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Boto Cachimbo

Boto-Cachimbo

A Pontoporia blainvillei, conhecida como boto-cachimbo pelos moradores de Regência, município de Linhares no Espírito Santo, consta na Lista Oficial de Espécies da Fauna Ameaçada de Extinção como cetáceo de maior risco de extinção na natureza a médio-prazo.

AMEAÇA

As principais mortes desse mamífero aquático são os artefatos de pesca e a degradação ambiental ocorridas na região. Dentro de sua área de distribuição o aumento do tráfego hidroviário representa uma ameaça à espécie através da poluição e interferência em seu habitat. A destruição dos manguezais e assoreamentos nas regiões estuarinas também comprometem o seu habitat com risco a sobrevivência da espécie.

ESTUDO

De acordo com estudos feitos pelas estudantes de Ciências Biológicas, Danielle Vasconcelos e Flávia Carnelli, o maior índice de captura acidental desses animais nessa região ocorre entre os meses de dezembro a março, porque com as chuvas de verão a boca da barra é carregada para fora permitindo com que os pescadores pesquem mais distante da costa. Também é no verão que o mar de Regência está mais calmo, o que possibilita os pescadores colocarem mais redes, aumentando assim, mais emalhamento desses animais.

ALIMENTO

Quando o boto-cachimbo acidentalmente cai nas redes de pesca, os pescadores locais utilizam sua camada de gordura para pescar cação e também para alimentação.

Ainda que muitos países têm tratado de regular a poluição das águas, é muito difícil fazer esse controle, mesmo estando presentes em leis. Com isso esses surpreendentes animais sofrem com a degradação da natureza principalmente através da água que é seu habitat, com a exploração dos recursos naturais e pela falta de consciência humana para com eles.

Fonte: www.jornalorebate.com

Boto Cachimbo

Esta espécie de golfinho tem distribuição restrita às águas costeiras entre o Espírito Santo e a região da Prata, na Argentina. Tem coloração marrom-claro e um rostro (bico) relativamente longo quando adultos. Podem chegar a 1,6 metros na idade adulta. Geram um filhote após cerca de 11 meses de gestação.

Alimentam-se principalmente de peixes e de lulas. Têm preferência por águas mais escuras, provavelmente para fugir de predadores como os tubarões e as orcas. Curiosidade: é raro se observar a toninha em ambiente natural. Se você conseguiu observar um exemplar desta espécie, corra para a casa lotérica mais próxima pois pode ser o seu grande dia de sorte!!!

No sul do Brasil esta espécie encontra-se muito ameaçada pelas capturas acidentais em operações de pesca. Como o próprio nome já diz, esses pequenos cetáceos não conseguem perceber a presença de redes de pesca na água e, muitas vezes, se emaranham nas mesmas e morrem afogados, já que são mamíferos como nós, humanos, e respiram por pulmões.

Fonte: www.achetudoeregiao.com.br

Boto Cachimbo

(Pontoporia blainville)

Toninha, boto-cachimbo, boto-amarelo, golfinho-do-prata (Pontoporia blainville)

Classe: Mammalia

Ordem: Cetacea

Família: Pontoporidae

Nome científico: Pontoporia blainvillei

Nome vulgar: Toninha, boto-cachimbo, boto-amarelo, franciscana ou golfinho-do-prata

Categoria: Ameaçada

Habita águas rasas do litoral sul-americano, entre São Paulo e a península de Valdés, na Argentina.

Penetra distâncias curtas nos rios de sua área de distribuição.

Alimenta-se de pequenos peixes, crustáceos e cefalópodes.

O período gestacional dura aproximadamente 10 meses.

Tem coloração cinza-acastanhada tendendo para amarelo no ventre.

Apresenta rostro afilado e longo, com 210 a 242 dentes aguçados, nadadeiras peitorais muito largas e nadadeira dorsal triangular ligeiramente falcada.

Fonte: www.ambientebrasil.com.br

Boto Cachimbo

(Pontoporia blainville)

O boto é um mamífero da ordem Cetacea, nativo da Amazônia e das costas do Atlântico e Pacífico, parecido com um golfinho. Os botos são os únicos mamíferos dessa ordem vivendo exclusivamente em ambientes de água doce, sendo considerados por alguns zoólogos como as espécies atuais mais primitivas de baleias.

Gêneros

O boto-cinza, golfinho-tucuxi ou tucuxi (Sotalia fluviatilis, da família Delphinidae) é dividido geralmente em duas subespécies, uma marinha e outra fluvial. A marinha, S. f. guianensis, distribui-se no Atlântico, a partir de Florianópolis (Santa Catarina) para o norte. A aquática, S. f. fluviatilis, vive nos rios da Amazônia.

O boto-de-Burmeister (Phocoena spinipinnis, da família Phocoenidae) é marinho, e vive a partir de Santa Catarina, para o sul.

O boto-vermelho ou apenas boto, (Inia geoffrensis, da família Platastanidae), de água doce, é endêmico dos rios da Amazônia, e está colocado na categoria vulnerável da UICN.

Também vulnerável (ameaçado no Brasil) é o boto-cachimbo, toninha ou franciscana (Pontoporia blainvillei, Platastanidae), marinho, que vive desde o Espírito Santo, para o sul.

O boto nos mitos

Diz uma lenda amazônica que o boto se transforma num rapaz formoso, hábil dançarino, e conquista mulheres para levá-las consigo ao rio. A lenda serve como pretexto para moças justificarem a gravidez sem casamento. "Foi o boto", dizem.

Cinema

Há um filme no Brasil que fala sobre a lenda do Boto, Ele, o boto.

Fonte: pt.wikipedia.org

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