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Antártida

O Continente Antártico, o mais isolado, frio, ventoso, elevado e seco continente da Terra, está situado na região polar austral; é formado por uma massa continental, localizada quase inteiramente dentro do círculo polar antártico. É cercado pelo Oceano Antártico, de limites imprecisos, formado pelo encontro das águas dos Oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, a chamada Confluência Antártica.

Está localizado quase concentricamente em torno do Pólo Sul, sendo o quinto maior e o mais austral dos continentes. Profundas baías, mais para o sul dos Oceanos Pacífico e Atlântico, dividem o continente em duas partes desiguais. A parte maior é conhecida como Antártica Oriental, por estar localizada, principalmente, em longitude leste. A parte menor, totalmente em longitude oeste, é chamada Antártica Ocidental. O leste e o oeste são separados pelas Montanhas Transantárticas.

Enquanto a Antártica Oriental consiste, principalmente, em um "plateau" elevado e coberto por gelo, a Antártica Ocidental consiste em um arquipélago de ilhas montanhosas, cobertas e ligadas entre si por gelo.

Exploração no Pólo Sul

O Continente Antártico constitui quase 10% da área continental do planeta, ou seja, 14.000.000 de quilômetros quadrados, aproximadamente o tamanho da América do Sul. Cerca de 98% do Continente Antártico está coberto de gelo e de neve durante todo o ano, com uma espessura média de 2.000 metros que, em algumas regiões, pode ultrapassar 4.800 metros. Se todo esse gelo sofresse fusão, o nível dos mares do mundo se elevaria 60 metros.

Esse gelo, representa 90% de toda a água doce do planeta. No inverno, pelo congelamento dos mares em sua volta, a área do Continente Antártico aumenta para cerca de 32.000.000 de quilômetros quadrados, formando um cinturão de cerca de 1.000 quilômetros de largura. As temperaturas médias anuais variam de 0ºC (verão) a -15ºC (inverno) no litoral e de -32ºC (verão) a -65ºC (inverno) no interior do continente. A menor temperatura já registrada foi de -89,2ºC, na Estação Vostok (ex-URSS), em 21 de julho de 1983, sendo também a mínima temperatura ambiente já medida na Terra. A velocidade média do vento na região costeira da Terra Adélie é de, aproximadamente, 69 quilômetros por hora, e a velocidade máxima já registrada foi de 192 quilômetros por hora.

Pelo estudo de rochas e fósseis de vegetais e animais, evidencia-se uma analogia entre a Antártica e os outros continentes, particularmente a África, a América do Sul, a Austrália e a Ásia (Índia), aos quais esteve justaposta, formando o Supercontinente de Gondwana, até o início do processo de movimentação das placas litosféricas, que levou à dispersão global dos vários continentes há cerca de 150 a 180 milhões de anos atrás. Esse processo prossegue até hoje, de acordo com a Teoria da Deriva Continental. Essa teoria foi proposta, em 1912, pelo astrônomo, meteorologista e geofísico alemão Alfred Wegener. Análise de dados obtidos com o estudo de rochas, fósseis, erosão de geleiras, recifes de coral e depósitos de carvão, entre outros, fazem com que a geologia moderna confirme a existência de Gondwana.

O Continente Antártico é o único continente em que o homem não viveu antes da implantação de estações baleeiras ou científicas. De toda a sua enorme área continental, apenas uma fração insignificante é ocupada por cerca de cinqüenta estações científicas que, muitas vezes, recebem apoio logístico de militares, localizadas, principalmente, em sua costa, na região da Península Antártica.

Fonte: www.ufsm.br

Antártida

O Continente Antártico

Antártida
Antártica

A Antártica é o quinto continente em extensão do planeta e único sem divisão geopolítica. Seus 13,7 milhões de quilômetros quadrados de área correspondem a cerca de 10% da área continental da Terra. No inverno, com o congelamento do mar circundante, a área chega a cerca de 22 milhões de quilômetros quadrados.

Localizado abaixo do paralelo 60ºS, o continente é formado por um maciço de rocha e uma península. É um dos poucos lugares no Planeta onde, mesmo num mundo globalizado e com os meios de comunicação atuais, a sensação de distanciamento é uma realidade efetiva. A Estação Antártica Brasileira Comandante Ferraz está localizada na região da Península Antártica, na Ilha Rei George, Arquipélago Seathlands do Sul.

É o continente dos superlativos: o mais isolado, frio, ventoso, elevado e seco. Nele estão localizados o pólo sul geográfico e o pólo sul magnético do globo terrestre.

Cerca de 99% do Continente Antártico está coberto de gelo durante todo o ano, com espessura média de 2.034 metros. Essa camada de gelo, que aumenta e se acumula a cada ano, faz com que a Antártica tenha a maior altitude média, de 2.500 metros, três vezes mais que qualquer outro continente. Tanto gelo torna o continente o maior reservatório de água doce do planeta e seu sorvedouro de calor. São 25 milhões de quilômetros cúbicos, 90% do gelo do mundo e 80% da água doce. Se todo esse gelo derretesse, elevaria em 60 metros o níAvel dos mares.

Apesar de tanta água, a Antártica é o continente de clima mais seco, pois as baixas temperaturas não permitem a evaporação.

A temperatura, maior no litoral e menor na região central, é, de um modo geral, bastante baixa: na época mais quente do ano, varia de 0°C a –40°C à medida que se distancia do litoral. No inverno, a média é de –18°C a –29°C na costa e de –68°C no interior. O registro de menor temperatura na Terra ocorreu em julho de 1983, na Estação Vostok (russa), localizada a 1.240 quilômetros do Pólo Sul Geográfico. Na ocasião os termômetros registraram -89,2ºC.

Os ventos – que podem surgir e cessar de repente – fazem aumentar a sensação de frio. A maior velocidade registrada dos ventos foi de 327 quilômetros por hora, em Dumont d’Urville, em julho de 1972.

Essas condições ambientais muito adversas inviabilizaram, ao longo dos tempos, a Antártica como habitat natural para a ocupação humana, e, mesmo hoje, a presença do homem lá só é possível com o emprego de moderna tecnologia e complexo apoio logístico.

Há apenas pouco mais de dois séculos o continente foi descoberto – por conquistadores e exploradores – e hoje a presença humana tem como objetivo maior a pesquisa científica. A Antártica é um patrimônio universal dedicado à paz e à ciência.

Operação Antártica

O trabalho do Programa Antártico Brasileiro é dividido em operações anuais para efeito de sistematização. Cada operação antártica tem início em outubro, com a saída do Navio de Apoio Oceanográfico Ary Rongel do Porto do Rio de Janeiro, levando suprimentos para reabastecimento da Estação Ferraz, equipamentos científicos, combustível para abastecimento da Estação, das embarcações e aeronaves e transportando pessoal. Essas pessoas – além da tripulação do navio – são alguns militares que dão apoio à pesquisa científica, membros do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro que anualmente fazem a manutenção da Estação, e pesquisadores que farão coletas de dados ou observações científicas ao longo da viagem.

Do Rio de Janeiro, o Ary Rongel segue até Rio Grande – onde está instalada a Esantar (Estação de Apoio Antártico) – para embarque de equipamentos científicos e vestimentas especiais e dali segue para o Arquipélago das Shetlands do Sul, fundeando na Enseada Martel da Ilha Rei George, onde está instalada a Estação Ferraz. Pessoal e equipamentos são levados à estação por meio de bote, lancha ou helicóptero.

O outro meio de acesso a Ferraz é por um dos sete vôos anuais realizados em avião Hércules C-130, da Força Aérea Brasileira. No período do verão austral são realizados quatro vôos, que têm in&iacuAte;cio no Rio de Janeiro, com escalas em Pelotas e Punta Arenas e seguem até a Base Presidente Eduardo Frei Montalva (chilena), situada na mesma ilha da estação brasileira, e provida de um campo de pouso para aeronaves. O percurso entre Frei e Ferraz se faz em meia hora de helicóptero ou três horas de navio.

No inverno, os vôos de apoio levam suprimentos para reabastecimento da Estação e fazem lançamento de carga . A técnica desenvolvida pelas equipes da FAB lhes permite lançar de pára-quedas material, gêneros e equipamentos, às vezes frágeis, com grande precisão e segurança. Consta que até caixa de ovos chegam ao solo com todos os ovos inteiros.

No mês de março o Ary Rongel volta ao Brasil. Traz os dez militares que durante um ano permaneceram na Antártica, equipamentos e amostras coletadas, assim como os resíduos (lixo) produzidos por brasileiros no continente.

Os cientistas vão, então, prosseguir em suas pesquisas, agora em laboratórios no Brasil, enquanto a parte administrativa do Programa Antártico Brasileiro cuida da preparação da operação seguinte, em áreas tão diversas quanto acordos de cooperação internacional, busca de recursos e inclusão no orçamento da União, manutenção do navio, avaliação e seleção de projetos.

Fonte: portal.cnpq.br

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Geografia

Antártida
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Origem do nome

Vem da palavra grega árktos (ursa), usada pelos astrônomos da Antiguidade para designar as constelações da Ursa Maior e Menor, pontos de orientação para os navegantes. Os romanos passam a utilizar o termo árcticos como sinônimo de norte ou setentrional. No século II d.C., surge o termo antárcticus como sinônimo de meridional.

Limites

Oceano Antártico, constituído dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico. Fica a 990 km da América do Sul e a dois mil km da Nova Zelândia.

Área

13,34 milhões km².

No inverno, com o congelamento do oceano, chega aos 19 milhões de km².

Antártida
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Altitude

2800 metros, chegando alcançar a 4900 metros.

Divisão

26 países possuem base de pesquisa científica no continente, entre eles o Brasil, com a Estação Comandante Ferraz, nas Ilhas Shetland do Sul.

O Tratado da Antártida (1959) determina o uso exclusivo da região para fins pacíficos. São proibidas atividades militares, testes nucleares e depósito de lixo radiativo. A Conferência de Madri (1991) proíbe a exploração de recursos minerais por 50 anos e cria comitê para proteção do meio ambiente.

Temperatura

As temperaturas são sempre baixas.

No verão, variam de 0º C nas áreas litorâneas a -35º C no interior; no inverno, vão de -20º C no litoral a -70º C no interior. Com ventos às vezes chegando a 300 km/h, o frio ainda é suportável, pela Antártida possuir um ar muito seco, mesmo assim, não existe desgelo nem mesmo no verão.

Características Físicas

É formado por uma enorme calota de gelo com uma espessura de até 4.000 m e um volume estimado em 30 milhões de km³, equivalente a 30% das reservas de água doce do planeta. Abriga o pólo geográfico Sul do planeta, a 90º de latitude S, e o pólo magnético, cuja localização não é fixa. Apenas a península Antártida, com 1.000 km de extensão, não está sempre coberta por gelo. O relevo é marcado pela cordilheira Transantártica, prolongamento geológico dos Andes. Ela divide o continente em Antártida Oriental, com planícies, colinas baixas e a geleira Lambert, a maior do mundo, e Antártida Ocidental, com arquipélagos ligados pela cobertura de gelo permanente. As banquisas formadas por água do mar congelado se confunde com o contorno do continente.

Minerais

Os minerais cobre, manganês, urânio, carvão, platina, titânio, ouro, prata e petróleo, dão origem ao Tratado da Antártida, que impõe regras para a exploração com limites para as pesquisas científicas.

Ponto mais alto

Monte Vinson, na Antártida Ocidental, com 5.140 m.

Cuidados Ambientais

Antártida
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Com referência à proteção do meio ambiente antártico, os ecossistemas terrestres caracterizam-se pela descontinuidade, condições ambientais inóspitas, baixa diversidade específica e taxas de crescimento muito lentas. Se não forem protegidos, tais ecossistemas poderão sofrer impactos ambientais irreversíveis.

Já os ecossistemas marítimos, ao contrário dos terrestres, são contínuos, pelos seus 36 milhões de quilômetros quadrados de extensão, possuindo maior capacidade de absorver impactos. Suas condições ambientais são menos extremas e sua diversidade é bastante superior, o que não permite, entretanto, sua exploração indiscriminada.

O Tratado Antártico, que evidencia a necessidade de metodologias conservacionistas, elaborou, em 1964, as "Medidas de Conservação da Flora e da Fauna Antártica", aplicáveis a todo território e a áreas ao sul do paralelo 60ºS. Propuseram-se códigos de conduta para visitantes, procedimentos para tratamento do lixo e avaliação e controle do impacto ambiental causado pelo homem na Região Antártida.

Quanto ao tratamento de lixo, não é permitido o lançamento ao solo de quaisquer materiais estranhos ao ambiente antártico. O lixo deverá ser separado de acordo com a sua natureza e colocado em depósitos apropriados. O lixo orgânico, papéis e pedaços de madeira deverão ser incinerados em condições atmosféricas favoráveis, de modo a não interferir nas pesquisas que estão sendo realizadas em locais próximos. As cinzas restantes e os demais tipos de lixo são retirados da Antártica pelo NApOc Ary Rongel. As latas e metais dóceis são compactados e embalados em caixas plásticas resistentes; vidros e garrafas são moídos e também colocados em caixas plásticas apropriadas.

Existem normas específicas que regulam os procedimentos a serem cumpridos, relacionadas ao sistema de esgoto sanitário e águas servidas, em termos de uso e limpeza, com vistas à sua manutenção e ao bom estado de funcionamento.

Antártida
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A partir da Operação Antártida XIII, foi implementado um Grupo de Avaliação Ambiental, que possibilitará o cumprimento dos parâmetros previstos no "Protocolo do Tratado Antártico sobre a Proteção do Meio Ambiente", conhecido como "Protocolo de Madri", um documento elaborado pelas Partes Consultivas do Tratado Antártico, para regulamentar e controlar as atividades humanas na Antártida. O Grupo de Avaliação Ambiental acompanhará e avaliará as atividades antárticas que deverão ser planejadas e realizadas de modo a evitar ou minimizar os efeitos prejudiciais sobre as características climáticas e meteorológicas; os efeitos prejudiciais significativos na qualidade da água e do ar; as mudanças significativas no meio ambiente atmosférico, terrestre (incluindo o aquático), glacial e marinho; as mudanças prejudiciais na distribuição, quantidade ou produtividade das espécies ou populações de espécies da fauna e da flora; os perigos adicionais para as espécies ameaçadas ou em perigo de extinção e a degradação ou o risco substancial de degradação de áreas de importância biológica, científica, histórica, estética ou de vida silvestre.

Prioridade será dada à preservação do ecossistema e à pesquisa científica, incluindo as pesquisas essenciais para a compreensão do meio ambiente global.

Transportes

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Com o objetivo de dar início aos trabalhos de instalação da Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) e de possibilitar a admissão do Brasil ao Conselho Consultivo do Tratado Antártico, o Brasil adquiriu o Navio de Apoio Oceanográfico (NApOc) Barão de Teffé, H-42, navio polar, com antigo nome de "Thala Dan".

O Barão de Teffé participou de doze Operações Antárticas e serviu para fornecer apoio logístico a EACF e aos seus refúgios localizados nas ilhas Rei George, Elefante e Nelson e para realizar o transporte de pessoal. Ainda fazia a manutenção de suprimento de óleo, gêneros alimentícios, equipamentos de pesquisa, bem como de materiais de construção de módulos para as ampliações e adaptações feitas na Estação.

Para as tarefas na área de oceanografia, foi utilizado também o Navio Oceanográfico (NOc) Prof. W. Besnard, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP). Foi construído na Noruega, em 1967, e batizado em homenagem ao professor Wladimir Besnard, cientista de origem russa e fundador do Instituto Oceanográfico da USP. Foi empregado nas seis primeiras Operações Antárticas, deixando de participar da Operação Antártica VII, com início no verão de 1988/1989.

A partir da Operação Antártica XIII, iniciada em 3 de novembro de 1994, o Brasil começou a utilizar um novo navio, o NapOc Ary Rongel, H-44, que substituiu, com vantagem, o antigo e heróico Barão de Teffé, já que é mais seguro, mais veloz, consome menos combustível e tem maior capacidade de manobra.

Com isto, o Ary Rongel pode fazer expedições científicas mais baratas, chegar aos lugares determinados em menos tempo e, em conseqüência, desenvolver maior número de projetos de pesquisa.

O NApOc Ary Rongel possui autonomia de 110 dias; velocidade máxima de 15 nós (26,7 quilômetros por hora), quase o dobro da alcançada pelo Barão de Teffé; 68,2 metros de comprimento; 13 metros de largura; 6,2 metros de calado; dois motores de 2200 Hp cada; disponibilidade de carga de 2.360 metros cúbicos; e deslocamento máximo de 3.670 toneladas.

Antártida
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Construído na Noruega, em 1981, com o nome original de "Polar Queen", e destinado a operar em campos de gelo fragmentado, já fez expedições ao Ártico, Mar do Norte e Antártica. Possui um casco reforçado de aço com 2 centímetros de espessura, o dobro do convencional.

O nome do novo navio é uma homenagem ao Almirante Ary dos Santos Rongel, que foi diretor da Escola Naval e comandante de um navio hidrográfico e de um contratorpedeiro durante a Segunda Guerra Mundial.

Assim como o veterano Barão de Teffé transporta dois helicópteros biturbinados do tipo Esquilo. É dotado de três destiladores de água do mar, duas baleeiras (escaleres) com capacidade de 44 pessoas cada, uma lancha e cinco balsas infláveis, equipadas com motores de popa.

Em sua primeira viagem à Antártida sob a bandeira brasileira, o Ary Rongel levou 27 pesquisadores, 69 tripulantes e cerca de 300 toneladas de equipamentos e material destinado às pesquisas no próprio navio e na EACF.

18 Anos de Estudo na Antártida

Em Punta Arenas, 1882, Albert Einstein era apenas uma criança, Dom Pedro II não temia perder o trono e muitos duvidavam da existência de um continente oposto ao pólo norte.

Nessa época surje o astronômo Luís Cruls, que organizou uma expedição para o extremo sul da América do Sul, com o objetivo de observar a passagem do planeta Vênus pelo disco do Sol.

Hoje, Punta Arenas uma cidade turística da província chilena de Magalhães, acostumou-se não só a receber turistas como ponto final, mas sim como um corredor turístico para um objetivo mais distante.

Apesar do pouco incentivo dos orgãos que financiam as pesquisas, o Brasil consegue surpreender: Nos meses de dezenbro a março dezenas de pesquisadores costumam invadir a cidade mais austral do planeta, em sua última escala rumo ao Arquipélago das Shetlands do Sul, já na Antártida.

Fonte: www.antartida.kit.net

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