
Sofisticação, equilíbrio e harmonia. Essas são as principais características da Arte Grega, que representava o bem-estar do povo, a beleza e a igualdade. Exemplo disso é a pintura em cerâmica que mostrava cenas mitológicas e costumes gregos.
Os vasos gregos são famosos não só por seus formatos mas pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação, e eram utilizados em rituais religiosos e para armazenar alimentos.

Na escultura, os gregos se inspiravam nos temas rurais, nos sentimentos humanos e nos demais aspectos do cotidiano. O antropomorfismo - representado nas esculturas humanas - também cultivava a perfeição das formas e a proporcionalidade.
Grande parte das obras arquitetônicas da Grécia Antiga foi construída a partir das histórias de façanhas dos deuses e heróis da época. Elas foram divididas em três estilos: dórico (com linhas sóbrias e sofisticadas), jônico (com estilo elegante e leve) e coríntio (caracterizado por um capitel ornamentado em forma de folhas).
Outro destaque da arte grega foram os imensos teatros.
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Escrever sobre arte grega é sempre tarefa produtora de grande satisfação.
A pintura grega produziu e desenvolveu o estilo geométrico, arcaico, figuras em preto, figuras em vermelho e o avançado estilo clássico.
Os templos são a base da arquitetura atual; buscavam a perfeita harmonia através do equilíbrio e da simetria.
As três ordens arquitetônicas – dórica, jônica e coríntia – podem ser exemplificadas pela Basílica e pelo Templo de Poseidon (Pesto, Itália), pelo Partenon e pelo Templo de Atena Nike, ambos construídos na Acrópole, em Atenas, na Grécia.
As esculturas se espelharam e se aperfeiçoaram segundo o modelo egípcio.
Na escultura arquitetônica, a riqueza narrativa do modelo egípcio é conservada, há a prática de profundidade e conquista-se uma nova dimensão.
No estilo arcaico o desenvolvimento varia de Koros a Hera de Samos e a Virgem de Quios.
No estilo clássico a postura contraposta inutiliza o “sorriso arcaico” tornando possível a ação mesmo quando em repouso.
E, finalmente, no período helenístico ou pós-clássico, a expressividade e o realismo são acentuados através da suavidade, de uma concepção mais humana e visível dignidade em momentos de agonia que precedem a morte. É especialmente caracterizada pela “Vitória de Samotrácia”.
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