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Cultura na Arábia Saudita

 

A cultura da árabe, principalmente, gira em torno da religião do Islã. Dois lugares mais sagrados do Islã, Meca e Medina, estão localizados no país.

Cinco vezes por dia, os muçulmanos são chamados à oração dos minaretes de mesquitas que estão espalhadas por todo o país. O fim de semana começa na quinta-feira devido a sexta-feira é o dia mais sagradoos muçulmanos. A maioria dos países muçulmanos têm uma quinta-feira a sexta-feira ou sexta-feira a sábado fim de semana.

A prática pública de qualquer outra religião que não o Islão, incluindo o cristianismo eo judaísmo, a presença de igrejas, e posse de não-islâmicos materiais religiosos não é permitido, exceto em compostos Aramco em que muitos estrangeiros freqüentam serviços religiosos. Patrimônio cultural da Arábia Saudita é comemorado no anual festival cultural Jenadriyah.

No entanto, as negociações secretas são rumores de ter lugar entre o Vaticano ea Arábia Saudita sobre a autorização para construir igrejas católicas do Reino.

Música e dança

Cultura na Arábia Saudita
Cultura na Arábia Saudita

Um dos rituais mais convincentes da Arábia Saudita folclóricas é o Ardha Al, dança nacional do país.

Esta dança da espada se baseia em tradições beduínas antigos: bateristas bateu para fora um ritmo e um poeta recita versos enquanto espada de transporte de homens dança ombro a ombro.

Al-sihba música popular, a partir do Hejaz, tem suas origens no al-Andalus. Em Meca, Medina e Jeddah, dança e música incorporar o som do mizmar, um instrumento de sopro oboe-como no desempenho da dança mizmar.

O tambor também é um importante instrumento de acordo com os costumes tradicionais e tribais. Samri é uma forma popular tradicional da música e da dança em que a poesia é cantada especialmente na região oriental da Arábia Saudita. Arábia Saudita tradição musical depende muito do oud árabe moderna.

Vestir

Cultura na Arábia Saudita
Vestimenta árabe

Arábia Saudita vestido segue estritamente os princípios do hijab (o princípio islâmico de modéstia, especialmente no vestido). As roupas predominantemente soltos e fluindo, mas cobrindo são úteis no clima da Arábia Saudita deserto. Tradicionalmente, os homens geralmente usam uma camisa tornozelos feitos de lã ou algodão (conhecido como thawb), com um keffiyeh (uma grande praça de xadrez de algodão mantido no lugar por uma bobina de cabo) ou um ghutra (um quadrado branco liso feito de algodão fino, também mantida no lugar por uma bobina de fio) usado na cabeça. Para raros dias frios, os homens sauditas vestir uma capa de pêlo de camelo (bisht) por cima. Roupas femininas estão decorados com motivos tribais, moedas, lantejoulas, fio metálico e apliques. As mulheres são obrigadas a usar uma roupa abaya ou modesto quando em público.

Comida

Islâmicas leis dietéticas proibir o consumo de carne de porco e o consumo de álcool, e esta lei seja cumprida rigorosamente toda a Arábia Saudita. Pão ázimo árabe, ou khobz, é comido com quase todas as refeições. Grampos incluem cordeiro, frango grelhado, falafel (bolinho de grão de bico fritos), shawarma (cuspe-cozido de cordeiro fatiado), e medames Ful (uma pasta de feijão fava, alho e limão). Cafés tradicionais usados para ser onipresente, mas agora estão sendo deslocadas por cafés alimentos salão de estilo. Chá árabe é também um costume famoso, que é usado em ambas as reuniões formais e informais entre amigos, familiares e até desconhecidos. O chá é preto (sem leite) e tem aroma de ervas que vem em muitas variações.

Cinema e teatro

Teatros e cinemas públicos são proibidas, como a tradição Wahhabi considere essas instituições são incompatíveis com o Islã. No entanto, ultimamente, uma reforma é objeto, no país e vários cinemas e filmes foram exibidos em tentions alta de grupos radicais sauditas.

Também um cinema IMAX está disponível, e em compostos privadas, como Dhahran e teatros Ras Tanura públicos podem ser encontrados, mas muitas vezes são mais populares para a música local, artes, teatro e produções, em vez de a exibição de imagens em movimento. DVDs, incluindo filmes americanos e britânicos, são legais e amplamente disponíveis.

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Oud árabe, um instrumento importante na tradição musical do país.

Literatura

Alguns romancistas sauditas tiveram seus livros publicados em Beirute, no Líbano, por causa da censura na Arábia Saudita. Apesar dos sinais de abertura crescente, os romancistas sauditas e artistas de cinema, teatro, e artes visuais enfrentam maiores restrições à sua liberdade de expressão do que no Ocidente.

Fonte: www.chinadaily.com.cn

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O islamismo é a religião do estado. A maioria de sauditas pertencem à seita sunnita, porém, a seita chiita tem mais seguidores na província oriental.

O "haj", a peregrinação islâmica anual a Meca, atrai a mais de um milhão de muçulmanos e só há que dizer que antes da descoberta do petróleo, esta era a maior fonte de recursos.

O árabe é a língua nacional e o ensino é gratuito mas não obrigatório.

A vida na Arábia Saudita segue os costumes islâmicos mais restritos.

O álcool e o porco são ilegais.

Também os teatros e os cinemas. As mulheres não têm permição para conduzir, e se viajarem em transporte público devem ir acompanhadas do seu marido ou algum homem da família. Embora isto não aconteça se viajarem em avião. Nas horas das rezas fecham as lojas e os programas de TV são interrompidos. Nos grandes hotéis isto não acontece.

POPULAÇÃO E COSTUMES

A população é maioritariamente árabe maometana, praticante do culto sunnita. Não sabe-se com exatidão quanta gente vive no país, embora o governo estima em 15 milhões a população atual. Estimações privadas falam de 12 milhões, e há quem estabeleça por volta de 7 milhões.

Dentro do país há diferentes tipos físicos, a população é menos homogênea do que pensa-se, e as marcas, e a cor da pele mudam consideravelmente, segundo a região.

Fonte: www.rumbo.com.br

Cultura na Arábia Saudita

O mundo está vivendo momentos difíceis entre o Oriente muçulmano e Ocidente cristão. Enquanto do lado islâmico se fala em guerra santa contra o grande Satã (o Ocidente e os Estados Unidos em particular) dando a impressão que esta seria uma guerra de religião, o Ocidente quer distinguir a guerra contra o terrorismo – embora de matriz islâmica – da religião muçulmana. Fica difícil, porém, para o povo aceitar esses atos de terror e a guerra como atos comandados por Deus, quando sabemos que Ele é o mesmo e único Deus para cristãos e muçulmanos.

O fanatismo religioso é um absurdo em religiões que pregam a paz e harmonia com Deus e, por conseguinte, com os homens, mas, na vida diária, a prática da religião mistura-se com a cultura de cada povo e essa cultura é formada de múltiplos fatores como nacionalismo, história, situações sociais, etc.

Aqui, queremos mostrar, baseado num estudo de Kalil Samil, jesuíta árabe, como funciona a mesquita e o que representa para os muçulmanos essa construção, às vezes muito rica, às vezes simples, mas de importância fundamental para as comunidades islâmicas.

Geralmente, estamos acostumados a ver na mesquita uma igreja muçulmana como uma igreja católica, edifício dedicado somente ao culto de Alá. Mas a mesquita é uma construção mais complexa no conjunto do islã.

Na tradição árabe, existem dois termos para indicar a mesquita: masgid que em espanhol foi traduzido mezquita e entrou em todas as línguas européias e giâmi’ que é a denominação mais difundida no mundo árabe. O primeiro nome deriva da raiz sgd cujo significado é “ prostrar-se” e o segundo da raiz “gm” que significa “ reunir-se”. A mesquita (giâmi) é o lugar onde a comunidade muçulmana se reúne para tratar de todas as questões que lhe interessa, questões religiosas, sociais, políticas e locais e também para rezar; portanto, a mesquita tradicional é composta de dois espaços; aquele para rezar, masgid, e outro para tratar dos problemas da comunidade.

A sexta-feira é o dia em que a comunidade islâmica se reúne, na mesquita, ao meio-dia, para a oração pública e, em seguida, realiza-se o khutbah, isto é, o discurso que não é um simples sermão religioso. Nesse discurso, aprofundam-se as questões sociais, políticas, morais e tudo o que interessa à comu-nidade islâmica. A sexta-feira, portanto, mais que um dia de descanso, como é o sábado dos judeus ou o domingo dos cristãos, é o dia da comunidade islâmica que se reúne como comunidade. Dependendo do país onde os islâmicos se encontram, a sexta-feira pode ser até um dia de trabalho, mas todos fecham seus negócios pelo menos na hora do khutbah.

DICIONÁRIO ISLÂMICO

Aiatolá: membro mais alto na hierarquia xiita do clero muçulmano

Califa ou vigário do Profeta: chefe político e religioso da comunidade islâmica sunita

Emir: título leigo do chefe militar ou civil, como governador e general islâmicos

Imã: guia político-religioso das comunidades muçulmanas

Jihâd: guerra no caminho de Alá.Tradicionalmente entendida como guerra santa contra os infiéis

Muezim: religioso que do alto dos minaretes clama os fiéis para a oração cinco vezes ao dia.

Sunnah: tradição baseada nos exemplos da vida de Maomé É uma complementação do Alcorão e fonte do Direito muçulmano. Os seguidores são chamados sunitas e, no universo islâmico, têm uma prática mais tolerante

Ulema: doutor ou teólogo do islã

Xá: soberano e chefe político entre os árabes

Xeque: chefe de tribos árabes ou título honorífico dos membros das famílias reais

Xiismo: corrente teológica islâmica radical. É seguida por 10% dos muçulmanos

Na história muçulmana, quase todas as revoluções, os levantes populares começaram após esses discursos na mesquita.

A Jihâd que, normalmente é traduzida como “guerra santa contra os infiéis”, num sentido mais literal, significa “guerra no caminho de Alá”, e obriga todo islâmico a defender sua comunidade e o que ficou decidido e proclamado no khutbah.

Por causa desses possíveis envolvimentos políticos, nos países onde o governo não é muçulmano ou, embora muçulmano, não é fundamentalista, agentes especiais são enviados para observar e vigiar, nessa hora, as mais importantes mesquitas do país. Em outros lugares, onde a ligação do governo com islã é mais estrita, o testo do khutbah deve ser apresentado às autoridades civis, antes de ser lido e ter a sua aprovação. Nas mesquitas financiadas pela Arábia Saudita (que são maioria nos países europeus), os imãs ou chefes das mesmas são impostos pela monarquia saudita, razão pela qual ela tem total controle sobre essas mesquitas.

Uma vez inaugurada, a mesquita torna-se um espaço sagrado que supera o fato de ser simplesmente um lugar religioso porque, sendo sagrado, deve ser respeitado e venerado e, portanto, somente a comunidade decide quem pode ser admitido dentro desse espaço e quem não pode, porque sua presença o profanaria. Espalhados nas cidades grandes e pequenas onde há muçulmanos, existem outros lugares pequenos para oração, que podem conter umas cinqüenta pessoas. Eles podem ser quartos ou salões no térreo de um edifício, lugares mais discretos que servem especialmente para a oração do meio-dia, em lugar das estradas e calçadas.

Alto-falantes versus minaretes

As mesquitas possuem, geralmente, uma torre ou minarete, cuja altura superior às casas que a rodeiam tem a função prática de fazer chegar mais facilmente aos fiéis a voz do muezim que os chama para as cinco orações diárias. Às vezes, numa ou outra oportunidade, os minaretes assumiram também uma função simbólico-política, como a de afirmação da superioridade do islã sobre as outras religiões.

Com o avanço da técnica, ultimamente, estão sendo usados alto-falantes, ainda mais quando a mesquita se encontra no meio de bairros não muçulmanos e os muezins aproveitam desse instrumento para alongar suas orações. Essas inovações são contrárias à tradição muçulmana ou sunnah e os países islâmicos mais rigorosos condenam a prática. No Egito, o uso dos alto-falantes está limitado a dois minutos e proibido na primeira oração do dia.

Uma pergunta legítima é como as mesquitas se sustentam. Elas, geralmente, se financiam com as esmolas dos fiéis, enquanto as mesquitas do mundo ocidental são financiadas, em sua maioria, pela Arábia Saudita que adquire assim o direito de impor-lhes os seus imãs e a sua ideologia. A Arábia Saudita segue a linha xiita do islã, ou seja, a linha mais radical, chamada wahhabita.

Fonte: www.pime.org.br

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