendo da variedade e da região onde se localiza a cultura. Fazer a colheita a cada dois ou três dias, somente dos frutos completamente pretos, e colocá-los em recipientes rasos, para evitar o amassamento.
Não devem ser expostos ao sol para que não se tornem avermelhados.
8 a 16t/ha de frutos, por ano; em plantações bem conduzidas, a produção se mantém econômica por um período de 12 a 15 anos.
Fonte: www.agrov.com