
Nome popular: Arara Azul Grande
Nome Científico: Anodorhynchus hyacinthinus
Norte e Nordeste do Brasil. Vive nas matas do interior do Brasil: Maranhão, Bahia, Mato Grosso, Minas Gerais e Goiás. Hoje é raro encontrá-la em liberdade. Mas, no interior da Bahia, ainda podemos encontrar alguns espécimes em liberdade.
Florestas tropicais.
É omnívora. Alimenta-se de sementes e frutas. Em cativeiro, é comum comer amendoim, girassol, milho verde e frutas.
Até 1,10 metro. É a maior ave da família dos psitacídeos.
Cerca de 500 g
O período de incubação dura 30 dias.
Costumam nascer 2 crias de cada vez. São alimentadas pelos adultos, que regurgitam a comida. Elas chegam à idade adulta aos 6 meses.
30 anos.
Estado de conservação da espécie: Esta espécie está em extinção, principalmente devido à destruição do seu habitat natural e à expansão humana para os territórios que antes eram “propriedade” das araras e que agora se “humanizaram”.
Fonte: www.gforum.tv

Você sabia que a maior arara do mundo é brasileira? Brasileira e bonita como só ela! A arara-azul-grande tem penas de um azul muito escuro, tanto que, de longe, elas parecem pretas. Além disso, sua cabeça é cheia de detalhes em amarelo: há um anel em torno dos olhos e, perto deles, na parte inferior do bico, uma faixa em forma de meia-lua.
Os machos e fêmeas da arara-azul-grande são muito parecidos. Por conta disso, é difícil dizer quem é quem. Mas não se engane: a semelhança só é problema para nós. Para as aves, ela não causa confusão. Na hora de se reproduzir, quem disse que a arara-azul-grande se confunde? Machos e fêmeas se encontram e... iniciam o namoro!
No Pantretal do Mato Grosso, o período de reprodução da arara-azul-grande vai de julho a março. Os ninhos são construídos em cavidades encontradas nos buritis ou em outras árvores que têm o tronco oco, podendo ser reutilizados em outros anos. Ali, a arara-azul-grande põe de um e três ovos, que são chocados, aproximadamente, por um mês. E que ninguém tente se aproximar do ninho desta ave! Seja homem, seja bicho, o resultado é o mesmo: um ataque muito agressivo!
A arara-azul-grande alimenta-se de sementes de frutas, principalmente, de cocos de palmeiras. Mas isso não impede que ela seja atraída também por árvores frutíferas como mangueiras, jabuticabeiras, goiabeiras, laranjeiras e mamoeiros. No Pantretal do Mato Grosso, essa ave desce ao chão para colher coquinhos de um tipo de palmeira conhecida como acuri. A arara-azul-grande também tem o costume de abrir os cocos da macaúba, uma palmeira muito freqüente no Brasil Central, usando um pedaço de madeira, que fixa ao seu bico.
O desmatamento e o comércio ilegal da arara-azul-grande são os motivos que a colocam na lista dos animais ameaçados de extinção. Embora sua compra e venda sejam proibidas sem licença especial, essa ave, por ser tão bonita e colorida, costuma ser procurada por pessoas que querem criá-la em cativeiro. A destruição de árvores que abrigam os ninhos da espécie e que servem como fonte de alimento para a arara-azul-grande também contribui para agravar a situação da espécie. A boa notícia, no entanto, é que você e seus amigos podem, sim, ajudar a impedir a extinção desse belo animal. Como? Protegendo a natureza para que essa arara tenha sempre o que comer e onde fazer os seus ninhos.
Fonte: cienciahoje.uol.com.br

A arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus) é uma ave da família Psittacidae, originalmente encontrada nas matas brasileiras.
Possui uma plumagem azul com um anel amarelo em torno do olho e fita da mesma cor na base da mandíbula. Seu bico é desmesurado parecendo ser maior que o próprio crânio. Sua alimentação, enquanto vivendo livremente, consiste em sementes, frutas, insetos e até de pequenos vertebrados.
Essa arara torna-se madura para a reprodução ao 3 anos e sua época reprodutiva ocorre entre janeiro e novembro. Nascem 2 filhotes por vez e a gestação dura cerca de 30 dias. Depois que nascem, as araras-azuis ficam cerca de três meses e meio no ninho, sob o cuidado dos pais, até se aventurarem no primeiro vôo. A convivência familiar dura até um ano e meio de idade, quando os filhotes começam a se separar gradativamente dos pais.
Pode ser encontrada no Pantretal Mato-grossense onde projetos de preservação garantiram no ano de 2001 uma população de 3.000 exemplares. Essa ave está atualmente ameaçada de extinção, sendo as principais causas a caça, o comércio clandestino, no qual as aves são capturadas enquanto filhotes, ainda no ninho e a degradação em seu habitat natural através da destruição atrópica.
Fonte: pt.wikipedia.org