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Argentina

ARGENTINA, A TENTAÇÃO NATURAL

Os primeiros espanhóis que chegaram ao território que é hoje a Argentina, náufragos da expedição João Diaz de Solís, tomaram contato com as povoações indígenas, que ocupavam então o lugar, e receberam deles objetos de prata, que levariam depois a Espanha para o ano 1524. A lendária Serra do Prata, uma montanha rica neste precioso metal, seduziu portugueses e espanhóis, e o rio que atravessava o cultivador lugar foi batizado pelos primeiros como Río da Prata. O nome da Argentina procede do latim "argentum", que significa prata, e é como nomeou-se ao país. Desde 1860 oficialmente é reconhecido como República Argentina.

O viajante que chega estas terras tem muito que escolher. O território argentino abrange todos os diferentes tipos de paisagens e climas, de montanhas a vales, planícies, rios, glaciares, áridas paragens, até costas frías ou quentes, isso tudo habitado por uma fauna diversa e curiosa. Argentina conta com numerosos Parques Nacionais e o país gaba-se de possuir uma das capitais mais carismáticas do mundo, Buenos Aires. Porém o quê seria deste espaço natural que não se parece com nenhum outro e que desborda seus encantos de forma generosa e gentil, sem uma riqueza cultural herança da mestiçagem peculiar, variado e profundamente atrativo, que apaixona todo aquele que chega a conhecer-o. Sentado em um café de Buenos Aires, assomado no abismo na Garganta do Diabo em Iguazú, passando um mate na Mesopotâmia, compartindo um assado na Pampa ou um passeio de cavalo, trocando palavras e momentos com os índios quechuas ou mapuches ou, do lado das baléias, huanacos ou vendo planear o condor, subidos no Trem das Nubens, divisando desde Ushuaia o fim da terra, lendo os Contos da Selva, ou Borges, assistindo em uma sala de cinema o último filme de Subiela estamos na Argentina, é coisa demais para um só país mas tudo está aí.

A República Argentina compreende uma Capital Federal, Buenos Aires e 23 províncias: Jujuy, Salta, Formosa, O Chaco, Corrientes, Misiones, Catamarca, Tucumán, Santiago del Estero, Santa Fe, Entre Ríos, La Rioja, Córdoba, São João, Mendoza, São Luis, Buenos Aires, La Pampa, Neuquén, Río Negro, Chubut, Santa Cruz e Terra de Fogo. Cada uma delas oferece ao visitante curiosidades únicas, pelo que o país converte-se em um lugar de férias tremendamente ameno e de uma riqueza natural e cultural sem igual.

Situação e Geografia

LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA

Argentina é o segundo país da América do Sul pela sua extensão, com quase 3,8 milhões de quilômetros quadrados, dos que 2, 8 milhões de quilômetros quadrados estão no continente e o resto no setor antártico. Está situada no cono sul Sudamericano, no hemisfério sul do planeta e ao sul do Trópico de Capricórnio. Seus 3.800 quilômetros de comprimento extendem-se entre os 22 e 55 graus de latitude. A República Argentina linda ao oeste com Chile, ao norte com Bolívia e Paraguai e ao leste com Brasil e Uruguai, com um perímetro de 29.038 quilômetros e uma fachada marítima ao leste, que descansa sobre o Océano Atlântico e que atinge os 5.117 quilômetros.

Argentina é pródiga em altas montanhas e vastas terras baixas. Os Andes, que extendem-se ao longo de 3.800 quilômetros de norte a sul, no limite ocidental do país, constituem a fronteira natural com Chile. Nestes acha-se o cume mais elevado de todo o Continente Americano, o Aconcagua (6.959 metros).

As terras baixas argentinas, ao leste dos Andes, podem ser divididas em três regiões principais: as Planícies Setentrionais, as Pampas e a Patagónia. Na região do norte encontra-se o Chaco, uma vasta planície atravessada por rios de curso lento. Toda ela está coberta de pradeiras e arbustos. No noroeste acha-se uma área conhecida como a Mesopotámia Argentina, entre os rios Paraná e Uruguai, onde encontram-se as províncias de Corrientes e Entre Ríos. Na província de Misiones têm lugar um dos espetáculos mais soberbios da América do Sul, as Cascatas do Iguaçú, que Argentina partilha com Brasil. Sua altitude e largura supera às do Niágara.

A capital da República da Argentina, Buenos Aires, está situada na confluência dos rios Paraná e Uruguai. Constitue por sí mesma uma província que descansa na márgem direita de um rio tão cumprido que quase parece um mar. É o Río da Prata.

As Pampas são fértis pradeiras cheias de planícies areiosas atravessadas pelos rios Paraná e Uruguai. Constituem política e econômicamente o pulso da moderna Argentina. Nesta zona concentram-se tanto a indústria como a agricultura da República. A região das Pampas está repartida em Pampa Úmida, perto do litoral, e Pampa Arida, no interior, situada para o oeste e o sul. A auxência de relevo converte-la em uma zona vulnerável às inundações dos rios que cruzam-a. Unicamente sobressaem nesta planície a Serra de Tandil, a Serra de la Ventana e a Serra da Pampa. Na costa do estado de Buenos Aires extendem-se as praias e lugares como Mar do Prata e Necochea, muito visitados pelos "portenhos" (os habitantes da capital) em janeiro e fevereiro, os meses mais quentes.

Al sul do rio Colorado, as Pampas cedem o lugar à Patagônia, região áspera e plana. Ali encontram-se as províncias de Neuquén, Rio Negro, Chubut e Santa Cruz. Está cheia de lagos e encontra-se escassamente povoada pelo que constitue uma das zonas mais remotas e solitárias do mundo. Neste lugar acha-se o maior glaciar do mundo, o Perito Moreno. A Patagónia argentina está separada da Patagônia chilena pelos Andes. O clima se apresenta frio e seco em toda a região.

A Terra do Fogo encontra-se no extremo sul do país e constitue um dos pontos mais desabitados do planeta. compreende uma grande ilha conhecida como Ilha Grande, que partilha com Chile, e outras ilhas de menor tamanho. A região caracteriza-se pelas planícies desertas, os cerros ondulantes e seus bosques e montanhas andinas.

FLORA E FAUNA

A variedade climática e paisagística argentina tem conseguido criar um rico meio ambiente dotado de uma vida tremendamente variada e singular.

Flora

A vegetação argentina é muito variada. Entanto que nas Cascatas do Iguaçú, dominam as palmeiras, begonias, orquídeas e fetos, paisagens tingidos de cores terrosas penetram no norte andino onde os cactos gigantes dam uma nota de esbeltez as desertas paragens. O grande Chaco possui zonas de bosque agreste, matorrais espinhosos, savana e pântanos, em cujo interior cresce a erva mate e de suas folhas extrae-se o mate (chá paraguaio), muito popular na Argentina e em outros países sudamericanos. Há na Pampa poucas árvores e extensos pastos de qualidade variável.

A Patagônia Andina irá brindar-lhe mágicos bosques de lengas e guindos, araucárias ou cohíves que, com a chegada do outono, mudam o verde esmeralda por uma sinfonia de cores. A paisagem argentina oferece também bosques de coníferas e murtas. No interior abundam as savanas de palmeiras. Nas selvas subtropicais a flora é abundante e de grandes dimensões. O seibo é a flor nacional.

Fauna

Nos Andes assentam-se as altivas chamas e enormes peixes de rio, dourados e surubins coloream as águas das Cascatas do Iguaçú, da mesma forma em que tucães, loros, periquitos, aves e borboletas multicoloridas convivem com macacos, pumas, nhandús, gigantescos tamanduás, jacarés, formigas gigantes de ninhos de até meio metro, iguanos, calangos, antas e onças. A Patagônia Atlântica constitui uma das reservas da fauna marinha mais importantes do mundo. Preguiçosos lobos e elefantes marinhos fazem companhia aos simpáticos pingüins magalhanicos. Juntos aplaudem o espléndido espetáculo de pulos e sopros que protoganizam as baleias. A baleia franca argentina chega a suas costas para aparear-se. Na Argentina também podemos ver flamingos, huanacos, raposos, patos e cisnes do pescoço preto.

Nas planícies da Pampa convivem laboriosas e irrequietas vizcachas com o majestoso condor, uma estampa característica da paisagem, ao igual que os gaúchos e o gado. A Terra do Fogo é notória pela quantidade de pássaros que alberga no interior no verão.

Parques Nacionais

Para proteger este presente da natureza, Argentina têm criado uma extensa rede de parques nacionais, o que dá uma ideia da labor realizada quanto a isto.

O Parque Nacional Iguaçú recebe os visitantes com esta lenda: "Quando tenha envenenado o último rio, cortado a última árvore e matado o último peixe, o homem se dará conta de que não pode comer-se o dinheiro"; e uma carta muito especial, que diz: "A natureza trabalha, nunca morre porque a morte é fonte de vida". Quando uma árvore morre fica em pé durante muito tempo, prestando de alojamento para os filhotes de pássaros e aves. Começam crescer fungos iniciando-se assim o processo de descomposição. Quando cai, as larvas dos insetos enquanto crecem vão alimentando-se da madeira e construindo imensos labirintos de galerias. Os troncos servem de refúgio a outros animais, a ação dos fungos e bactérias transformam a árvore em nutrientes que serão utilizados por outros organismos. Para nós o bosque não é um recurso, é a vida mesma. É o único lugar no que podemos viver em liberdade. Assinado: "A Fauna do Parque".

A continuação oferecemos uma lista dos Parques que poderá visitar:


Monumento Natural Lagoa dos Pozuelos (Jujuy).

Parque Nacional Baritú (Salta).

Parque Nacional Calilegua (Jujuy).

-Parque Nacional Los Cardones (Salta).

Parque Nacional Fincas El Rei (Salta).

Parque Nacional Río Pilcomaio (Formosa).

Parque Nacional Chaco (Chaco).

Parque Nacional Mburucuyá (Corrientes).

Parque Nacional Iguazú (Misiones).

Parque Nacional El Palmar (Entre Ríos).

Parque Províncial Talampaya (La Rioja).

Parque Províncial Ischigualasto (San Juan).

Parque Nacional Diamante (Entre Ríos).

Parque Nacional Serra das Quijadas (San Luis).

Parque Províncial Aconcagua (Mendoza).

Parque Províncial Tupungato (Mendoza).

Parque Nacional Lihué Calel (La Pampa).

Parque Nacional Laguna Blanca (Neuquén).

Parque Nacional Laním (Patagonia).

Parque Nacional Nahuel Huapi (Patagonia).

Parque Nacional Los Arrayanes (Patagonia).

Parque Nacional Lago Puelo (Chubut).

Parque Nacional Los Alceres (Chubut).

Reserva Províncial Península Valdés (Chubut).

Reserva Províncial Punta Tombo (Chubut).

Parque Nacional Perito Francisco P. Moreno (Santa Cruz)

Monumento Nacional Bosques Petrificados (Santa Cruz)

Parque Nacional Los Glaciares

Parque Nacional Terra do Fogo.

História

Civilizações Indígenas

Acredita-se que os primeiros povoadores do território americano chegaram de Ásia através do Estreito de Bering, faz 20.000 anos. Tribos índias diferentes se assentaram no país, até que a região noroeste da Argentina foi ocupada no século XV pelo Inca Yupanqui. Os povoadores pré-colombianos da futura Argentina encontravam-se entre os mais lentos da América. Apenas existem vestigios de culturas pré-colombianas no território argentino, e os poucos que têm-se encontrado estão sempre relacionados com a existência, nas proximidades, de civilizações de maior grau de desenvolvimento, como acontece no caso dos diaguitas, um dos escasos povos do território que tinha atingido o nível do sedentarismo, em quens há que ver, na realidade, aos povoadores de um dos últimos cantos do dilatado império dos incas. Os mocovíes, com influência guaraní, e os tehuelches, desprendimentos tras-andinos dos muito mais evoluídos araucanos, constituíam o nível meio da população aborigem. Os pampas, charrúas, ranqueis, patagões, e outros eram básicamente nômades (senhores do deserto que atingiram a condição de jinetes quando a colonização de Pedro de Mendoza introduzisse o cavalo na planície bonaerense) e, muitos dos grupos tribais apenas tinham saido de um estágio comparável à Idade de Pedra.

A falta de uma organização evoluída entre os indígenas da zona, o longuíquo das metrópolis e a falta de garantias de achar fontes de riqueza exploráveis no imediato, foram os fatores essenciais que determinaram que a colonização do Río da Prata constituira uma experiência totalmente diferente à complexa conquista do México e Perú.

Conquista Espanhola

Na chegada dos espanhóis tinha no território índios Incas e outras tribos com formas de vida muito diferentes, que os espanhois não podiam explorar, o que produsse uma forte hostilidade entre as partes e empatou a colonização. Argentina demorou em ser colonizada. Américo Vespúcio, Solís, Magallanes, que deixou su nome no estreito da ponta sul do país, Sebastián Caboto e Pedro de Mendoza foram alguns dos que aventuraram-se.

João Diaz de Solís, o primeiro em descobrir o Rio da Prata, deu-lhe o nome de "mar doce" porque não podia acreditar aquela imensidade fosse apenas um rio; o seu cadáver vencido prestou de alimento aos charrúas, guerreiros caníbais da margem oriental do estuário.

Sebastián Caboto, depois de remontar as largas águas do Prata, fundou o forte de Sancti-Spiritus na confluência do Paraná com o Caracanhá, a meados de 1527.

Buenos Aires e outras novas cidades

A cidade de Buenos Aires, foi fundada por primeira vez por Pedro de Mendoza em 1536, mas com pouco tempo sofreu um asédio. Depois seria destruida sob ordem de Cabrera, obcecado em despovoar a cidade e concentrar seushabitantes em Asunção. Em 1580, João de Garay repovou novamente o porto de Buenos Aires pela necessidade de contar com uma zona portuária na desembocadura do Rio da Prata. No ano 1573, o vizcaíno Garay tinha fundado a cidade de Santa Fe, como avanzada de Buenos Aires e estação de repouso entre A Asunção e o citado porto.

Ao mesmo tempo, no último terço do século XVI, multiplicou-se a fundação de cidades: Córdoba (1573), La Rioja (1591) e São Luis (1597), e se consolidaram a vias de comunicação da região com o Alto Perú e Chile.

Dois séculos depois, em 1776, Carlos III promulga um real decreto pelo que cria-se o Virreinado de Rio da Prata, que terá sua sede em Buenos Aires e cuja jurisdição irá extender-se sobre os atuais territórios da Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. O primeiro titular deste virreinado foi Pedro de Ceballos, um ilustrado; o último, Baltasar Hidalgo de Cisneros, o qual foi deposto pela primeira Junta Revolucionária, surgida da jornada do 25 de maio de 1810.

A reforma do sistema colonial, obra cujo principal mérito pertece a Carlos III, mas na realidade estava-se fraguando desde começos do s. XVIII, supõe o descoberta das possibilidades que oferecem as colônias para o desenvolvimento industrial das respectivas metrópolis. No caso de Espanha e seu império colonial, supõe a integração deste conjunto no curso da história. Espanha deixa de seguir um sistema de explotação colónial do tipo mercantilista baseado principalmente na extração de metais preciosos e seu envio à Península, (típico da mentalidade e a organização própria do Renascimento) sistema que implica o mantenimento de um tipo de presença colónial centrado na burocracia e a subsistência, sem verdadeiras raízes para uma vida econômica própria nas colônias. Com estas reformas passa-se a um sistema de corte capitalista, o que supõe um avanço. Trata-se de especializar às colônias em um tipo de produção, tanto para abastecer à Península como para que o nível dessas rendas resultantes dessa especialização servira para consumir produtos elaborados na metrópoli. Esto resultou benéfico tanto para Espanha quanto para as colônias, as quais obtuviram com isso uma estrutura econômica mais sólida, a qual permitiu um maior enraizamento das povoações ali estabelecidas.

Porém, Espanha iniciou tarde estas reformas, enquanto Inglaterra e Frânça já tinham-se mercantilizado e eram nações em auge. Espanha estava desde tempo atrás em decadência. Os ingleses dominaram o mar, obstaculizando as zonas comerciais espanholas, e os franceses tomaram seu poder no campo ideológico, produzindo toda a corrente de pensamento revolucionario. A combinação de todos estos factores junto com o abandono em que Espanha, pelos sus problemas próprios, habia deixado a sus colónias, criaram na sociedade criolla uma conCiência de relativa autosufiCiência.

Independência

Os problemas que assolaram Espanha durante o reinado de Fernando VII com Napoleão, deixaram campo livre aos argentinos. Em toda América se criam juntas defesoras dos dereitos de Fernando VII, o rei deposto pelos franceses, seguindo o exemplo da metrópolis. Estas juntas foram convirtindo-se em formas de auto-governo, as quais irian criar as bases jurídicas e administrativas necessárias para as independências. O 25 de maio de 1810, no curso de um cabildo aberto com grande participação popular, decide-se a formação da Junta governativa provisional do Rio da Prata. Nela estavam representadas duas tendências políticas, uma monárquica e conservadora e outra republicana e liberal, chefiadas respetivamente por Cornelio Saavedra e Mariano Moreno. Entre os crioilos triunfu a tendência republicana. Proclamaram-se as Províncias Unidas do Rio da Prata, oficialiçou-se a bandeira branca e zeleste ideada pelo general Manuel Belgrano, desembocando todo isso na declaração da independência de 1816. Uma das figuras mais representativas deste período é José de São Martín, que junto com Simão Bolívar representa os mais claros expoentes da liberação da América Latina. A figura de São Martín trascende o âmbito puramente militar. Como Bolívar, defendia uma linha moderada, a qual em definitiva logrou impor na sua área de influência. Com a retirada de São Martín da vida pública, retirou-se a Europa, onde morreu em 1850. Iniciou-se na Argentina um longo período de hostilidades entre o poder centalista de Buenos Aires e as aspirações das províncias (unitários e federais). Chegou então ao poder Rosas, que governou desde 1829 a 1852, Urquiza, que transformou Buenos Aires na capital da República, e Bartolomé Mitre. No quase meio século que segue-se até a celebração do centenário da independência de 1910, o liberalismo unitário se consolida no poder.

As Guerras Indias

No século XIX Argentina era um importante exportador de carne. A necessidade de espaço e terras de apascoamento condusse às guerras índias de 1878, chefiadas pelo general Roca, que exterminariam sem piedade aos índios que povoavam a Pampa e a Patagônia.

O Século XX

O presidente Sánchez Peña introduziu algumas reformas no governo. Quando morreu, foi substituido por Yrigoyen, o primeiro argentino eleito por votação popular e quem reempraçou as velhas estruturas políticas conservadoras por um frente radical. Despois de 68 anos de regime constitucional foi derrocado pelos conservadores. Em 1930 o presidente Uriburu governou com uma política conservadora de tendências fascistas. A este segueram Justo e Roberto Ortiz, resultando ser um fraude eletoral. Ramón Castillo chegou mais tarde, mantendo uma posição neutral ao eclodir a Segunda Guerra Mundial. O Governo militar teve que enfrentar uma dura oposição internacional e interna, na que ocupou um lugar muito destacado o coronel João Domingo Perón, quem seria nomeado presidente em 1946. Com ele chega o mito Eva Perón, o voto à mulher e uma ditadura que deu pé a uma grande corrução e que, em 1950, daria lugar a uma importante crise.

Em 1955, Perón seria derrubado pelo exército, quem fez-se finalmente em 1966 com o control direto do poder. O régime militar não conseguiu conter o peronismo e teve que aceitar o regresso de Perón do exílio e a convocatória de novas eleições, as quais se celebrariam em 1973 e nas que saiu eleito Héctor Cámpora, quem renunciaria aos poucos meses para dar passo a umas segundas eleições que instauraram novamente a Perón.

Porém, uma vez mais, após a morte de Perón, os militares tomaram o poder, e o comandante Videla instalou-se como presidente, cargo no que foi substituído pelo general Roberto Viola no período 1981-84, ano em que supunha-se, resolvidos alguns dos mais angustiosos problemas econômicos do país e restabelecida a paz social, as Forças Armadas reintegrariam o poder aos civis. A drástica queda da moeda com relação o dólar e a crescente movilização social determinada pela pobreza e o paro, causaram o retiro do general Viola e, após um breve interinato, a designação como presidente do tenente general Galtieri. Latente o conflito com Chile pelo canal de Beagle, e embora as compras crescentes de trigo e carne vacuna pela antiga URSS, o problema econômico e social foi agravando-se cada vez mais. O 2 de abril de 1982 o presidente Galtieri comunicou o desembarque de forças armadas argentinas nas ilhas Malvinas, nomeando-se de imediato um governador das mesmas. Esta atitude determinou um cruel confronto armado com o Reino Unido, que findou o 14 de junho do mesmo ano com a derrota dos argentinos e a instalação de uma forte dotação armada britânica nas ilhas. A ditadura durante todo o período militar foi selvagem e milhares de pessoas "dessapareceram", até que em 1982 a derrota do exército perante as forças armadas britânicas durante o conflito das Malvinas, trousse consigo a queda da ditadura.

Estes acontecimentos produziram grande mágoa na Argentina. O Presidente Galtieri foi rempraçado pelo general Reinaldo Bignone, quem a começos de 1983 prometia, em nome da Junta Militar, eleções para outubro desse ano e a restitução do poder aos civis.

Em 1983 se convocaram umas eleções democráticas das que saiu vitorioso Raúl Alfonsín, do Partido Radical, o que supôs a primeira derrota democrática do peronismo. Porém, este não logrou sacar o país da profunda crise económica na que os militares o tinham sumido. Seis anos depois Alfonsín seria substituido por Carlos Menem, quem governa nestes momentos a República. Os militares ficaram impunes perante seus crimes. O paro é uma das tragédias da sociedade argentina atual e a cultura com Menem já não é o que era

Arte e Cultura

Literatura

A literatura argentina têm sufrido uma contínua evolução desde que começara no período colonial com seus famosos temas de conquista. Destaca a obra "Martín Fierro" de José Hernández e a literatura gauchesca. A geração rumântica têm como figura Estebam Echevarría, poeta e sociólogo com temas tão populares como "A Cativa" ou "O Matadero".

No século XIX Domingo Sarmiento escreve uma verdadeira obra de filosofía, "Civilização e Barbárie". Nesta época surge um movimento de protesta, contra o ditador Rosas que governava o país, chamado a "Geração dos Desterrados", que inclue nomes como João Bautista Alberdi, Estebam Echeberria e José Mármol. Outro escritor destacado deste século é Bartolomé Mitre.

Rafael Obligado é uma das primeiras figuras do parnasso americano e destaca com obras como Santos Vega e A Flor do Ceibo. Leopoldo Lugones, poeta e romancista, aclamado por composições tais como "Lunário Sentimental" e "A Guerra Gaúcha", seria mentor de Ricardo Giraldes, famoso pela sua obra mundonovista "Dom Segundo Sombra", todo um reflexo da ética gaucha.

Embora escritor uruguaio devemos nomear a obra de Horacio Quiroga, que viveu na Argentina e que fotografou as selvas do Paraná, não apenas com seu cámara mas também com sua pena. Destacamos entre seus relatos, o escalafriante texto titulado "Anaconda".

Porém, sem lugar as dúvidas, falar de Buenos Aires é falar da figura de Jorge Luis Borges, conhecido sobre tudo pelos contos, mas destaca também sua poesia. Tomou contato com os ultraístas em Madrid e introdusse esta tendência em sua pátria. É classicista e vanguardista ao mesmo tempo. Mostra especial inclinação pelos temas estranhos e poéticamente misteriosos. Possui uma linguagem erudita, embora seus temas rondam amiudo os ambientes rurais e quotidianos. Entre suas obras assinalamos "História Universal da Infâmia", o "Aleph", "Ficções", "Lua de Enfrente" e "Fervor de Buenos Aires". Outro escritor de renome é Julio Cortazar, cujo romance "Rayuela" alcançou fama mundial. São conhecidos seus contos e "Historias de Cronópios e Famas".

Ernesto Sábato é o criador de "O Túnel", novela levada ao cinema por Gonzalo Suárez, su criação "Sobre Heróis e Túmulos", é favorita de muitos jóvens e destaca também "Nunca Mais", sobre os desaparecidos. Bioy Casares, outro dos escritores sobressaentes argentinos, introduz-se no mundo fantástico com a "Invenção de Morel", em cuja obra inspirou-se o filme "Homem Olhado ao Sudeste". Entre as escritoras destaca Victória Ocampo e a poetisa Alfonsina Estorni. Um dos romancistas contemporâneos mais conhecidos é Osvaldo Soriano. Argentina possui a taxa mais alta de leitores de toda Latinoamérica.

Pintura e Escultura

Junto às letras, cabe destacar outras disciplinas não menos importantes, como a pintura. Em pleno século XX, Argentina se afirma como um país de expressão plástica. Depois da Primera Guerra Mundial aparece um grupo de pintores cujo grau de madurez se reflete em excelentes paisajistas do calibre de Fernando Fader ou Italo Botti, com sus serras agrestes. Uns praticam o regionalismo ou pitoresquismo, como Bernardo de Quirós; outros uma grisalha triste, mas muito fina e significativa, como Eugenio Daneri. Porém, o grande artista da época é Emilio Pettoruti, formado com os futuristas italianos. Destaca também a grande figura de Américo Panozzi, mais conhecido como o pintor das neves, e atualmente Pérez Céliz. Agora há uma pléiade de pintores que têm adoptado as últimas tendências artísticas logrando que se fale de uma Escola de Buenos Aires. Na escultura destacou-se Rogelio Yrurtia, autor de importantes monumentos que se levantam nas praças de Buenos Aires, o qual movimentou-se dentro da melhor tradição rodiniana. À meio caminho entre a pintura, escultura e criação de máquinas luminosas, sitúa-se um argentino revolucionário, Julio de Parc, que foi prêmio de pintura da Bienal de Venézia em 1966.

Música

Mas o quê seria este povo sem sua música e seu tango? Argentina conta com valores musicais definitivamente consagrados. Entre eles cabe assinalar a Alberto Williams, cultivador artístico do folclóre gauchesco e escritor de sinfonias, sonatas e quartetos. Um lugar especial ocupa a personalidade de Pascual de Rogattis, célebre pela sua ópera "A Noiva do Herege" e outras obras sinfónicas. Atahualpa Yupanqui ocupou um destacado lugar na música popular ao igual que Horacio Guaraní o ocupa atualmente.

A manifestação cultural mais conhecida dos argentinos é sem dúvida o tango, tanto pela sua música como pelo baile em sí. Neste género encontram-se figuras tão lendárias como Carlos Gardel ou Julio Sosa, compositores como Enrique Santos Discépolo, Homero Manzi, Alfredo Le Pera e na evolução do tango destaca Piazzola. Entre os contemporâneos estão Susana Rinaldi, Eladia Blásquez e Osvaldo Pugliese.

Dos músicos de roque destacam Charly García, membro de um importante grupo chamado "Sui Generis", os grupos "Soda Stéreo", "Os Divididos", "Os Ratos Paranóicos" e entre os mais aclamados artistas, Fito Paez. Les Luthiers é um grupo fabricante de curiosos instrumentos, e servindo-se da música e o discurso satiriza em clave de humor aos militares e à classe média argentinos.

Teatro e Cinema

O teatro na Argentina, tanto na capital quanto nas províncias, constitui um importante meio de expresão. A obra de teatro "O Beijo da Mulher Aranha" de Manuel Puig foi levada ao cinema. Destacam diretores como Fernández em "O Relámpago", ou Graciela Gambaro. Buenos Aires conta com uma grande oferta cultural em seu Teatro Colombo, onde é possível assistir uma obra diferente cada noite. Ali pode-se desfrutar da ópera, o balé, que inclue a dança moderna, assim como audições de música clássica de grande qualidade. Entre as figuras mais representativas do bale encontra-se Julio Boca, bailarino clássico, que têm conseguido conquistar o mundo com suas excelentes coreografias e atuações.

O cinema argentino, embora os poucos recursos do país, pode presumir de contar com obras de grande qualidade que têm logrado atravesar suas fronteiras. Dos primeiros tempos ficaram famosos os filmes de Gardel, como "O dia que me quera". Muitas produções de Hollywood realizaram-se no território argentino. Entre os diretores mais destacados encontram-se Armando Bo; Carreras; Jusid; Piñeiro; Pino Solana; Maria Luisa Bemberg; Adolfo Aristarain, ganhador da Concha de Ouro do Festival de Cinema de São Sebastián; Eliseo Subiela, quem utiliza textos do escritor uruguaio Mário Benedetti nos guiões; Héctor Babenco, Martinache, etc. Atores claves argentinos são Norma Leandro, Susu Pecoraro, Cecilia Rot, Darío Grandineti, Federico Lupi, Héctor Alterio, etc.

Arquitetura

Quanto à arquitetura, no noroeste do país destacam edifícios coloniais espanhóis nas províncias de Salta e Tucumán, assim como em lugares desolados como Quebrada de Humahuaca. Dentro da província de Buenos Aires encontram-se também ambientes colóniais em São Antônio de Areco e Carmem de Patagones. Na capital domina a arquitetura de influência francesa. Atualmente a tendência inclina-se para estilos mais modernistas. Segundo a zona do país mudam consideravelmente os modelos das casas. No sul estilam-se as construções de madeira e as tendências da Europa Central.

Foram Prémios Nobel os argentinos Andrés Saabedra Lamas, Bernardo Houssay, Federico Leloir e Cesar Milstein.

Entre os esportistas mais conhecidos cabe destacar a tenista Gabriella Sabatini e o jogador de bola Maradona.

Culinária

A carne argentina é o ingrediente mais importante na dieta local, e goza de um reconhecido prestígio mundial. Centos de restaurantes típicos e churracos oferecem suaves e sabrosas carnes asadas (asados de tira, bifes de chorizo), e é que não pode-se esquecer que a preparação do assado é parte integrante e esencial do ceremonial da cultura gadeira do Pampa.

O assado argentino é o alimento fundamental da região pampeana pela sua grande número de reses, a seleção de pastos e a melhora das raças. Antiguamente as reses se asavam enteiras em um rito que podia durar dos dias. Sobrevive o "assado com coro" com enterramento de uma vitela dividida em trozos em uma zanja encendida durante algumas horas. Com o coro apoiado na terra, se cobre a carne com chapa de cinc e acima se colocam as brasas que se mantém m vivas umas horas más. Outros sistemas são o assado à cruzou à reja, típico do campo, e à parrilla. Em qualquer caso o segredo de um bom assado está no corte da carne e a sabia administração do fogo. O corte vacuno é importante (asado de tiraou costillar entero, vacío, cuadril, matambre), e as achuras (chinchulines, mollejas, tripa gorda, criadillas, ubre). Achuras, morcillas e choriços ao churrasco costumam servir-se como entradas. A carne se come solaou aderezada com diversas salsas, como o "chimichurri".

A cozinha argentina é rica e variada. Os pratos de influência internacional e os preparados da denominada Nueva cozinha Argentina, se intercalam com as mais tradicionais recetas elaboradas a base de maíz principalmente. Restaurantes vegetarianos de tenedor livre expoem infinidade de pastas e vegetais de diferentes tipos. As pizzas argentinas são algo tão sabroso que não o poderá creer, as pizzas e a pasta foram especialidades importadas pelos inmigrantes italianos. De os espanhois conservam-se o pulpo à gallega e os arroces. Para um tente em pé le recomendamos os sandwichitos de miga, rellenos de o que sea.

Podrá degostar comidas alemanas em vila General Belgrano e embutidos e queijos de Friuli na colónia agrícola de Caroya em Córdoba.

Em muitos hogares argentinos nas cozinhas das casas, si são amplas, há uma grande mesa de madeira no centro para amasar tanto a base das pizzas, como o pão artesão e inclusive a masa da pasta. Nos jardines quase sempre há um horno de barroou pedra onde se faz m multitude de pratos.

Em Missões e Formosa se guisa o locro nortenho com carne, maíz, zapallo (calabaza) e mandioca; o mbeyúou torta frita de almidóm de mandioca dos guaraníes que se consume com leite, sal e queijo; o chipá, torta com os mesmos ingredientes e huevo; e a sopa paraguaya a base de pão de farinha de maíz branco com queijo, cebolla e especiárias.

A cozinha regional é algo picante mas maravilhosa, com ingredientes como o chocloou maíz verde, os ajíes (pimentos pequenos) e o charqui (de vaca, cordeiro, porco) desgrasado e secado ao sol. Quando se prepara com sal chama-se tasajo. Não se perda os queijos do vale inferior do rio Chubut.

Na Patagônia andina sobressaem os patês e ahumados, carnes de ciervoou jabalí, truta s, salmones de criadero e mariscos. Pruebe a centolla.

Nos restaurantes de Ushuaia (al sul da Argentina) poderá saborear o famoso cordeiro e as centollas dos mares de Terra do Fogo.

Sobremesas

Pode degustar as delicias típicas de cada região. As deliciosas tortas gaisas constituem toda uma curiosidade para o visitante. Os chocolates artesanais (130 variedades) e as geléias de Bariloche e São Martim de Os Andes são capazes de tirar o sentido a quém os provem. Podemos garantir que não se partirá sem repetir. Os alfajores, biscoito de duplo recheio de doce de leite e recobertas de açúcar, chocolate, as massinhas finas, os doces de frutas, o chocolate em rama, sim esquecer-nos do delicioso doce de leite, e si não perguntam as crianças argentinos.

Bebidas

O vinho possui as características próprias do sabor, cor e graduação que lhe proporciona a terra e o magnífico sol que calienta toda a região. Tudo a um preço razoável. O champagne e a cerveja são Também bons companheiros da tarde, da noite e do bolso. Mas nada como o mate, bebida nacional, muito popular na Argentina e Também em outros países de Suldamérica. Em torno a esta bebida têm-se criado, inclusive, um linguagem especial: cada forma de preparar-lo tem um significado diferente (el mate com canela quiere dizer "ocupas mis pensamentos").

A argentina é o principal país consumidor de mate, erva que se toma em infusião, cujo cultivo realiza-se em Corrientes e Missões. Uma vez secadas e procesadas as folhas se colocam em uma cáscara de calabaza chamada mate, que pode ser Também de outros materiais e se vierte água caliente. A infusão se sorbe por um tubito (lâmpada -geralmente com lâmpada de prata). Em Missões e norte de Corrientes se toma frio com ervas aromáticas e se conhece então como "tererê". Quando a infusão se ingere em grupo nos encontramos perante um "mate corrido" ou "roda do mate". Também existe mate cocido em bolsinhas individuais. compartilhar um mate neste país é a melhor maneira de acortar distâncias e relacionar-se com a gente. Não se vaia sem provarlo.

Compras

Buenos Aires oferece ao visitante todo um paraíso de variedade, qualidade e cor, uma mistura de modernidade e classicismo, de tradição e desenho. Mãos espertas perdem seus dedos mais finos entre barro, vime e madeira. As inumeráveis peças de cestaria, olaria e talhas de madeira constituem todo um canto ao artesanato guarani. Artesões de grande sensibilidade dão forma à materia bruta. Peças de barro, máscaras, tecidos de fibra vegetal e talhas de pau santo podem adquirir-se no mercado artesanal do Parque Paraguaio de Posadas, no bairro Toba e em casas de artigos regionais de Resistência.

Pedras semi preciosas como ágatas, quartzos, ametistas e geodas em Wanda. Tapetes tecidos à conciência em ateliers tradicionais, desbordam os escaparates de fantasia e cor. Em Catamarca e La Rioja encontrará muitos destes têxteis, não esqueça das telas mendocinas com desenhos huarpes ou araucanos, renda (tecido fino de fio) no Tucumán, além de ponchos de lã de ovelha, lhama e tecidos de lã de alpaca ou vicunha.

A famosa Rosa do Inca, a pedra nacional argentina, ira encontrá-la em Catamarca. Ourivesaria em Cafayate, São Salvador de Jujuy, La Quiaca e algumas vilas da Quebrada de Humahuaca. Mates de prata em San Francisco do Monte Ouro e em La Rioja. olaria preta em Cafayete e vermelha em São Lorenzo. Encontrará artesanato de madeira talhas de pau santo e de cardão em Jujuy. Couros trançados e apeiragem para o gado em Vale Fértil, São Jõao. Em São Luis objetos de onix verde, cestaria com fibras vegetais. Instrumentos indígenas em Tucumán, Jujuy e Santiago do Estero. Vinhos bons nas regiões dos vinhedos, Mendoça, La Rioja, São Jõao e São Luis.

Em Neuquén, Rio Negro e Chubut, encontrará artesanato mapuche em ourivesaria, instrumentos musicais e tecidos de lã de ovelha. Velas, quadros artesanais de flores e folhas naturais, e talhas de Ushuaia. Na Patagônia Atlântica poderá adquirir conchas e caracóis marinhos. Facas gauchas (facões), em prata ou alpaca e laços e ornamentos para cavalos em couro trançado encontrará no Pampa todo.

A imaginação reproduz e lavra motivos em uma prata que reflete o orgulho pessoal do gaúcho. É a prata cinzelada convertida em fivelas, esporas e facões. Homens espertos trabalham o couro de geração em geração, segundo a velha usança; botas ao mais puro estilo do Pampa, ternos de original desenho e todo tipo de artigos deste material, lotam as lojas de Buenos Aires.

Embora o conceito do Shopping Center na Argentina, muitos destes centros comerciais erguem-se já em envidiáveis cantos da cidade.

Para todos aqueles que gostam de vaguear, perder-se pelas ruas típicas e deixar-se levar por todo seu encanto e essência, as ruas de Flórida ou Santa Fé reservam um autêntico espetáculo de caprichos a preços esorbitantes.

Por outra parte, a Avenida de Maio, Callao, Maipú ou Esmeralda oferecem também uma extensa gama de artigos, embora a preços mais acessíveis para o turista.

Para dar com as antigüidades deverá dirigir-se ao bairro de San Telmo. Este antigo bairro, após de muitas transformações, tem-se convertido no maior centro de lojas de antigüidades de Buenos Aires. Além disso, todos os domingos das 10.00 às 17.00 horas na Praça Dorrego, em pleno centro do bairro, reunem-se mais de 140 postos que oferecem suas melhores peças de coleção. Tanto pela qualidade como pela quantidade de objetos expostos, é o centro comercial de antigüidades mais importante da América.

Também no bairro La Boca, famoso pelas casas de pranchas de zinco pintadas em cores vivas, achará a rua Caminito, um mercadinho ao ar livre onde os artistas locais exibem suas pinturas. Na maioria das povoações achará mercados artesanais.

Finalmente, não podemos esquecer os quiosques de Buenos Aires, dos quais pode-se dizer que são autênticos mercados em miniatura. tem todo tipo de artigos, desde doces, pentes, inseticidas e colas até camisinhas. Alguns deles permanecem abertos 24 horas.

População e Costumes

A população atual da Argentina é de uns 35 milhões de habitantes, dos cuais quase a metade reside na Capital Federal e a província de Buenos Aires, estas cifras refletem uma densidade de 10,1 por quilômetro quadrado. 0,95 por ciento dos argentinos são de raça branca, o país com maior porcentagem de população branca entre as nações hispanoamericanas, descendientes principalmente de italianos e espanhóis. Com a chegada da massiva inmigração europeia, o mestiço (cruze entre branco e índio) se foi diluyendo pouco a pouco e hoje su supõe o 4,5 por ciento da população. A mestiçagem com indígenas têm sido mínimo. A população indígena pura mapuches, collas, tobas, matacos e chiriguanos representam o 0,5 por cento dos habitantes.

Na capital, o carácter festivo e acolhedor dos bonaerenses integra ao visitante desde o primeiro dia, em um país no que culturas e caracteres chocam frontalmente, conseguindo, ainda así, uma perfeita integração e armonía. Buenos Aires, foco de inmigração nos anos 20, encerra em su seno o sentimento e o alma mais europeus.

De um lado, o talante conquistador, mulheriego e locuaz do italiano; de outro, a sofisticação e a elegancia do homem francês, todo ello sazonado com o mais puro apasionamento espanhol. Piensem si não no tango, um auténtico caudal de elegancia, pasão e conquista. He aqui que neste baile, em sus passos e em su mirar, se reflete todo um povo. De a natureza ilimitada à cidade cosmopolita. De a admiração personal ao prestigio motorizado que supõe para o bonaerense um bom carro. Del exercicio do lazo, ao exercicio técnico de uma arquitetura e ingenieria agora em boga. Tudo isto é Buenos Aires, tudo isto é Argentina, uma explosão de urbe e natureza em perfeita armonía.

A melancolia se iza como insignia inseparable, innata e consustancial ao povo argentino, como elemento autóctono e diferençador, como fonte de inspiração de românticas melodias e dos mais tiernos cielitos. Os bonaerenses são gentes educadas, amantes de o sentimental e do sentimento, da tranquilidade e do sosiego. e, embora apenas mantém m um firme hilo de uniãocom o resto de Iberoamérica, tal vez sea este modo apaciguado e calmoso o que mais les asemeja a seus vizinhos.

Os argentinos estám dotados de uma certa psicología innata e inteligência natural que têm seu mais vivo reflexo no jinete gaucho da Pampa. Su individualismo, entendido como o mais puro culto à liberdade e ao mito do homem sem dono, le arrastra a uma amistade sincera e a um total autodomínio. A sobriedade do seu saber estar em fazer, e conferir a fortaleza necessária para encarar a dureza do llano e as inclemencias do tempo. Os gaúchos são homens sinceros, lacãoicos, discretos; e, por todo ello, profundamente admirados.

As tradições argentinas são muito ricas e variadas. Em cada estado uma das provas poderá admirar e aprender algo diferente, su folklóre, sua música, seu artesanato, e suas lendas, cultos e costumes le harão pensar que tem visitado muitos países diferentes em lugar de um sólo, esse é o segredo deste apaxonante país.

Uma vivenda típica argentina é a estadia. Trata-se de estabelecimentos agro-gadeiros cujo cascoou residência principal, geralmente mansões do século passado, tem sido adaptadas para recibir hóspedes. Abarcam grandes extensões de terra onde o gado pasta livremente e os sembrados aprovecham as excepcionais condições da terra. As estadias podem estar situadas na Pampa, na Patagônia, ou em outras zonas do país, mas todas têm a particularidade de que além de oferecer um confortável alojamento, permitem participar ao visitante nas actividad es típicas do campo argentino.

Como recomendação final convidamos ao visitante a desfrutar da cordialidade dos argentinos, a deixar-se levar pela sua charla e a encontrar em qualquer deles, ao melhor anfitrião.

Entretenimento e Festividades

Cultura

Aqueles que desejam conhecer a parte mais pitoresca da cidade de Buenos Aires, não podem deixar pasar a noite sim asistir a A Boca, lugar genuino de adoção do tango. No verão, o son dos espetáculos em vivo invita a passar momentos únicos. O Teatro Caminhito é popular pelos amenos musicais e comédias representadas ao ar livre. Buenos Aires conta com mais de 40 teatros que ponem em cena desde os mais sóbrios dramas argentinos e internacionais, até espetáculos de revista envolvidos em miçangas e corido. O Teatro Colombo da Ópera, orgulho do povo argentino e do próprio mundo do espetáculo, é sede da grande Opera, do Teatro Nacional de Ballet e da Orquesta Sinfãoica Nacional.

No resto do país poderá desfrutar das costumes e tradições, a música e a dança que le contarám muitas coisas da história cultural da Argentina. Em muitas poblações há festivais folclóricos, não deje de asistir a eles puesto que é uma das melhores formas de conhecer a idiosincrasia de cada região. As poblações indígenas que encontram-se em sus territórios, reservasou conviviendo com o resto da população podem contarle muitas coisas do passado.

Deportes (Esportes)

O Tigre, muito próximo, a tão su 45 minutos da capital, invita constantemente à prática de esportes náuticos tais como a vela, o windsurf e o esquí aquático, incluindo a posibilidade de alugar embarcações com tarjeta previa de acesso.

Para a prática do esquí alpino estám Também as pistas do Glaciar Martial e o Club Andino, com a particularidade de ser as pistas mais austrais e mais baixas do mundo.

Nos rios, costas, represas, lagos e lagoas, que encontrará por doquier, poderá praticar numerosos esportes aquáticos. Podrá fazer vela, submarinismo, esquí aquático, raffting, piraguismo, sulf, windsurf, motonáutica, remo, participar em cruzeiros e um longo etc. Em terra firme desfrutará nas estadias das actividad es ganaderas, si se anima a participar, assim como montar a cavalo. Nas montanhas poderá realizar escaladas, andinismo etc. ou bem, desfrutar de passeios tranquilos, senderismo e trekking. Sim esquecernos do polo e o golf.

A pesca é uma das práticas mais usuais neste país no que abundam os rios. O amante desta actividad e encontrará um verdadeiro paraíso de peixes gigantescos e exóticos. A o longo dos rios Paraná e Uruguay existem zonas pesqueras com infraestrutura adecuada. O mesmo acontece em outros lugares. Podem-se conseguir espécies de grande peso e tamanho. A caça é Também algo que poderá realizar na Argentina. Enormes ejemplares foram introduzidos nos bosques com fines cinegéticos.

Esquí

O esquí é um dos esportes que Podem-se praticar no país. Argentina conta com 17 estações de esquí, emplazadas na Cordilheira dos Andes e na precordillera, com instalações que sim dúvida invitam e impulsam a su exercicio. As peculiaridades que oferece Argentina son, entre outras, a ausencia de aglomerações e a posibilidade de desfrutar de extraordinarios paisagens enquanto se esquía. Os principais centros de norte a sul son:

Os Penitentes

Os Penitentes, a 165 quilômetros da cidade de Mendoza. Uno de sus maiores atrativos é su proximidade ao pico mais alto da América, o Aconcagua de 6959 m. Cuenta com 17 pistas e 300 hectares esquiables. Na zona Podem-se realizar escaladas, trekking, raffting, pesca, ala delta e excursiones,

Vale citos

Vale citos, a 80 quilômetros de Mendoza e ao pé do Cordóm do Plata. É uma das estações de esquí pioneras no país. Cuenta com 12 pistas e 100 hectares esquiables. Cerca dali estám as águas termais de Cacheuta.

Vale das Lenhas

É um centro integral de esportes de montanha de alto nível. Posee uma das maiores superfícies esquiáveis do mundo e uma excelente qualidadee de neve polvo. além de esquí alpino, de fundo e livre, oferece múltiples actividad es esportivas de diverso tipo durante todo o anho. Cuenta com 40 pistas com 65 quilômetros e 3.800 hectares esquiábles.

Caviahue

Caviahue, a 16 quilômetros de Copahue. O lugar é famoso pelos suas águas termais. As pistas estám rodeadas de bosques de araucarias e lagos formosos. A superfície esquiável é ondulada e de grande longitud, o que a faz atrativa para o esquí de fundo. Cuenta com 7 pistas para principiantes e avanzados e 6 pistas de esquí livre ou extremo.

Chapelco

Chapelco, a 19 quilômetros. de São Martim dos Andes. É um dos centros de esquí mais importantes do país. Posee pistas homologadas pela Federação Internacional, uma completa infraestrutura de serviços e ampla oferta para a prática de esportes de aventura. Tem 29 pistas, 8 rotas de esquí livre, com 200 hectares esquiables.

Cerro Bayo

Cerro Bayo, encontra-se no Parque Nacional Nahuel Huapi, em meio de uma extraordinaria beleza. Está a 10 quilômetros de vila A Angostura e a 90 de São Carlos de Bariloche. Desde sus pistas, muito bem protegidas dos ventos, é possível observar um panorama privilegiado de lagos e montanhas, e inclusive, as zonas mais altas encontram-se rodeadas de bosques. Contem 15 pistas e 80 hectares esquiables.

Cerro Sê -Bariloche

Está considerado o centro de esquí mais importante de Suramérica. Situado a 19 quilômetros de Bariloche, um dos destinos mais turísticos do país, o que a asegura uma estadia amena e cheia de actividad es. Posee pistas de esquí alpino, 8 de elas de competição homologadas pela Federação Internacional. Cuenta com 67 quilômetros de pistas, 52 quilômetros de esquí alpino, 15 quilômetros de esquí de fundo, em 650 hectares esquiables.

A Hoya

Encontra-se a 13 quilômetros de Esquel. Su ubicação privilegiada le permite um bom mantenimento da neve, com o que a temporada acostuma ser mais longa que em outros centros. Tem pistas de esquí alpino e de fundo, com 150 hectares. esquiables.

Vadelen

A 6 quilômetros de Río Turbio, perto da fronteira com Chile. Está enmarcado em um surpreendente bosque de árvores centenarios e conta com pistas iluminadas que le permitem a posibilidade de esquiar até as 10 da noite. Tem 6 pistas em 10 hectares esquiáveis e dos mais de esquí de fundo.

Terra do Fogo

É um paraíso para os amantes do esquí de fundo, com pistas homologadas pela Federação Internacional e circuitos rodeados de formosos parajes. Os principais centros de esquí de fundo os encontrará em Tierra Maior, a 21 quilômetros de Ushuaia, com 4 pistas, uma de elas homologada internacionalmente e circuitos desde 2 a 25 quilômetros, com apoio de refúgios. Existe além aluguer de trineos tirados por cãos e uma escola de esquí de fundo e biathlão; e As Cotorras, a 26 quilômetros de Ushuaia, onde celebra-se a Marcha Blanca, é o ponto de chegada desta competição. Cuenta além com uma pista de patinaje sobre hielo.

Vida Noturna

Buenos Aires é uma cidade segura, moderna e activa que convive com a tradição portenha de velhos cafés e nostálgicas tanguerías. Malena ao sul é um velho cabaret de dos pisos onde ainda se respira o ambiente de princípios de século ao são do mais emotivo tango que, interpretado pela orquesta, conquista os gélidos corazones. O mais conhecido reducto do tango é O Velho Armazén. Por desgraça, os enormes problemas laborais e a quebra econômica obrigaram a fechar todo um símbolo vivente de Buenos Aires. Outras tanguerias de renombre são Casa Blanca e Michelângelo. Mas é sem dúvida, Tango Mío, o mais concorrido.

Em "la cidade que nunca duerme" alguns dos locais da rua Corrientes e dos bairros de São Telmo e a Recoleta permanecem abertos durante toda a noite. Modernas discotecas se llenam de gente deseosa de convivir, bailar e divertirse.

Pero si o que se quiere é desfrutar de um ambiente mais tranquilo, nada como acudir a alguns dos cafés que a cidade pone a su disposição, entre os que le recomendamos Cafe Ricks e o Cafe Tortoni, um elegante e acolhedor café no que pela noite se dam recitais de tango e jazz. Tradicionalmente foi um lugar de encuentro de famosos escritores e artistas, o que le têm convertido em um dos cafés mais famosos da cidade. Y dice o tango "Cafetím de Buenos Aires": "De chiquilím te miraba de afuera como esas coisas que nunca se atingen. Em tu mistura milagrosa de sabihondos e suicidas, yo aprendí filosofía, dados, timba e a poesia cruel de não pensar mais em mí. Me diste em ouro um punhado de amigos que são os mesmos que alientam mis horas".

Lazer

O viajante pode observar as plantações de cítricos, algodão e erva mate; tomar banhos termais; jugar-se uns pesos nos cassinos; contemplar às baleias, pingüins e demás simpáticos e curiosos animais; asistir a festivais musicais; visitar culturas indígenas; etc. O rango de actividad es na Argentina, para entretener o espirito e o corpo, converte-se em infinito.

FESTIVIDADES

Dos fechas históricas de grande importância: o 25 de maio de 1810, quando se constituiu a Primera Junta de Governo Patrio (Dia da Revolução) e o 9 de julho de 1816 quando teve lugar a Proclamação da Independência dos Esatados Unidos do Rio da Prata, quer dizer, o Nacimento da República Argentina.

Outros dias festivos oficiais son: o 1 de janeiro Anho Novo, Jueves e Viernes Santo, 1 de Maio Dia do Trabajo, 10 de junho Dia das Malvinas, 20 de junho Dia da Bandera, 17 de agosto Dia de São Martim, 12 de outubro Dia da Raça e 25 de dezembro Dia de Natal.

Fonte: www.rumbo.com.br

Argentina

ARGENTINA (América do Sul)

Geografia

Nos dez maiores países do mundo, Argentina.

Ela segura um alívio e uma paisagem vasta e variada. Para o oeste, a Argentina faz fronteira com a Cordilheira dos Andes, uma fronteira natural com o Chile, e ao leste com o Oceano Atlântico.

O país é predominantemente plano: no centro do país, em uma vasta planície chamada Pampas, se dividida em duas zonas: a seca pampa oeste (muito seco) e úmido pampas de Buenos Aires. No norte há o Chaco, com suas selvas e savanas, e Mesopotâmia para o norte-leste (pântano) e noroeste terras altas. Sul do país é a Patagônia, uma região cheia de planaltos rochosos baixo.

Países fronteiriços:

Norte da Bolívia, Paraguai
Nordeste do Brasil
Oriente: Uruguai
Oeste: Chile

Independência: 09 de julho de 1816 (da Espanha)

Governo: República Federal

Capital: Buenos Aires

Idiomas: Oficial: Espanhol

Área: 2766890 km ²

População: 39 milhões de habitantes

Moeda nacional: Peso argentino (ARS)

Dia Nacional: 25 de maio (Dia da revolução de 1810)

Clima

Com um terreno variado, a Argentina está sujeita a vários climas em diferentes regiões. Durante a maior parte do território e dos Pampas, o clima é temperado.

As estações do ano são invertidas em relação à Europa, com mola e queda menos acentuada. Na Patagônia e Terra do Fogo, o clima é frio e úmido na Cordilheira dos Andes é (muito frio) para o norte é quente e chuvoso, e, finalmente, para o nordeste e do Chaco, é subtropical .

Saúde

Nenhuma vacina necessária. Atualizado Gerais vacinas recomendadas (poliomielite, tétano, difteria ...). E os termos e duração da estadia, a febre tifóide, a hepatite B ea raiva. Cuidado com as queimaduras solares e mosquitos.

Descubra

Na Patagônia e Terra do Fogo, você pode admirar a fauna e flora.

Os amantes da natureza também será um prazer ver as cachoeiras e Parque Nacional do Iguaçu.

Em grandes cidades como Buenos Aires, clubes de tango muitos esperam por você, assim como muitos espaços culturais, cafés e restaurantes.

Fonte: www.continent-americain.com

Argentina

Nome oficial: Republica Argentina.

Nacionalidade: argentina.

Data nacional: 25 de maio (aniversário da revolução) e 09 de julho (independência).

Capital: Buenos Aires.

Cidades principais: Buenos Aires, Cordoba, Rosario, Mendoza, Mar del Plata e Bariloche.

Idioma: espanhol (oficial).

Religião: cristianismo 90,9% (maioria católica), outras 9,1% (1995).

Geografia

Localização: América do Sul.

Hora local: a mesma.

Área: 2.780.092 km2.

Clima: de montanha (NO, SO, O), árido tropical (NE), árido frio (SE), temperado continental (S), tropical (N), subpolar (extremo sul).

Área de floresta: 339 mil km2 (1995).

População

Total: 37 milhões (2000), sendo europeus meridionais 85%, eurameríndios 7%, ameríndios 0,4% e outros 7,6% (1996).

Densidade: 13,31 hab./km2.

População urbana: 89% (1998).

População rural: 11% (1998).

Crescimento demográfico: 1,3% ao ano (1995-2000).

Fecundidade: 2,62 filhos por mulher (1995-2000).

Expectativa de vida M/F: 70/77 anos (1995-2000).

Mortalidade infantil: 22‰ (1995-2000).

Analfabetismo: 3,1% (2000).

IDH (0-1): 0,837 (1998).

Política

Forma de governo: República presidencialista.

Divisão administrativa: 22 províncias subdivididas em municipalidades, Distrito Federal de Buenos Aires e Território Nacional da Terra do Fogo.

Principais partidos: Justicialista (PJ, também conhecido como Peronista), União Cívica Radical (UCR), Frente do País Solidário (Frepaso).

Legislativo: bicameral - Senado, com 63 membros; Câmara dos Deputados, com 257 membros. Senadores e deputados são eleitos por voto direto para mandatos de 6 e 4 anos, respectivamente.

Constituição em vigor: 1994.

Economia

Moeda: peso argentino.

PIB: US$ 298,1 bilhões (1998).

PIB agropecuária: 6% (1998).

PIB indústria: 29% (1998).

PIB serviços: 65% (1998).

Crescimento do PIB: 5,6% ao ano (1990-1998).

Renda per capita: US$ 8.030 (1998).

Força de trabalho: 14 milhões (1998).

Agricultura: Os principais produtos são o trigo, milho, soja, sorgo.

Pecuária: bovinos, ovinos, caprinos, aves.

Pesca: 1,3 milhão de t (1997).

Mineração: petróleo, gás natural, carvão.

Indústria: alimentícia, bebidas, química, equipamentos de transporte, refino de petróleo.

Exportações: US$ 25,2 bilhões (1998).

Importações: US$ 31,4 bilhões (1998).

Principais Parceiros comerciais: Brasil, EUA, Itália, Chile, Alemanha.

Defesa

Efetivo total: 73 mil de soldados (1998).

Gastos: US$ 5,1 bilhões (1998)

Fonte: www.portalbrasil.net

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