Facebook do Portal São Francisco Twitter do Portal de Educação Curtir
Home  Antártida - Página 20  Voltar

Antártida

Meio ambiente

Antártida
O buraco na camada de ozônio

As condições de vida na Antártica limitam a variedade da mesma encontrada em terra e, apesar, de seu isolamento, a atividade humana trouxe problemas como o lixo das estações de pesquisa, o buraco na camada de ozônio sobre o continente, o turismo e o aquecimento global. O buraco pode inclusive ameaçar as teias alimentares, pois a luz ultravioleta afeta o crescimento do fitoplâncton, do qual se alimenta o krill. No entanto, o problema tem se reduzido ao passar dos anos, devido a proibição de produtos com CFC.

Flora

As principais dificuldades para o crescimento dos vegetais na Antártica são os fortes ventos, a curta espessura do solo e a limitada quantidade de luz solar, durante o inverno.

Por isso, a variedade de espécies de plantas na superfície é limitada a plantas "inferiores", como musgos e hepáticas. Além disso há uma comunidade autotrófica, formada por protistas. A flora continental consiste em líquens, briófitas, algas e fungos. O crescimento e a reprodução ocorrem geralmente no verão.

Há mais de 200 espécies de líquens e aproximadamente 50 espécies de briófitas, tais como musgos. No continente existem 700 espécies de algas, a maioria das quais forma o fitoplâncton. Diatomáceas e algas da neve, algas microscópicas que crescem na neve e no gelo dando-lhes coloração, são abundantes nas regiões costeiras durante o verão. Há duas espécies de plantas que florescem e são encontradas na Península Antártica: Deschampsia antarctica e Colobanthus quitensis[12].

Fauna

Antártida
Pinguins-imperador

O krill é muito importante para a maior parte das teias alimentares, servindo de alimento para lulas, baleias, focas, como a foca-leopardo, pinguins e outras aves. As aves mais comuns são os pinguins, os albatrozes e os petréis. No entanto, somente 13 espécies fazem seus ninhos em terra firme, geralmente no litoral, e partem para regiões mais quentes no inverno. Enquanto todas as demais migram, duas espécies de pinguim permanecem e migram para o interior: o pinguim-imperador, a maior espécie, e o pinguim-de-adélia. Por volta de abril, machos e fêmeas dos pinguins-imperador migram cem quilômetros para o sul, as fêmeas voltam para o litoral para se alimentar, só voltando em julho e os machos se agrupam para se aquecerem.

A fauna dos mares em torno da Antártica é bastante rica. É composta por uma miríade de invertebrados como esponjas, anêmonas, estrelas-do-mar, ouriços-do-mar anelídeos, crustáceos e moluscos e entre os mais abundantes estão o isópode Glyptonotus antarticus e o molusco Nacella concinna, comum nas zonas costeiras. As condições ambientais afetam o crescimento e a reprodução desses animais: eles se tornam maiores e crescem mais lentamente, se reproduzindo de forma mais lenta em comparação com seus congéneres de regiões quentes.

A aprovação do Ato de Conservação da Antártica trouxe severas restrições ao continente. A introdução de plantas ou dos animais estrangeiros pode ser punida criminalmente, bem como a retirada de qualquer espécie nativa. O excesso de pesca do krill, de grande importância para o ecossistema local, fez com que a pesca fosse regulamentada e controlada. A Convenção para Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCAMLR, em inglês), um tratado que entrou em vigor em 1980, requer que regulamentos sobre o Oceano Antártico levem em conta os potenciais efeitos sobre todo o ecossistema antártico. Apesar destes novos regulamentos, a pesca ilegal, particularmente da merluza-negra, continua sendo um sério problema. A pesca ilegal da merluza aumentou para cerca de trinta e duas mil toneladas em 2000[13][14].

Antártida
Krill antártico (Euphausia superba), base de muitas teias alimentares.

Infra-estrutura

Comunicação

Antártida
Correios na Antártica

As comunicações na Antártica já foram dificultadas pelo isolamento do continente, mas no presente as comunicações por satélite possibilitam a conversação de cientistas com suas famílias pela internet. Embora não haja cabos telefónicos para o continente, os telefones via satélite também são utilizados e os telefones convencionais são utilizados para comunicações internas nas bases, aviões e navios da região[15]. Há pelo menos uma estação de televisão transmitindo no continente, para a Estação McMurdo dos Estados Unidos, além de estações de rádio, AM e FM, e de comunicação através de ondas curtas como o radioamadorismo[15]. O correio chega à Antártica através de helicópteros e navios.

Transportes

Os transportes na Antártica evoluíram desde os trenós puxados por cães na época de Shackleton aos veículos motorizados atuais. Os meios de transporte em áreas remotas como a Antártica têm que lidar com as baixas temperaturas e os fortes ventos para garantir a segurança dos passageiros. Devido à fragilidade do ecossistema antártico, poucos deslocamentos podem ser feitos e a utilização de transportes sustentáveis é necessária para minimizar os efeitos no espaço ecológico. A infra-estrutura em água, solo e ar precisa ser segura. Presentemente, milhares de turistas e cientistas utilizam o sistema de transportes da Antártica.

O transporte por terra é feito a pé (por meio de esquis e sapatos de neve) ou veículos (veículos motorizados como as motos de neve, escavadeiras e, no passado, trenós puxados por cães). A escassez e baixa qualidade das estradas limitam as viagens por terra. Em geral, os veículos precisam estar adaptados com pneumáticos mais grossos, correias como as dos carros de combate ou correntes[16].

O único porto da Antártica fica na Estação McMurdo[15]. A maioria das estações costeiras possui ancoradouros e os suprimentos são transportados dos navios para a praia em pequenos barcos e helicópteros. Poucas estações têm cais. Todos os navios ancorados são submetidos à inspeção de acordo com o artigo sete do Tratado da Antártica[15]. As ancoragens costeiras são raras e intermitentes. Normalmente é necessário que um navio quebra-gelo abra caminho antes que outros navios possam navegar.

O transporte aéreo é feito por meio de aviões e helicópteros. Os aviões precisam de esquis ou rodas para pousar. As pistas de pouso e decolagem dos aviões e os heliportos têm que ser mantidas livres de neve para assegurar pousos e decolagens seguras. O continente tem 32 aeroportos, mas não há aeroportos abertos ao acesso público ou instalações de pouso[15]. Trinta estações, operadas por 16 governos signatários do Tratado da Antártica, têm instalações de pouso para helicópteros e aviões. Empresas comerciais operam ainda duas instalações aeroportuárias[15]. Heliportos estão disponíveis em 27 estações[15]. As pistas de pouso e decolagem em 15 locais são feitas de cascalho, banquisas, gelo azul ou neve compactada apropriados para pousos de aviões com pneus. As pistas de pouso são em geral pequenas[15].

Os aeroportos da Antártica estão sujeitos a severas limitações por causa das condições climáticas e geográficas. Eles não atendem aos padrões da Organização da Aviação Civil Internacional[15] e a aprovação das organizações governamentais ou não-governamentais responsáveis é necessária antes do pouso.

Política

Antártida
Base antártica brasileira Comandante Ferraz.

Como único continente inabitado, a Antártica não tem nenhum governo e não pertence a nenhum país. Vários países reivindicam áreas, mas estas reivindicações não são reconhecidas por outros. A área entre 90°W e 150°W é a única parte da Antártica e da Terra não reivindicada por nenhum país[15].

O Tratado da Antártida é o documento assinado em 1 de Dezembro de 1959 pelos países que reclamavam a posse de partes do continente da Antártica, em que se comprometem a suspender suas pretensões por período indefinido, permitindo a liberdade de exploração científica do continente, em regime de cooperação internacional.

Desde 1959, as reivindicações na Antártica estão suspensas e o continente é considerado politicamente neutro. Sua situação é regulada pelo Tratado da Antártica e por outros acordos relacionados, chamados em seu conjunto de Sistema de Tratados Antárticos. Para as finalidades do Sistema de Tratados, a Antártica é definida como toda a terra e plataformas de gelo em torno dos 60°S. O tratado foi assinado por 12 países, incluindo a União Soviética e os Estados Unidos da América. Ele transformou a Antártica em uma área de preservação científica, estabeleceu a liberdade de investigação científica, a proteção ambiental e baniu exercícios militares no continente. Este foi o primeiro acordo para o controlo de armas estabelecido durante a Guerra Fria.

O Tratado da Antártica proíbe quaisquer operações militares na Antártica, tais como o estabelecimento de bases e de fortificações militares, a realização de manobras militares, ou o teste de qualquer tipo de arma. Pessoal e equipamento militar são permitidos apenas para pesquisa científica ou para outros propósitos pacíficos[17]. A única operação militar em larga escala documentada foi a Operación 90, empreendida pelas forças armadas da Argentina[18] dez anos antes de estabelecido o Tratado.

Os países interessados em participar numa futura divisão territorial da Antártica

Este grupo de países que participam como membros consultivos do Tratado da Antártida têm interesse no continente antártico territorial mas, por disposições do Tratado Antártico, não podem apresentar as suas alegações durante a sua validade.[19][20]

Brasil

Espanha

Peru

África do Sul

Os Estados Unidos da América e a Rússia não reconhecem nenhuma reivindicação territorial na Antártica, e reservaram-se o direito de fazer suas próprias reivindicações.

A Alemanha também manteve uma reivindicação chamada Nova Suábia, entre 1939 e 1945. Ela estava situada entre 20°E e 10°W, sobrepondo a reivindicação da Noruega.

Outros territórios considerados antárticos

Dependências

Ilha Bouvet (Noruega)
Ilha Heard e Ilhas McDonald (Austrália)
Terras Austrais e Antárticas Francesas[21]

Outros territórios (parte integrante dos seus respectivos países)

Ilhas Antípodas (Nova Zelândia)
Ilhas Auckland (Nova Zelândia)
Ilhas Bounty (Nova Zelândia)
Ilhas Campbell (Nova Zelândia)
Ilha Macquarie (Austrália)
Ilhas do Príncipe Eduardo (África do Sul)
Ilhas Snares (Nova Zelândia)

Paises que possuem Bases na Antártica

26 Países possuem base cientificas na Antártica: África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Bulgária, Chile, China, Coréia do Sul, Equador, Espanha, EUA, Federação Russa, Finlândia, França, Índia, Itália, Japão, Nova Zelândia, Noruega, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia, Ucrânia e Uruguai.

Economia

Ainda que o carvão, os hidrocarbonetos, o minério de ferro, a platina, o cobre, o crômio, o níquel, ouro e outros minerais tenham sido encontrados, eles existem em quantidades pequenas demais para a exploração. O Protocolo de Proteção Ambiental para o Tratado da Antártica (ou Protocolo de Madri) de 1991 também restringe disputas por recursos. Em 1998 estabeleceu-se um compromisso pela proibição da mineração por 50 anos até o ano 2048, e decidiram-se desenvolvimento econômico e exploração mais limitados. A atividade primária básica é a captura e comércio de peixe. A pesca antártica entre 2000 e 2001 chegou a 112 934 toneladas[15][22].

O turismo em pequena escala existe desde 1957 e é atualmente auto-regulado pela Associação Internacional das Operadoras de Turismo Antártico (IAATO, em inglês). Entretanto, nem todas as embarcações uniram-se à IAATO. Muitos navios transportam pessoas para locais turísticos específicos. Um total de 27 950 turistas visitou a Antártica no verão de 2004 a 2005, quase todos vindos de navios comerciais. Esse número deverá aumentar para 80 mil em 2010[23][24]. Houve algumas preocupações recentes sobre os efeitos ambientais causados pelo influxo de visitantes. Ambientalistas e cientistas fizeram apelos por maiores restrições aos navios e ao turismo[25]. Sobrevôos da Antártica (que não aterrissam) vindos da Austrália e Nova Zelândia eram realizados até o acidente do vôo 901 da Air New Zealand em 1979 no monte Erebus, tendo sido recomeçados da Austrália na metade da década de 1990.

Antártida
O comércio ilegal da merluza-negra levou a várias prisões. Na imagem, o peixe-gelo, espécie irmã.

Pesquisas

Anualmente, cientistas de 27 nações conduzem experimentos de reprodução impossível em outros lugares do mundo. No verão mais de quatro mil cientistas operam estações de pesquisa e este número diminui para quase mil no inverno[15]. A Estação McMurdo é capaz de abrigar mais de mil cientistas, visitantes e turistas.

Antártida
Base científica

Entre os pesquisadores, incluem-se biólogos, geólogos, oceanógrafos, físicos, astrônomos, glaciólogos e meteorologistas. Geólogos estudam em geral o tectonismo das placas na região Antártica, meteoritos do espaço e vestígios do período da divisão da Gondwana; mais de nove mil fragmentos de meteoritos já foram recolhidos na Antártida, dentre eles um meteorito de 4 mil milhões de anos que, aparentemente, se desprendeu de Marte. Glaciólogos ocupam-se com o estudo da história e da dinâmica do gelo flutuante, da neve, das geleiras, e dos mantos de gelo.

Já os biólogos, além de estudar os animais selvagens, estão interessados em como as baixas temperaturas e a presença dos seres humanos afetam a sobrevivência de uma grande variedade de espécies. Médicos fizeram descobertas a respeito da propagação de viroses e da resposta do corpo às temperaturas extremas. Astrofísicos da Estação Pólo Sul Amundsen-Scott podem estudar o céu e a radiação cósmica de fundo por causa do buraco na camada de ozônio e do ambiente seco. O gelo antártico serve como meio de proteção para o maior telescópio de detecção de neutrinos do mundo, construído dois quilômetros abaixo da estação Amundsen-Scott[26].

Desde os anos 70 um foco importante de estudos tem sido a camada de ozônio acima da Antártica. Em 1985, três cientistas britânicos que trabalhavam com dados que haviam recolhido na Estação Halley descobriram a existência de um buraco nessa camada. Em 1998, informações de satélites da NASA mostraram que o buraco na camada de ozônio era o maior desde que foi notado, cobrindo 27 milhões de quilômetros quadrados.

Antártida
A Lua cheia e 25 segundos de exposição permitiram a entrada de luz suficiente nesta foto tirada na Estação Pólo Sul Amundsen-Scott durante a longa noite antártica. A nova estação pode ser vista no fundo à esquerda, a usina de energia no centro e a antiga garagem no primeiro plano à direita.

Notas

O topônimo Antártica ou Artártida tem sua origem no latim tardio antarcticus que, por sua vez, deriva do grego antigo, que significa literalmente "oposto ao Ártico" (antiártico). O termo Antártida é um castelhanismo[27][28] sendo também admitido no Brasil. A página da Universidade Federal de Santa Maria sobre pesquisas na região emprega a forma Antártica.[29] A versão oficial em português brasileiro do Tratado da Antártida, publicada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, emprega a forma "Antártida".[30]

^ No português europeu atual, a única forma do topônimo admissível,[31] dicionarizada[32][33] e enciclopédica[34] é Antárctida, tomando o adjetivo a forma antárctico/antárctica (substantivado em [Oceano] Antárctico).[32][33][35][36]

Referências

1 IZAGUIRRE, Irina e MATALONI, Gabriela. Antártida, descubriendo el Continente Blanco, p.24.Ediciones Caleuche. S. C. de Bariloche, 2000 ISBN 950-9681-95-4
2 2,0 2,1 HUNTFORD, Roland. O último lugar da Terra: a competição entre Scott e Amundsen pela conquista do Pólo Sul, pp. 25-31. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. ISBN 85-359-0209-0
3 70South. Richard Byrd. Visitado em 12 de Fevereiro de 2006.
4 IZAGUIRRE, Irina e MATALONI, Gabriela. Antártida, descubriendo el Continente Blanco, p.15. Ediciones Caleuche. S. C de Bariloche, 2000. ISBN 950-9681-95-4
5 5,0 5,1 5,2 IZAGUIRRE, Irina e MATALONI, Gabriela. Antártida, descubriendo el Continente Blanco, p. 17. Ediciones Caleuche. S. C de Bariloche, 2000.
6 Idem, p. 18.
7 British Antarctic Survey. Clima na Antártica Visitado em 9 de Fevereiro de 2006.
8 R.K. Headland, The Island of South Georgia, Cambridge University Press, 1984.
9 The Antartic Sun Perguntas e respostas Visitado em 9 de Fevereiro de 2006.
10 10,0 10,1 Stonehouse, B. (ed.). Encyclopedia of Antarctica and the Southern Oceans. John Wiley & Sons, 2002. ISBN 0-471-98665-8
11 11,0 11,1 TREWBY, Mary (ed.). Antarctica: An Encyclopedia from Abbott Ice Shelf to Zooplankton. Firefly Books, 2002. ISBN 1-55297-590-8
12 Australian Antarctic Division Vida selvagem da Antártica Visitado em 5 de Fevereiro de 2006.
13 BBC News. Merluza-negra em risco por causa da pesca ilegal. Visitado em 11 de Fevereiro de 2006.
14 Australian Antarctic Division. Merluza-negra. Visitado em 11 de Fevereiro de 2006.
15 15,00 15,01 15,02 15,03 15,04 15,05 15,06 15,07 15,08 15,09 15,10 15,11 Central Intelligence Agency. Factbook. Visitado em 12 de Março de 2007.
16 HANKS, Matt. Transportation in Antarctica. Visitado em 12 de Março de 2007.
17 Scientific Committee on Antarctic Research. Tratado da Antártica Visitado em 9 de Fevereiro de 2006.
18 Antarctica Institute of Argentina. Argentina na Antártica Visitado em 9 de Fevereiro de 2006.
19 [1]
20 [2]
21 Excluindo-se as Bassas da Índia, Ilhas Gloriosas, Ilha Tromelin, Ilha Europa e a Ilha de João da Nova, que ficam em África.
22 Santa Barbara City College Biological Sciences A Importância da Antártica Visitado em 5 de Fevereiro de 2006.
23 International association of Antarctica Tour Operators. Estatísticas Turísticas. Visitado em 4 de Março de 2006.
24 Políticas da Antártica Visitado em 5 de Fevereiro de 2006.
25 Telegraph UK. Turismo ameaça Antártica. Visitado em 4 de Março de 2006.
26 Antarctic Connection Ciência na Antártica Visitado em 4 de Fevereiro de 2006.
27 MORENO, Cláudio Antártica ou Antártida?. Visitado em 16 de Fevereiro de 2007.
? Principais aspectos do continente gelado por Alberto Setzer. Visitado em 28 de Novembro de 2006
29 Universidade Federal de Santa Maria Núcleo Antártico. Visitado em 16 de Fevereiro de 2007.
30 Divisão de Atos Internacionais, Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Visitado em 14 de Julho de 2007.
31 Antárctida em Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, texto de Fernando V. P. Fonseca. Visitado em 25 de Setembro de 2007.
32 32,0 32,1 Antárctida e antárctico no Dicionário Priberam. Visitado em 25 de Setembro de 2007.
33 33,0 33,1 Antárctida e antárctico no corretor ortográfico FLiP On-line. Visitado em 25 de Setembro de 2007.
34 Antárctida na Infopédia. Visitado em 25 de Setembro de 2007.
? antárctico no Dicionário Porto Editora. Visitado em 25 de Setembro de 2007.
35 Oceano Antárctico na Infopédia. Visitado em 25 de Setembro de 2007.

Fonte: pt.wikipedia.org

voltar 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 avançar
Sobre o Portal | Politica de Privacidade | Fale Conosco | Anuncie | Indique o Portal