A criação de Avestruz iniciou-se no Brasil a partir dos anos de 95/96, através da importação de diversas matrizes e filhotes (em numero de 300), e face ao aumento vertiginoso de criadores, criou-se à necessidade de um posicionamento pôr parte das autoridades fiscalizadoras quanto ao controle sanitário destas criações, levando a uma suspensão destas importações até a ocorrência de definições sobre o adequado controle e suas manifestações na forma de lei específica, passando a ter nova denominação de animal “Silvestre” para animal “Exótico”, o que levaria num futuro próximo à caracterização de animal “Zootécnico”, enquadrado ao “Plano Nacional de Sanidade Avícola”, e pôr conseguinte com direito de importação, desde que atendendo a legislação em vigor.
A Avestruz (Struthio Camelus sp.), é de origem Egípcia e depois dispersando para a África, pertencente à família das “Ratitas” (aves que não apresentam a capacidade de voar), que se caracterizam pôr seu grande porte podendo atingir 2,8 m de altura e pesar acima de 150 kg, serem longevas atingindo até 70 anos e uma excelência reprodutiva em torno de 40 anos, porém nunca perdendo a fertilidade.
O nome Struthio Camelus provém de duas importantes características do avestruz, correr em zigue-zague para escapar de predadores (Struthio) e ser altamente resistente à falta de água (Camelus).
O início do interesse comercial desta ave dista de muito tempo (épocas Faraônica e Romana), visando única e exclusivamente à utilização de suas plumas de características puramente ornamentais (perfeita simetria e beleza), e as cascas dos ovos para transporte de água quando em longas travessias no deserto e em face de elevada demanda de plumas no século passado, aconteceu o incentivo para instalação de criações domesticas, e como conseqüência provocou a redução das populações naturais e os animais fruto destas criações iniciais de forma extensiva não eram abatidos e sim utilizados para a retirada anual de plumas para posterior exportação para Europa e Estados Unidos.
A débâcle (derrocada financeira) de Wall Street no inicio do século XX, provocou uma diminuição da excitabilidade mercadológica das plumas, levando a uma redução pôr muito tempo, do interesse pelas criações, que só ocorreu após o advento das duas grandes guerras, com a busca pôr uma alimentação alternativa de momento, levando a pesquisa a identificar as qualidades positivas da carne de avestruz, que apresenta em relação comparativa com as demais (bovina, suína e frango) características bem mais saudáveis de gordura e colesterol além de sabor similar à da bovina.
Com o descortinar da vantagem, de se consumir a cada vez mais, uma alimentação comprovadamente saudável, iniciada na década de sessenta, reiniciou-se os trabalhos em prol do desenvolvimento de tecnologias racionais de criação de avestruz (Estrutiocultura), haja vista a certeza quanto à valorização da carne, o reconhecimento das qualidades majestosas de seu couro e o retorno da utilização das plumas já historicamente conhecidas, tudo isto aliado à elevada relação de rendimento, obtido pôr área deste produto, em nível de criação (produtividade = Kg/ha) propiciando perspectivas ao criador, de auferir interessantes rendimentos, pois toda carne comercializada no presente momento, encontra fácil colocação no mercado, a preços extremamente compensadores pôr quilo no mercado Mundial, e em relação ao Brasil o mercado de São Paulo tem se apresentado como potencial consumidor, o couro cotado em nosso mercado variando entre R$700,00 a R$ 1.200,00 pôr unidade processada, sendo utilizado pôr grandes Estilistas no mundo, na confecção de bolsas, sapatos, cintos, casacos e outros, direcionado ao comercio de pessoas de elevado poder aquisitivo, e as plumas de reconhecida beleza e com característica de ser antimagnética, (sua eletrostática amplia a capacidade de absorção de poeira, pôr isso limpa totalmente as superfícies tratadas) comercializadas como adorno e para o fabrico de espanadores de pó, com franca utilização na industria de aparelhos elétricos e eletrônicos, variando seus preços entre R$ 10,00 a R$ 90,00 pôr quilo a depender da utilização a ser dada.
Outro produto bastante interessante de comercialização, os ovos não fertilizados vendidos para o fabrico de artesanato, na forma de peças decorativas, atingindo excelente valor.
Definem-se comercialmente três raças:
Black Neck
Pescoço Preto mais conhecido como African Black é um animal domesticado (Struthio Camelus Domesticus) fruto de seleção empírica feita pêlos sul africanos ao longo dos últimos 150 anos.
Red Neck
Pescoço vermelho, é uma ave mais agressiva, que pode chegar a atacar pessoas uma vez se sentindo ameaçada.
Blue Neck
Pescoço Azul, é uma ave também agressiva, não gosta do convívio com pessoas nem com outras raças de avestruzes.
A classificação acima esta direcionada a cor da pele dos adultos, porém todas as raças possuem como característica comum, a mesma coloração de penas, sendo os machos predominantemente pretos com a extremidade das plumas principais brancas e as fêmeas cinza amarronzadas.
A raça Black Neck, também chamada de “African Black”, é na verdade uma raça domesticada, que recebe preferência dos fornecedores de plumas, enquanto a raça Blue Neck, tem como característica principal seu grande porte, sua similaridade com a Red Neck.
Com o interesse crescente pela carne da avestruz, a tendência foi o cruzamento entre raças, para a obtenção de um maior peso de abate, surgindo então a raça “Blue Black”, que se apresenta como uma melhoria genética, unificando características positivas de seus elementos paternais (predecessores), tais como maior fertilidade e precocidade (maior numero de ovos e inicio de postura precoce), docilidade (manejo mais simples), alta densidade de plumas (maior ganho com esta venda).
Sanidade
A característica de elevada rusticidade e longevidade da Avestruz, leva aos pesquisadores pelo seu Histórico evolutivo, a considerar esta ave o ser de maior capacidade imunológica do Reino animal, justificando a elevada perenidade de sua raça, bem como a elevada capacidade de adaptação a uma grande diversidade de ecossistemas. O que não implica na falta de cuidados normais e corriqueiros na condução do manejo de uma criação.
Medida fundamental para a manutenção da segurança sanitária reside no total impedimento de criação de outras espécies de aves na área, pois se apresentam como potenciais fontes de transmissão de doenças infecto-contagiosas.
Outras medidas tais como, instalação de reservatórios de higienização, também chamadas de “Rodolúvios”, na entrada dos criatórios e reservatórios menores, os “Pedilúvios”, na entrada dos piquetes e instalações gerais para higienização dos calçados dos funcionários e visitantes que adentrem nos mesmos.
Acrescido dos cuidados normais de higiene (acima), deve-se priorizar sempre o controle da água e dos alimentos servidos, os cuidados quando da introdução de novos animais no plantel, criando-se um esquema de quarentena (mínimo de 04 semanas de isolamento). Na região cacaueira do Sul da Bahia, pelas suas características de elevada umidade, evitar toda a possibilidade de formação de alagamentos, poças e similares na área dos piquetes, mantendo sempre uma condição mínima de drenagem. Evitar transportar e manter junto, aves de idades e tamanhos diferentes, precavendo-se contra traumatismos, evitando também o excesso de tráfego e visitações no criatório, pois é característica marcante o estresse causado pelas movimentações.
Com relação à sanidade é bom realçar que
as vacinações, em avestruzes ainda não é coisa
totalmente definida, pois os resultados laboratoriais podem acusar vírus
patogênico, na amostra vacinal ou amostra patogênica como resultado
de exames, levando por tanto, a não ser compulsória no Brasil
a vacinação contra Newcastle, contra influenza aviária
o país não possui vacina, aliais, não existe nenhum registro
de vacina para avestruz e a Febre Hemorrágica Criméia Congo
que tem no carrapato seu agente principal não se apresentou no Brasil
nenhum caso.
Influenza Aviária
Erradicada do Brasil, porém, o avestruz é hospedeiro, apesar de não contrair a enfermidade, pôr isso o risco para o plantel avícola brasileiro de importações descontroladas, sugere-se a importação de ovos, pois isso reduz o risco de introdução de novos patógenos de endo e ecto parasitos.
Newcastle
Como sintoma constata-se catarro, bronquite e perturbações nervosas, às vezes com tosse e espirro, os ovos apresentam casca fraca e forma irregular. A profilaxia reside no isolamento das aves doentes e sacrifício das que apresentam sintomas nervosos, desinfecção dos abrigos e queima das camas.
Doenças Diversas
São classificadas como doenças diversas, aquelas ocasionadas pelo manejo inadequado da criação e são caracterizadas pela apresentação das seguintes sintomatologias: Raquitismo, Rotação tibiotarso, Impactação, Ingestão de corpos estranhos, traumatismos, diarreias, verminoses.
O “raquitismo” é fruto de alimentação errônea sem o devido balanceamento nutricional. “Rotação Tibiotarso” resultado de excesso de proteína, fatores nutricionais, contaminações infecciosas, localização errônea de cochos e qualidade de pisos. “Impactação” é proveniente do consumo de alimentos impróprios que se acumulam no ventrículo, pró-ventrículo e intestinos cessando a movimentação digestiva.
Ingestão de corpos estranhos e traumatismos relacionam-se ao manejo e instalações inadequados, como por exemplo, os pisos cimentados muito lisos que promovem escorregões com muita facilidade, atentando também com relação ao piso de concreto que o mesmo eleva muito a sensação de frio nas aves novas o que pode gerar forte stress podendo levar até a morte do animal, por isso é aconselhável o uso de campânula de aquecimento para o controle térmico.
1. Mercado (perspectivas)
Os mais variados tipos de carnes, sempre têm preferência quando há sobra no orçamento familiar, destinado a ingestão de proteínas, a carne bovina apresentando perspectiva de aumento de preço dado à tendência dos criadores em reter os animais para forçar uma elevação de seus valores atuais, quanto ao frango, os exportadores animados pela desvalorização do Real, prevêem aumentos de exportações e recuperação de mercados externos, a suinocultura beneficiada pelo aumento tanto na taxa de desfrute, quanto no peso dos animais abatidos, espera novo impulso nas exportações de carne principalmente para a Argentina e Hong Kong, também pôr conta da desvalorização da moeda brasileira ante o Dólar.
Apesar do consumo per capita de carnes no Brasil, vir se mantendo constante
nos últimos quatro anos, apresentando como dados os seguintes: Carne
bovina, 34 a 37 kg (01 porção de 90 g/dia), carne suína,
09 a 10 kg, carne de frango 22 a 24 kg, carne de peixe 4,5 kg levando a se
prever que no caso da disponibilidade de outras carnes nobres o mercado encontra-se
aberto para aquisição, consumo e ou exportação
destas.
|
Espécie |
Consumo/carne t/ano |
Carne/animal kg |
Abate Anual Cabeças |
|
Bovino |
5.895.000 |
240 |
24.562.500 |
|
Frango |
3.969.000 |
0,96 |
4.134.375.000 |
|
Suíno |
1.585.000 |
60 |
26.416.666 |
|
Pescado |
700.000 |
1,2 |
583.333 |
|
Avestruz 1% relação Boi |
58.950 |
30 |
1.965.000 |
|
Avestruz 1% relação Todos |
114.490 |
30 |
3.816.333 |
Imaginando acertadas as perspectivas do quadro acima, nos obrigaria a estimar um rebanho previsto em 154 mil avestruzes (1% em relação Boi) ou 298 mil avestruzes (1% em relação Todos), isto sustentado no princípio da utilização de casais de aves e não o terno (trio) quando se utiliza um macho para duas fêmeas (redução de 20% da produtividade prevista), e numa produção média de 50 ovos pôr ano com um percentual de fertilidade destes de 80%, percentual de eclosão também de 80% e índice de mortalidade médio nos primeiros três meses de 20%, ou seja em condições ótimas 50% de taxa de desfrute.
Exemplo:
Índices Técnicos
| Postura | 44 / 50 ovos | |
| Fertilidade | 73 / 80% |
|
| Incubação/Eclosão | 80% | 20 % perdas |
| Mortalidade (nasc.) | 15 / 20% | |
| Taxa Desfrute | 50% | * |
01 Pinto para cada 02 ovos
| Discriminação | % |
| Couro | 60 |
| Carne | 35 |
| Plumas | 5 |
Instalações
A característica principal das instalações, esta relacionada à extrema simplicidade das mesmas, deve-se inicialmente construir piquetes de dimensões de 1.000 m² (20m x 50m) podendo também ser de 1400 m² (20m x 70m) utilizando-se de telas especiais (campestres) com altura de 1,60m não devendo ser soldada as emendas e sim costuradas, para promover a contenção e integridade das aves, com a preocupação de se instalar corredores de dimensões variando de 1,5m a 2,0m entre os piquetes que impossibilitem e ou inviabilizem o contato direto entre as aves impedindo a ocorrência de possíveis disputas (brigas), e no piquete instalar cochos de água, ração e sal sem a necessidade de serem protegidos de intempéries normais(sol e Chuva). Com o resultado do progresso de manejo dos pastos efetuamos a redução dos piquetes segundo orientações dos mais experientes para 800m²(20m x 40m) para acomodar um casal de aves (400 m²/Cab.) e temos constatado considerável sobra de forrageiras quando da rotação dos mesmos.
No caso de se optar pela cerca de arame liso, promover um distanciamento entre os fios de 10,15 e 20 cm atentando para a altura de 1,60m ou 1,80m.
Temos visto em outras propriedades a opção de se utilizar unicamente 5 fios de arame liso distanciados a 25 cm apresentando espaçamento entre mourões a cada 6 metros e balancins distanciados a cada 1,5 metros, ficando para o futuro a responsabilidade de registrar o sucesso ou fracasso da instalação.
Outra curiosidade interessante, está na formação de colônias de animais em piquetes em numero de 02 com capacidade de abrigar 30 animais medindo [180 X 200 metros] cada um, deixando para este tipo de colônia uma única sugestão, de se utilizar animais em desenvolvimento, pois no caso deles se encontrarem em fase de reprodução dificilmente se teria a certeza dos casais geradores e fertilizadores dos ovos produzidos.
Nos piquetes implantar gramíneas resistentes ao pisoteio e de porte baixo bem manejados e fertilizados, atentando para manter uma altura mínima de pastejo.
No intuito de se promover a melhoria da qualidade nutritiva das pastagens, introduzir leguminosas em consorcio com a gramínea, optando por aquela que apresente característica de agressividade, facilidade de implantação e pegamento, perenidade e disponibilidade de se adquirirem mudas em nossa região, aliado ao excelente potencial nutritivo do mesmo. O amendoim forrageiro registra índices 60 a 70 % de digestibilidade e 19% de proteína bruta.
Peculiaridades
| Origem | África |
| Plumagem | Macho – Penas Pretas
Fêmea – Penas Cinza Amarronzadas |
| Altura | 2,20m a 2,80m |
| Peso | 110 kg a 150 kg |
| Alimentação | Pasto e Ração (concentrado) |
| Peso médio do ovo | 1.230 g / 1.525 g |
| Produtividade Média | 60 ovos / ano |
| Produção de Plumas | 1,20 kg / ano |
| Carne | 35 / 40 kg de carne limpa c/ 12 meses |
| Incubação | 42 / 43 dias |
| Longevidade | Até 70 anos |
| Fertilidade Plena Plena |
Até 40 anos |
| Produção de couro | 1,2 m² |
Comparativa Pecuária x Avestruz x Ovino
| Espécie | Bovino | Avestruz | Ovino |
| Gestação/Incubação (dias) | 280 dias | 42 dias | 150 dias |
| Crias | 01 bezerro | 20/30 aves | 1,5 cordeiro |
| Idade de abate | 645 dias | 407 dias | 269 dias |
| kg de carne abate | 240 kg | 1.217 kg | 30 kg |
| Couro (m2) | 3 | 24/36 | 0,75 |
| Plumas (kg) | - | 28/30 | - |
| Vida economicamente ativa | 10 anos | 20 a 40 anos | 5 anos |
Valores Nutricionais Comparativos da Carne (100 g)
| Gordura (Kcal) | Protídeos (mg ) | Lipídeos (mg ) | Colesterol (mg) | Calorias (%) | Ferro ( mg) | Proteína (%) | |
| Bovino | 9,3 | 27 | 18 | 91 | 282 | 3,0 | 29,9 |
| Suino | 9,7 | 28 | 22 | 99 | 324 | 1,1 | 29,3 |
| Frango | 7,4 | 32 | 04 | 86 | 165 | 1,2 | 28,9 |
| Avestruz | 2,8 | 26 | 02 | 63 | 114 | 3,2 | 26,9 |
| Peru | 5,3 | - | - | 76 | 170 | 1,8 | 29,3 |
| Javali | 2,8 | 22 | - | 45 | 160 | 2,1 | 22 |
| Ema | 3,1 | - | 02 | 57 | 105 | 22,9 |
Alimentação
No tocante a alimentação desta ave, deve-se considerar o consumo de pedras/pedregulhos a serem ingeridos pelas aves até a armazenagem total de 1,5 a 2,0 kg e localizadas no ventrículo, para auxílio na digestão dos alimentos, que devido ao desgaste natural destas pedras devem ser repostas.
A alimentação consiste basicamente de pasto (gramíneas e leguminosas) além de ração balanceada.
1- Pastagens
Proporcionalmente as avestruzes pastam mais e com maior eficiência do que o gado, tendo o hábito de pastejar similar ao das ovelhas, privilegiando pastos baixos.
Qualquer gramínea ou leguminosa é bem aceita. Quanto mais nutritiva for a pastagem, menor o consumo de ração.
Na ausência de pasto, deve-se fornecer capim elefante ou Cameron picado.
2 – Ração
Peletizada dá um melhor aproveitamento, menor desperdício e, maior homogeneidade dos nutrientes e vitaminas.
Como as necessidades nutricionais se modificam de acordo com a idade, deve-se usar diferentes composições de ração para acompanhar estas modificações.
Existem no mercado rações específicas para avestruzes.
Consumo Médio de Ração
| 01 a 08 semanas de idade | 0,25 a 0,50 kg/cab/dia |
| 09 a 16 semanas de idade | 0,50 a 1,00 kg/cab/dia |
| 17 a 24 semanas de idade | 1,00 a 1,40 kg/cab/dia |
| 25 a 42 semanas de idade | 1,40 a 1,60 kg/cab/dia |
| Acima de 42 semanas | 1,60 a 1,80 kg/cab/dia |
Captura / Contenção
Ao se promover algum trato às aves, deve-se proceder a captura utilizando-se do gancho apropriado para esta finalidade, de forma nenhuma se deve utilizar cordas ou quaisquer outros instrumentos que venha a dificultar a livre respiração destes ou promover traumatismos ao longo do pescoço da ave, a operação deve ser rápida, colocando-se um capuz que vede a passagem de luz , gerando um estado de tranqüilidade ao animal, reduzindo as movimentações, atentando sempre para que quando deste trabalho seja utilizado o mínimo de duas pessoas para execução da tarefa, e em animais maiores e muito pesados, trabalhar com o mínimo de três pessoas para capturar e conter a ave, sempre imobilizando pêlos lados pois o chute frontal pode gerar enorme perigo para quem lida com a ave.
Critérios Básicos para Ingressar na Atividade
Quando da aquisição de animais além de consultar Profissionais de reconhecida competência, deve visitar criatórios de sucesso para observar a produtividade do plantel, manejo, consangüinidade, defeitos genéticos, experiência do criador.
Fonte: www.ceplac.gov.br