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Arco e Flecha Regulamento

As competições oficiais obedecem ao regulamento internacional da F.I.T.A (Federação Internacional de Tiro com Arco) e podem ser Outdoor e Indoor.

As provas Outdoor, são realizadas em campo aberto onde são atiradas 36 flechas em cada distância, totalizando 144 flechas por torneio, sendo 90/70/50 e 30 metros para os homens, 70/60/50 e 30 metros para as mulheres, num tempo de 4 minutos para cada 6 flechas atiradas nas distâncias maiores e 2 minutos para cada 3 flechas nas distâncias menores. O campeão do torneio será o arqueiro que fizer o maior pontuação na soma das 4 distâncias.

Regulamento do Arco e Flecha

As provas Indoor são realizadas em ambiente fechado (ginásios, galpões etc.) e consistem em duas séries de 30 flechas totalizando 60 flechas, atiradas de 3 em 3 em um tempo de 2 minutos para cada 3 flechas em alvos colocados à 18 metros. O campeão será o arqueiro que alcançar maior pontuação no total das 60 flechas.

Regulamento do Arco e Flecha

Nos Jogos Olímpicos, visando o interesse de transmissão pela mídia, a competição foi resumida em um combate eliminatório homem a homem entre os 64 melhores arqueiros do mundo, sendo a prova disputada na distância de 70 metros. Estes arqueiros são escolhidos através de sua classificação nos Campeonatos Mundiais Outdoor e das Seletivas Continentais.

Fonte: www.arcoeflecha.org.br

Arco e Flecha - Regulamento

De acordo com decisão e aprovação na reunião de clubes de 27/11/2010;
passam a vigorar a partir de 01/01/2011 os regulamentos abaixo
descriminados:

Capitulo 1 :Documentação e Filiação : Clubes e Atletas

1 – Para filiação de clubes/entidades novas, e/ou renovação de filiação anual, deverão as entidades apresentar as seguintes condições e documentos:

1.1 – Ser o Clube/Entidade, pessoa jurídica, devidamente registrada nos órgãos competentes (Cartório, Inscrição Estadual, Inscrição Municipal, CNPJ, desde que necessário de acordo com seus estatutos, normas e legislação vigente).

1.2 – O estatuto do clube ou Contrato Social, devidamente registrado em cartório, (atualizado), quando de qualquer alteração, a entidade deverá comunicar/notificar à FPAF num prazo máximo de 30 dias, e apresentando a respectiva documentação “pertinente (constando das alterações) num prazo máximo de até 60 dias”

1.3 – Relação de Diretoria (Presidente, Vice Presidente, Diretor de Esportes, Diretor de Departamento de Arco e Flecha, Responsável Técnico, Técnico de Equipe, Capitão de Equipe).

1.4 – Indicação de Responsável Técnico pela temporada.

1.5 – Relação de Atletas para filiação e renovação.

1.6 –Os Clubes/Entidades obrigam-se a manter em ordem os itens acima descritos sob pena no caso do não cumprimento e manutenção das mesmas de processo administrativo, sanções regimentares e disciplinares, suspensão e até mesmo desfiliação.”

2 – Cadastramento e recadastramento de atletas

2.1 – Este dar-se-á obrigatoriamente de forma anual, com os seguintes documentos:

2.2 – Recolhimento das Taxas da FPAF e CBTARCO;

2.3 – Termo de responsabilidade devidamente preenchido e assinado, ficha de cadastro atualizada, anexos 2 fotos 3x4 recentes (em caso de atleta menor de idade, tal documentação deverá ser assinada por pais, ou responsável legal);

2.4 – O Clube/Entidade é solidário a divida do atleta (taxa de anuidade), caso o atleta esteja inadimplente ambos serão considerados inadimplentes perante a FPAF e poderão ser punidos de acordo com regulamento.

Capitulo 2 – Transferência de Atletas

1 – É permitida a transferência de atletas, entre entidades durante os campeonatos em vigor, bem como entre temporadas.

1.1 – Para solicitar a transferência de clube, o atleta deverá solicitar e protocolar no seu clube de origem, o pedido de transferência, datado e assinado, devendo ficar de posse de cópia com assinatura e identificação do recebimento pelo clube.

1.2 – Expedida a Carta de Liberação do Atleta, por sua equipe de origem, o mesmo deverá apresentá-la a sua nova entidade, para que possa ser efetuada sua transferência.

1.3 – O atleta que não obter sua liberação no prazo máximo de 15 (quinze), via
carta de liberação do clube a qual pertence, deverá protocolar na FPAF, a cópia do
seu pedido junto à entidade de origem;

1.4 – A FPAF enviará ao clube, oficio, solicitando informações sobre o motivo da recusa da liberação do atleta, devendo o clube no prazo Maximo de 10 (dez) dias a partir de seu recebimento, enviar à FPAF a resposta oficial;

1.5 – Caso não haja motivo justo (pendências financeiras; jurídicas; disciplinares, e outras de fórum interno da entidade/clube, e /ou de órgão oficiais) ou no caso do não pronunciamento dentro do prazo previsto, a FPAF autorizará por escrito a transferência do atleta;

1.6 – Qualquer dúvida quanto da validade do motivo de recusa da carta de liberação do atleta, fora as anteriormente citadas, este período será encaminhado ao TJD da FPAF, para as devidas avaliações e providências.

1.7 – Clube/Entidade nunca poderá alegar que a pontuação do atleta é o motivo pelo qual se recusa a fornecer a liberação do atleta.

1.8 – A taxa de Transferência (para mudanças durante a temporada – com a liberação do clube de origem) tem o mesmo valor da anuidade de clube.

1.9 –Para o caso de transferência durante o ano esportivo, com o aval do clube de origem, fica o atleta sujeito ao recolhimento da Taxa de Transferência, que deverá ser recolhida à FPAF, de forma única – não parcelada; caso não haja a liberação do atleta pelo clube o atleta deverá recolher à FPAF, em sua conta corrente, de forma única , o equivalente à 12 (doze) vezes a taxa de anuidade de clube, a título da homologação de sua transferência; sendo que a FPAF destinará 50% deste valor ao clube de origem ( clube do qual o clube está saindo) .

1.10- Durante o período compreendido entre o fim do ano esportivo e o começo do ano esportivo seguinte com a carta de liberação do clube atual, o atleta ficará isento do recolhimento da taxa de transferência.

2 – Qualquer das artes envolvidas – atleta/entidade, poderão solicitar à presidência da FPAF, a abertura de processo junto ao TJD/FPAF para a decisão do pedido de transferência, mesmo após a decisão da Diretoria da FPAF.

2.1 – Os prazos acima citados, serão contados a partir da data de protocolo e/ou pedido ou data de postagem no correio (para esta forma, a mesma deverá ser obrigatoriamente registrada e com aceite de recebimento).

Capitulo 3 – Uniformes

1. Os clubes poderão utilizar qualquer uniforme, desde que cumpram o presente regulamento:

2 – Será permitido o patrocínio, desde que não descaracterize o uniforme do clube

2 – Em cada competição, todos os atletas deverão estar utilizando o mesmo uniforme, mesmo que o clube tenha oficialmente dois ou mais uniformes, por exemplo:

A) Calça, bermuda ou saia azul marinha, camisa rosa com emblema do clube no lado esquerdo, e o nome do clube nas costas em amarelo;

B) Calça, Bermuda ou saia rosa, camisa azul marinho com emblema do clube no lado esquerdo, e o nome do clube nas costas em amarelo.

3.1 – Para CADA prova, o clube deverá utilizar-se apenas o uniforme “A” ou “B”, para todos os seus atletas:

4 – Se para uma competição, atletas do mesmo clube comparecerem com uniformes diferentes, somente os atletas que apresentarem o mesmo padrão poderão participar da prova, devendo o responsável técnico pela equipe, definir quais os atletas que participarão da prova, caso contrário a equipe será desclassificada da prova.

5 –Desde que no mesmo padrão/cor, a utilização pelos componentes da equipe, Calça, saia e bermuda não serão considerados uniformes diferentes. O mesmo critério será utilizado em relação às mangas compridas ou curtas, ou ainda sem mangas, segundo o Regulamento FITA.

6 – É assegurado ao Regulamento FITA, soberania na questão dos comprimentos de saias, bermudas e mangas de camiseta.

Capitulo 4 – Limites de Idade

1 – De acordo com as normatizações: FITA – COPARCO – CBTARCO os limites de idade para a temporada de 2011 , serão:

1.1 – Campeonato Paulista Outdoor e Indoor:

1.1-A Infantil – até 14 anos completados no ano da competição, atirando nas seguintes distâncias: 40/30/20 e 15 m;

1.2- B Cadete – de 15 anos até 17 anos completados no ano da competição, atirando nas seguintes distâncias: 60/50/40 e 30m para classes masculinas, e 60/50/40 e 30m para classes femininas;

1.3–C Juvenil – maiores de 17 anos, até 20 anos completados no ano da competição, atirando nas distâncias de 90/70/50 e 30m para classes masculinas e 70/60/50 e 30m para classes femininas;

1.4 – D Adulto – 21 anos ou mais completados no ano da competição, atirando nas distâncias de 90/70/50 e 30m para classes masculinas e 70/60/50 e 30m para classes femininas;

1.5 – E Master – acima de 50 anos completadas no ano da competição, atirando nas mesmas distâncias da categoria Adulto - distâncias de 70/60/50 e 30m para classes masculinas e 70/60/50 e 30m para classes femininas.

Obs.: - Todo atleta poderá subir de categoria, exemplo CMC poderá atirar nas
categorias CMJ ou CMA, contudo à única categoria que pode “descer” é de
MASTERS, os quais podem atirar na categoria Adulta.

Capitulo 5 – Inscrições de Prova

1 – Rigorosamente, nenhum atleta, clube e/ou entidade poderá participar da prova
se:

1.1 – Os Clubes não estiverem com sua documentação em ordem;

1.2 – Apresentarem pendências financeiras junto a FPAF;

1.3 – Os atletas não estiverem com as documentações em ordem;

1.4 – Os atletas novos (pedindo filiação) deverão apresentar sua documentação até no máximo as 17hs da quarta feira anterior à prova, na FPAF, ou ainda oficio via fax, ficando obrigatoriamente a entrega dos documentos pertinentes (originais) no local da prova, antes do inicio da mesma, sob vistas e aprovação da FPAF.

1.5 – As inscrições de prova deverão ser feitas obrigatoriamente pela ficha de inscrições (salvo outras instruções) corretamente preenchida (clube, nome, categoria, nº FPAF do atleta, indicação do responsável técnico/ Capitão de Equipe para o torneio) juntamente ao recibo de depósito bancário, referente ao recolhimento do valor total das inscrições até as 17hs via fax, na quarta feira antecedente à prova;

1.6 – O atleta inscrito de forma errônea, ou irregular, ou cumprindo sentença punitiva, seja esta de ordem administrativa, ou do TJD (FPAF/CBTARC/COPARCO/FITA) este não poderá participar da prova;

1.7 – Em hipótese alguma serão aceitas inscrições no dia da prova;

1.8 –Para eventos/provas da CBTARCO, e ou outras Federações, as inscrições deverão ser realizadas junto à FPAF nos prazos indicados pela promotora do evento/torneio, de acordo com os regimentos da CBTARCO;

1.9 – No caso de torneios de outras Federações, onde a inscrição não seja realizada pela FPAF, fica o clube obrigado a informar à FPAF anteriormente à realização da mesma, o(s) nome(s) do(s) atleta(s), data, e local da competição.

Capitulo 6 – Competições

1 –Serão disputadas as seguintes competições promovidas pela FPAF, em âmbito estadual para a temporada esportivas de 2011:

1.1 – Campeonato Paulista Outdoor – INDIVIDUAL :
Categorias: RFI,RFC,RFJ,RFA,RFM,RMI,RMC,RMJ,RMA,RMM;
CFI,CFC,CFJ,CFA,CFM,CMI,CMC,CMJ,CMA,CMM.

1.2 – Campeonato Paulista Indoor – INDIVIDUAL:

Categorias: RFII,RFI,RFC,RFJ,RFA,RFM,
RMI,RMI ,RMC,RMJ,RMA,RMM;
CFI,CFC,CFJ,CFA,CFM,
CMI,CMC,CMJ,CMA,CMM.

1.3 – Campeonato Paulista Indoor- Interclubes
1.4 – Campeonato Paulista Outdoor – Interclubes
1.5 – Copa São Paulo – Outdoor

1.6 – Os Clubes que apresentarem sede com distancia superior a 200km da capital será facultado a este o Multi-Site Indoor e os resultados deverão ser enviados 24 horas após a prova.

2 – Qualquer clube / entidade poderá solicitar À FPAF, a realização de uma etapa dos certames Indoor ou Outdoor, desde que esta solicitação seja realizada previamente (prazo mínimo de 90 dias), e uma vez aprovada, esta irá para o calendário oficial.

2.a – A liberação para que um clube realize uma etapa dos campeonatos ficará vinculada à sua capacidade administrativa/organizacional, além de que as instalações onde será realizado o evento/torneio serão previamente avaliadas pela FPAF.

2.b - No caso de clube/entidade organizarem torneios oficiais, os equipamentos da FPAF, serão cedidos gratuitamente a titulo de empréstimo, devendo o organizador, requisitá-los com a antecedência mínima de 15 dias, especificando os itens, quantidades, e cronograma de operações (retirada, montagem, e devolução) não esquecendo de que transporte de fardos, e cavaletes, bem como seu custo é de responsabilidade do Clube/Entidade organizadora.

Capitulo 7 – Regulamentos Específicos/Competições

1 – Campeonato Paulista Outdoor (Individual):

1.1 O Campeonato Paulista Outdoor, consistirá de 09 (nove) provas propostas, de acordo com o Regulamento FITA, em suas diversas categorias e classes, caso não seja realizada uma etapa, por qualquer que seja o motivo, este dar-se-á finalizado, com a quantidade de provas realizadas, desde que não inferior a 5 (cinco) provas/etapas e observados os critérios de fechamento.

2 – Campeonato Paulista Indoor ( Individual):

2.1 O Campeonato Paulista Indoor, consiste de 7 (sete) provas propostas, de acordo com o Regulamento FITA, em suas diversas categorias e classes, caso não seja realizada uma etapa, por qualquer que seja o motivo, este dar-se-á finalizado, com a quantidade de provas realizadas, desde que não inferior a 4 (quatro) provas/etapas e observados os critérios de fechamento.

3 – Geral:

3.1 – Nenhum atleta pode estar inscrito em um mesmo campeonato em duas categorias diferentes;

3.2 – Na hipótese da necessidade e/ou vontade de troca de categoria por um atleta, a inscrição e as pontuações da categoria anterior serão canceladas.

4 – Campeonato Paulista Interclubes Outdoor este dar-se-á pela soma das
pontuações atribuídas às qualificações de seus atletas (federados), por categoria e
por etapa, e serão premiados ao final da temporada: Clube Campeão Paulista
Outdoor Interclubes, Clube Vice Campeão Paulista Outdoor Interclubes.

4.1 –As categorias que receberão as pontuações para o Campeonato Paulista
Interclubes Outdoor serão :

RMI:RFI;RMC;RFC;RMJ;RFJ;RMA;RFA;RMM;RFM,
CMI;CFI;CMC;CFC;CMJ;CFJ;CMA;CFA;CMM;CFM

4.2- De acordo com a classificação individual de cada atleta, o clube receberá as pontuações abaixo, por cada divisão, categoria e classe separadamente:

1º lugar =10 pontos
2ª lugar = 7 pontos
3º lugar = 6 pontos

4.3 – Uma vez somadas todas as pontuações obtidas pelo clube, por etapa (ex.: III Torneio Outdoor –Clube “A” RMA =10 pontos (1º) + RFA =7 pontos (2º) + CFA 06ptos (3º) 0= 23ptos ) esta pontuação será publicada juntamente ao resultado oficial de prova, e ao final da temporada, acumulada (sem descartes) e utilizada para a classificação geral dos clubes.

4.4 – A premiação do Campeonato Paulista Interclubes Outdoor, será realizada ao final da temporada onde o troféu de Campeão será de posse transitória (sendo o mesmo conquistado em forma definitiva quando o clube em questão obter a marca e 3 anos campeão consecutivo, ou ainda o primeiro que conquistar 5 títulos alternados, e o de Vice campeão, de posse definitiva por temporada.

5 – Campeonato Paulista Interclubes Indoor: este dar-se-á pela soma das pontuações atribuídas às qualificações de seus atletas (federados), por categoria e por etapa, e serão premiados ao final da temporada: Clube Campeão Paulista Indoor Interclubes, Clube Vice Campeão Paulista Indoor Interclubes.

5.1. As categorias que receberão as pontuações para o Campeonato Paulista Indoor Interclubes serão:

RFI,RFC,RFJ,RFA,RFA,RFM,
RMI,RMC,RMJ,RMA,RMM,
CFI,CFC,CFJ,CFA,CFM,
CMI,CMC,CMJ,CMA,CMM

5.2 – De acordo com a classificação individual de cada atleta, o clube receberá as pontuações abaixo, por cada divisão, categoria e classe separadamente

lugar =10 pontos
lugar = 7 pontos
lugar = 6 pontos

5.3 – Uma vez somadas todas as pontuações obtidas pelo clube, por etapa (ex.: III Torneio Indoor –Clube “A” RMA = 10 pontos(1º) + RFA =7 pontos (2º) + CFA 06 pontos (3º) 0 = 23 pontos) esta pontuação será publicada juntamente ao resultado oficial de prova, e ao final da temporada, acumulada (sem descartes) e utilizada para a classificação geral dos clubes.

5.4 - A premiação do Campeonato Paulista Interclubes Indoor, será realizada ao final da temporada onde o troféu de Campeão será de posse transitória (sendo o mesmo conquistado em forma definitiva quando o clube em questão obter a marca e 3 anos campeão consecutivo, ou ainda o primeiro que conquistar 5 títulos alternados, e o de Vice campeão, de posse definitiva por temporada.

6 –Copa São Paulo Outdoor Individual (Round Olímpico/Combate)

6.1 –A Copa São Paulo dar-se-á baseada nas qualificações obtidas pelos atletas no Round Olímpico (confrontos diretos/combates) nas seguintes categorias:Arco Recurvo e Arco Composto, unificando-se as divisões masculina e feminina na distância única regulamentada (FITA);

6.2 - De acordo com a classificação individual de cada atleta, o mesmo receberá as pontuações abaixo, as quais somadas sem descartes, indicarão ao final da temporada as premiações de: Campeão Copa São Paulo; Vice Campeão Copa São Paulo, 3º Lugar Copa São Paulo:

1º lugar =10 pontos
2ª lugar = 7 pontos
3º lugar = 6 pontos

6.3 – As inscrições para as etapas da Copa São Paulo, deverão ser feitas juntamente às inscrições dos torneios Outdoor, tendo em vista que serão realizadas conjuntamente (mesma ficha) onde para esta participação será definida uma taxa especial de inscrição (a qual será determinada e publicada pela FPAF juntamente às outras taxas ordinárias).

6.4 A qualificação/classificação para a etapa da Copa São Paulo, dar-se-á pelo rancking unificado das classes (ex.: CMJ/CFJ/CMA/CFA/CFM/CMM, e/ou RFJ/RMJ/RFA/RMA/RFM/RMM) nas distancias a serem disputadas.

6.5 – Premiação: serão premiados os 3 (três) primeiros colocados na Copa são Paulo, por categoria, com um Certificado/Diploma, com seus respectivos efeitos jurídicos e legais.

Capitulo 8 – Ranking Paulista – Classificações

1 – A classificação do atleta nos certames individuais será definida pelo ranking, sendo que para que este tenha seu campeonato validado o mesmo deverá participar obrigatoriamente em numero de provas conforme descritivo a seguir:

1.1 – Outdoor

9 torneios realizados – participação mínima obrigatória = 6 provas
8 torneios realizados – participação mínima obrigatória = 5 provas
7 torneios realizados - participação mínima obrigatória = 5 provas
6 torneios realizados - participação mínima obrigatória = 5 provas
5 torneios realizados – participação obrigatória = 5 provas

1.2 – Indoor :

7 torneios realizados - participação mínima obrigatória = 5 provas
6 torneios realizados - participação mínima obrigatória = 4 provas
5 torneios realizados - participação mínima obrigatória = 3 provas
3 torneios realizados – participação obrigatória = 3 provas

1.2 – Os atletas serão premiados e receberão seus títulos ao final da temporada, de acordo com os critérios específicos para as premiações e títulos, desde que respeitadas às participações mínimas oficiais.

Capitulo 9 – Premiações e Títulos

1 – Para receber os títulos de: Campeão, Vice Campeão e 3º colocado, nos campeonatos, de qualquer modalidade (individua), o arqueiro deverá ter seus resultados validados, pelo numero mínimo de participações obrigatórias, e se classificar no ranking de acordo com o conceito de descartes (para cada modalidade), ou especifico de cada prova.

2– Indoor = N-2 (onde n=n° de provas realizadas pelo atleta – o pior resultado ou ausência) exemplo clássico: 7 provas realizadas - 2 descartes = 5 resultados somados para efeito de ranking;

3 – Outdoor = N-3 (onde n=n° de provas realizadas pelo atleta – o pior resultado ou ausência) exemplo clássico: 9 provas realizadas – 3 descartes = 6 resultados somados para ranking;

4– No caso de empate entre 2 classificados, para este assunto especificamente, ambos serão declarados empatados, ficando portanto o seguinte com sua posição requalificado, exemplo :

Arqueiro A -5870 ptos (pontuação após descartes) – Campeão
Arqueiro B -5795 ptos (pontuação após descartes) – Vice Campeão
Arqueiro C -5795 ptos (pontuação após descartes) – Vice Campeão
Arqueiro D -5794 ptos (pontuação após descartes) – 3º colocado

5 – Em hipótese alguma, o atleta receberá, em um mesmo Campeonato (Outdoor ou Indoor), títulos em categorias e classes distintas.

6 – A premiação dos Torneios Outdoor será realizada, visando a elevação técnica e, portanto premiando/reconhecendo a evolução dos atletas nas categorias CMJ/CMA/CMM/RFJ/RFA/RFM , na seguinte forma:

Não haverá medalhas de classificação de prova, mas sim um “PIN” da FPAF, com as marcas de pontuação, semelhantes ao Estrela FITA, onde os índices paulistas/FPAF serão:

1000; 1050; 1100; 1150; 1200; 1250; 1300;1350; e 1400 pontos.

7 – Os PINS serão diferenciados em suas cores, e entregues após solicitação por carta do clube, e verificações pertinentes.

Capitulo 10 – Validação de Resultados

1- A todo atleta é assegurado o “direito” de solicitar a validação de resultados obtidos no exterior, desde que cumpridas às seguintes normas, e de que esta pontuação seja obtida em prova internacional e/ou seletiva nacional, oficial, participação esta que devera possuir o aval oficial obrigatoriamente do clube do atleta, FPAF, e da CBTARCO (conjuntamente).

2- O atleta convocado para participar em prova no exterior, independentemente de comunicação oficial da CBTARCO ao clube e a FPAF, deverá informar por escrito ao clube e a FPAF, sobre sua convocação.

3- Desta comunicação deverá constar: às datas em que atleta estarem competição no exterior, bem como evento, tipo de prova (Indoor/Outdoor/Field), round simples, round duplo,round Olímpico, etc; Pan Americano; Sul Americano; Word Cup; Festival; Copa; Campeonato da Américas, etc...

4- Caso a prova em questão seja realizada em round duplo, será considerado para a pontuação validada em SP / FPAF, o Round Total (1º ou 2º) considerando de maior pontuação total, exemplo:

1ºRound-90mts/330pts-70mts/340pts,50mts/300pts,30mts/335pts = 1305pts
2ºRound-90mts/335pts-70mts/300pts,50mts/350pts,30mts/305pts = 1290pts
Portanto icará validado para efeito de Campeonato Paulista Outdoor , o 1ºTotal,
por apresentar a maior pontuação total, e não a soma dos melhores resultados
por distancia.

5- Para que se proceda a efetivação de tal resultado, o atleta deverá apresentar planilha e/ou informação sobre a publicação deste pela internet (site oficial) num prazo máximo de 30(trinta) dias após a realização do torneio/prova.

6- O Score só será validado, se ocorrer na mesma época da prova de sua categoria no certame estadual.

7- Elucidamos que época corresponde ao período da convocação do atleta, desde seu embarque, até seu retorno oficial (desembarque).

8- O resultado obtido no exterior e/ou em outro estado brasileiro em prova oficial, poderá ser considerado/validado para Recorde Paulista.

9- Os resultados obtidos fora destas condições, especificamente descritas, não serão computados em benefício do atleta.

Capitulo 11 – Atletas Convidados

1 – A FPAF, no intuito de estimular novos atletas a se filiarem, aceitará inscrições de atletas, desde que convidados pelos clubes ou pela FPAF, nas quantidades máximas e participações de 01 torneio Indoor, e 01 torneio Outdoor;

1.2 – Este atleta estará sobre total e absoluta responsabilidade do clube pelo qual for inscrito; não será aceita e/ou permitida a participação de convidado, sem que haja por este, um clube responsável;

1.3 – O Uniforme deste atleta deverá ser obrigatoriamente a camiseta do clube, acompanhada de calça/saia/ou bermuda no padrão do clube, ou todo de branco.

2 – Para o caso de atletas oriundos de outros estados, desde que filiados à suas respectivas federações, a estes a participação em torneios paulistas, será aberta sem n° máximo de participações;

2.1– O uniforme para estes atletas deverá ser o mesmo utilizado, respeitando o padrão de seus clubes e / ou federações;

3– Todos os atletas estarão sujeitos ao processo normal de inscrição de provas;

4 – Os atletas convidados, não entrarão na classificação de torneios e/ou premiação da FPAF;

5 - Todos os atletas convidados, terão de passar por inspeção de equipamentos – obrigatória, e em caso da não aprovação de seus equipamentos, o referido atleta não poderá participar da prova;

6 – Para efeito de atitudes e casos disciplinares, e referentes ao CBJD e TJD, ficarão os clubes responsáveis, na figura de seu responsável/diretor técnico, locado junto em igual avaliação da penalidade do réu / infrator (atleta convidado);

Capitulo 12 – Equipamentos da FPAF

1 – A FPAF não emprestará nenhum equipamento (inclusive arcos e flechas), para qualquer evento isolado de atletas e/ou clubes, sejam estes exposições, demonstrações, cursos, etc.

2 – Somente serão cedidos os materiais e equipamentos, para eventos em conjunto com a FPAF;

3– Para a realização de torneios Indoor, os equipamentos da FPAF serão cedidos gratuitamente a titulo de empréstimo, devendo o clube organizador, requisitá-los com uma antecedência mínima de 15 dias, especificando itens, quantidades e cronograma de operações (retirada, montagem, devolução), não se esquecendo de que o custo por tal transporte e operacionalidade é de responsabilidade do clube organizador.

Capitulo 13 – Taxas e Recolhimentos

1 - Serão realizados exclusiva e obrigatoriamente, sob a forma de depósito bancário na conta corrente da FPAF, nos prazos e valores determinados, e informados à Diretoria Administrativa, via cópia de documentos, e ou fax.

2– Os valores e taxas, bem como recolhimentos diversos, serão informados vias documento especifico, no inicio da temporada.

Capitulo 14 – Credenciamentos de Técnicos e Instrutores

1 – Atendendo ao cumprimento das leis n° 9.615/98 (Lei Pelé), Decreto n° 2.574/98, e lei n° 8.672/93, e de acordo com o Estatuto da FPAF, reformado em 10/01/2004, além das determinações do Conselho Regional de Educação Física, e Ministério dos Esportes, deverão ser credenciados para a temporada esportiva os instrutores e técnicos, os quais serão responsáveis pelos clubes/entidades e equipes conforme sua graduação junto a esta entidade; sendo tal procedimento obrigatório na renovação de cadastro anual da entidade;

2 - Serão os instrutores e técnicos credenciados por meio de atestado da FPAF, e identificados por carteira específica de acordo com sua graduação, sendo que estes deverão ser renovados anualmente, via solicitação dos credenciados e de seus respectivos clubes/entidades, conforme avaliação anual do Departamento Técnico da FPAF;

3- O Instrutores e Técnicos credenciados deverão sempre seguir à conduta Esportiva, ética, profissional e de segurança, respeitando as normas e regulamentos vigentes: Estaduais / Nacionais / Internacionais; e suas respectivas autoridades, no que tange ao ensino e desenvolvimento da modalidade do Tiro com Arco e Flecha, ficando os responsáveis (em seus determinados níveis) pela correta prática e condução da mesma. A não observação ou correta conduta destes princípios, sujeitará ao indivíduo em questão, a aplicação das penalidades legais, previstas na legislação vigente.

4 – Critérios para o credenciamento:

4.1 -Para qualquer que seja o nível de credenciamento para que possa exercer a função título, deverá obrigatoriamente estar relacionado na função designada, constando da relação de documentos no ato da filiação/renovação de sua entidade, no inicio do ano esportivo.

4.2- Nível: Instrutor “ I “

4.2 .1 - Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido – 2° ano) de Educação Física; “além” das necessidades dos itens relacionados; ou no caso de não profissional da área, possuir obrigatoriamente todas as qualificações dos itens seguintes;

4.2.2-Possuir experiência mínima de 02 (dois) anos em nível competitivo (FPAF ou CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas – nacionais ou internacionais) “e” haver participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha, em qualquer das filiadas, e/ou outro órgão reconhecido.

4.3 - Nível: Instrutor “ II “

4.3.1 - Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido 2° ano) de Educação Física; “além“ das necessidades dos itens abaixo relacionados; ou no caso de não Profissional da área, possuir obrigatoriamente todas as qualificações dos itens seguinte;

4.3.2 - Possuir experiência mínima de 03 (três) anos em nível competitivo (FPAF ou CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas – nacionais ou internacionais) “e “ haver participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha, em qualquer das filiadas, e/ou outro órgão reconhecido, “além“ de possuir Curso de Formação para Instrutores de Arco e Flecha ( FPAF / CBTARCO ou outras organizações reconhecidas – nacionais ou internacionais).

4.4 - Nível : Técnico “ I “

4.4.1 - Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido 2° ano) de Educação Física; “além“ das necessidades dos itens abaixo relacionados; ou no caso de não Profissional da área, possuir obrigatoriamente todas as qualificações dos itens seguintes;

4.4.2 - Possuir experiência mínima de 3 (três) anos em nível competitivo; (FPAF ou
CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas – nacionais e /ou
internacionais

4.4.3-Haver participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha, em qualquer das filiadas, e/ou outro órgão reconhecido;

4.4.4 - Possuir Curso de Formação para Instrutores de Arco e Flecha ( FPAF / CBTARCO ou outras organizações reconhecidas – nacionais ou internacionais;

4.4.5 - Possuir especializações diversas e específicas na modalidade de Arco e Flecha ministrada por entidades reconhecidas;

4.4.6 - Ser ou haver sido Responsável Técnico por entidade oficial filiada por um prazo mínimo de 3 (três) anos.

4.4.7 – Não estar competindo.

4.5 - Nível : Técnico “ II “

4.5.1 - Ser profissional formado ou estudante (mínimo exigido 3° ano) de Educação Física; “além“ das necessidades dos itens abaixo relacionados; ou no caso de não Profissional da área , possuir obrigatoriamente todas as qualificações dos itens seguintes;

4.5.2 - Possuir experiência mínima de 4 (quatro) anos em nível competitivo (FPAF ou CBTARCO; ou outras organizações reconhecidas – nacionais e/ou internacionais);

4.5.3 Haver participado de Curso Básico de Tiro com Arco e Flecha, em qualquer das filiadas, e/ou outro órgão reconhecido;

4.5.4 Possuir Curso de Formação para Instrutores de Arco e Flecha ( FPAF / CBTARCO ou outras organizações reconhecidas – nacionais ou internacionais;

4.5.5 Especializações diversas e específicas na modalidade de Arco e Flecha ministrada por entidades reconhecidas;

4.5.6 Ser ou haver sido Responsável Técnico por entidade oficial filiada por um prazo mínimo de 4 (quatro) anos.

5 A FPAF realizará anualmente curso para a formação de instrutores, e especialização de técnicos , visando a formação de novos profissionais,bem como a elevação do nível técnico dos mesmos, podendo estes cursos serem realizados em conjunto com outras entidades, desde que tenham mais de 5 pessoas “ NÃO ATLETAS”.

6 Fica assegurada a condição a FPAF, da realização e credenciamento dos instrutores e técnicos estaduais, tendo em vista que não existe no Brasil, a cadeira acadêmica (universitária / nível superior) de Tiro com Arco e Flecha;

7 A FPAF no inicio do ano competitivo informará via oficio sobre os Instrutores/Técnicos em seus respectivos níveis e clubes, bem como a relação de capitães de equipe, autorizados à responder por suas entidades em reuniões de capitães; sendo vetada toda e qualquer participação e opinião à atletas e outras pessoa não autorizadas .

Capitulo 15 – Credenciamento de Juízes/FPAF

1 – A FPAF, terá em seu quadro de arbitragens, juízes devidamente formados e habilitados, para a realização de seus torneios, bem como mantendo-os atualizados de acordo com as legislações vigentes (FITA/COPARCO/CBTARCO/COI/COB) e Código Brasileiro de Disciplina e Justiça Desportiva, os quais serão relacionados e divulgados no inicio da temporada ou por ocasião de sua inclusão no quadro da FPAF.

Capitulo 16 – Stand de Tiro da FPAF (Ibirapuera)

O stand da Federação Paulista de Arco e Flecha no conjunto Poliesportivo Constâncio Vaz Guimarães esta em reforma pelo Estado desde abril de 2009 e sem previsão para reinauguração.

São Paulo 27 de Novembro de 2010.

Carlos Henrique Monteiro
Presidente

Fonte: www.fpaf.com.br

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