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Amora

Amora

Nome científico

Morus sp

Família

Moráceas

Nome comum

Amora, amoreira. Não confundir com a amora-preta, que é uma planta frutífera da família das Rosáceas.

Origem

Ásia

Descrição e característica da planta

A planta que será abordada aqui é a usada principalmente na alimentação do bicho-da-seda. Trata-se de uma planta perene de rápido crescimento que pode atingir até 12 metros de altura, se mantida naturalmente sem nenhuma poda. As folhas são cordiformes, inteiras ou lobuladas, bordas serrilhadas, sem espinhos e de cor esverdeada. As flores são pequenas e de cor branco-amarelada. Os frutos são alongados de coloração esbranquiçada a esverdeada no início da sua formação e depois fica rosada e finalmente quase preta, quando maduros. O que chamamos de fruto, é um agrupamento de vários e minúsculos frutos que se unem formando uma massa. Normalmente, os frutos não têm sementes e quando bem maduros são doces, bem suculentos e de cor roxa. As condições favoráveis ao desenvolvimento vegetativo são: clima ameno a quente, boa disponibilidade de água e se adapta bem em qualquer tipo de solo, mas são recomendados solos profundos, férteis e ricos em matéria orgânica para melhor desenvolvimento das plantas. No período mais frio do ano, as folhas mais velhas ficam amareladas e caem. A propagação é feita através de estacas, obtidas de ramos das plantas, no período mais quente e chuvoso do ano.

Produção e produtividade

Para a alimentação do bicho-da-seda, as folhas são retiradas dos ramos ou os ramos são cortados quando as plantas estão bem enfolhadas. Nessa atividade, os frutos não têm importância econômica. A frutificação ocorre no início da primavera, época da emissão de folhas novas.

Utilidade

As folhas são imprescindíveis na alimentação de lagartas do bicho-da-seda. A amoreira branca é a preferida na criação do bicho-da-seda, enquanto que a preta, para consumo humano, pelo sabor mais pronunciado e mais volumoso.

Os frutos maduros podem ser consumidos ao natural ou usados no preparo de sucos, sorvetes, geléias, compotas, doces, vinhos, licores, xaropes e vinagres. Os frutos maduros são ricos em água, açúcar e vitamina C.

Propriedades medicinais da amora

São duas espécies principais:

Ambas são medicinais e alimentícias.

A amoreira-branca é cultivada quase que exclusivamente para a criação do Bombyx mori ou bicho-da-seda, muito comum no Oriente. Este inseto alimenta-se das folhas da amoreira-branca.

A amora pertence à família das moráceas, em que se incluem também a jaca, o figo, a fruta-pão, a umbaúba etc.

Utilidades Medicinais

Afta

Bochechar com suco de amora-preta, quente, adoçado com mel.

Amigdalite

Suco de amora-preta, quente, adoçado com mel; tomar aos goles. Pode - se também preparar um xarope deste suco, bastando cozê-lo até engrossar um pouco. Fazer gargarejos com o xarope, ou toma-lo às colheradas, deixando descer suavemente pela garganta.

Bronquite

Infuso da casca da raiz, morno, para combater a tosse. Tomar morno, às colheradas. Em excesso é purgativo. Para preparar um infuso, deitar água fervente sobre as cascas das raízes bem picadas, tapar o recipiente, e deixar esfriar.

Queda de Cabelo

Massagear o couro cabeludo com o infuso das folhas da amoreira.

Catarro

Para as secreções catarrais das vias respiratórias altas recomenda-se o gargarejo com o chá morno das folhas da amoreira.

Doenças das Cordas Vocais

Suco de amora-preta, quente, adoçado com mel.Tomar vagarosamente.

Diarréia

Usar xarope de amora, conforme explicado em amidalite. Tomar não mais de 2 colheres de sopa por vez, com intervalos mínimos de 2 horas.

Amora-preta

Amora

Nome científico

Rubus fruticosus (sinônimo: Rubus brasiliensis)

Família

Rosáceas

Nome comum

Amora-preta, framboesa-negra, blackberry (inglês)

Origem

Europa, América do Norte e América do Sul

Introdução

A cultura da b(Rubus spp.) é uma promissora alternativa de renda principalmente para as pequenas propriedades familiares, em razão dos custos de implantação e de manutenção do pomar serem relativamente baixos quando comparados aos de outras fruteiras; por tratar-se de uma cultura rústica, com menor incidência de pragas e maior adaptação aos diferentes tipos de solo e condições climáticas; e pela produção poder ser destinada ao mercado de frutas frescas e/ou ao processamento industrial. O sabor diferenciado e as propriedades nutracêuticas são os principais atrativos da amora-preta, havendo mercado no Brasil e no exterior, tanto para consumo in natura como da fruta industrializada, nas formas de geléias, sucos, doces em pasta, sorvetes, iogurtes e tortas.

Atualmente, estima-se que a área cultivada com amora-preta no Brasil esteja ao redor de 250 hectares (Raseira, 2004). Segundo informações de viveiristas, esta área deve aumentar consideravelmente neste ano, em função das perspectivas de mercado existentes.

A amora-preta pertence à família Rosacea e, gênero Rubus, sendo conhecidas mais de trezentas espécies (Santos et al., 1997). As espécies de bapresentam grande variabilidade quanto às características morfológicas e organolépticas dos frutos, hábito de crescimento das plantas, adaptação aos agroecossistemas e exigências climáticas. Estas

Produção de mudas de amora-preta por meio de cultura de tecidos características devem ser cuidadosamente analisadas quando da escolha da cultivar a ser utilizada na implantação do pomar.

A temperatura é um dos principais fatores limitantes à produção de amora-preta. A cultura requer uma combinação de horas de frio (abaixo de 7,2oC), nas estações mais frias, variando de 100 a até 1.000 horas, em função da espécie/cultivar, e calor abundante, nas estações mais quentes, para que ocorram adequadas brotação, floração e produtividade. Por essas razões, a cultura da amora-preta é recomendada, principalmente, para o Estado do Rio Grande do Sul e para as regiões de microclima de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

A implantação do pomar com mudas de qualidade é uma etapa essencial para o sucesso da produção de amora-preta. A muda com fidelidade genética, padrão fitotécnico adequado e isenta de patógenos potencializa o nível de resposta a toda tecnologia empregada no processo produtivo. Embora esse tipo de muda geralmente apresente um custo maior, trata-se de um investimento com retorno garantido em termos de produtividade e de qualidade da fruta. Mais do que isso, trata-se de um componente decisivo para o sucesso do agricultor, por proporcionar redução de custos, principalmente com defensivos químicos, e maior competitividade no mercado, o qual tem apresentado aumento constante do nível de exigência dos consumidores.

Descrição e característica da planta

A amora-preta é um arbusto, porte ereto, semi-ereto ou rasteiro, pode chegar a 2 metros de altura, caule flexível e a maioria das variedades é coberta por espinhos. As flores são brancas ou rosadas. Os frutos são levemente alongados, quase arredondados, comestíveis, inicialmente vermelhos e depois pretos, quando bem maduros. Aquilo que chamamos de fruto é um agregado de dezenas de frutos verdadeiros, denominados mini-drupa ou drupete, porque no interior de cada bolinha contém uma semente pequena. Uma característica interessante dessa planta é a necessidade de substituição total da parte aérea após as colheitas.

As raízes são permanentes e delas formam as brotações que se desenvolvem, florescem e frutificam nos ramos do ano. Durante o desenvolvimento vegetativo, há necessidade de podas de limpeza, que consiste na eliminação de brotos laterais indesejáveis, ramos doentes ou fracos, pois isso favorece a frutificação e o bom desenvolvimento dos frutos.

A cultura da amoreira-preta é ideal para pequenas propriedades em regiões de clima frio a ameno, principalmente pelo baixo custo de sua implantação e manutenção, manejo simples, rusticidade e pouco ou nenhum uso de defensivos agrícolas para o controle de pragas e doenças. Os frutos maduros merecem cuidados especiais porque são sensíveis ao manuseio e à luz solar direta para não afetar a sua cor preta. A longevidade da cultura pode chegar a 15 anos. Existem muitas variedades e seleções locais de amora-preta com grande variabilidade genética para várias características, como porte de plantas, presença ou ausência de espinhos, maior ou menor exigência de frio para frutificação, tamanho, firmeza e acidez dos frutos, produtividade, vigor das plantas, entre outras.

Variedades

a) sem espinho

Ébano (porte rasteiro)

b) com espinho

Brazos (porte semi-ereto), Comanche, Cherokee, Tupy, Guarani, Negrita e Caigangue (porte ereto). (Fonte: Boletim 200 do Instituto Agronômico de Campinas. Instruções Agrícolas para as principais culturas econômicas. 6ª edição. IAC, Campinas, SP. 1998. 393 p.). A propagação é feita principalmente pela retirada de brotações das raízes, ou através do enraizamento de caules herbáceos ou por mudas obtidas através de cultura de meristema em laboratório.

Produção e produtividade

Os produtores tradicionais nas Américas são os Estados Unidos e o Chile. No Brasil, o estado do Rio Grande do Sul é o pioneiro na produção dessa fruta e o maior produtor, com cerca de 700 toneladas por ano. Os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais vem aumentando tanto na área plantada quanto na produção. Os resultados experimentais de produção de frutos, em condições favoráveis no Rio Grande do Sul, foram os seguintes: 1º ano – 2,5 toneladas de frutos por hectare; 2º ano – 5 t. por hectare; 3º ano – 12 a 15 t. por hectare.

Bibliografia:

As Frutas na Medicina Natural
Alfons Balbach
Daniel S. F. Boarim
Edição Vida Plena

Fonte: www.frutas.radar-rs.com.br

Amora

Amora

A amoreira branca (Morus alba L.), originária da China, é uma árvore de folhas finas, lisas ou ligeiramente rugosas. As flores são pequenas e esbranquiçadas. Os frutos são formados pela união de muitos frutos num só, pequenos, cilíndricos, brancos, róseos ou pretos, doces ou insípidos. A amoreira negra (Morus nigra L.), menor e mais rústica do que a branca, tem casca rugosa e escura e folhas ásperas. Os frutos são maiores do que os da amoreira branca, têm cor vermelha bem escura e sabor agridoce, muito agradável.

100 g contêm, em média:
Macrocomponentes Glicídios (g) 12
Proteínas (g) 1
Lipídios (g) 0
Fibras alimentares (g) 2
Vitaminas Vitamina A1 (mg) 20
Vitamina B1 (mg) 30
Vitamina B2 (mg) 58
Vitamina B3 (mg) 0
Vitamina C (mg) 22
Minerais Sódio (mg) 2
Potássio (mg) 321
Cálcio (mg) 36
Fósforo (mg) 48
Ferro (mg) 1
Conteúdo energético (kcal) 60

Como Comprar

Fruta extremamente perecível, deve ser consumida ou usada logo após ter sido colhida. Por isso, praticamente inexiste o comércio da amora natural, prevalecendo produtos processados, como geléias, compotas ou xaropes.

Como Conservar

As amoras podem ser conservadas em compotas ralas, depois de fervidas durante três a quatro min., com peso igual de açúcar. Neste caso, não se adiciona calda, deixando apenas a que se formou durante o cozimento

Como Consumir

Pode ser consumida crua e como base para alimentos preparados

Fonte: www.ceasacampinas.com.br

Amora

Amora-preta: uma fruta antioxidante

Amora

A amoreira-preta (Rubus sp.), apesar de ser nativa da Ásia, Europa, América do Norte e América do Sul, cresce apenas em regiões determinadas de acordo com o clima ideal para o seu desenvolvimento. A amoreira-preta é uma espécie arbustiva de porte ereto ou rasteiro, geralmente dotada de espinhos e a coloração das flores varia do branco ao rosa. Produz um fruto agregado, a amora-preta, composto por frutículas e sua coloração pode variar do branco ao negro, e a sua casca é brilhante, lisa e frágil, quando madura.

A amora-preta pode facilmente ser confundida com a framboesa, mas esta tem o centro oco, enquanto a primeira tem um coração esbranquiçado.

A amora-preta in natura é altamente nutritiva. Da sua composição fazem parte a água (85%), as proteínas, as fibras, os lipídeos e também os carboidratos. Também possui cálcio, fósforo, potássio, magnésio, ferro, selênio e várias vitaminas, no entanto, é uma fruta de baixo valor calórico, apenas 52 calorias em 100 gramas de fruta.

Vários tipos de açúcares e ácidos fazem parte da composição desta fruta, sendo que o balanço entre acidez e sólidos solúveis é que dá o seu delicioso sabor característico.

Ainda na b, são encontradas outras substâncias como os fitoquímicos, ou compostos secundários. Estas substâncias são produzidas naturalmente pelas plantas para se protegerem do ataque de pragas e doenças, e também ajudam a planta a resistir a condições adversas do ambiente. Muitos destes fitoquímicos atuam na prevenção e no combate de doenças crônicas como o câncer e as doenças cardiovasculares. Exemplos de fitoquímicos encontrados em amora-preta são as antocianinas, que dão a coloração vermelha e roxa das frutas, os carotenóides que são responsáveis pela coloração alaranjada, e ainda, existem vários outros fitoquímicos que não apresentam cor como os ácidos fenólicos, por exemplo, mas são de grande importância para a saúde.

A concentração destes fitoquímicos em amora preta pode variar de acordo com a cultivar, o ambiente, o ponto de maturação, o armazenamento e o processamento. Os estudos realizados ao redor do mundo demostram que o consumo de frutas e hortaliças está relacionado à prevenção das doenças crônicas, provavelmente, devido ao aumento no consumo de compostos antioxidantes.

A amora-preta apresenta uma alta atividade antioxidante, se comparada ao mirtilo, que é uma fruta muito estudada e utilizada como padrão de comparação. O nosso corpo é exposto diariamente a diversos fatores que podem levar a mutações celulares, através de fatores internos, como radicais livres que se formam durante a nossa respiração, ou externos, como poluição, raios solares, tabaco, álcool, etc.

Os compostos antioxidantes encontrados em algumas frutas e hortaliças conseguem ajudar as células do organismo a se protegerem das mutações, que é o primeiro passo para a formação de um algum tipo de câncer.

Existem estudos que mostram o poder do extrato de amora-preta na prevenção e combate do câncer de útero, cólon, boca, mama, próstata e pulmão.

O extrato de amora-preta previne ainda a formação da metástase, ou seja, evita que o câncer se espalhe e se instale em outros órgãos.

Também foi observado um efeito antiinflamatório do extrato de amora-preta, o que não deixa de ser interessante, já que se acredita que o câncer está relacionado a um processo de inflamação crônica. Mas quantas amoras-pretas devemos consumir ao dia? Quanto nosso corpo consegue absorver e utilizar? Estas são questões ainda difíceis de responder.

O que se sabe é que, após consumir a amora-preta, os fitoquímicos são absor vidos, metabolizados e distribuídos em diferentes tecidos/órgãos do corpo, sendo que já foram encontrados nos tecidos do estômago, jejuno, fígado, rins, plasma e até no cérebro.

E como ficam os fitoquímicos quando as amoras pretas são processadas? O processamento das frutas da amoreira-preta é uma forma de agregar valor ao produto, melhorando a renda dos fruticultores, sendo a sua transformação em geléias, sucos, iogurtes, sorvetes as formas mais comuns de consumir esta fruta.

Após o processamento, há dúvidas quanto à manutenção dos fitoquímicos encontrados na fruta in natura. Sabe-se que ocorre uma perda de antocianinas no processo de fabricação da geléia de amora-preta em relação aos valores encontrados na polpa, e esta perda continua durante o armazenamento dos vidros de geléias através do tempo, mas, mesmo assim, a geléia da amora-preta ainda é considerada uma boa fonte de fitoquímicos antioxidantes.

A Embrapa Clima Temperado tem grande interesse no desenvolvimento da cultura da amoreira-preta na Região Sul e no Brasil. Neste contexto, é mantido na Unidade um programa de melhoramento de pequenas frutas, onde a amora-preta está inserida.

Além da seleção de novas cultivares, desenvolvem-se ações relacionadas à produção de mudas, manejo da planta, armazenamento, processamento e caracterização funcional da fruta.

O que se espera é caracterizar as cultivares que estão sendo comercializadas e também auxiliar no processo de seleção de novas cultivares, visando frutas de alta qualidade e alto valor nutricional e funcional.

A amora-preta já é considerada uma fruta funcional, ou seja, além das características nutricionais básicas, quando consumida como parte usual da dieta, produz efeito fisiológico/metabólico ou efeito benéfico a saúde humana, devendo ser segura para consumo sem supervisão médica. O consumo de frutas e hortaliças, como a amora-preta, em conjunto com um estilo de vida saudável, incluindo dieta equilibrada e exercícios físicos, pode prevenir alguns tipos de doenças.

Márcia Vizzotto

Fonte: www.embrapa.br

Amora

Amora

Tanto a amoreira quanto algumas espécies de plantas medicinais, chamadas "silvas", produzem amoras. Há amoras brancas e pretas, mas só as segundas são comestíveis. As brancas servem apenas para alimentar animais. É uma fruta de sabor ligeiramente ácido e adstringente, usada para fazer doces, compotas e geléias.

A amora é muito rica em vitaminas A, B e C e contém ácido cítrico. Tem propriedades depurativas, digestivas e refrescantes.

O comércio da amora natural é praticamente inexistente. Em supermercados pode ser comprada sob forma de geléias, compotas ou xaropes. De qualquer maneira, ao natural é uma fruta extremamente perecível, devendo ser consumida ou usada logo após ter sido colhida.

Tire o cabinho e separe as que estiverem estragadas. Lave bem sob água corrente e escorra.

A amora é uma fruta excelente para ser consumida ao natural, coberta com uma camada de gelo picado e uma colherada de creme chantilly ou com uma bola de sorvete de creme ou baunilha.

Fonte: www.horti.com.br

Amora

Por seu rico teor de açúcar, a amora constitui matéria-prima ideal para a produção de xaropes, licores e geléias. O xarope medicinal de amora, que já teve largo emprego nas tradições caseiras, era indicado no combate às faringites e às doenças inflamatórias da boca e órgãos da digestão.

Amora é a infrutescência da amoreira, planta da família das moráceas. São duas as espécies habitualmente cultivadas, a amoreira-preta (Morus nigra) e a amoreira-branca (M. alba), ambas de crescimento rápido e dotadas de grande longevidade. Prestam-se aos mesmos usos, podem chegar a 15m de altura e se assemelham bastante em suas características gerais, exceto quanto à cor das frutas, cujo tamanho em geral não excede três centímetros. A amoreira sempre esteve associada à criação do bicho-da-seda, que se alimenta quase que só de suas folhas.

A amoreira-preta, nativa da antiga Pérsia, foi introduzida no Brasil, onde se aclimatou muito bem, no começo do século XIX. Dá frutas quase negras por fora, quando maduras, e de um vermelho muito escuro por dentro. A amoreira-branca, nativa da China, tende, na cor das frutas, ao róseo. Algumas variedades de M. alba, como a calabresa, a catânea e a Fernão Dias, são cultivadas no Brasil e, em especial, no estado de São Paulo. A variedade catânea propaga-se por enxertia, ao passo que a Fernão Dias se propaga por estacas.

A amoreira tolera quaisquer tipos de solo e de clima, vegetando melhor, porém, em solos profundos, de boas propriedades físicas e de mediana para boa fertilidade.

Vários arbustos do gênero Rubus, comuns em todo o Brasil, são indistintamente chamados de amoreiras-do-mato ou amoreiras-bravas. É o caso de R. rosaefolius, que ocorre nos estados do Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais, e de R. imperialis, espécie nativa do Rio Grande do Sul.

Fonte: biomania.com

Amora

Propriedades

É rica em vitaminas A, B e C, taninos, antocianinas e polifenóis Contém fósforo, potássio e cálcio.

Restrições

O consumo de amora pode desencadear reações alérgicas.

Compra

Amora

A amora deve estar íntegra e com coloração forte. Verifique se ela está bem embalada e sem a presença de umidade.

Transporte

A amora é um fruto frágil. Transporte com cuidado para evitar batidas.

Armazenamento

Para lavar, use uma bacia com 2 litros de água e 3 gotas de detergente. Deixe o fruto mergulhado por 3 minutos. Depois, enxágüe bastante. Por último, coloque-o numa mistura de um litro de água e uma colher de água sanitária. Espere 5 minutos, enxágüe e deixe secar. Armazene a amora na geladeira.

Preparo

As amoras podem ser servidas in natura e são ideais para o preparo de geléias, compotas, doces cristalizados, xaropes e licores.

Fonte: www.prepgc20.cnptia.embrapa.br

Amora

Amora

Planta arbustiva, de porte ereto, semi-ereto ou rasteiro, pertencente à família Rosaceae. O gênero Robus, do qual faz parte, engloba mais de 400 espécies, fato que, somado ao elevado índice de cruzamentos naturais, dificulta a identificação das espécies.

Bastante rústica e de fácil manejo, com exigências climáticas semelhantes às do morangueiro, constitui-se em opção para exploração intensiva de pequenas propriedades rurais.

A maioria das variedades recomendadas para cultivo apresentam hastes recobertas por espinhos.

Seus frutos se prestam para o consumo in natura e para a elaboração de geléias, sucos, doces de massa, tortas e fermentados, podendo também ser congelados ou utilizados como polpa para uso em iogurtes e sorvetes.

Cultivares

Sem espinhos

Ébano (porte rasteiro)

Com espinhos

Brazos (porte semi-ereto)

Comanche

Cherokee

Tupy

Guarani

Negrita

Caigangue (porte ereto)

Plantio

Deve ser realizado, de preferˆncia, nos meses mais frios do ano.

Podem ser usadas estacas de raiz (10 a 15cm de comprimentos e diâmetro de um lápis) ou mudas produzidas em viveiros, através de estacas herbáceas (20 a 25cm de comprimento), 'perfilhos' e 'mergulhos'.

Espaçamento

Para condução das plantas em renque, no sistema de espaldeira, o espaçamento entre linhas pode variar de 2,5 a 4m, dependendo dos equipamentos que serão usados na cultura.

Na linha, as estacas de raiz devem ser espaçadas de 50cm e as mudas de 70cm.

Calagem

Dever ser feita, de acordo com a análise de solo, para elevar a saturação por bases a 70%.

Adubação

As covas não devem ser adubadas. Após o estabelecimento da cultura, ainda no primeiro ano, aplicar 20 a 40kg/ha de N, 40 a 80kg/ha de P2O5 e 20 a 40kg/ha de K2O, dependendo do número de plantas por área e da análise de solo.

A partir do segundo ano, aplicar 180 a 400kg/ha de N, 80 a 160kg/ha de P2O5 e 40 a 80kg/ha de K2O, de acordo com o número de plantas por área; o N deve ser parcelado em três aplicações, logo após o inverno, nos meados da primavera e após a colheita.

Outros tratos culturais

Controle das plantas invasoras ou uso de cobertura morta; podas de verão e de inverno; controle de pragas e doenças, quando necessário.

Colheita

Novembro a fevereiro, dependendo da variedade e da região onde se localiza a cultura. Fazer a colheita a cada dois ou três dias, somente dos frutos completamente pretos, e colocá-los em recipientes rasos, para evitar o amassamento.

Não devem ser expostos ao sol para que não se tornem avermelhados.

Produtividade

8 a 16t/ha de frutos, por ano; em plantações bem conduzidas, a produção se mantém econômica por um período de 12 a 15 anos.

Fonte: www.agrov.com

Amora

São duas espécies principais: a preta ( Morus nigra ) e a branca ( Morus alba ). Ambas são medicinais e alimentícias. A amoreira - branca é cultivada quase que exclusivamente para a criação do Bombyx mori ou bicho- da - seda, muito comum no Oriente. Este inseto alimenta - se das folhas da amoreira - branca.

Amora

A amora pertence à família das moráceas, em que se incluem também a jaca, o figo, a fruta-pão, a umbaúba etc.

Utilidades Medicinais

Afta

Bochechar com suco de amora-preta, quente,adoçado com mel.

Amigdalite

Suco de amora - preta, quente, adoçado com mel; tomar aos goles. Pode - se também preparar um xarope deste suco, bastando cozê-lo até engrossar um pouco. Fazer gargarejos com o xarope, ou tomá -lo às colheradas, deixando descer suavemente pela garganta.

Bronquite

Infuso da casca da raiz, morno, para combater a tosse. Tomar morno, às colheradas. Em excesso é purgativo. Para preparar um infuso, deitar água fervente sobre as cascas das raízes bem picadas, tapar o recipiente, e deixar esfriar.

Queda de Cabelo

Massagear o couro cabeludo com o infuso das folhas da amoreira.

Catarro

Para as secreções catarrais das vias respiratórias altas recomenda - se o gargarejo com o chá morno das folhas da amoreira.

Doenças das Cordas Vocais

Suco de amora preta, quente, adoçado com mel.Tomar vagarosamente.

Diarréia

Usar xarope de amora, conforme explicado em amigdalite. Tomar não mais de 2 colheres de sopa por vez, com intervalos mínimos de 2 horas.

Fonte: www.agrobyte.com.br

Amora

Amora

Origem

Ásia

É da mesma família de outras frutas como, por exemplo, jaca, figo, fruta-pão. Por ser muito versátil e perfeitamente adaptável a vários tipos de solo e de clima, com especial preferência pelos húmidos, e já foram encontradas nos Estados Unidos da América, no Ártico, e em muitas ilhas oceânicas. No Brasil, principalmente a negra, floresce em vários Estados: Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e, principalmente, no pioneiro, Rio Grande do Sul.

Tipos

Há três espécies: vermelha (Morus rubra), branca (Morus alba) e preta (Morus nigra); a branca é usada para criação do bicho-da-seda, que se alimenta das folhas da amoreira, enquanto a preta é comestível e muito apreciada, não só pelo seu sabor especial, como pelo seu tamanho maior, além de ser muito usada em ornamentação.

Características

Tem sabor levemente ácido e adstringente.

Dicas para comprar

O comércio regular, ao natural, é quase inexistente, mas ainda podem ser encontradas, esporadicamente, em algumas feiras livres. Caso encontre, observe alguns cuidados: - é uma fruta muito frágil e que rapidamente fica perecível, sinal de que se deve consumi-la de imediato, tão logo seja colhida ou comprada.

Dicas para consumo

Tire o pequeno cabo que ela apresenta, descarte as que estiverem muito moles, lave bastante em água corrente, escorrendo em seguida. É comum encontrar produtos feitos com amora, tais como: geléias, compotas, doces diversos.

Composição

Muito rica em Vitaminas (A, B, C); tem ácido cítrico na sua composição, bastante água (cerca de 90%), carboidratos, sais minerais (fósforo, ferro, sódio, cálcio, potássio, estes últimos, em concentração generosa), fibras e ácido fólico.

Valor calórico

75 - Quantidade correspondente a uma xícara de chá.

Indicações Terapêuticas

É uma fruta com as seguintes propriedades: - antissética; - depurativa; - digestiva; - refrescante; - antihemorrágica; - controladora da pressão arterial; - sedativa; - antioxidante; - vermífuga; - diurética; - anti-herpética (tanto para o herpes labial quanto para o genital, segundo estudos de uma Universidade de Taiwan); - anticancerígena.

É eficaz nos seguintes casos:

Afta

Bochechar com suco de amora-preta, quente, adoçado com mel.

Amigdalite

Suco de amora

Preta, quente, adoçado com mel; tomar aos goles. Pode-se também preparar um xarope deste suco, bastando cozê-lo até engrossar um pouco. Fazer gargarejos com o xarope, ou tomá -lo às colheradas, deixando descer suavemente pela garganta.

Bronquite

Infuso da casca da raiz, morno, para combater a tosse. Tomar morno, às colheradas. Em excesso é purgativo. Para preparar um infuso, deitar água fervente sobre as cascas das raízes bem picadas, tapar o recipiente, e deixar esfriar.

Queda de Cabelo

Massagear o couro cabeludo com o infuso das folhas da amoreira.

Secreções catarrais

Para as secreções catarrais das vias respiratórias altas recomenda - se o gargarejo com o chá morno das folhas da amoreira.

Doenças das Cordas Vocais

Suco de amora preta, quente, adoçado com mel.Tomar vagarosamente.

Diarréia

Usar xarope de amora, conforme explicado em amigdalite. Tomar não mais de 2 colheres de sopa por vez, com intervalos mínimos de 2 horas.

Obs.: Pessoas com intolerância a salicilatos (aspirina), devem ingerir a fruta com muita moderação.

Fonte: www.informenews.com

Amora

Nome Científico

Morus sp.

Família

Moraceae

Origem e dispersão

Amora

A amoreira-branca (M. alba) é originária das partes temperadas da Ásia Oriental, de onde se espalhou lentamente para todas as partes do mundo. A amoreira-preta (M. nigra) é originária da Pérsia.

Características

A amoreira-preta, que é de interesse para a fruticultura, é uma planta de pequeno a médio porte (8-12m) de folhas caducas, inteiras ou lobuladas, serrilhadas ou dentadas, duras e codiformes; sem espinhos; as flores são monóicas ou dióicas; o fruto é um aquênio ovóide e comprido, coberto pelo cálice suculento e de coloração roxa, quase preta.

Clima e Solo

As amoreiras crescem bem em todo o Brasil, embora seja considerada por muitos como uma planta de clima temperado. São plantas bastante rústicas, adaptando-se a diversos tipos de solo, exceto os sujeitos ao encharcamento.

Propagação

As amoreiras podem ser propagadas vegetativamente por meio de estacas.

Variedades

Na literatura, são encontrados relatos das variedades lobada, laciniada, scabra e dentada.

Utilização

As amoreiras são utilizadas devido aos seus frutos, que podem ser consumidos “in natura” ou industrializados na forma de geléias, compotas, cristalizados, doces em massa, vinho, vinagre, etc., e pelas suas folhas, que servem de alimentação para o bicho-da-seda.

Origem

Ásia

É da mesma família de outras frutas como, por exemplo, jaca, figo, fruta-pão. Por ser muito versátil e perfeitamente adaptável a vários tipos de solo e de clima, com especial preferência pelos húmidos, e já foram encontradas nos Estados Unidos da América, no Ártico, e em muitas ilhas oceânicas. No Brasil, principalmente a negra, floresce em vários Estados: Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e, principalmente, no pioneiro, Rio Grande do Sul.

Tipos

Há três espécies

Vermelha (Morus rubra)

Branca (Morus alba)

Preta (Morus nigra)

A branca é usada para criação do bicho-da-seda, que se alimenta das folhas da amoreira, enquanto a preta é comestível e muito apreciada, não só pelo seu sabor especial, como pelo seu tamanho maior, além de ser muito usada em ornamentação.

Características

Tem sabor levemente ácido e adstringente.

Dicas para comprar

O comércio regular, ao natural, é quase inexistente, mas ainda podem ser encontradas, esporadicamente, em algumas feiras livres. Caso encontre, observe alguns cuidados: - é uma fruta muito frágil e que rapidamente fica perecível, sinal de que se deve consumi-la de imediato, tão logo seja colhida ou comprada.

Dicas para consumo

Tire o pequeno cabo que ela apresenta, descarte as que estiverem muito moles, lave bastante em água corrente, escorrendo em seguida. É comum encontrar produtos feitos com amora, tais como: geléias, compotas, doces diversos.

Composição

Muito rica em Vitaminas (A, B, C); tem ácido cítrico na sua composição, bastante água (cerca de 90%), carboidratos, sais minerais (fósforo, ferro, sódio, cálcio, potássio, estes últimos, em concentração generosa), fibras e ácido fólico.

Valor calórico

75 - Quantidade correspondente a uma xícara de chá.

Indicações Terapêuticas

É uma fruta com as seguintes propriedades:

Antissética

Depurativa

Digestiva

Refrescante

Antihemorrágica

Controladora da pressão arterial

Sedativa

Antioxidante

Vermífuga

Diurética

Anti-herpética (tanto para o herpes labial quanto para o genital, segundo estudos de uma Universidade de Taiwan)

Anticancerígena.

É eficaz nos seguintes casos:

Afta

Bochechar com suco de amora-preta, quente, adoçado com mel.

Amigdalite

Suco de amora - preta, quente, adoçado com mel; tomar aos goles. Pode-se também preparar um xarope deste suco, bastando cozê-lo até engrossar um pouco. Fazer gargarejos com o xarope, ou tomá -lo às colheradas, deixando descer suavemente pela garganta.

Bronquite

Infuso da casca da raiz, morno, para combater a tosse. Tomar morno, às colheradas. Em excesso é purgativo. Para preparar um infuso, deitar água fervente sobre as cascas das raízes bem picadas, tapar o recipiente, e deixar esfriar.

Queda de Cabelo

Massagear o couro cabeludo com o infuso das folhas da amoreira.

Secreções catarrais

Para as secreções catarrais das vias respiratórias altas recomenda - se o gargarejo com o chá morno das folhas da amoreira.

Doenças das Cordas Vocais

Suco de amora preta, quente, adoçado com mel.Tomar vagarosamente.

Diarréia

Usar xarope de amora, conforme explicado em amigdalite. Tomar não mais de 2 colheres de sopa por vez, com intervalos mínimos de 2 horas.

Obs.: Pessoas com intolerância a salicilatos (aspirina), devem ingerir a fruta com muita moderação.

Amora Branca

Amora

Nome Popular

As amoras-do-mato englobam três espécies do gênero Rubus, que possuem os mesmos nomes populares e os mesmos usos medicinal e culinário, embora apresentem hábitos diversificados.

As espécies e seus nomes populares são:

Rubus rosaefoluis Smith

Amora-silvestre, amora-brava, amora-de-são-francisco, amora-do-campo, amora-do-mato e amora-vermelha.

Rubus brasiliensis Mart.

Amora-branca, amora-brava, amora-da-silva, amora-de-são-francisco, amora-do-mato, amoreira-do-brasil, sarça-amoreira, silva e silva-branca.

Aparecem principalmente nos estados do Rio de janeiro, Paraná e Minas Gerais.

No Brasil, a amora-silvestre é cultivada como cerca-viva, à margem de estradas em Minas Gerais e também do rio de Janeiro ao Paraná.

Nome Científico

Rubus rosaefolius Smith, Rubus brasiliensis Mart. E Rubus urticaefolius Sairet.

Família Botânica

Rosaceae.

Usos Medicinais Populares

Essas três espécies do amora-do-mato – silvestre, branca e preta – são usadas na medicina caseira. Suas folhas e brotos são antidiarréicos poderosos. Por isso, aconselha-se não exagerar na quantidade de chá.

Amora Preta

Amora

Existe um número elevado de espécies dentro do gênero, perto de 300, altamente heterozigotas e também híbridas. Sua origem não é muito definida, possuindo características de adaptação climática muito variada, podendo encontrar cultivares com exigência em frio desde 100 horas até cultivares que exigem 1000 horas de frio (abaixo de 7,2 o C) para quebra da dormência. Já foram observadas espécies no Hemisfério Norte (EUA, onde seu cultivo racional se iniciou no século passado), no círculo Ártico, e muitas ilhas oceânicas, comprovando sua ampla adaptação à diferentes condições climáticas.

No Brasil, seu cultivo iniciou-se em 1972 no estado do Rio Grande do Sul, com plantas oriundas do Estados Unidos. A partir de sua implantação no estado, vem sendo cultivada em Santa Catarina, São Paulo, Paraná e Minas Gerais, com destaque para o estado introdutor da cultura, sendo o maior produtor nacional, com aproximadamente 700 t /ano.

Os frutos da cultura além de consumidos ao natural, podem ser comercializados para fabricação de doces, geléias, conservas, sucos, fermentos, polpas, sorvetes, iorgutes, tortas, bolos, etc. Informações mais recentes de pesquisas têm demonstrado um maior potencial da utilização da amora-preta como um corante artificial de excelente qualidade, seja para qualquer finalidade. Outra grande descoberta da utilização da amora-preta que vem expandindo, seria seu uso para fins medicinais, como uma planta anti-cancerígena, pela ação do ácido elágico, e também no combate a osteoporose, devido sua concentração elevada de cálcio (46 mg/100g fruto). Outra utilização crescente, é como tônico muscular para utilização durante práticas desportivas, devido ao alto teor de potássio encontrado no fruto (245 mg/100g fruto).

Família

Rosaceae

Clima

Temperado, podendo encontrar desde cultivares exigentes em 100 horas a 1000 horas de frio

Solo

Desenvolve bem em diversos tipos de solos, mas bem drenados, com pH entre 5,5 a 6,5

Porte

Ereto ou rasteiro, podendo atingir até 2 m de altura

Sistema radicular

Parte perene da planta, de fácil perfilhamento

Propagação

Estacas de raiz ou herbáceas e por cultura de meristemas

Calagem

Deve ser realizada no preparo do solo

Adubação

De plantio não deve ser realizada, somente após o pegamento da muda

1o ano

50g a fórmula 10-20-10 por planta

2o ano

100g de 10-20-10 por planta, logo após o inverno. Em meados da primavera e após a colheita, colocam-se de 50 a 100g de sulfato de amônio ao redor das plantas. Nessa aplicação, conserva-se uma distância mínima de 15cm das plantas

Espaçamentos: 3m x 0,80m para mudas de estacas de raiz
Cultivares: Tupy, Guarani, Cherokee, Brazos, Ébano, Cainguague
Irrigação: pode se utilizar, desde que não encharque muito
Podas: de limpeza e frutificação
Pragas: ácaros, lagartas, cochonilhas
Doenças: ferrugem, podridão de frutos, Agrobacterium, antracnose, etc
Produção: 1o ano: 2,5 t/ha
2o ano: 5,0 t/ha
3o ano: 12 t/ha, podendo chegar até 15 t/ha
Longevidade: 15 anos

Rubens Barros de Azevedo

Fonte: www.paty.posto7.com.br

Amora

Amora

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Morus nigra

Partes usadas: Toda a planta.

Família: Moraceae

Características: Originária da China, é uma planta de grande rusticidade.

Dicas de Cultivo: Cresce bem em quase todos os tipos de solos, menos nos excessivamente alagados ou arenosos.

Princípios Ativos: Glicosídeos e mucilagens dentre outros.

Propriedades: Cicatrizante, depurativa, laxante, antitérmica, anti-séptica, adstringente, diurética, hipoglicemiante, vermífica,

antiinflamatória.

Indicações: A casca da raíz, combate verminose, bronquites e afecções hepáticas (infusão). Seus frutos, além de muito apetitosos, combatem o reumatisto, a gota e a artrite (suco). Suas flores são utilizadas através de infusão, para combater as afecções renais.

Suas folhas em forma de cataplasma, atuam como cicatrizante em feridas e úlceras.

Fonte: www.cantoverde.org

Amora

Amora Preta

Amora

Nome Científico

Morus nigra

Família

Das moráceas

Origem

Ásia

Porte

Até 10 metros de altura

Clima

Quente, não tolera geadas

Luminosidade

Sol pleno, mas suporta local sombreado

Regas

Nos primeiros meses após o plantio, no florescimento e frutificação

Propagação

Por estacas

Plantio

Em covas que devem ter 40 centímetros de profundidade e 40 de diâmetro. Já o espaçamento ideal é de 4 metros de distância entre as mudas.

Solo

Deve drenar bem a água das regas, com pH de 5,5 a 6,5

Adubação

10 litros de esterco de curral curtido, 200 gramas de farinha de osso e 200 g de torta de mamona

Poda

De limpeza

Frutificação

De novembro a janeiro, a partir do 2º ano após o plantio

Colheita

De 4 a 6 quilos por planta ao ano

Pragas e doenças

Aúnica que atrapalha no cultivo da amora é a mosca-das-frutas

Esta é uma fruta de origem asiática que se adaptou muito bem no Brasil. Assim como tantas outras. Ela rodou o mundo (veja matéria de abertura em CULINÁRIA). Para se ter uma idéia do interesse dos grandes fazedores de história não só de descobrir terras, mas também de intercambiar condimentos, ervas, frutas, plantas de um modo geral; veja o exemplo da Amora:

Nasceu na terra de Ghandi, foi para o continente europeu no século XVII, depois aportou no Brasil e talvez, quem sabe, pelas Américas. No Brasil, ela ficou restrita aos quintais domésticos, não houve interesse em cultivá-la em alta escala, em comercializá-la. Talvez por ser uma fruta sensível, de modo delicado em conservá-la.

Existe tipos diferentes, como também na coloração: a vermelha, a branca e a negra. Quanto às espécies, encontramos diversas: em Cocais cultivamos a vermelha, que cresce em qualquer lugar e nasce espontaneamente. Existe outra conhecida por aqui como "amora silvestre" ou "amora de barranco".

A branca só é utilizado por passarinhos. Existe também uma versão tipo trepadeira, da qual falaremos adiante. A mais doméstica é a vermelha; uma árvore espaçosa com seus galhos, se deixá-la livre atinge uma altura em torno de 10 metros de altura. Altura essa que dificulta a "panha", mas vira um belo jardim para os passarinhos: é uma algazarra total, prazeroso de assistir. Os próprios pássaros se encarregam de disseminar sua proliferação.

É uma fruta doce com pouca acidez, saborosa e medicinal: ela é rica em vitamina A e C. Age como adstringente natural, alivia a diarréia, cada 100 gramas contém 61 calorias. Muito usada popularmente como repositor hormonal, mas atenção, o ministério adverte para não deixar de manter contato com seu médico, acredito que deve ajudar: o chá de sua folha também é usado.

Fonte: www.pousadadascores.com.br

Amora

Amora

INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
Porção: 100 gramas
Quantidade por porção
 
%VD(*)
Valor Calórico
53 kcal
2%
Carboidrato
12.2 g
3%
Proteína
1.7 g
3%
Gorduras Totais
0.4 g
1%
Gorduras Saturadas
0 g
0%
Colesterol
0 mg
0%
Fibra Alimentar
0.9 g
3%
Cálcio
30 mg
4%
Ferro
3.7 mg
26%
Sódio
2 mg
0%
* Valores Diários de referência com base em uma dieta de 2500 calorias

Originária da Ásia, é uma frutinha muito apreciada nos EUA e na Europa. No Brasil, a amora é cultivada nas regiões Sul e Sudeste por apresentarem um clima ameno. Desenvolve-se na mesma condição climática que o morango.

Há três espécies:

Amora vermelha

Amora branca

Amora preta

Sendo esta última a mais consumida em todo o mundo.

A amora in natura deve ser consumida logo após a colheita, pois é muito sensível. Encontramos também na forma de polpa, sorvetes, tortas, licores e outros. A fruta tem propriedades medicinais como antiinflamatória e antioxidante, entre outros.

Fonte: www.demarchi.com.br

Amora

A amora é uma fruta pendente de uma árvore de porte médio chamada amoreira que se caracteriza pela sua forma típica composta por um agrupamento de vários e minúsculos frutos.

Amora

Dentre as espécies vermelha (Morus rubra), branca (Morus alba) e negra (Morus nigra), a mais conhecida apresenta uma coloração verde, depois vermelha durante sua fase de desenvolvimento e quase preta quando madura.

As amoras podem ser consumidas in natura, com chantily ou entrar no preparo de tortas, sorvetes, compotas, galéias ou ainda transformadas em vinhos, licores e xaropes.

Destaque Nutricional

Rica em vitamina C.

Porção: 100 g
Kcal: 61
HC: 12.6
PTN: 1.2
LIP: 0.6
Colesterol: 0
Fibras: 3.1

Fonte: batuquenacozinha.oi.com.br

Amora

Morus mais conhecida como Amoreira

Amora

Morus é o nome de um género de árvores caducas, mais conhecidas por amoreiras, nativas das regiões temperadas e subtropicais da Ásia, África e América do Norte, sendo que a maioria das espécies do género é asiática.

As plantas do género Broussonetia, intimamente relacionado com o Morus, são também vulgarmente conhecidas por amoreiras, nomeadamente a Amoreira de papel (Broussonetia papyrifera).

Trata-se de árvores de porte médio que podem atingir cerca de 4 a 5 metros de altura, possuem casca ligeiramente rugosa, escura e copa grande. As folhas têm coloração mais ou menos verde, com uma leve pilosidade que as torna ásperas.

As flores são de tamanho reduzido e cor branco-amarelada. As amoreiras crescem bem em todo o Brasil e Portugal e apresentam crescimento rápido, adaptando-se a qualquer tipo de solo, preferindo os úmidos e profundos. Frutifica de Setembro a Novembro no Brasil, e de Maio a Agosto em Portugal.

As amoras são frutos pendentes, de coloração vermelho-escura, quase preta, quando maduros, com polpa vermelho-escura comestível. A coloração de seus frutos varia de acordo com a espécie à qual pertencem e conforme o seu grau de maturação.

Fonte: www.naturezadaterra.com

Amora

Amora ( Rubus ulmifolius ) é um arbusto retorcido e pode crescer até 3 metros. Ele pertence à família da Rosaceae e é popularmente conhecida por seu fruto comestível.

O seu nome deriva do latim científico ruber (vermelho), a cor do fruto, e o epíteto específico refere-se à similaridade dos seus folhetos com folhas de ulmeiro ( Ulmus minor ).

Amora

Descrição

Amora

Amora
Diferentes fases de floração e frutificação

As flores , pentâmeras, têm pétalas brancas ou rosa ovais cerca de 10-15mm e sépalas são cinza ou branco-tomentoso. Nascido em clusters, resultando Inflorescências oblonga ou pirâmide.

Seu fruto , amora é comestível e é composta de muitas pequenas drupas agrupados e ligados entre si ( polidrupa ), vermelho virando-se para preto quando maduros.

Distribuição

Esta planta é muito invasiva e rápido crescimento, pode multiplicar vegetativamente . Pode colonizar grandes áreas de floresta , arbustos, encostas ou formar grandes coberturas em um tempo relativamente curto.

É comum em sebes e aterros cobrir a maior parte da Europa , norte da África e sul da Ásia . Também foi introduzido na América e Oceania , com efeitos muito negativos como ervas daninhas , por exemplo, no Chile , é considerado uma espécie invasora, no entanto, a venda de seus frutos e seus produtos também significa uma fonte de renda para muitas famílias, que pode colher seus frutos.

Usos

A amora é uma fruta da floresta muito popular para preparar sobremesas , compotas e geléias e às vezes vinho. As folhas secas, usadas como infusões, tem diurético, anti-séptico e adstringente urinária e oral. A amora contém minerais vitaminas A, B e C. Devido ao seu elevado teor de ferro é utilizado para prevenir e controlar a anemia . Entre outros poderes, estudos recentes descobriram que o alto teor de flavonóides (taninos têm também vinhos tintos) ajuda a prevenir o câncer e reduzir o colesterol.

Outra utilização, pouco conhecido, é um substituto para o tabaco.

Referências

1. Flora Ibérica - RJB / CSIC, Madrid
2. Matthei, O. (1993) Manual de ervas daninhas que crescem no Chile. Concepción, Chile. 545 pp
3. Lista A Usina
4. mundo da ciência de alimentos . Página visitada em 01 de outubro de 2009 .
5. a-33-frutas-e-legumes-mais-saudável . 10:19:05 PDT dezembro 2008 . Página visitada em 01 de outubro de 2009 .
6. Fonte Quer, Pio. Plantas medicinais-Os Dioscorides renovado, Ed Trabalho, SA, Barcelona, 1980, p.315-316

Fonte: es.wikipedia.org

Amora

Galeria de Imagens

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