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Âncora

Combinando, usualmente, seu próprio peso com a ação de enganchar-se em qualquer saliência ou no próprio chão subaquático, a âncora típica apresenta uma forma especial que a faz prender-se cada vez mais quando sofre tração horizontal.

Uma tração vertical, porém, solta-a com facilidade.

As âncoras ligam-se às embarcações por cordas (ou correntes pesadas, no caso dos grandes navios) que devem permanecer deitadas ao longo do fundo do mar, a fim de que ocorra a tração horizontal.

Para isso, devem ter um comprimento três a oito vezes maior que o equivalente à profundidade da água no local. Para recolher a âncora, enrola-se a corda por meio de um guincho.

Âncora

A eficiência de uma âncora depende da natureza do fundo do mar. A tipo almirantado (figura acima), por exemplo, não agarra bem nos fundos moles e lodosos, pois a área de cravação da pata é relativamente pequena.

Um aperfeiçoamento que ajudou a solucionar este problema surgiu na tipo Trotman, cujo braço é móvel, permitindo que as patas se enterrem segundo um ângulo mais apropriado, fixando melhor a embarcação.

A maioria dos grandes navios modernos usa uma âncora que apresenta patas grandes e móveis, podendo dobrar-se até um máximo de 45º, e apresentam projeções inferiores chamadas unhas de ativação.

Quando o cabo de sustentação é puxado horizontalmente, as patas se encravam firmemente no fundo do mar. Recolhida, pode ser puxada até a boca de saída do cabo, ficando ao lado do casco apenas os braços e patas.

Âncora

Fonte: br.geocities.com

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