
Externo
Nos traumatismos, golpes ,ferimentos ,machucaduras, reumatismos, problemas ligados ao joelho, nevralgias e contusões.
Interno
Na escassez da Urina, anemia e febres decorrentes de traumas.
Como o próprio uso físico indica, esta plantinha é ótima para traumas, para quem viveu uma situação rápida estressante ou traumatizante e se viu "sem pé". Ela reorganiza a vitalidade onde ela foi danificada pela vivência de uma situação difícil.
É a planta da rápida cura da alma e da reintegração à realidade física.
É o remédio ideal para quem se sente moralmente ou socialmente ferido, para quem tem uma ameaça de perda, tal como processos, separações com divisão de partilha e etc.
A Arnica sendo usada para resolver as dores musculares, articulares e reumáticas, também cura as nossas dores antigas não resolvidas e que não tem solução.
Fonte: www.aleph.com.br

Também é uma planta venenosa, deve ser preparada com cuidado. Sua tintura só é usada externamente em casos de contusões, mas não deve-se repetir as aplicações, pois pode causar inflamações de pele.
Tintura
Colocar 20 gs de flores e raízes em 100 gs de álcool à 60 graus e deixar macerar por 10 dias. Filtrar e guardar em garrafa bem fechada. Antes de usar diluir o preparado em 1/2 litro de água. Aplicar sobre torsões ou contusões, desde que não haja ferida aberta.
Uso interno pode aumentar atividade cardíaca e depressão. Externamente pode provocar vermelhidão e ardor de peles e mucosas mais sensíveis.
Arnica - arnica montana
Erva originária da Europa Central era conhecida por suas propriedades curativas e utilizada contra doenças das vias urinárias, coqueluche, desinteria.
Folhas e flores
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br
Arnica montana L.
Família das Asteráceas
NOMES VULGARES: Betônia-dos-saboianos, cravo-dos-alpes, dórico-da-alemanha,
panaceia-das-quedas, quina-dos-pobres, tabaco-dos-vosgos, tanchagem-dos-alpes.
HABITAT E DISTRIBUIÇÃO
Planta herbácea perene, espontânea na Europa, em prados e pastagens de solos
ácidos de montanha.
PARTES UTILIZADAS
Flores, por vezes, a raiz, o que é desaconselhado, pois a arnica é uma espécie
protegida.
FARMACOLOGIA E ATIVIDADE BIOLÓGICA
Os efeitos mais marcados são devidos às lactonas, tais como: ação antimicrobiana,
anti-inflamatória, anti-reumática e antiartrítica. Ativadora da circulação.
Outros constituintes. como os f1avonóides e o óleo essencial podem contribuir
para os efeitos referidos
USOS MÉDICOS
Empregue topicamente como anti-inflamatória e vulnerária em contusões, luxações,
artrites, equimoses, flebites superficiais, insuficiências venosas crônicas,
edemas, irritações cutâneas como acne, furunculose, picadas de insetos e urticária.
Inflamações orofaríngeas.
PRINCIPAIS INDICAÇÕES
Por via tópica, nos traumatismos acompanhados de hematomas ou equimoses, edema,
dor muscular ou articular; f1ebites; inflamação cutânea causada por picadas
de insetos; inflamações da orofaringe.
USOS APROVADOS
Externamente em contusões, hematomas, edemas. Dores reumáticas. Inflamações
das mucosas da boca e da faringe. Flebites superficiais. Picadas de insetos.
CONTRA-INDICAÇÕES
Não usar em feridas abertas.
EFEITOS SECUNDÁRIOS E TOXICIDADE
Pode causar alergias.
PRECAUÇÕES
Não usar por administração oral, devido à toxicidade da planta; doses baixas
já podem originar irritações gástricas. Doses elevadas podem produzir problemas
de origem nervosa (alucinações, vertigens, dificuldades respiratórias e até
parada cardíaca).
O uso tópico prolongado, devido às lactonas sesquiterpénicas (especialmente
a helenalina e seus derivados), pode produzir dermatites com formação de pústulas
FORMAS DE ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA
Uso externo
Infusão de 2 a 4%. Em forma de loções ou compressas embebidas.
Tintura (l: 10) diluída a 10% em água. Em pomadas, não incluir mais de 20 a 25% de tintura.
Solução oleosa de arnica: 1 parte de arnica para 5 partes de óleo gordo. Em pomadas não incluir mais de 15% de solução
oleosa de arnica.
Fonte: ciencialivre.pro.br