
Jaburu, ave pernalta típica do Pantretal Matogrossense, apresenta envergadura
de até 2,10 m.
Nome de diversas aves pernaltas parecidas com a cegonha européia. Seu corpo tem cerca de 1,5 m de comprimento e a envergadura alcança 2,10 m. O bico tem 30 cm de comprimento. A plumagem é branca, com exceção da cabeça e do pescoço, que são pretos. Na base do pescoço há um anel avermelhado de pele nua.
O jaburu alimenta-se de rãs, peixes e outros animais aquáticos. Como vive em grandes bandos à margem de lagoas e cursos d’água, alimenta-se também de peixes mortos, e contribui assim para evitar a contaminação da área causada pela putrefação dos cadáveres. Conforme as regiões do Brasil, as aves deste grupo recebem nomes variados: baguari, cabeça-de-pedra, jabiru, jabiru-moleque, joão-grande, tabuiaiá, tuiuiú.
Fonte: www.klickeducacao.com.br

Maio a novembro
Brejos, Cambarazal, Campo, Mata ciliar rio Cuiabá, Mata ciliar rio São Lourenço, Rios, corixos e baías.

Considerado o símbolo do Pantretal, o Tuiuiú é a maior ave voadora da planície pantaneira. É uma cegonha; como tal, voa com seu pescoço e pernas esticados, ao contrário das garças e seus pescoços encolhidos durante o vôo. Com até 1,60m de altura e 2,80m de envergadura (medida de uma ponta da asa aberta à outra), utiliza-se, principalmente, das correntes de ar quente ascendentes para voar. Nesses vôos, destaca-se pelas penas brancas da cauda e asa, em contraste com o pescoço, cabeça, bico e pés negros, além do seu maior tamanho, em relação às outras aves na mesma corrente de ar.
Esses deslocamentos podem ser de poucos até centenas de quilômetros. Percorre as distâncias maiores quando as condições locais alteram-se, devido à flutuação natural do ciclo de águas, fazendo escassear as fontes de alimento.
Alimenta-se de peixes e caramujos, embora também coma insetos e pequenos vertebrados terrestres, de forma ocasional. O seu período de reprodução coincide com a baixa das águas, momento em que muitos peixes ficam presos nas lagoas baías e corixos, facilitando sua pesca. Nesta época, o mussum (Symbranchus marmoratum) e a traíra (Hoplias malabaricus) são as principais presas levadas aos filhotes, bem como o grande caramujo aquático pulmonado (Pomacea).

Os ninhos do tuiuiú são as maiores estruturas construídas por aves no Pantretal. Localizados nas árvores mais altas, seja nos capões espalhados no campo, seja na mata ribeirinha, são reutilizados a cada ano, com acréscimo de material.
Crescem, dessa forma, até atingirem 1,85m de diâmetro e 70cm de altura, na média. Há registro de ninho com 3m de diâmetro.
A altura do solo varia conforme a vegetação do local. Medidas de ninhos chegaram à altura média de 11m, com extremos entre 4 e 25 metros. Feitos de galhos mais grossos na parte externa, são forrados no interior com capins e plantas aquáticas para a postura de 4 ovos (raramente 5), incubados por 60 dias.
Os filhotes saem do ninho aos 3 meses de idade, acompanhando os pais nas primeiras semanas de vida.
O ninho fica tão sólido ao final do período reprodutivo, devido ao pisoteio, que é capaz de sustentar uma pessoa adulta sobre ele.
Outras aves, em especial a cocota, periquito-barroso (ou caturrita, como é conhecido esse periquito no sul do Brasil), usam a base do ninho do tuiuiú para dar sustentação aos seus.
O casal fica unido pelo menos durante o ciclo reprodutivo, executando danças em dueto e batendo seus longos bicos, maiores nos machos do que nas fêmeas. Nessas ocasiões, a pele vermelha do papo fica mais ressaltada, devido ao aumento da irrigação sangüínea.
Ocorre em toda a reserva do SESC, com ninhos mais concentrados ao longo do rio Cuiabá e no Riozinho, onde estão seus principais pontos de alimentação.
Fonte: www.avespantretal.com.br
O jaburu se inclui entre as maiores aves brasileiras. É quase mudo, embora faça um matraquear com o bico e seus filhotes assobiem solicitando comida. Apesar do grande porte, é exímio nos longos vôos: aproveita-se das correntes quentes para pescar a mais de trinta quilômetros do local de pouso.
Ave da família dos ciconídeos, o jaburu, jabiru ou tuiuiú (Jabiru mycteria) mede cerca de 140cm de comprimento e 260cm de envergadura e pesa cerca de oito quilos. A plumagem é toda branca, as partes nuas são negras e o enorme bico é curvado para cima. Possui, na base do pescoço dilatável, um anel vermelho que se torna de coloração mais intensa quando a ave se excita. Onívoro, o jaburu pega peixes, tartarugas, cobras e filhotes de jacaré. Come também insetos, caranguejos e rãs.
O jaburu ocorre da América Central ao norte da Argentina. No Brasil, é típico da Amazônia e do pantretal mato-grossense. Vive nas margens de rios e lagos. O ninho, feito no topo de árvores altas ou de palmeiras, consiste num amontoado de galhos de até mais de um metro de comprimento, forrado de capim e lodo. Com as sucessivas ocupações e reformas, aumenta de tamanho até dois metros de diâmetro por cerca de um metro de altura. A postura média das fêmeas é de dois a três ovos.
Fonte: www.emdiv.com.br
Nome inglês: Jabiru ou Jabiru Strok
Nome científico: Jabiru mycteria
Família: Ciconiidae
Filo: Chordata
Classe: Aves

O tuiuiú é uma ave de grande porte, mede aproximadamente três metros de uma ponta da asa a outra e pode chegar até 1 metro e 60 de altura. Ela é uma ave migratória e muito abundante na região do Pantretal , parente das cegonhas européias e que pode chegar a pesar 10 Kg quando adulta. Para sorte da espécie sua carne não é comestível. O tuiuiú, também chamado de jaburu, forma apenas um ninho na vida e tanto o macho como a fêmea cuidam dos ovos e dos filhotes. Eles se alimentam de peixes, moluscos, insetos, répteis e pequenos mamíferos.
O tuiuiú é conhecido também por jabiru, tuiuguaçú, tuinim, tuim-de-papo-vermelho (Mato Grosso), cauauá (Amazônia), tuiuiú-coral e jaburu-moleque.
A palavra "jaburu" em tupi-guarani é uma alusão ao modo de andar da ave, "da que é inchada"...
É grande voadora, pois se eleva a grande altura em meio a tantas outras, quando ficam fazendo inspeção às áreas alagadiças e onde as águas estão baixando, para atestarem a presença do pescado.
O Tuiuiu é uma ave de corpo robusto. O bico, grosso e afilado na ponta, tem 30 cm de comprimento. O pescoço é preto e a parte do papo, dotada de notável elasticidade, é vermelha. A cor predominante das penas no indivíduo adulto, é branca.
Voando, mantém o pescoço esticado e alterna períodos de batimento das grandes asas de mais de dois metros e meio de envergadura, com outros em que planam.
Além do seu tamanho, chama a atenção pelo seu enorme ninho feito de galhos de arbustos secos, construído em árvores como o "manduvi" (Sterculia striata), a "piúva" (Tabebuia impetigosa) ou em troncos de árvores mortas. Ele vive em bandos numerosos nas zonas de lagoas e rios piscosos, pois consome uma quantidade incrível de peixes.
O habitat do tuiuiú são as margens dos rios, em árvores esparsas. A fêmea forma seus ninhos no alto dessas árvores com ramos secos e a ajuda do companheiro. Os ninhos são feitos em grupos de até seis, às vezes juntos a garças e outras aves. A fêmea põe de 2 a 5 ovos brancos.
O Tuiuiú tem grande capacidade de vôo, elevando-se a grandes altitudes. Quando descansa, na margem do rio ou lagoa, costuma ficar em uma só perna. Seu andar é vagoroso.
Fonte: zoomania.spaceblog.com.br
Nome Vulgar: Tuiuiu, Jabiru
Nome Científico: Jabiru mycteria
Classe: Aves
Gênero: Jabiru
Espécie: mycteria

ESPÉCIE CRITICAMENTE EM PERIGO DE EXTINÇÃO (FAUNA AMEAÇADA NO ESTADO DE SÃO PAULO).
Também conhecido como Jaburu, Jaburu moleque, Jabiru e Tuiuiu coral (Mato Grosso), Tuiuguaçú, Tuinim, Tuim-de-papo-vermelho (Mato Grosso), Cauauá (Amazônia). Seu nome origina-se do tupi-guarani e significa “garganta inchada”. É considerada a ave símbolo do Pantretal e uma das maiores aves da América do Sul. É uma ave de porte grande com altura média de 1,40m e envergadura de 2,60m com peso médio de 8 kg. O bico é negro, ligeiramente curvado para cima, grosso e afilado na ponta com 30cm de comprimento. A cabeça e o pescoço não possuem penas e são negros.

A parte traseira da cabeça apresenta algumas penas brancas. Seu pescoço dilata-se (inflável), a base é vermelha e que muda para o escarlate quando a ave está excitada. Os tarsos são escuros e a plumagem inteiramente branca, inclusive a cauda. Voa com o pescoço esticado, alternando batidas das asas com rápido planeio. Nidifica isoladamente no alto das árvores ou palmeiras. O ninho é construído com ramos secos e chega a ter mais de 1m de diâmetro, o ninho é trabalhado pelo casal.
A postura consiste em 2 ou 3 ovos, ambos trabalham na incubação e nos cuidados com a prole, às vezes, o ninho é também bastante rico em plumagem, para auxiliar na proteção da postura. O filhote é pardo-escuro com a cabeça e o corpo emplumados. Associa-se em bandos para comer insetos, caranguejos, caramujos, rãs, pequenos mamíferos, restos de animais, sapos e peixes.
Fora do período reprodutivo pode ser visto solitário, em pares ou em grupos de até centenas de indivíduos. Vive nas margens de grandes rios e lagos com árvores esparsas, campos úmidos semeados de capões, pantretal e pastagens com lagoas, vive no alto das árvores nos pantanais. Ocorre na Amazônia, Bahia, centro oeste, Pernambuco até São Paulo e Santa Catarina, a maior população é encontrada no Pantretal e Mato Grosso, ocorre da América Central (até o México) ao norte da Argentina.
Fonte: www.diagnostico.org.br