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Engenharia de Aquicultura

É o conjunto de técnicas e conhecimentos usados na criação de organismos aquáticos em cativeiro. O engenheiro de aqüicultura projeta, executa e supervisiona a criação de peixes, crustáceos, moluscos e plantas aquáticas. Dimensiona e implanta fazendas aquáticas em lagos, rios, barragens e no oceano. Na indústria de beneficiamento do pescado, acompanha o processamento e a conservação dos produtos.

O mercado de trabalho

A criação de peixes e de outros animais aquáticos foi uma das atividades rurais que mais cresceu no Brasil nos últimos dez anos. Hoje, essa indústria representa cerca de 30% dos pescados consumidos do país e tem grande potencial de crescimento graças à vastidão da costa brasileira, com mais de 7 mil quilômetros de extensão, e ao grande número de rios e outros mananciais, que concentram quase 14% da água doce do planeta. Com base nessa expectativa positiva, as áreas de produção de camarão (carcinicultura), peixes (piscicultura), mexilhões (mitilicultura), algas (algacultura) e ostras (ostreicultura) ampliam as oportunidades de emprego. O mercado de ranicultura (criação de rãs), ainda em estágio inicial, gera boas perspectivas.

Os produtores são os maiores empregadores desses engenheiros, que também podem trabalhar como prestadores de serviço, fazendo planejamento, execução e assessoria de projetos para prefeituras e secretarias de Agricultura e Pesca. No Nordeste, onde se cultiva mais de 90% do camarão marinho produzido no país, são positivas as oportunidades de trabalho. Com os reservatórios de concessionárias de energia na região, também cresce a piscicultura de água doce. A cidade de Paulo Afonso, na Bahia, e a região de Sobral, no Ceará, pólos de piscicultura, têm absorvido muitos profissionais. Há ainda chances de colocação na região amazônica e em Dourados, em Mato Grosso do Sul, por causa do surgimento de vários projetos de criação de peixes. Santa Catarina é forte na produção de ostras, mexilhão e camarão e oferece boas perspectivas a esse profissional. O mercado também é fértil nos estados do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, do Espírito Santo, do Rio de Janeiro e de São Paulo.

O curso

O currículo básico mescla matérias da área de exatas, como matemática, química e física, com as de humanas e sociais – entre elas, sociologia, administração e planejamento. O aluno faz também disciplinas mais técnicas, como topografia, construção civil e obras hidráulicas e elétricas, e entra em contato com conteúdos das ciências biológicas, como ecossistemas marinhos e continentais, métodos de cultivo sustentável e reprodução e nutrição de peixes e outros organismos do mar. O estágio é obrigatório nos 5º e 9º semestres e costuma ser feito em uma empresa pública ou privada do setor.

Duração média

Quatro anos e meio.

Outro nome

Aqüicultura.

O que você pode fazer

Produção

Desenvolver técnicas de criação de peixes (piscicultura), mariscos (maricultura), camarões (carcinicultura) e plantas aquáticas.

Projeto

Desenvolver e construir espaços para a criação de animais aquáticos, como viveiros, gaiolas, canais e barragens.

Serviços

Estudar a viabilidade econômica, técnica e jurídica de empreendimentos de aqüicultura e dar consultoria em fazendas aquáticas.

Fonte: guiadoestudante.abril.com.br

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