Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  Classe Anfíbia - Página 8  Voltar

Classe Anfíbia

Classe Anfíbia

O termo anfíbio é derivado do Grego amphibios, o qual significa "vida dupla"- uma referência aos dois estágios do ciclo de vida desta classe de animais.

Os anfíbios são muito antigos, derivados de peixes primitivos, aparecidos há mais de 350 milhões de anos. São vertebrados tetrápodos pecilotermos com ele lisa, rica em glândulas. A postura ocorre na água: o desenvolvimento comporta um estado larval , na maioria dos casos aquático , com respiração branquial , seguido de metamorfose . O adulto pode ser terrestre.

As formas atuais são divididas em três grupos: urodelos, anuros e os ápodos. Podem ser definidos como tetrápodos pecilotérmicos, com a pele lisa, rica em glândulas. Os adultos em sua maioria são terrestres, contudo, os ovos são depositados ou eliminados na água e a larva também lá permanecerá.

O tegumento é composto por uma epiderme simples, uma `` capa `` geratriz e uma derme elástica. Contém muitas glândulas as quais produzem um muco protetor, formando uma espécie de limo sobre a pele. Em alguns casos a secreção pode ser venenosa para predadores.

Sapos e rãs possuem uma glândula parotídea especial atrás dos olhos, a qual produz uma secreção leitosa, nociva ou venenosa. Esta secreção da glândula parotídea, que é encontrada no Bufo marinus e no Bufo alvarius, contém um glicosídeo cardioativo, que pode ser letal para cães. Somente algumas aves, serpentes e lagartos alimentam-se destes anfíbios.

No adulto a "capa" superficial da epiderme se renova periodicamente; esta muda parece ser um fenômeno de descamação não ligado ao crescimento. O mais frequente é não se observar a muda (troca de pele ou EXUVIA), pois o animal a come. O aparelho digestivo não apresenta particularidades, salvo na língua , a qual nos peixes , está aderida ao solo bucal mas é móvel nos tetrápodos e pode desempenhar um papel ativo na captura das presas .

Os anuros possuem uma adaptação esquelética especial que lhes permite saltar e pular. São dotados de uma espinha curta, membros anteriores curtos, membros posteriores longos e uma pelve especializada.

A maioria dos sapos e rãs não possui dentes na mandíbula. Eles possuem, contudo, bocas grandes e línguas modificadas para capturar as presas. Os alimentos são detectados pela visão e olfato. A visão das rãs e sapos adultos é adaptada para a vida terrestre. Os olhos são grandes, com fenda pupilar sensível a luz e aos movimentos e são efetivos com pouca luminosidade e para visão noturna. Os adultos também possuem uma aguda sensibilidade auditiva.

A respiração efetua-se ao nível da pele, muito fina sobre tudo nas espécies aquáticas, na mucosa bucofaríngea, brânquias e pulmões. Estes tegumentos devem estar sempre úmidos, pois caso contrário o animal se desidrata muito rapidamente e morre. A respiração cutânea pode ser predominante e assegurar a totalidade das trocas respiratórias; é o caso dos Pletodontidos, em quais faltam os pulmões nos adultos. As larvas dos anfíbios vivem em meio aquático e estão caracterizados por uma respiração branquial. No momento da metamorfose, ocorre a regressão das brânquias e aparecem os pulmões, os quais são sacos simples de paredes ligeiramente ´´ pregadas ``. Na natureza convivem melhor em águas estancadas, charcos , e estanques ricos em plantas , rios de água corrente fraca . As formas terrestres buscam a terra branda, tocos velhos, valas, galerias no solo, às vezes areia; em todos os casos é indispensável a umidade .

Fonte: www.saudeanimal.com.br

Classe Anfíbia

ORDENS

Características Gerais dos Anfíbios

PELE ÚMIDA E GLANDULAR
SEM ESCAMAS EXTERNAS
2 PARES DE EXTREMIDADES PARA ANDAR OU NADAR
4 A 5 DEDOS
OLHOS COM PÁLPEBRAS MÓVEIS E TÍMPANO EXTERNO EM SAPOS E RÃS
MEMBRANA NICTITANTE
BOCA COM DENTES FINOS
PECILOTÉRMICOS
ESQUELETO ÓSSEO
CÁPSULA NASAL COMUNICA-SE COM A CAVIDADE BUCAL
ENCÉFALO COM 10 PARES DE NERVOS CRANIANOS
VIVEM NA ÁGUA OU LUGARES ÚMIDOS.

Sistema Digestivo dos Anfíbios

BOCA COM DENTES

HOMODONTES
POLIFIODONTES
ACRODONTES

LÍNGUA CARNOSA PROTRÁCTIL

TUBO DIGESTIVO COM FARINGE E ESÔFAGO CURTOS
INTESTINO GROSSO E DELGADO TERMINANDO EM CLOACA
GLS. SALIVARES
FÍGADO
PÂNCREAS

Sistema Respiratório dos Anfíbios

BRANQUIAL
PULMONAR
CUTÂNEA; FORMAS TERRESTRES
BUCO-FARINGEANA
BRÂNQUIAS EXTERNAS (3 PARES) NAS LARVAS E ALGUNS ADULTOS
CORDAS VOCAIS E LARINGEx

Sistema Circulatório dos Anfíbios

FECHADO
DUPLO
INCOMPLETO
HEMÁCIAS ELÍPTICAS E NUCLEADAS

CORAÇÃO:

1 SINUS
2 AURÍCULAS
1 VENTRÍCULO, CÔNUS

Classe Anfíbia
Circulação dos Anfíbios

Sistema Excretor dos Anfíbios

PRONEFRON (LARVA)
MESONEFRON (ADULTO)
BEXIGA URINÁRIA
AMONOTÉLICOS (LARVA)
UREOTÉLICOS (TERRETRES)

Sistema Nervoso dos Anfíbios

NERVOSO: ENCÉFALO COM 10 PARES DE NERVOS CRANIANOS

Sistema Tegumentar dos Anfíbios

EPIDERME

AQUÁTICOS
TERRESTRES

DERME

CROMATÓFOROS

GLS. MUCOSAS E SEROSAS

PARATÓIDES JUNTO À CABEÇA, ATRÁS DOS OLHOS

Sistema Esquelético dos Anfíbios

ESQUELETO ÓSSEO
COM COLUNA VERTEBRAL
RESTOS DE NOTOCORDA ENTRE AS VÉRTEBRAS

DIVISÃO DO ESQUELETO

AXIAL : CABEÇA E COLUNA VERTEBRAL
ZONAR: CINTURA ESCAPULAR E PÉLVICA
APENDICULAR: MEMBROS ANTERIOR E POSTERIOR
SEM ESTERNO

TIPOS DE VÉRTEBRAS

OPISTOCÉLICA (URODELOS)
PROCÉLICA (ANUROS)
ANFICÉLICA (RARO)
ANUROS COM URÓSTILO

Sistema Reprodutor dos Anfíbios

DIÓICOS
DESENVOLVIMENTO INDIRETO/LARVA = GIRINO;
OVÍPAROS
MACHO COM ÓRGÃO DE BIDDER ? PERSISTE COMO UM PEQ. CORPO SITUADO NO PÓLO CEFÁLICO DO TESTÍCULO PODENDO SER CONSIDERADO COMO UM OVÁRIO RUDIMENTAR NÃO FUNCIONAL.
OVOS TELOLÉCITOS
ANAMINIOTAS, ANALANTOIDIANOS
SACO VITELÍNICO
ESTRATÉGIA REPRODUTIVA (AMPLEXO INGUINAL).

URODELAS - Salamandras

Corte e reprodução

Glândulas hedônicas do machos substância que atraí a fêmea

Parte das salamandras com fecundação interna através de espermatóforo, 2 famílias conservam a fecundação externa.

Ovos e larvas

Parte das salamandras depositam seu ovos na água, embora poucas façam em ambientes úmidos. Na H2O a fêmea vigia os ovos até a eclosão das larvas.

Poucas spp tem desenv. direto >> salamandra alpina, produz vários ovos, apenas 1 em cada oviduto se desenvolve, o restante dissolve-se em uma que fornece alimento para o embrião.

Pedomorfose

Uma larva torna-se sexualmente madura sem atingir a forma ou corpo de adulto, aparece nas spp que sofrem metamorfose. Pode representar uma resposta às condições ambientais.

OBS: na Amazônia vive a única espécie de salamandra que ocorre no Brasil.

Gymnophiona - Cecílias

Fecundação interna órgão copulador do macho.

Algumas Cecílias depositam ovos, e a fêmea pode enrolar-se ao redor deles, até a eclosão.

Os embriões das espécies terrestres possuem brânquias longas e filamentosas, das spp aquáticas são saculiformes.

A viviparidade é amplamente distribuída nos Gymnophiona. Os fetos raspam as paredes dos ovidutos, utilizando dentes embrionários. Nestas espécies o desenvolvimento é direto.

Fonte: www.avesmarinhas.com.br

voltar 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal