
Sinais da deficiência de estrogênio (que podem aparecer em qualquer idade) - hormônio fundamental para o bom funcionamento do organismo feminino
Confusão mental: Tá difícil raciocinar, pensar direito
Memória fraca, esquecimento DPI_PX174030.jpg
Depressão
Ansiedade: Eu não consigo controlar minhas preocupações
Mudança de humor: Eu não sei como eu vou me sentir amanhã
Dificuldade para dormir, insônia: Minha mente não para de pensar
Ondas de calor
Suores noturnos
Mudanças bruscas de temperatura: Sinto frio daqui a pouco sinto calor
Cansaço o dia todo, falta de força e energia
Falta de cuidado com o corpo, perda da sensualidade: Eu não ligo mais para minha aparência
Aumento de peso acompanhado de falta de preocupação com o próprio corpo.
Olhos, pele e órgão genital feminino secos.
Perda do brilho da pele
Se sente bem na segunda semana do ciclo menstrual: Nesta semana eu sou eu mesma
anti-aging-skin-care.jpgSeios murchos
Dor na relação sexual
Dor de cabeça ou enxaqueca
Dor na coluna e nas juntas
Coração acelera sem causa aparente
Gazes
Diminuição da Libido

Sinais da deficiência de progesterona (que podem aparecer em qualquer idade) - hormônio fundamental para o bom funcionamento do organismo feminino
Mamas doloridas, aumentadas
Cólicas
Náusea
Retenção de líquido (dedos e pernas inchados- anéis difíceis de sair)
Impaciência, irritação: As pessoas estão dizendo que estou muito mandona

Primeiramente para obter alívio destes sintomas sem os riscos
da reposição artificial.
Também para se beneficiar do efeito cardioprotetor do estrogênio, destacado
em reportagem de capa de conceituada revista americana TIME.
Se a sua maior preocupação é o câncer de mama? Pense bem. Uma entre cada três
mulheres vai morrer de doença cardíaca. O que você pode fazer para se proteger?
A reposição hormonal bioidêntica dá a mulher e ao homem o poder de controlar
os hormônios para viver melhor e por mais tempo, ao invés de ser controlada
por eles.
A queda de hormônios não ocorre porque há o envelhecimento. O envelhecimento é que ocorre porque há queda de hormônios.
Após os 30 anos de idade, ocorre uma progressiva diminuição da produção de hormônios no organismo. Quando os hormônios entram em decadência, já começam a aparecer os primeiros sintomas inerentes a este declínio, como dificuldade em emagrecer e facilidade em acumular gordura, perda da massa óssea e muscular, queda no desempenho sexual e libido, alterações de humor, do sono e da cognição (memória, aprendizado, raciocínio), entre outras.
No Império Romano a expectativa de vida não ultrapassava os 30 anos. Hoje, essa expectativa chega a atingir 75 anos de idade em média. Antigamente poucas pessoas viviam além da menopausa e andropausa; atualmente elas não apenas vivem, mas têm condições de viver cada vez melhor.
Reduz o risco de osteoporose
Reduz o risco de doenças cardiovasculares
Reduz o risco de depressão
Melhora a libido / atividade sexual
Melhora a memória
Há três classes de hormônios:
1) Natural
Cuja fonte é a natureza (animal, vegetal, mineral) sem sofrer nenhuma modificação artificial
2) Sintético
Produzido por meio de um processo artificial, em laboratório
3) Bioidêntico
Hormônio cuja estrutura molecular é idêntica a do equivalente encontrado no organismo humano
A Modulação Hormonal Bioidêntica visa deixar os níveis hormonais em uma concentração ótima, ou seja, a concentração onde o organismo trabalha de forma otimizada e plena, mantendo o corpo em elevado estado físico, psíquico e emocional.
Fonte: www.reposicaohormonal.com.br
É bastante conhecido que a medida que o homem envelhece ocorrem várias alterações em sua homeostase hormonal. A produção de testosterona total e livre diminuem, sendo que 20% dos homens saudáveis entre 60 e 80 anos apresentam testosterona total abaixo do normal; além disto em todos os homens ocorre aumento da globulina de transporte dos andrógenos (SHBG) e consequentemente diminuição significativa da dehidroepiandrosterona (DHEA) e de sua forma sulfato (DHEAS). Ainda no homem mais velho existe perda do ritmo circadiano da produção de testosterona, a resposta testicular ao estímulo da gonadotrofina coriônica está diminuída, assim como a amplitude dos pulsos de LH; a secreção do hormônio do crescimento diminui 14% por década após a puberdade e finalmente ocorre redução da produção de melatonina.
Muitos autores chamam esta fase da vida do homem de andropausa, androclise, deficiência androgênica do envelhecimento masculino ou deficiência endócrina do envelhecimento masculino e comparam-na à menopausa. Nesta, as repercussões clínicas são muito evidentes na mulher; ocorre a interrupção das menstruações, diminuição significativa da produção de estrógeno; infertilidade e pode surgir osteoporose, atrofia genital, etc.
Quando por alguma razão existe parada da função testicular (por exemplo:orquiectomia evidentes (Manifestações clínicas do hipogonadismo pós-puberal): diminuição da bilateral) aparecem algumas manifestações clínicas libido, disfunção erétil; infertilidade, irritabilidade, dificuldade de concentração, depressão, perda da massa e força muscular, osteoporose, perda dos pelos axilares e pubianos, diminuição do volume e consistência testicular (quando a causa não é a remoção cirúrgica dos testículos), ginecomastia e instabilidade vasomotora. Entretanto a andropausa não se caracteriza como uma entidade clínica marcante. A grande maioria dos homens, embora tenham níveis de testosterona menores do que na juventude, continuam com esta produção dentro da faixa da normalidade.
A andropausa teria início lento e insidioso onde ocorreria diminuição da libido e qualidade das ereções, principalmente noturnas; alterações de humor com diminuição concomitante da atividade intelectual, orientação espacial, fadiga, depressão e raiva, além de diminuição da massa corpórea com decréscimo associado da massa e força muscular, diminuição da densidade mineral óssea resultando em osteoporose, perda de pelos e alterações de pele e aumento da gordura visceral.
Porém alguns dados falam contra a existência de um declínio hormonal significativo como o que ocorre na mulher e que esta situação hormonal seria responsável exclusiva pelos sintomas descritos. Outros possíveis fatores causais são comuns no homem mais velho e poderiam ser considerados como fatores etiológicos para estes sinais e sintomas, entre êles o stress, depressão, doenças, má nutrição, obesidade, medicamentos, drogas, falta de parceria sexual, etc. Além disto a grande maioria dos homens idosos continuam férteis, o que fala contra um desequilíbrio hormonal (cerca de 90% dos homens com mais de 50 anos tem espermatogênese preservada à biópsia testicular).
Não apenas o envelhecimento poderia explicar um nível de testosterona mais baixo. Steroids 1992,57:86-9 encontraram que o nível de testosterona dos residentes, durante período de plantões seguidos, era significativamente mais baixo que o do resto dos funcionários do hospital no mesmo período. Os autores concluiram que o stress era o fator causal desta alteração. Por outro lado Steiger A et al, em trabalho publicado no J Psychiatr Res 1991, 25:169-77 mostraram que o nível de testosterona total de homens com depressão enddógena era baixo antes do tratamento para depressão, normalizando-se após o mesmo.
Depressão e ansiedade são condições bastante comuns na velhice e podem explicar algumas das situações atribuídas à andropausa.
Por outro lado não fica claro se a reposição de testosterona ou outros hormônios corrige os sintomas realcionadas à possível deficiência hormonal do envelhecimento. Existem poucos estudos controlados a este respeito, a maioria são estudos de curta duração, com populações reduzidas e sem uniformidade.
A dra Lisa Tenover andropause publicado no Endo Metabol Clin N Am, 27:969-983, 1998 sugere os seguintes padrões: quando a testosterona total estiver padrão abaixo da da faixa normal para o adulto jovem, ou entre 7 a 12,2 mM/L (200 a 350 ng/dL) associado a quadro clínico. Testosterona total abaixo de 7mM/L equivale a Brasileiro sobre Disfunção Erétil realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia em 1998 considerou no trabalho Male hormone replacement therapy including 1 a 2 desviões-hipogonadismo e a reposição é obrigatória.
O Consenso que a reposição de testosterona é formal nos casos de hipogonadismo, micro-genital endocrinológica. É recomendada quando há diminuição de libido com testosterona total e/ou livre abaixo do normal (e prolactina normal) e é controversa (aguardam-se estudos controlados para confirmação) quando existe disfunção erétil e testosterona total e/ou livre nos limites inferiores da normalidade e nos casos de osteoporose.
Não existem trabalhos, cientificamente bem elaborados, que mostrem benefícios na reposição do DHEA, DHEAS e melatonina no homem mais velho.
A administração de hormônio de crescimento está associado a incidência maior de diabetes mellitus e neoplasias.
Desta maneira a reposição hormonal deve ser avaliada caso a acso e só está indicada quando os benefícios sejam evidentes e ultrapassem os riscos.
Sidney Glina
Fonte: www.instituto-h-ellis.com.br