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Andropausa

 

 

Andropausa: sintomas e diagnóstico

A partir dos 50 anos, os homens devem começar a se cuidar para fugir da impotência e de outros problemas conseqüentes da queda de hormônio

O QUE É

É conhecida como menopausa masculina. Ocorre na faixa etária dos 50 anos, devido à diminuição do tamanho dos testículos e conseqüente queda da produção de testosterona (hormônio sexual masculino).

POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS

Impotência sexual
Ejaculação precoce
Perda de memória
Câncer na próstata
Nervosismo
Insônia
Queda da libido (apetite sexual)
Perda de cabelo
Diminuição da massa muscular
Alterações no humor
Doenças cardiovasculares
Osteoporose

EXAMES

Para verificar a chegada da andropausa, podem ser feitos testes de sangue, que medem o índice de testosterona, espermograma, que quantifica a produção de espermatozóides, além de exame urológico (mais conhecido como toque), densitometria óssea, para verificar osteoporose, e ecografia da próstata e abdome.

COMO A TESTOSTERONA É PRODUZIDA

1 - A hipófise, uma glândula do cérebro, libera os hormônios luteinizanante (LH) e o folículo estimulante (FSH).

2 - No testículo, o LH atua nas células de Leydig estimulando a produção da testosterona, o principal hormônio masculino.

2a - O colesterol é o precursor da maioria dos hormônios sexuais. Nas glândulas, responsáveis pela produção dos hormônios, o colesterol sofre reações até virar testosterona.
2b -
A testosterona estimula a produção de espermatozóides nas células de Sertoli e o hormônio FSH controla a nutrição dos espermatozóides.

O PROBLEMA DA ANDROPAUSA

Com a idade, a produção de espermatozóides diminui porque o processo de transformação do colesterol em testosterona não se realiza com eficácia.

TRATAMENTO

1 - Reposição hormonal

Deve ser feita com acompanhamento médico.

Existem diversas formas de se repor o hormônio testosterona:

Comprimidos por via oral
Adesivos para a pele
Injeção intramuscular

Benefícios

Retardo da osteoporose
Melhora no desempenho sexual
Melhora dos distúrbios neurológicos
Melhora da qualidade de vida

2 - Medicamentos para impotência sexual: Conforme o caso, o médico pode indicar o uso de algum remédio para reverter o quadro de impotência sexual, como o sildenafil, fentolamina, o dhea (hormônio da supra-renal) e o alprostadil (injetável no órgão genital ou supositório na uretra.

3 - Alimentação: A dieta deve restringir colesterol e açúcar. O homem nesta faixa etária deve comer alimentos com maior teor de sais e vitaminas como legumes, verduras e frutas.

Fonte: www.santalucia.com.br

Andropausa

O nome é uma referência ao fenômeno hormonal que ocorre em mulheres - menopausa - após os 45 anos de idade. Porém, não representa o mesmo tipo de alteração. Em mulheres, há um acentuado declínio na produção hormonal que leva à falência funcional das gônadas (ovários) e interrupção do ciclo menstrual.

Nos homens, foram identificadas várias alterações hormonais. A mais comum é uma redução dos níveis de testosterona, porém não resulta em falência gonadal completa ou interrupção de uma função fisiológica. Há muitas diferenças entre a menopausa e o fenômeno de nome similar dos homens. Não existe uma faixa de idade mais comum para início dos sintomas e nem todos os homens apresentam este problema - o diagnóstico é difícil e o tratamento extremamente controverso.

O que ocorre exatamente na ANDROPAUSA?

A deficiência de testosterona no homem idoso pode causar diminuição do interesse sexual (libido) e da qualidade das ereções ; diminuição da massa muscular; aumento da massa de gordura visceral e alterações no perfil lipídico no sangue; diminuição da massa óssea e osteoporose e diminuição da sensação de bem-estar - caracterizada como diminuição da atividade intelectual, dificuldade de orientação espacial, fadiga e depressão.

Todavia, não se sabe exatamente se esta diminuição de testosterona é um fenômeno isolado, que ocorre devido uma falência da gônada em evolução (hipogonadismo primário), ou se é decorrente de outras alterações no complexo mecanismo de controle hormonal do organismo.

Pessoas com problemas sexuais podem estar na ANDROPAUSA ?

Este é um assunto bastante polêmico. Sabemos que um dos principais efeitos da diminuição dos níveis de testosterona é a disfunção sexual. No entanto, várias pesquisas demonstram que, na maioria dos homens com problemas sexuais, a causa não é hormonal. Cerca de 3% a 4% dos casos de disfunção sexual em homens de todas as idades é devido a problemas hormonais.

No homem idoso, aumenta a freqüência de problemas hormonais, mas também aumenta a incidência de outros problemas que podem causar impotência como, por exemplo, doenças vasculares, diabetes, problemas cardíacos e neurológicos, entre outros. Por esta razão, não se pode afirmar que os problemas sexuais de todos os homens idosos são necessariamente decorrentes de alterações hormonais. A maioria não é. Para saber se um distúrbio sexual está associado a alterações características da ANDROPAUSA é preciso consultar um urologista ou um endocrinologista.

Uma pessoa com níveis de testosterona diminuídos no sangue pode estar na ANDROPAUSA ?

Isto não é verdade. Há uma redução natural dos níveis de testosterona que ocorre com a idade. No entanto, esta redução não implica necessariamente em problemas de saúde. A medicina ainda não compreende muito bem por que isso ocorre. Sabemos que há diferentes formas de testosterona no sangue. Uma delas é a testosterona livre, considerada a responsável pelos efeitos conhecidos dos andrógenos.

Uma parte da testosterona está ligada a outras moléculas e não tem efeitos biológicos muito claros. Talvez por esta razão existam homens com sintomas de deficiência androgênica - que possuem níveis de testosterona normais - e outros sem sintomas com níveis de testosterona diminuídos. É o conjunto de sinais e sintomas, associado a vários tipos de exames de sangue, que permite ao médico fazer o diagnóstico correto de ANDROPAUSA.

O Homem precisa fazer Terapia de Reposição Hormonal ?

Não. A reposição hormonal só é recomendável em homens com indicações exatas. Estas indicações são presença de um ou mais sintomas atribuíveis ao baixo nível hormonal; dosagens de testosterona mostrando níveis baixos e alterações compatíveis de outros hormônios responsáveis pela regulação dos testículos. Isto não ocorre em todos os homens e não existe certeza se todos os homens com este quadro clínico necessitam de tratamento.

As conseqüências da redução hormonal para o organismo não são completamente conhecidas. Não sabemos se haverá comprometimento importante na saúde do indivíduo que não for tratado. Por isso, não se pode recomendar a reposição hormonal rotineira em homens idosos. O conhecimento médico sobre as conseqüências da privação hormonal em homens idosos é decorrente de situações clínicas incomuns, como a resultante de ablação hormonal terapêutica indicada em homens com câncer de próstata.

Quais são os cuidados que um homem em Terapia de Reposição Hormonal precisa ter ?

A Terapia de Reposição Hormonal deve ser controlada pelo médico a cada quatro meses no primeiro ano de tratamento. É preciso se certificar da ausência de problemas hepáticos, cardíacos e de próstata e da ausência de alterações no perfil lipídico do sangue. A testosterona sintética é metabolizada pelo fígado e pode causar danos para este órgão.

Pessoas com fatores de risco para doenças cardíacas podem ter agravamento do quadro durante o tratamento com testosterona e, os que têm câncer de próstata oculto podem ter aumento na velocidade de crescimento do tumor. Porém, a reposição hormonal não causa câncer de próstata.

Finalmente, os resultados do tratamento são medidos pela melhora dos sintomas: melhora da função sexual, aumento da massa muscular, melhora da sensação de bem estar e da disposição em geral.

Fonte: www.sbu-sp.org.br

Andropausa

É a chamada "crise do homem", um fenômeno de ordem psicosocial e cultural que ocorre a partir dos 45 ou 50 anos e que vai até 60 anos em diante, onde na área sexual se centraliza a temática deste problema, principalmente quando o homem não se orientou e não conseguiu da vida tudo o que quis realizar, ou seja, seus objetivos e seus ideais, o que baixa a sua autoconfiança e sua auto-estima detonando um processo de culpa que, às vezes, gera uma inevitável e conseqüente condenação a não ser mais o mesmo.

Em qualquer idade o homem pode ter distúrbios do desejo sexual, da ereção e da ejaculação mas, uma falha sexual de qualquer destes tipos, que caracterize uma impotência orgástica, pode fazer surgir a indesejável e amedrontadora idéia do "estou ficando velho, tudo acabou", o que na realidade, mostra um despreparo do homem por falta de conhecimento desta tão importante fase da sua vida, devido aos mitos, preconceitos e à falta de informação, que pode acionar fatores psicológicos desencadeantes do mito de que "está chegando a hora" e não de que é um "problema da idade" que merece uma boa orientação e um tratamento adequado.

Muito embora a espermatogênese vá até uma idade avançada, ou seja, a capacidade reprodutiva do homem vá até 80 a 90 anos ou mais, de repente, o homem descobre no espelho que as rugas aumentaram, as entradas na testa se alongaram, as gordurinhas se localizaram, a barriga ficou proeminente e, nem dá para enxergar o órgão sexual ou mesmo os pés... Mas existem muitos homens que, para se desvencilhar de suas obrigações afetivas usam o pretexto de que "estou cansado, é a idade".

E outros que se sentem privados de sua liberdade de sair, de ficar com os amigos quando a mulher quer controlar suas vidas, estes deixam acontecer a andropausa para se verem livres de suas mulheres mas, a bem verdade, ao não exporem os seus verdadeiros sentimentos, acabam se prejudicando, deixando de viverem bem consigo mesmos, esquecendo-se de que a sexualidade é como o vinho, quanto melhor praticada melhor se torna o prazer.

E os sintomas característicos desta fase do homem são o cansaço, a diminuição do tônus muscular, a diminuição da força, a diminuição da audição e da visão, a depressão, a diminuição do interesse sexual, a dificuldade de ereção, a falha da ereção, a falha da ejaculação, o atraso da ejaculação, relações deficientes ou incompletas, a perda progressiva da memória com esquecimentos freqüentes, insônia, perda da potência sexual, excessiva transpiração, alteração do humor, irritabilidade, insegurança, depressão, sentimento de solidão e a redução da autoconfiança e da auto-estima.

Como, aparentemente, não há mudanças hormonais significativas, toda esta gama de sintomas ocorrem também devido aos fatores psicosocioculturais que somente à sutil diminuição da testosterona, o hormônio masculino, cuja queda ocorre lenta mas progressivamente, à monta de 1% ao ano até chegar ao limite inferior da normalidade e também à sutil baixa da androsterona. Não se deve esquecer que o processo de envelhecimento está muito relacionado à arteriosclerose, enfermidade que atinge todo o sistema vascular arterial, endurecendo e diminuindo a luz dos vasos, diminuindo o aporte sangüíneo e a oxigenação e, conseqüentemente a nutrição do organismo em geral.

E com os complexos da fase etária, parece que o homem andropáusico sofre a influência do estigma da aposentadoria e faz que está na "idade do lobo" e assim ele nega o que o espelho lhe mostra, pinta os cabelos, se ilude de que está no auge da potência, conta vantagens, se comporta como adolescente, e sai de braços dados com uma mocinha para gerar olhares e comentários que lhe massageiam o seu ego, por pura auto-afirmação.

Na realidade, para o homem informado, a andropausa não é uma crise e sim uma importante fase de amadurecimento, na qual ele deve despertar, com razão e sabedoria, as suas virtudes e seus verdadeiros valores. E para que isto ocorra, deve o homem inteligente recorrer às terapêuticas que melhor lhe convierem, propiciando uma melhor qualidade de vida, a fim de restabelecer o seu estado de saúde e não se tornar suscetível a adoecer daquilo que ele pode prevenir.

Na maioria dos casos o tratamento engloba uma terapêutica à base de remédios como os homeopáticos, os ortomoleculares e os florais; orientação alimentar base de peixes, hortaliças e frutas com diminuição dos açúcares, gorduras e sal; evitar o fumo; evitar o sedentarismo; exercícios adequados; suplementação de vitaminas, sais minerais, oligoelementos, antioxidantes, aminoácidos, tudo para melhorar o estado de saúde mental e orgânico, a potência sexual, o condicionamento físico, a neurotransmissão dos estímulos sexuais e a massa muscular corporal.

Fonte: www.revistapsicologia.com.br

Andropausa

A menopausa no homem

Sabia que homem também entra na fase de menopausa?

É verdade, e é um problema atual de saúde. Só recentemente é que os estudos médicos identificaram esta realidade fisiológica.

Ainda há bem pouco tempo, se pensava que após certa idade, era normal e fisiológico o homem tornar-se mais triste, apático, apresentando em simultâneo perda do apetite sexual, isto é, características atribuídas ao envelhecimento. Ao contrário do que ocorre na menopausa feminina, com uma diversidade de sintomas, desde afrontamentos, irritabilidade, depressão, etc., os sintomas físicos da andropausa no homem são mais subtis, não sendo observados e identificados, com facilidade.

É um tema científico ainda de estudo recente, não havendo portanto um consenso unânime no mundo científico da medicina.

"A andropausa corresponde a um período da vida do homem em que alguns apresentam sintomas decorrentes da diminuição dos níveis de testoterona (hormona masculina).

Tal diminuição é fisiológica, isto é, normal ocorrendo em aproximadamente a 1% ao ano, após os 40 anos.

Depois dos 50 anos, 40 % dos homens apresentam sintomas sugestivos de queda dos níveis de hormonas. Não existe, no entanto, um critério uniforme na medicina sobre como e se é necessário tratar, uma vez que os efeitos colaterais dos medicamentos hormonais masculinos são bastantes".

Reconhecendo o problema

Embora já tenham sido confundidos com situações de depressão, os sintomas mais comuns são: desinteresse sexual, problemas de ereção, falta de concentração e de memória, queda de pelos púbicos, insónia, perda de peso e por vezes consequentemente o próprio quadro depressivo. Em casos extremos, a baixa da produção de testosterona pode provocar osteoporose.

"Se um homem apresentar tais queixas que aparecem em geral de forma lenta e progressiva, deve procurar o médico que então fará o doseamento hormonal para saber como estão os níveis de testosterona" no sangue.

Quando tratar

O tratamento é recomendável apenas quando a quebra hormonal for acentuada. "Tal reposição deve ser feita, porém, sob rigoroso acompanhamento médico com uma criteriosa avaliação geral do paciente.

Porque assim como as hormonas femininas, a testosterona sintética (que é produzida em laboratório) apresenta também consideráveis efeitos colaterais. O principal problema reside no aumento de risco do homem vir a apresentar tumor d próstata. "Esse tipo de tumor necessita de hormonas masculinas para se desenvolver". Se o homem tiver um cancro oculto ou uma predisposição, então o aporte hormonal esterno poderá acelerar o seu desenvolvimento.

Nesses casos, a terapêutica hormonal substitutiva estará totalmente contra-indicada. Outro efeito colateral importante são as alteração do funcionamento do fígado provocadas pela testosterona, quando administrada por via oral. "Existe aumento da predisposição de desenvolver doenças cardiovasculares e até o próprio aumento de volume da próstata, que causa ou intensifica problemas urinários como a dificuldade para urinar".

A qualquer sintoma, o médico deve ser sempre procurado. "Embora a andropausa atinja com maior intensidade os fumantes, os alcoólicos e todos que apresentem doenças crónicas, como diabetes, doenças coronárias, hipertensão arterial e obesidade, apenas o profissional médico sabe indicar a melhor forma de tratamento e sua necessidade". "A principal contra-indicação é tomar hormonas por autoria própria, sem acompanhamento médico".

Fonte: clinotavora.planetaclix.pt

Andropausa

O que é andropausa?

Se você olhar para a definição do dicionário, você verá que esta é a cessação da atividade sexual em homens mais velhos. Esta definição remonta a 1952 e é obviamente a de acadêmicos. Ele não reflete a totalidade do fenômeno. Seria melhor falar de climatério masculino. No dicionário, que, em seguida, encontrar a noção de idade crítica coincidindo com mudanças nas vidas dos homens.

Eu diria que é andropausa todas as alterações psicológicas e fisiológicas que acompanham a cessação natural e gradual da atividade sexual em humanos. Este é o conjunto de transformações, causada pela diminuição da secreção do andrógenos, que acompanham o retorno de idade do sexo masculino.

Quanto vai traduzir?

Isto irá resultar na degradação de todos os programas de agência, isto é, por degeneração do corpo. E esta degeneração será localizado principalmente ao nível dos órgãos sexuais.

Em termos de metabolismo haverá uma perturbação do metabolismo do açúcar, com uma tendência a diabetes, uma desordem do metabolismo da gordura com o colesterol e triglicéridos elevados e comprometimento do metabolismo das proteínas com uma repartição de todos os corpos, eles, consistem em proteínas.

Isto irá resultar em doenças como a diabetes, arteriosclerose, com a sua hipertensão, doença coronária, doença cardíaca, osteoartrite, ...

Quando esses mecanismos que ele vai começar a desenvolver?

Eles geralmente começam gradualmente a 40 anos. Se não for 40 anos, será a 42 ou 45. Mas digamos que, em geral, aos 40 anos o processo iniciado.

Quais são os sinais de alerta?

Bem, esta é precisamente a armadilha. Os distúrbios metabólicos muito antes de aparecerem os sintomas. É muito calmo, é sorrateira e, possivelmente, apenas 40 anos, biologicamente, existem muitas deficiências nos homens. Mas eles ainda não estão conscientes.

O processo de metabolismos obtendo virá verdadeiro durante 5 a 10 anos. Isto irá levá-los a 55 anos onde, então, os órgãos foram alcançados. E lá, todos os sintomas de inadequação sexual e as doenças aparecem. Isto é extremamente largo. Na verdade, falamos de envelhecimento do corpo humano.

Quais os sintomas que ele vai ter?

Os problemas sexuais eles não serão necessariamente admitir. Depressão, falta de criatividade, falta de unidade, são pequenas coisas que os médicos não dão importância.

Você chama a vida hormônio testosterona. Qual é o seu papel?

A testosterona é a hormona mestre ea sua ação tem sido demonstrada em vários órgãos. O corpo segrega uma variedade de androgénios. A testosterona é o produto mais avançado da cadeia. Mas existem precursores e um conjunto de hormonas e moléculas associadas com DHEA. Este conjunto de andrógenos, e isso vale para mulheres também, que vai cair na fabricação de 40 anos.

A testosterona, por que é o hormônio da vida? Bem, porque governa todas as proteínas no corpo (todos os órgãos são feitos de proteínas e sua montagem é controlada pela testosterona) e todo o metabolismo açucarado e de ácidos gordos, direta ou indiretamente. Este é o sistema básico de vida.

Você não pode iniciar um tratamento anti-envelhecimento, em homens ou mulheres, sem começar com a base, por isso, a testosterona.

Então, como pode um homem manter-se saudável depois dos 40?

Ou ele não tem sintomas e ele disse, eu sou 40 e eu tenho mais de 40 anos, estou bem, não tenho sintomas e eu entendi da leitura do livro ou de seu artigo que o meu programa biológico ainda pode se deteriorar. Então, nesse momento, devemos analisar seus níveis hormonais. Se os resultados são normais, haverá talvez um tratamento não.

Estes análise hormonal deve ser repetido anualmente para detectar e prevenir o aparecimento de problemas.

Agora, ele pode ter sintomas, pode ser deprimido. Se ele está deprimido, ele estará interessado em deixar de ser assim. Se tem mais atividade sexual, ele vai encontrar o seu interesse na atividade sexual. Neste ponto, ele será seguido cada 6 meses.

Que tipos de tratamento que você vai dar?

Curso de tratamento hormonal como este é andropausa. Nós daremos tratamentos déficit androgênico baseado em sua cadeia de suprimentos. Nós usamos hormônios sintéticos que reproduzem a molécula natural.

O que provoca um aumento da próstata?

A interrupção da cadeia de andrógenos com estrógeno. É possível proporcionar um tratamento e pode também utilizar os bloqueadores de enzimas.

Quais são as ligações entre hormônios e calvície?

É o mesmo problema para a próstata. Isto é, novamente, uma desordem da cadeia de androgénios a um alvo. Ele pode ser corrigido por tratamento com a hormona apropriado.

Consumo de hormônios aumenta com a prática de exercício físico. Isto significa que antes do exercício, mesmo razoavelmente, verificar o seu sistema hormonal?

O esforço físico da pessoa que experimenta andropausa tem limites de cada vez maior. Desprovido de hormônios masculinos, está se tornando menos competitivas. Depois de 40 anos, para o esporte, os homens devem ter seu sistema androgênica em ordem, caso contrário, eles estão em risco.

Antes de pilotar um avião, vale a pena verificar todos os circuitos, para verificar se ele começa com combustível suficiente. Um ser humano é mais sofisticado do que um avião. E toda a sua atividade é o resultado de seu programa. Você pode jogar curso esportes. Há alguns que estão correndo e teria sido melhor fazer caminhadas ou na criação de uma cadeira de praia porque seu corpo não é capaz de absorver o estresse. Porque eles não têm combustível para construir músculos. Quando você se exercita e você não tem hormônios, não é fabricar músculo.

Georges Debled

Fonte: www.nutranews.org

Andropausa

Alguns homens não apresentam o mais leve sintoma. Outros parecem estar especialmente predispostos à insegurança e à ansiedade, sobretudo quando passam dos 40 anos.

"Uma das barreiras que impedem os homens de falar sobre a andropausa (fase semelhante à menopausa, que acomete a mulher)é o medo de ser pouco viril. Muitos preferem morrer antes de reconhecer que a ereção deixou de ser igual de antigamente. Outros têm receio de não satisfazer mais as suas parceiras", diz o sexólogo Gabriel Guevara, da Sociedade Mexicana de Sexologia Humanista Integral.

Etapa de transição

A andropausa é o período em que o homem passa por mudanças hormonais, fisiológicas e químicas. Isso acontece freqüentemente entre 40 e 50 anos, embora haja casos em que pode ocorrer aos 35 ou aos 65.

As alterações podem chegar a afetar todos os aspectos da vida, como:

Dificuldades para conseguir ter ou manter a ereção perda de interesse por fazer sexo

Problemas nas relações que repercutem diretamente no funcionamento sexual da parceira; a mulher pode achar que está sendo repelida ou ficar ressentida se o homem não dividir as suas inquietações com ela a culpa é freqüentemente experimentada por casais cujo homem tem problemas de ereção.

"Qualquer que seja a origem da disfunção sexual, uma vez iniciada a interação de fatores psicológicos, físicos e interpessoais, é muito difícil para o homem recuperar o seu equilíbrio", diz o andrologista Roberto Cervera, do Hospital Juarez, no México. "Se perder a ereção durante o tratamento medicamentoso, por exemplo, o homem começará a se preocupar se o seu órgão genital funcionará ou não na próxima vez em que tentar uma relação."

O stress é o inimigo

Quanto mais preocupações e stress tiver o homem maduro, menos será capaz de responder aos estímulos sexuais, segundo a prática médica. "A parceira, portanto, poderá sentir que a culpa é dela ou não se sentir suficientemente atraente aos olhos do amado. Se não for estabelecido um diálogo poderá haver uma separação. Também pode acontecer de o casal ficar cada vez mais envergonhado, temeroso e frustrado de tal modo que fica difícil a recuperação", diz Guevara.

"É preciso lembrar que a andropausa é passageira."

Hormônios e idade

Estudos feitos nos Estados Unidos demonstraram que os níveis dos hormônios androgênicos nos homens a partir de 45 anos são mais baixos do que nos homens mais jovens. Concluiu-se, então, que a produção desses hormônios está intimamente relacionada à idade e às manifestações da andropausa, também chamada de climatério masculino.

Nesse período, o homem pode ter menor resistência à atividade física e necessidade de urinar com maior freqüência, além de ganhar peso e perder cabelo. As mudanças sexuais observadas em alguns homens que ultrapassaram os 55 anos estão relacionadas ao tempo mais prolongado que necessitam para atingir a ereção e à estimulação, que precisa ser mais direta.

A ação da testosterona

A testosterona (hormônio sexual masculino) é necessária para a estimulação da libido e da capacidade erétil, requisitos indispensáveis para que a função sexual aconteça normalmente. A administração de remédios em casos de baixa produção de testosterona pode melhorar a função sexual em homens mais velhos.

Fonte: www.saudeforum.com.br

Andropausa

Menopausa X Andropausa

Manifestações iniciais da velhice

Ambas originadas pelo défice hormonal, a menopausa e a andropausa são manifestações no feminino e no masculino de um período específico da vida pertencente ao processo de envelhecimento. Marcadas por mudanças fisiológicas, variam de indivíduo para indivíduo e, sobretudo, consoante o sexo.

Salvo raras excepções, a expressão as senhoras primeiro ganha evidência quando se compara a menopausa com a andropausa. De fato, é nas mulheres que se manifestam os primeiros sintomas do envelhecimento, geralmente aos 50 anos, mas pode ser precoce (40 anos) ou tardia (55 anos). No que diz respeito aos homens, tal sintomatologia pode surgir antes dos 40 anos, mas é mais frequente a partir dos 60.

Contudo, quer nos homens quer nas mulheres, ocorrem inúmeras alterações físicas, sexuais, afetivas e cognitivas. As manifestações são, porém, mais evidentes nas mulheres.

A menopausa é uma etapa bem-definida da vida, nomeadamente, com a cessação da menstruação, que está associada à infertilidade.

É também caracterizada por várias alterações, condicionadas pela diminuição de estrogénios, avança o Dr. Carlos Santos, urologista, continuando:

O défice destas hormonas sexuais femininas interfere com muitos aspectos fisiológicos. A nível urológico, por exemplo, dá-se uma diminuição da lubrificação das paredes vaginais, podendo causar o vaginismo, outras alterações a nível de disfunção sexual feminina ou a incontinência urinária.

Ao contrário, a andropausa, que é também designada como menopausa masculina, é menos evidente, ou seja, não há uma etapa bem definida em termos de cessação de funções. Por exemplo, a fertilidade mantém-se nos homens. Além disso, sintomas como os afrontamentos ou a sudação nocturna não importunam tanto o sexo masculino, nem são tão evidentes como no sexo feminino.

O homem sofre uma série de alterações proporcionadas pela diminuição dos androgénios, em particular a testosterona que, por sua vez, pode originar disfunção eréctil, diminuição do volume testi­cular, alterações do orgasmo ou ejaculação fraca. Esta fase pode ser definida como a síndrome produzida pela diminuição progressiva dos androgénios, diz o urologista, comentando que andropausa não é o termo cientificamente correto.

E explica a razão: Andropausa é, para muitos autores, uma terminologia controversa, sendo utilizada a expressão inglesa "PADAM", que significa "deficiência parcial androgénica do homem idoso". Para mim não faz muito sentido chamar de andropausa a uma fase do homem que é diferente da que ocorre na mulher.

Além disso, em termos científicos, PADAM traduz, de forma mais precisa, a etapa masculina da segunda metade da vida, pois define uma diminuição dos androgénios. Usa-se andropausa porque é simples e associa-se à menopausa masculina.

Desejo sexual diminuído

A cessação da menstruação provocada pela falência da função dos ovários é um aspecto com consequências objetivas. O mesmo não se poderá dizer do défice de testosterona. Contudo, a diminuição do desejo sexual, além de ser objetiva, é comum em ambos os sexos.

A menopausa e a andropausa não devem ser encaradas como doenças, mas sim como fases em que ocorrem sintomas específicos. Daí a existência de terapêuticas que ajudam os indivíduos a ultrapassar esse período com uma melhor qualidade de vida. A sexualidade é uma das áreas em que atuam.

A terapêutica para a diminuição do desejo sexual passa pela reposição do défice hormonal. Assim como para a mulher existem as terapêuticas hormonais de substituição, que repõem os níveis hormonais de estrogénios, para o homem o tratamento mais atual que repõe os níveis de androgénios é feito com testosterona em gel, indica Carlos Santos.

Tal como acontece com a THS, para as mulheres, o gel responsável pelo aumento da libido masculina também contribui para a diminuição dos afrontamentos, dos suores e da ansiedade. A aplicação é feita, uma vez por dia, em zonas corporais de fácil acesso, normalmente no ombro ou na barriga.

O uso da testosterona em gel obriga a uma vigilância médica, porque é apenas indicado para os homens que têm uma deficiência de testosterona. Outras alterações que possam ocorrer, como a disfunção eréctil, são tratadas com fármacos diferentes, menciona o urologista, advertindo que algumas patologias podem ser agravadas pelo uso da testosterona em gel, nomeadamente o carcinoma da próstata.

E conclui: É preciso ter noção de que, quer na menopausa, quer na andropausa, não há apenas uma diminuição de estrogénios e de androgénios. Trata--se de um processo de envelhecimento normal, fisiológico, que está associado a alterações multiormonais e a deficiências hormonais, como a hormona do crescimento.

Fonte: www.medicosdeportugal.iol.pt

Andropausa

Andropausa ou Climatério Masculino

As mulheres sairam na frente. Há muito tempo elas já se preparam para enfrentar e combater a menopausa. Mas os homens também podem sofrer com a baixa do hormônio masculino, a chamada "andropausa". Só que eles ainda não sabem reconhecer o problema nem lidar com ele.

A andropausa nada mais é que a diminuição da testosterona (hormônio masculino) nos homens com mais de 50 anos.

A partir dos 40 anos, a testosterona começa a diminuir cerca de 1% ao ano. Quando a taxa cai muito, alguns homens podem apresentar problemas. Neste período do envelhecimento, o homem é marcado por mudanças fisiológicas e psicológicas. Desinteresse e preguiça sexual, fadiga mental, insônia e sentimentos depressivos são alguns dos sinais do climatério masculino. O medo de enfrentar desafios, seja na vida particular ou profissional, é o mais comum de todos.

Portanto, andropausa seriam as disfunções sexuais e os problemas físicos provocados pela diminuição do nível de testosterona, que atinge homens com mais de 50 anos.

A andropausa, por maior que seja a queda do hormônio (testosterona) ela não se compara à queda dos hormônios femininos na mulher

No homem os sintomas se instalam lento e progressivo e também, diferente da menopausa, ela não atinge todos os homens e os sintomas variam muito mais do que nas mulheres.

O hormônio masculino

A testosterona é produzida pelas células de Leydig nos testículos que são estimuladas por hormônios produzidos por uma glândula na base do cérebro chamada Hipófise.

A testosterona na adolescência é responsável pelas características sexuais:

Desenvolvimento do falo
Aumento dos pelos
Mudanças da voz
Aumento da massa muscular.

Sintomas da andropausa

Aumento da proporção de gordura corporal
Diminuição da massa muscular
Tendência à anemia
Tendência à osteoporose
Diminuição do desejo sexual
Alterações do desempenho sexual (dificuldade de ereção)
Dificuldade de concentração
Problemas de memória
Apatia e depressão

Como diagnosticar?

Deve-se fazer a dosagem da testosterona, do FSH (Hormônio Folículo Estimulante) e LH (Hormônio Luteinizante).

Como tratar?

1 - Dia-a-dia

Atividades físicas regulares, alimentação adequada (mais vegetais, menos gorduras animal), procurar estar com o peso dentro dos parâmetros de normalidade (ver programa lip-less na página principal) melhora da qualidade de vida (evitar o estresse, manter atividades sociais, desenvolver algum hobby).

2 - Reposição de testosterona

Pode ser feita de 4 maneiras:

Injeção intramuscular: Semanais ou mensais - É o método mais usado no Brasil.
Adesivos:
São colocados sobre a pele. Há relatos de até 80% de reações alérgicas.
Comprimidos por via oral:
A absorção pelo intestino é irregular e os remédios são mais tóxicos para o fígado.
Gel de testosterona:
Tem as mesmas vantagens dos adesivos, sem as reações na pele. Vai ser lançado este ano nos Estados Unidos. Riscos da reposição hormonal ( havendo exagero no uso )

Comprovados

Crescimento das mamas
Aumento do número de glóbulos vermelhos no sangue , o que pode predispor a derrames e infarto.
Lesões no fígado , desde uma hepatite ( inflamação ) até câncer.
Retenção de água e sais minerais , o que pode agravar a insuficiência cardíaca e a hipertensão.
Aceleração do crescimento de tumores na próstata.

Ainda não comprovado:

Aumento do colesterol ruim , fator de risco para infarto e derrame.

Atenção

Hoje em dia, existe algumas alternativas para a reposição hormonal masculina.

Fonte: drcarlosaugusto.vilabol.uol.com.br

Andropausa

Você já ouviu falar em Andropausa?

Vários sintomas associados ao envelhecimento masculino são causados pela falta de testosterona. O problema conhecido como “andropausa”, pode ser resolvido com reposição hormonal.

A testosterona é o hormônio mais importante do processo de formação e amadurecimento dos órgãos sexuais masculinos. Produzida nos testículos a substância é essencial para conservar a força masculina e a densidade dos ossos, a energia física e mental e os impulsos sexuais.

A “andropausa” pode acontecer depois dos 40 anos ou mesmo antes disso. Caracteriza-se pela perda da libido, cansaço, aumento da gordura abdominal - podendo favorecer a síndrome metabólica – que aumenta o risco de diabete e doenças cardiovasculares, dificuldade para obter e manter ereções, irritabilidade excessiva, depressão, insônia, baixa atividade intelectual, redução da massa e da força muscular, diminuição da quantidade de pêlos corporais e ossos frágeis.

Ela afeta cerca de 25% dos homens entre 50 e 60 anos e 40% dos que tem entre 60 e 80 anos, no entanto, a doença ainda é pouco conhecida.

A “andropausa”, ou “Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino” (DAEM), é bem diferente da menopausa, que ocorre nas mulheres entre 45 e 55 anos. Nelas os ovários deixam de funcionar de uma hora para outra, fazendo com que os níveis de hormônio estrogênio despenquem.

Neles a função dos testículos cai gradativamente após os 30 anos, provocando uma redução anual de cerca de 1% de concentração de hormônio testosterona no sangue. Mas o tratamento tanto para as mulheres quanto para os homens consiste na reposição hormonal. Agora existe nas drogarias também em versões injetáveis do “undecanoato” de testosterona, medicamento lançado recentemente no Brasil, que promete estabilizar os níveis do hormônio masculino com apenas uma aplicação a cada dois ou três meses.

Os homens costumam associar os sintomas da “andropausa” ao envelhecimento e convivem com o problema sem conhecê-lo. Apenas 5% de todos os que apresentam o problema estão recebendo tratamento adequado. E muitos só se dão conta de que algo está errado quando sua vida sexual já está comprometida.

O diagnóstico da “andropausa” é simples. O 1º passo é elencar os sintomas e descartar outras doenças que poderiam causá-lo. Em seguida é feito um exame físico capaz de revelar alguns sinais importantes, como a diminuição da massa muscular e a redução da quantidade de pêlos no corpo.

A última providência é o exame laboratorial, que mede a concentração de testosterona no sangue. Se estiver baixa é bom repetir o teste, pois costuma haver uma flutuação da quantidade do hormônio no organismo. Caso o resultado seja o mesmo no segundo exame, a reposição pode ser uma alternativa.

Quando chegar a hora de optar pelo melhor tipo de reposição vários fatores devem ser levados em conta, como o preço do medicamento, a freqüência das aplicações e o efeito colateral.

O “undecanoatao de testoterona injetável” estabiliza os níveis de hormônios no sangue, evitando altos e baixos perigosos para o paciente. Ele libera testosterona de forma mais lenta que os outros produtos injetáveis. No entanto as experiências com esse medicamento ainda são insuficientes.

Segundo médicos, os pacientes apresentam uma melhora significativa quando fazem a terapia de reposição hormonal. O resultado já aparece alguns dias após o tratamento. Por outro lado, é importante ter cautela com a administração de testosterona. Antes de prescrever o hormônio, é preciso ter certeza de que o paciente não tem nenhum trauma na próstata, pois a reposição hormonal pode aumentar o problema, e os riscos. Só depois do exame de toque e da medição de uma proteína conhecida como PSA (sigla em inglês para antígeno prostático específico), que acusa a existência de uma boa parte dos tumores, é que o tratamento é liberado.

E por fim quando a reposição hormonal é indicada é importante monitorar os pacientes cuidadosamente.

Prós e contras de cada método
  Vantagens Desvantagens
Injetável Os medicamentos mais comuns são baratos, cerca de 30 reais por aplicação. E os mais avançados, como o “undecanoato de testosterona” podem durar até três meses Os mais baratos têm dois inconvenientes, os efeitos duram pouco – não mais que um mês _ e a concentração de hormônio flutua muito após a aplicação. Os mais caros saem por mais de 300 reais.
Gel Elevam a taxa de testosterona no sangue e não produzem reações na pele. Alguns géis especiais driblam dois efeitos colaterais de outros tipos de reposição: o aumento das mamas e da próstata A aplicação tem que ser feita diariamente nos ombros e no abdômen. E como os produtos são importados o preço é alto, de 200 a 300 reais por mês
Adesivo É a forma mais cômoda do tratamento, pois o efeito de uma aplicação dura até seis meses, sem grandes variações nas taxas de testosterona Podem produzir irritação na pele. As versões para aplicação escrotal precisam de áreas depiladas. E o custo do tratamento também fica entre 200 e 300 reais
Implante subcutâneo É a forma mais cômoda do tratamento, pois o efeito de uma aplicação dura até seis meses, sem grandes variações nas taxas de testosterona A incidência de rejeição é alta, cerda de 10% dos pacientes expulsão os implantes ou desenvolvem infecções
Implante subcutâneo
Comprimido
É fácil de usar- basta ingerir É preciso tomar de dois a três comprimidos por dia para estabilizar os níveis de hormônio. E alguns remédios podem causar complicações no fígado

Milena Nogueira Lessa

Fonte: www.faac.unesp.br

Andropausa

A ANDROPAUSA E A TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL

Todos os homens produzem testosterona que é o hormônio sexual masculino mais importante. A testosterona atua em vários setores do organismo, sendo responsável pela manutenção de músculos, ossos, gorduras, espermatogênese, etc e a manutenção de comportamentos como libido, agressividade e emoções.

Aproximadamente 20% dos homens com mais de 50 anos de idade têm nível baixo deste hormônio. A testosterona faz com que se formem os testículos, a próstata, o órgão genital e as vesículas seminais durante a fase embrionária, na presença do cromossomo Y.

Durante a infância a testosterona quase não atua, porém com a puberdade começa a sua produção em quantidade cada vez maior. A testosterona é responsável pelo tom grave da voz dos homens, pelo alongamento e engrossamento dos ossos, pela hipertrofia e força dos músculos, pela produção de esperma, pelo crescimento da genitália, engrossamento e oleosidade da pele, pela barba e distribuição dos pêlos no corpo. Além das características físicas dá aos homens um comportamento mais "agressivo" típico dos machos e mantém a sua libido.

Após os 40 anos de idade, é normal haver um declínio lento e gradual na produção de testosterona. Estima-se a queda de 1% ao ano. Essa queda de testosterona quando acompanhada de desconforto produz um quadro clínico de desinteresse geral, perda do desejo sexual, impotência, fraqueza, tristeza, insônia, mau-humor que se confundem com o processo natural de envelhecimento, mas que na verdade é aquilo que chamamos de andropausa.

Nas mulheres é fácil perceber o fim dos ciclos menstruais acompanhados de alterações hormonais, período conhecido por menopausa. Nos homens não existe este fim claramente delimitado, ocorrendo uma diminuição lenta, sutil e gradual das alterações hormonais.

A Testosterona

A testosterona é produzida quase toda nos testículos numa quantidade de 5 a 7 mg por dia. É sintetizada a partir do colesterol e secretada pelos testículos em resposta ao hormônio luteinizante (LH) que é liberado pela adeno-hipófise juntamente com o hormônio folículo-estimulante (FSH) e a prolactina. Os hormônios hipofisários dependem de uma ordem do hipotálamo através do hormônio GnRH para serem produzidos.

Além de ser produzida nos testículos pelas células de Leydig, a testosterona atua nas células de Sertoli (também dos testículos) para a produção de espermatozóides. Uma pequena quantidade de testosterona é produzida pela córtex das glândulas supra-renais. Considera-se normal quando o nível de testosterona dosado no sangue fica entre 300 e 1050 ng/dl.

Os níveis de testosterona estão sempre variando para mais ou para menos dependendo da hora do dia ou da noite. Por isso, uma dosagem baixa deve ser confirmada por outro exame feito em outra hora de outro dia. A testosterona que atua no nosso corpo é a que está sob a forma livre; a maior parte da testosterona está ligada a proteínas e aparentemente não atuam.

É natural que com a idade ocorra uma diminuição progressiva da testosterona, mas isso não significa obrigatoriamente uma doença. Existem homens com testosterona normal com queixas semelhantes a andropausa, da mesma forma que existem homens com testosterona baixa sem queixas. A testosterona ajuda a diminuir o nível do colesterol ruim (LHL) e a aumentar o nível do colesterol bom (HDL).

A Andropausa no corpo, no psiquismo e na sexualidade do homem:

A deficiência de testosterona pode ser devido a problemas dos testículos como diminuição da circulação arterial, diminuição das células de Leydig, ou por alterações do mecanismo de controle hormonal do organismo.

As manifestações mais comuns da andropausa são: diminuição da massa muscular, aumento da gordura abdominal, diminuição da densidade óssea (osteoporose), diminuição do interesse por sexo, piora da qualidade e da freqüência das ereções, diminuição da massa muscular, diminuição da força física, mudança do perfil lipídico no sangue, queda na sensação de bem-estar, cansaço, fraqueza, desinteresse intelectual, depressão, insônia e mau-humor.

A testosterona não participa do mecanismo erétil, apenas melhora as condições do homem, fazendo com que ele se sinta mais capaz de ter relações sexuais. Mesmo homens sadios, com testosterona em nível normal, têm declínio da função sexual. Homens idosos têm diminuição da tumescência peniana noturna e da sensibilidade peniana.

Somente 3 a 4 % das causas de disfunção erétil ocorrem devido a alterações hormonais. Outras causas importantes devem ser obrigatoriamente avaliadas nestes pacientes com disfunção erétil como diabetes, hipertensão arterial, problemas cardiológicos, neurológicos, vasculares, urológicos, fumo, álcool, aumento do colesterol, alimentação inadequada, uso de medicamentos relacionados, cirurgias realizadas, falta de afetividade com a parceira, etc.

Quando indicar a Terapia de Reposição Hormonal?

Somente quando as queixas clínicas forem compatíveis com o exame físico e os achados laboratoriais. Nem todos os homens se enquadram nestas condições.

É necessário que as dosagens hormonais comprovem o quadro clinico do paciente. Recentemente foi introduzido o questionário de Moley (Moley´s questionnarie ou ADAM - Androgen Deficiency in Aging Males questionnarie) que é o único conhecido e válido para investigar a andropausa.

1- Você tem diminuição da libido?
2
- Você tem perda de energia?
3-
Você tem perda do vigor e/ou da paciência?
4
- Você perdeu altura, ficou mais baixo?
5
- Você notou alguma perda do "prazer pela vida"?
6-
Você tem estado abatido e/ou irritável?
7
- Suas ereções estão menos firmes?
8
- Você notou alguma recente queda na sua habilidade esportiva?
9-
Você tem ficado com sono facilmente após o jantar?
10-
Sua capacidade para o trabalho decaiu?

Se você respondeu "sim" de 1 até 7, ou "sim" a 3 ou mais questões, discuta o resultado com o seu médico.

Tipos de tratamento

O tratamento deve reproduzir as oscilações normais da testosterona e dos seus metabolitos, devendo também ser bem tolerada, barata e confortável para o paciente.

Tratamento oral com acetato de ciproterona, de testosterona ou mesterolona tem rápida absorção, é metabolizada no fígado (hepatotóxico), mas não permite as oscilações naturais da testosterona, é indicado por poucas semanas. Tem efeito por 3 a 10 horas. O undecanoato não é hepatotóxico e exige 2 comprimidos 2 vezes por dia.

Tratamento injetável com injeções intramusculares a cada 2 ou 3 semanas de cipionato, decanoato, isocaproato, propionato ou enantato de testosterona, com picos suprafisiologicos. -Tratamentos por gel ou adesivos cutâneos têm bons resultados, porém são caros e provocam dermatites com freqüência.

Outros medicamentos estão sendo desenvolvidos como o Nebido do laboratório Schering, undecanoato de testosterona injetável de aplicação intramuscular a cada 3 meses.

Quais os cuidados que devemos ter ao indicar a Terapia de Reposição Hormonal?

O controle médico deve ser feito a cada 3 meses no primeiro ano, com visitas semestrais a partir daí. Devemos afastar a existência de um câncer de próstata oculto, câncer de mama, problemas no fígado (a testosterona é metabolizada no fígado), doenças cardíacas e alterações do perfil lipídico. Lembrar que a reposição hormonal não causa câncer de próstata, mas pode estimular o desenvolvimento de um câncer já existente.

Deve ficar claro para os pacientes que tão importante quanto a reposição hormonal e seus cuidados, deve ser a mudança de hábitos de vida com especial atenção para a alimentação saudável, prática de exercícios físicos, abolir fumo, álcool, sal e alimentos gordurosos, fazer uso de suplementos de vitaminas, minerais e anti-oxidantes, ter uma boa relação afetiva e pessoal com a parceira, de preferência fazendo juntos uma atividade a dois como caminhadas ou a dança de salão.

Qualquer médico pode tratar?

Teoricamente sim, porém fazer a reposição hormonal exige atenção e cuidados especiais. A consulta deve ser feita devagar, com calma, de preferência por uma equipe que inclua um urologista, um clínico cardiologista e um psicólogo. Diversos aspectos devem ser avaliados e depois acompanhados periodicamente como as condições urológicas, cardiológicas, clinicas e psicológicas destes pacientes. Muitas vezes se faz necessária a presença da parceira em algumas consultas. O exame urológico inclui uma avaliação e correção da função erétil, da próstata e a solicitação dos exames laboratoriais correspondentes a cada caso. A avaliação clinica e cardiológica deve incluir um exame clinico completo além de um exame cardiológico com eletrocardiograma.

Conclusão

Os avanços da medicina tanto na prevenção das doenças, como nos modernos tratamentos clínicos e cirúrgicos, fazem aumentar a perspectiva de vida dos homens. Percebendo que são capazes de viver cada vez mais, os homens querem viver também cada vez melhor. A andropausa é uma condição clinica freqüente, mas ainda controversa e pouco conhecida. Não existe uma forma totalmente segura e eficaz de ser medida e tratada.

A andropausa é um problema que envolve tanto os aspectos físicos objetivos (distribuição de gorduras, dosagem de hormônios, lípides, osteoporose) como subjetivos (bem-estar, força, disposição); alem de aspectos emocionais (libido, insônia, humor), todos subjetivos. Além disso há varias outras condições clinicas e patológicas que podem ou não estar associadas.

A andropausa merece uma abordagem multidisciplinar por envolver vários aspectos clínicos que atuam em conjunto. Através de uma boa relação medico-paciente, e do uso criterioso dos medicamentosos, podemos melhorar de forma importante a qualidade de vida na chamada terceira idade. Entendemos que mais importante do que acrescentar anos à vida, é acrescentar vida aos anos.

Fonte: www.masculin.com.br

Andropausa

Do mesmo jeito do que a mulher tem seu climatério e no decurso dele (depois da menopausa) já não terá possibilidades de engendrar, também a idade produz mudanças na sexualidade masculina, embora de modo muito diferente.

Pareceria como que a natureza não tivesse tido vontade de amarrar o homem a períodos regulares nem a limites bruscos, como se o necesitasse sempre disponível -ainda avançado em anos- para a procriação. Mas, como é o ajustamento do casal perante processos muito diferentes, depois de compartilhar sua sexualidade pelo espaço de várias décadas?

Faz alguns anos, começou-se a usar o termo andropausa para abranger as mudanças que começam a atingir o homem desde os 50 anos para a frente e que têm a ver com a diminuição progressiva do nível de androgênios. Isso se reflete em todos os processos do organismo, mas suas conseqüências se percebem sobretudo na capacidade sexual.

Mas, será que é certo o termo andropausa? Muitos especialistas acham ele errado, posto que, nascido das semelhanças com o processo feminino da menopausa, pode acabar sendo comparável mas não idêntico.

Menopausa provem do grego e significa a cessação do período mensal (menstrual). Por outra parte, andro faz referência a homem e um homem não cessará de ser ele mesmo, ainda quando suas capacidades sexuais declinem.

Tem-se feito a proposta de chamar a esse processo o climatério masculino mas, mais uma vez estamos perante problemas etimológicos. Também o termo provem do grego, escalão e é apropriado no caso da mulher, posto que indica uma mudança definitiva, como é o termo da função de procriar. Por outro lado, no homem essa função pode-se manter além dos 70 anos, logicamente dependendo de cada caso. Mais do que a um escalão, o processo se asemelha a um longo plano descendente, levemente levantado.

Ainda assim e até que a ciência adote um termo mais apropriado, nós usaremos andropausa para nomear este processo do que já conhecemos duas das suas mais notórias diferenças perante o feminino: é longo e paulatino e não acaba repentinamente com a capacidade de engendrar a vida, nem também não com o desejo e a prática da sexualidade.

A andropausa pode produzir muitas mudanças e muitos sintomas, os que podem-se apresentar não somente como sinais referidos diretamente à função sexual, como por exemplo a dificuldade para produzir e manter a ereção. Também atingem o plano anímico, podendo causar irritabilidade, inquietação ou até uma tendência depressão.

A verdade é que por volta dos 60 anos, quase a metade da população masculina pode apresentar algumas das seguintes alterações:

Uma diminuição natural e progressiva da função testicular (o hipogonadismo)
A diminuição da qualidade seminal com o declínio da capacidade reprodutora, embora tinham-se observado que no 50% dos homens de 80 ou ainda mais anos, percebem-se espermatozóides com capacidade para fecundar
Uma tendência à diminuição progressiva (embora leve) da testosterona, com uma diminuição anual média de 1%.
Mudanças na micção.

Mudanças no Metabolismo

Algum grau de ginecomastia (desenvolvimento excessivo da glândula mamária do homem)

A diminuição da massa muscular e um aumento do acúmulo de gorduras, com possíveis conseqüências negativas, como o aumento do colesterol e a predisposição obesidade e as doenças cardiovasculares

As ereções se produzem com uma freqüência menor sendo necessário um maior tempo entre uma ereção e a outra, por causa duma perda mais rápida da vasocongestão genital

Uma maior necessidade de estímulos físicos como também a excitação requer mais tempo, mas por outro lado existe uma resposta sexual mais extensa, o que impede numa grande medida uma disfunção característica dos jovens: a ejaculação prematura

Uma diminuição da secreção antes da ejaculação e apresentando ela um volume e uma projeção menores

Mesmo que o orgasmo sofre modificações, tornando-se menos intenso e tendo uma duração menor, existe e é satisfatório até além dos 90 anos de idade.

As mudanças na sexualidade são simplesmente um aspecto do processo, mas todos os outros aspectos ajudarão para que o homem sinta que vai perdendo sua masculinidade, sua potência sexual, seu atrativo. Também com eles poderá perder um pouco de sua segurança habitual e de sua auto-estima. Ao menos que tenha a informação suficiente para compreender o que lhe está acontecendo e ajustar-se a sua nova realidade sem um sentimento de perda.

Inclusive a consulta com um profissional "Andrólogo", ajudará a dissipar todos os medos e será a guia para realizar um tratamento apropriado.

Em todos os casos, sugere-se como medidas gerais: uma dieta saudável, não fumar, realizar uma rotina periódica de exercícios físicos, controlar o peso e o consumo de bebidas alcoólicas.

Não apenas as mudanças orgânicas e psíquicas são as que influenciam no declínio da sexualidade humana por causa da idade, também são as mudanças culturais, posto que é geral a idéia de que os homens maiores de 50 anos y as mulheres depois da menopausa vão abandonando progressivamente o interesse pelo sexo. A sociedade em geral aceita o preconceito duma velhice naturalmente sem sexo. Nada mais longe à verdade.

A sexualidade humana, com a diferença da função sexual das outras espécies, não está constituída somente de processos orgânicos e tendências instintivas. Tanto o homem quanto a mulher possuem uma sexualidade formada também por elementos psicológicos muito fortes, os que às vezes influenciam muito mais do que o fator físico, dando lugar a uma variedade e uma riqueza inesgotável de desejos, atividades e preferências.

Inclusive, isso acontece talvez mais no homem do que na mulher já que, como faziamos referência anteriormente, o homem está ligado a uma sexualidade sem períodos definidos, interrupções repentinas, nem lapsos de abstinência por causa do processo da procriação. Mas também ligado a essa função procriadora durante uma época muito mais extensa da vida do que a mulher. Tudo isso faz com que um homem na idade madura, ainda velho, mantenha intacta e até potenciada toda a carga psicológica que abrange a sexualidade.

O problema se lhe apresenta quando procura continuar manifestando toda essa energia do mesmo jeito do que quando seu corpo era jovem. É nesse momento onde ele se defronta com o problema maior e a causa maior de angústia de muitos homens que, mantendo aceso o desejo, não têm sabido adaptá-lo à sua nova realidade orgânica.

Uma reorientação da energia sexual (libido) e uma aprendizagem junto à mulher, que também tem passado grandes mudanças, podem fazer com que os velhos desfrutem duma sexualidade renovada até uma idade verdadeiramente avançada e ainda até o fim da vida. Essa sexualidade terá ritmos novos, códigos diferentes e práticas alternativas às anteriormente tão freqüentes, como a penetração.

Tudo isso faz da velhice, a idade sexual da comunicação, a meiguice e a imaginação. Desse jeito, nascerão modos novos de manifestar a paixão como assim também um monte de recursos imaginativos na procura do prazer sexual.

Fonte: www.saudenarede.com.br

Andropausa

Os principais objetivos da avaliação inicial são distinguir insuficiência gonadal primária (hipogonadismo hipergonadotrópico apresentando baixa testosterona e aumento dos níveis de FSH e LH) dos distúrbios hipotálamo-hipofisários (hipogonadismo hipogonadotrópico apresentando baixa testosterona e níveis no limite inferior da normalidade de FSH e LH) e fazer um diagnóstico específico.

As manifestações clínicas iniciais podem variar, dependendo de o início do distúrbio ter sido antes ou depois da puberdade. Homens com distúrbio hipogonadotrópicos podem obter fertilidade com estimulação gonadal. Homens com distúrbios hipergonadotrópicos são tratados com testosterona para obter virilização e geralmente, porém não invariavelmente, são incapazes de atingir a fertilidade.

História e Exame Físico

História de problemas médicos importantes, uso de medicamentos, exposições tóxicas, problemas de fertilidade e os marcos do desenvolvimento devem ser especialmente registrados. Baixa libido, impotência e disfunção sexual são problemas de apresentação importantes e precisam ser inquiridos especificamente porque a maioria dos homens não buscará atendimento médico para estes sintomas unicamente.

O grau de desenvolvimento na puberdade, proporções eunucóides, anosmia, ginecomastia, crescimento e distribuição anormais dos pêlos, genitália anormal, presença de varicocele e tamanho e consistência dos testículos, em particular, são achados físicos importantes para diagnóstico diferencial.

Avaliação Laboratorial e Subsidiária

Exames laboratoriais se dirigem a determinar se o paciente tem anormalidades dos hormônios reprodutivos e se as anormalidades são indicativas de doença testicular ou hipotálamo-hipofisária. Os exames laboratoriais iniciais devem incluir pool de três amostras matinais de testosterona, níveis de prolactina, FHS e LH.

É necessário espermograma, se houver questão quanto ao potencial de fertilidade.

Se os níveis de testosterona estiverem no limite inferior da normalidade e os sintomas e sinais indicarem hipogonadismo, o estudo da testosterona deverá ser repetido e deverá ser determinado o nível de SHBG ou de testosterona livre para ajudar a diagnosticar um estado hipogonadal porque os níveis de testosterona total podem ser normais na situação de hipogonadismo se os níveis de SHBG estiverem aumentados.

Para o diagnóstico de hipogonadismo hipergonadotrópico, o FSH é especialmente importante porque o FSH tem meia-vida mais longa, é mais sensível e demonstra menos variabilidade que o LH. Pools de amostras de LH (preferivelmente três) podem ajudar a reduzir problemas com a variabilidade de LH associada a uma meia-vida curta e secreção pulsátil.

Testes dinâmicos do eixo hipotálamo-hipofisário devem ser feitos por um endocrinologista e se reservam a pacientes nos quais os resultados dos testes diagnósticos basais sejam equívocos.

No hipogonadismo hipogonadotrópico adquirido, deve ser feito um estudo do nível de prolactina e obtidas imagens da hipófise para pesquisar no paciente possível distúrbio hipotálamo-hipofisário, como tumor da hipófise. Também estão indicados exames dos eixos da tireóide, da supra-renal e do hormônio do crescimento.

A análise cromossômica deve ser considerada em homens com hipogonadismo hipergonadotrópico de início antes da puberdade para pesquisar síndrome de Klinefelter e distúrbios relacionados.

Deve ser feita densitometria óssea em homens com distúrbios hipogonadais crônicos não tratados para auxiliar numa tomada de decisão sobre opções de tratamento para prevenir osteoporose.

Deve ser feita ultra-sonografia testicular em pacientes com achados clínicos sugestivos de massa escrotal ou testicular.

Na pesquisa de achados anormais no sêmen, a biópsia testicular deve ficar reservada para pacientes com resultados normais dos estudos hormonais e azoospermia para pesquisar obstrução ou ausência congênita dos vasos deferentes e possível correção cirúrgica ou possível uso de fertilização in vitro com injeção intracitoplasmática de espermatozóide.

Diagnóstico e Tratamento

Está apresentado na Tabela 1 um resumo global dos achados clínicos e laboratoriais, diagnósticos em potencial e investigação ou estratégias de tratamento recomendadas nos pacientes adultos com hipogonadismo.

Teste Dinâmicos

Teste da Estimulação com GnRH

No teste da estimulação com GnRH, a injeção intravenosa de 100 mg de GhRH faz que os níveis de LH no soro aumentem três a seis vezes durante um período de 30 a 45 minutos e os níveis de FSH aumentarem entre 20 e 50%.

Vários graus de insuficiência testicular primária causam valores de pico mais altos que o esperado para LH e FSH. Homens com doença hipotalâmica ou hipofisária podem ter resposta reduzida ou normal muitas vezes inadequada para distinguir entre distúrbio hipofisário e hipotalâmico. Se a hipófise estiver estimulada por doses repetidas de GnRH, o teste de estimulação poderá fornecer um resultado mais sensível e confiável.

Teste de Estimulação com o Clomifeno

No teste de estimulação com o clomifeno, são dados 100 mg de citrato de clomifeno por 7 dias como teste evocativo do eixo hipotálamo-hipofisário. O clomifeno atua por interrupção da alça de feedback negativo e, assim, estimulação da liberação de gonadotropina da hipófise. Uma duplicação do LH e aumento de 20 a 50% do FSH são resultados normais indicativos de resposta hipotálamo-hipofisária intacta.

Teste de Estimulação com hCG

São usados vários protocolos para o teste de estimulação com hCG. Em geral, para pacientes pós-púberes do sexo masculino, é administrada dose única de hCG (5000 UI por via intramuscular), sendo feitas dosagens de testosterona pré-tratamento e 72 horas após o tratamento (alguns protocolos usam 1000 a 4000 UI de hCG ou doses múltiplas num dia). Em geral, um nível de testosterona pós-tratamento acima de 100 ng/dl é considerado normal.

Nível de Prolactina

Em homens com hipogonadismo hipogonadotrópico adquirido, que habitualmente têm redução da libido e impotência, deve ser examinado o nível de prolactina para pesquisar um prolactinoma ou outra causa de hiperprolactinemia. Cerca de 5% dos homens que se queixam de impotência terão aumento do nível de prolactina. Está indicada pesquisa com ressonância magnética (RM) da hipófise para hiperprolactinemia inexplicada.

Espermograma

Um espermograma é o exame primário para avaliar o potencial de fertilidade do paciente do sexo masculino. Deve ser colhido sêmen por masturbação depois de 2 a 5 dias de abstinência e avaliado em 2 horas. É comum a variabilidade entre amostras; com amostras baixas ou limítrofes, deve ser feito acompanhamento, consistindo na avaliação de três ou mais amostras durante um período de 3 meses.

Uma amostra fértil geralmente se associa à motilidade de mais de 50% e a uma contagem que exceda 20 milhões/ml. Em geral, o volume do sêmen deve variar de 1,5 a 6 ml. Devem ser pesquisadas anormalidades nas características morfológicas.

Deve ser feito teste da frutose em amostra de sêmen mostrando azoospermia. Como a frutose é secretada pelas vesículas seminais, a ausência de frutose pode indicar obstrução completa dos ductos ejaculatórios ou ausência congênita dos vasos deferentes e ductos ejaculatórios.

Mais freqüentemente, faz-se espermograma em homens assintomáticos no restante durante o curso de uma avaliação de infertilidade. Deve-se mencionar, na avaliação de infertilidade de um casal, que se deve fazer espermograma precoce para determinar a avaliação apropriada e as opções terapêuticas.

Tratamento da Andropausa Objetivos do Tratamento

Restaurar a Função Sexual, a Libido, o Bem-Estar e o Comportamento

Muitos estudos têm sido feitos para avaliar os efeitos do tratamento com testosterona sobre a função sexual e o bem-estar em homens com hipogonadismo. Parecem ocorrer comprometimento do comportamento sexual e desequilíbrios do humor abaixo de certo limiar de níveis circulantes de testosterona e a maioria dos estudos tem demonstrado melhora da função com a reposição de testosterona.

Em estudos do tratamento com testosterona para homens com hipogonadismo, os investigadores encontraram que o tratamento resultou em aumento do interesse sexual e aumento do número de ereções espontâneas. Nos testes psicológicos, os homens com hipogonadismo não tratado tendiam a ter pontuação alta em escalas de depressão, raiva, cansaço e confusão.

A reposição hormonal diminuiu a maioria destes traços, porém, embora a pontuação para depressão melhorasse, permanecia um problema maior em homens com hipogonadismo que em controles do sexo masculino.

Claramente são necessários mais estudos a longo prazo nesta área para estabelecer critérios definidos para o tratamento e resposta em casos limítrofes. Com o início do hipogonadismo antes da puberdade, deve ser usada uma dose baixa inicial de testosterona para evitar efeitos psicológicos adversos e comportamento agressivo.

Produzir e Manter a Virilização

Características sexuais secundárias, como aumento da massa muscular, crescimento de barba, crescimento de pêlos púbicos e axilares e crescimento do órgão genita melhoram com o tratamento pela testosterona.

Otimizar a Densidade Óssea e Prevenir Osteoporose

Em homens idosos residentes em instituições para a faixa etária, a incidência de fraturas da bacia ficava entre 5 e 15%.33 Dos residentes que tinha sofrido fratura prévia da bacia, 66% demonstraram ter hipogonadismo (níveis de testosterona no soro abaixo de 300 ng/dl). Estava presente hipogonadismo em até 20% dos homens com fraturas por esmagamento vertebral, ainda que muitos dos homens não tivesse outras características clínicas de hipogonadismo.

Em pacientes adolescentes do sexo masculino com hipogonadismo hipogonadotrópico, o tratamento com testosterona aumenta a densidade mineral óssea em comparação com a de pacientes com hipogonadismo que não receberam testosterona. Em homens com hipogonadismo hipogonadotrópico com início antes da puberdade, contudo, a diminuição da massa óssea pode melhorar apenas marginalmente com a reposição de testosterona.

Possivelmente Normalizar os Níveis de Hormônio do Crescimento em Homens Idosos

Em comparação com homens normais, aqueles com hipogonadismo têm redução significativa da amplitude média do pulso de hormônio do crescimento, mas freqüência normal do pulso. Pacientes com deficiência de hormônio do crescimento de início na idade adulta também têm aumento da mortalidade cardiovascular.

O tratamento com testosterona resulta em aumento significativo do hormônio do crescimento médio em 24 horas e da amplitude média do pulso de hormônio do crescimento. Talvez a testosterona tenha papel importante no controle da secreção do hormônio do crescimento na idade adulta e o tratamento pode ter influência clínica positiva. Não são possíveis recomendações específicas sobre esta matéria até que mais pesquisas esclareçam os riscos e benefícios em potencial do tratamento.

Potencialmente Afetar o Risco de Doença Cardiovascular

Andrógenos alquilados administrados por via oral não são aromatizáveis e resultam em aumento dos níveis de LDL e diminuição de HDL, o que pode aumentar o risco cardiovascular. Diferentemente das preparações de andrógenos alquiladas administradas por via oral, a testosterona é aromatizada a estrogênio.

Em homens com hipogonadismo tratados com doses de reposição de testosterona, os níveis de colesterol total e de LDL podem diminuir modestamente, em conjunto com pequena alteração do HDL; desta forma, os investigadores têm especulado se o risco de doença cardiovascular possa ser mais alto em homens com hipogonadismo que não recebam reposição de testosterona. A terapêutica de reposição de testosterona em homens não se associa a alterações adversas importantes dos lípides; de fato, a testosterona endógena e a administração de testosterona exógena podem baixar os níveis da lipoproteína Lp(a) aterogênica.

Outros estudos sugerem que a reposição de testosterona em homens com hipogonadismo pode associar-se a efeitos lipídicos adversos e ainda outros estudos têm relatado achados indeterminados.

Outros efeitos cardiovasculares à parte de alterações dos lípides podem ser atribuíveis à terapêutica de reposição de testosterona. Um risco em potencial do tratamento com testosterona é a propensão da testosterona de aumentar a agregação plaquetária e a trombogenicidade.

Atualmente, permanece incerto se a terapêutica de reposição de testosterona em homens com hipogonadismo aumenta, diminui ou tem efeito neutro sobre o risco cardiovascular. Devem ser conduzidas pesquisas a longo prazo para avaliar o papel da testosterona endógena e da terapêutica de reposição de testosterona sobre o risco cardiovascular em homens. Não são possíveis recomendações específicas sobre este assunto até que mais pesquisas esclareçam os riscos e benefícios em potencial do tratamento.

Tratamento com Gonatropinas

Garotos com início de hipogonadismo hipogonadotrópico antes da puberdade não têm completo desenvolvimento na puberdade e têm testículos em geral menores que 5 ml. Estes pacientes geralmente requerem tratamento com hCG e gonadotropina humana da menopausa (ou FSH) para induzir a espermatogênese.

Homens com deficiência parcial de gonadotropinas ou que previamente (na peripuberdade) tenham sido estimulados com hCG podem iniciar e manter a produção de espermatozóides unicamente com hCG. Homens com hipogonadismo hipogonadotrópico adquirido após a puberdade e que tenham tido previamente produção normal de espermatozóides também podem em geral iniciar e manter a espermatogênese apenas com hCG.

Pode ser possível a fertilidade em contagens de espermatozóides muito mais baixas que aquilo que, de outra forma, seria considerado fertilidade. Contagens abaixo de 1 milhão/ml podem associar-se a gestações sob estas circunstâncias. É obrigatório que a parceira se submeta a avaliação de fertilidade ótima antes ou concomitantemente com a consideração de tratamento no homem.

O tratamento com hCG em geral é começado com 1000 a 2000 UI por via intramuscular duas a três vezes por semana e os níveis de testosterona devem ser monitorizados mensalmente para determinar se quaisquer ajustes terapêuticos são necessários para normalizar os níveis.

Pode levar 2 a 3 meses para obter níveis normais de testosterona. Quando são produzidos níveis normais de testosterona, os exames devem ser conduzidos mensalmente para determinar se ocorreu algum crescimento testicular. As contagens de espermatozóides também devem ser avaliadas mensalmente durante o período de 1 ano.

Devido ao custo alto das preparações de gonadotropina humana da menopausa (ou FSH), a hCG deve ser o tratamento inicial de escolha por pelo menos 6 a 12 meses. A hCG, na ausência de FSH exógeno, muitas vezes pode completar a espermogênese em homens com deficiência parcial de gonadotropinas. Em geral, a resposta à hCG pode ser predita pelo volume testicular inicial - quanto maior o volume testicular inicial, maior a chance de responder à hCG somente.

Em um estudo, contudo, os investigadores demonstraram que a maioria dos pacientes responderá à hCG isolada, independente do volume testicular inicial.

Estudos têm mostrado que combinar FSH purificado e testosterona sem LH ou hCG não estimula a espermatogênese.

Se a espermatogênese não tiver sido iniciada ao final de 1 ano de tratamento, inicia-se uma preparação contendo FSH (Pergonal, Metrodin, Humegon) numa dosagem de 75 UI por via intramuscular três vezes por semana, juntamente com as injeções de hCG. Depois de 6 meses, se não estiverem presentes espermatozóides ou estiverem presentes em números muito baixos (< 100.000/ml), a dosagem da gonadotropina humana da menopausa (ou FSH) pode ser aumentada para 150 UI por via intramuscular três vezes por semana por mais 6 meses.

Em geral, aparecerá uma população de espermatozóides móveis em um ano e meio depois do início do tratamento. Se ocorrer gravidez, o esquema do paciente pode ser mudado para apenas hCG para permitir espermatogênese contínua para subseqüentes gestações em potencial. Depois do parto, se não forem desejadas mais gestações, o paciente pode ser mudado para tratamento com testosterona, se desejado, ou o tratamento com hCG a longo prazo pode ser continuado juntamente com medidas contraceptivas apropriadas, se necessário. Raramente, podem surgir anticorpos contra hCG e impedir qualquer resposta ao tratamento; em tal caso, o LH humano pode ser efetivo. LH recombinante permanece em investigação, mas pode ser aprovado para uso no futuro.

Tratamento com GnRH

Nos pacientes com hipogonadismo hipogonadotrópico, o GnRH pode ser dado de maneira pulsátil por via subcutânea através de uma bomba a cada 2 horas.

O tratamento com GnRH é monitorizado pela dosagem dos níveis de LH, FSH e testosterona a cada 2 semanas até que os níveis estejam na faixa da normalidade, ponto em que a monitorização poderá ser ajustada para a cada 2 meses. Pode-se usar o GnRH para iniciar o desenvolvimento da puberdade, manter a virilização e a função sexual e iniciar e manter a espermatogênese. Na maioria dos pacientes, estes efeitos podem levar de 3 a 15 meses para atingir produção de espermatozóides.

Como com o tratamento com gonadotropinas, a fertilidade pode ser atingida com contagens de espermatozóides muito baixas - muitas vezes na faixa de 1 milhão/ml. O GnRH pode ser mais efetivo que a estimulação com gonadotropina para aumentar o tamanho testicular e iniciar a espermatogênese em muitos pacientes com hipogonadismo hipogonadotrópico.

Fonte: www.urocentro.com.br

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