
Nome Oficial: Hayastani Hanrapetut'yun (República da Armênia)
Capital da Armênia: Yerevan
Área: 29.800 km² (138º maior)
População: 3.32 milhões (2003)
Idioma Oficial: Armênio
Moeda: Dram
Nacionalidade: Armênia
Principais Cidades: Yerevan, Vanadzor e Gyumri
Fonte: www.webbusca.com.br
Armenia — Arménie — Armenien — Hayastani
Harapetutiyun — Union Soviet Socialist Republics (USSR)
Capital: Ierevã (Yerevan).
Nacionalidade: armênio.
Idioma: Armênio (oficial), curdo.
Religião: Cristianismo (maioria pertencente à Igreja Apostólica Armênia), 1991.
Localização: sudeste da Europa.
Características: lago Sevana (centro), cercado por cadeias de montanhas com numerosos rios; planície fértil do rio Araks (S).
Composição: armênios 93%, azeris 3%, russos 2%, outros 2% (1996).
Cidades Principais: Gyumri, Kirovakan.
Montanha: Monte Ararat (na fronteira com a Turquia).
Patrimônios da Humanidade: Monastério de Haghpat, em Alaverdi.
Divisão administrativa: 10 regiões (incluindo a Capital, Yerevan) subdivididas em comunas. As 10 regiões também foram adotadas como "províncias" postais: Yerevan, Aragatsotn, Ararat, Armavir, Gegharkunik, Lori, Kotayk, Shirak, Syunik, Vayots Dzor e Tavush.
Moeda (numismática): dram armênio / dividido em 100 Luma (Armenia Dram). Código internacional ISO 4217: AMD. Anteriormente: 100 Copeques = 1 Ruble. A palavra armênia "dram" traduzida para o português significa "dinheiro", provavelmente é derivada da palavra grega "drachma". A palavra "lumma" (para moedas) deriva da armênia "lumay" que significa "pequena moeda" e que deriva do grego "noummos" – "moeda corrente". Entre 1199 e 1375, já circularam na Armênia moedas de prata chamadas Dram... O Banco Central da Armênia adotou o Dram como moeda nacional em 27/03/1993, durante o governo de Isahak Isahakyan.
Situada nas montanhas do Cáucaso e sem saída para o mar, é a menor das ex-repúblicas da URSS. Antes mesmo da desintegração soviética, sua economia já estava debilitada.
A situação torna-se mais grave com a disputa por Nagorno-Karabakh – território de maioria armênia encravado no Azerbaidjão.
Dependente de outros países para suprimento de energia, a Armênia vê seu modesto parque industrial decair com o bloqueio que o Azerbaidjão lhe impõe, cortando o fornecimento de energia e fechando a estrada de ferro.
A trégua adotada por tempo indeterminado em 1994 ainda não levou o país à paz total...
A nomeação, em 1997, de Robert Kocharian, ex-presidente da autoproclamada República de Nagorno-Karabakh, como primeiro-ministro armênio é vista pelo governo azerbaidjano como um retrocesso ao processo de paz...
Os cartões-postais mostram um minarete de uma Mesquita e a cúpula de outra Mesquita, ambas localizadas em Yerevan – capital da Armênia.
A nação armênia surge com língua e escrita próprias (praticadas até hoje) no século VI antes de Cristo, quando o território era província do Império Persa.
Os armênios caem sob domínio dos romanos, que permitem a sobrevivência do país com seus próprios reis, subordinados a Roma.
No ano 301, a Armênia torna-se a primeira nação a adotar o cristianismo como religião oficial, pretexto para uma guerra que resulta na anexação de parte de seu território pela Pérsia, atual Irã.
A Armênia seria, depois, disputada e repartida entre vários Impérios: Árabe e Bizantino, Otomano e Persa, Russo e Otomano.
Até 1375 a Armênia era um reinado independente. Depois ela foi tomada pela Turquia e pela Pérsia, sendo governada assim até o começo do século XIX.
A parte da Pérsia foi tomada pela Rússia, em 1828; posteriormente a Rússia tomou a parte que era da Turquia também, em 1878.
Em 1828, uma parte do território armênio que estava sob domínio da Pérsia passa ao Império Russo. Essa região é a base territorial da atual Armênia.
Ao longo do século XIX e até o final da I Guerra Mundial, os armênios que permaneceram na área anexada ao Império Turco-Otomano são perseguidos em conseqüência de sua recusa em adotar o islamismo.
Em 1915, os turcos massacram centenas de milhares de armênios e deportam sobreviventes para a Síria e a Mesopotâmia (atual Iraque). Muitos emigram para Europa, EUA e América Latina.
A dimensão do genocídio armênio é controversa, mas fala-se em quase 2 milhões de mortos...
Em 25/05/1918, os armênios, sob domínio russo, aproveitam a vitória bolchevique da Revolução Russa e estabelecem uma República independente, com capital em Yerevan.
O novo país é invadido pela Turquia. Para evitar outro massacre, os armênios aceitam a intervenção de tropas bolcheviques, que expulsam os turcos.
O território perdido na invasão da Turquia foi retomado após a Primeira Guerra Mundial, porém Ardahan e Kars voltaram para a Turquia em 1920.
Outra disputa de área, em torno de Batum e Baku no Mar Negro, foi regrada pela ocupação das Forças Britânicas. Em outubro de 1920, a Armênia torna-se uma república soviética.
O nacionalismo armênio ressurge em 1985 com a abertura política do presidente Mikhail Gorbatchov.
Em 1988, os armênios pedem a anexação do enclave de Nagorno-Karabakh, território de maioria armênia (80% da população) situado na república soviética do Azerbaidjão (de maioria islâmica).
O governo azerbaidjano recusa e as autoridades de Moscou não encontram solução para o conflito. O resultado é uma onda de violência que provoca êxodo de 300 mil armênios do Azerbaidjão.
Em janeiro de 1990, o Parlamento armênio declara Nagorno-Karabakh parte do país, num ato de guerra contra o Azerbaidjão e em desafio às autoridades soviéticas.
Uma coligação anticomunista, liderada por Levon Ter-Petrossian, vence as primeiras eleições livres na Armênia em julho de 1990. A desagregação soviética leva à proclamação da independência...
Em 21 Setembro de 1991 um referendo nacional proclamou a Armênia com uma república independente da União Soviética.
Com o fim da URSS, em dezembro, a Armênia filia-se à CEI. O país inicia sua vida soberana em meio à guerra. A retirada do Exército soviético de Nagorno-Karabakh acirra a crise.
Tropas do Azerbaidjão cercam Stepanakert, a capital do enclave, e a mantêm sob bombardeio até abril de 1992, quando a Armênia conquista uma faixa de território azerbaidjano que permite a formação de um "corredor" que a liga a Nagorno-Karabakh.
Os combates entre a Armênia e o Azerbaidjão prosseguem até 1994 e provocam o colapso econômico, com escassez de alimentos e apenas 20% da indústria em atividade.
A crise também atinge o Azerbaidjão e, em maio, leva ao cessar-fogo. Dois meses depois, este é transformado em trégua por tempo indeterminado...
Fonte: www.sergiosakall.com.br