
Cachorro-Vinagre
Fonte: www.sofotos.com.br

Cachorro-Vinagre
Lobinhos são os cachorros selvagens mais baixos do América do Sul (uns trinta centímetros de altura). Também se chamam cacharros-do-mato-vinagre, por causa do pêlo côr de vinagre escuro que têm nos costas (a barriga, os pernas e a cauda são escuras, quase pretas). Comem caranguejos e outros bichos pequenos que vivem no água e na lama.
Mas também atacam pacas, emas (primas brasileiras do avestruz), capivaras e até veados. Para apanhar a capivara, usam um truque especial. Dividem o bando em dois grupos. Um dos grupos persegue a capivara em terra e o outro grupo espera a capivara no rio. Quando a capivara pensa que vai poder ficar salva dentro d'água, encontra lobinhos prontos para atacar.
Entrar na água não é problema para os lobinhos.
Eles têm os dedos ligados por uma membrana (pele) e nadam perfeitamente.
Lobinho mora em terrenos alagados, no Brasil, nas Guianas, no Equador, no
Peru e no Paraguai. Vive e caça com um bando de companheiros, tal e
qual o lôbo. Mede uns sessenta e cinco a setenta centímetros
de corpo e uns doze a quinze centímetros de cauda. Dizem que come cobras.
O veneno da maioria dos cobras não faz nenhum mal ao lobinho (experiências do Instituto Butantã, de São Paulo, mostraram isso). Alguns homens que estudam os bichos acham que o lobinho de hoje é o aracambé ou joguaracombé dos nossos índios (veja Cachorro Doméstico).
Valente, o lobinho é perigoso para os cães de caça que vão atrás dele até o barranco onde ele cavou sua toca. Na Amazônia, o aracombé ganhou os apelidos de janauí, jonauíra, jananoíra.
Fonte: www.animanet.com.br

( Jaguaracambé, Januária) Speothos venaticus (Lund, 1839)
Classificação: Ordem Carnívora, Família
Canidae
Nome em inglês: Bush dog
Seu corpo e cabeça têm até 15 cm. Chega a pesar 7 kg. Foi inicialmente considerado como fóssil. Vive em florestas e savanas, perto da água, nadando e mergulhando bem. Alimenta-se de roedores, como, por exemplo, a paca (Agouti paca) mostrada na ilustração. Classificada como espécie rara pela IUCN (1976) e apêndice 1 da CITES.
Fonte: www2.petrobras.com.br