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A Construção da Disciplina Escolar no Ensino Fundamental

No decorrer da história a educação passou por muitas transformações, indo desde o autoritarismo exagerado de alguns professores ao excesso de liberdade por parte de outros, o que pode ter dificultado em muitas vezes o bom desenvolvimento das aulas, influenciando diretamente no ato pedagógico da sala de aula e no processo ensino-aprendizagem, podendo ter provocado com isso a indisciplina escolar.

Em pleno terceiro milênio, estamos aprendendo a praticar a democracia, pois é inconcebível que, diante das avassaladoras transformações tecnológicas, científicas, sócio-políticas e culturais continuemos com uma forma arcaica, centralizadora e autoritária de fazer educação. Os tempos de hoje exigem valorização dos espaços escolares e autonomia para o crescimento dos mesmos. Por isso faz-se necessário implementar nas instituições educacionais a gestão escolar democrática onde professores, pais, alunos e funcionários possam manifestar seu pensamento, sugerir, questionar, participar e elaborar juntamente com os gestores educacionais as regras de boa convivência na sala de aula e na escola.

Freqüentemente, ouve-se muitos professores queixarem-se da indisciplina de seus alunos, reclamam que os educandos conversam paralelamente ao professor o tempo todo, que apresentam dificuldade para copiar, raciocinar, realizar as atividades, trazer o material, prestar atenção, atender ordens, que jogam-se bolas de papel uns nos e até mesmo no professor, colocam percevejo na cadeira onde o colega irá sentar-se, rasgam os trabalhos dos alunos do outro turno, fazem desenhos obscenos, escondem o material dos colegas ou colocam no lixo, passam “tranca”, respondem mal aos colegas e professores, e a partir daí surgem as seguintes indagações: agindo com mais rigidez, sendo autoritário, trabalhando de forma tradicional, se obterá mais disciplina na sala de aula?

Nesse sentido, questiona-se: de onde provém o problema da indisciplina? Do aluno, do professor, da metodologia utilizada, da sociedade? Quais são suas causas? Qual a melhor forma de se conseguir a disciplina desejada? Será através do autoritarismo, da imposição, de ameaças? Ou através do diálogo, da conscientização, do comprometimento, da elaboração coletiva das regras disciplinares da sala de aula e da escola?

VASCONCELLOS (1995, p. 41) nos diz que:

O educador, num primeiro momento, pode assumir a responsabilidade pela disciplina, enquanto articulador da proposta, levando no entanto a classe a assumí-la progressivamente.Tem como parâmetro não a sua pessoa (“autoridade”) mas as necessárias condições para o trabalho coletivo em sala de aula.

Observa-se que os alunos agem de forma diferenciada com os professores, com alguns são totalmente indisciplinados, com outros, prestam atenção, fazem silêncio, participam da aula, questionam, sugerem, enfim, há um relacionamento equilibrado, de interação e troca de conhecimentos. Para NIDELCOFF ( 1995) existem dois tipos de professores: o professorpolicial e o professor-povo. Para essa autora, o professor policial é aquele profissional autoritário, que pensa ser somente ele o possuidor do conhecimento, devendo os alunos ouví-lo, fazer silêncio, prestar atenção e apreender as informações repassadas. Devido a seu modo de ser, esse professor tolhe, impossibilita meios de o aluno se expressar, fazer opções, planejar e agir por conta própria, criando no aluno uma dependência muito grande em relação a ele no processo de aprendizagem.

Nesse sentido, NIDELCOFF (1995, p.66) afirma:

Esse “ dirigismo” significa, na prática, uma repressão da expressão. É,além disso, uma repressão da dúvida. Não porque a criança queira expressar-se e não lhe permitam fazê-lo. Nem também porque levanta dúvida e lhe neguem a resposta. Muito mais do que isso, não se dá à criança a possibilidade de expressar-se, nem a incentivam a fazê-lo.

Esse tipo de comportamento do professor em relação ao aluno, no sentido de
querer que esse faça exatamente o que ele, professor, deseja pode gerar no
educando insegurança e incapacidade para produzir sozinho, somando-se a
isso a indisciplina, que pode surgir devido ao autoritarismo e dirigismo em
excesso.

NIDELCOFF ( 1995, p.66), referindo-se ao aspecto disciplinar, assim se
expressa:

A disciplina é concebida como acatamento de ordens. Uma classe disciplinada é uma classe silenciosa ainda que sua “disciplina” seja totalmente dependente da punição ou da presença dos professores ou mesmo que sejam incapazes de trabalhar sozinhos. Essa “disciplina” é o culto por hábitos muito tradicionais na escola; as crianças a acatam como algo exterior e não porque foram educados dentro da solidariedade e da fraternidade, de modo a cumprirem de uma maneira autêntica essas atitudes de cortesia.

A autora comenta ainda que o tipo de trabalho em grupo realizado sob a coordenação do professor policial é um ato mecânico, ou seja, os alunos muitas vezes nem sabem porque e para que trabalham daquela forma. Nesses casos, na maioria das vezes as crianças não são orientadas a buscar uma forma de organizarem-se e de enfrentarem as dificuldades, pois o professor não coordena nenhum tipo de trabalho de auto-avaliação e auto-conhecimento de forma que os alunos venham tomar consciência de suas potencialidades e dificuldades. Como decorrência disso, a criança se sente solta, sem orientação, não sabe o que fazer nem como fazer, e pode acabar se desinteressando pelo trabalho procurando outras formas de preencher seu tempo, podendo fazê-lo através de conversas paralelas sobre assuntos não relacionados ao conteúdo, ou ainda jogando bolas de papel nos colegas, gritando, passando tranca nos outros, enfim, a indisciplina poderá ser instaurada a partir daí devido à falta de organização e orientação do educador.

Esse tipo de professor, para se sair bem da situação, acusa os alunos de mal educados, indisciplinados, manda alguns para direção, afirma que com aquela turma nenhum tipo de trabalho funciona, que já está cansado. Outro fator importante abordado por NIDELCOFF (1995) é que muitos professores não exigem das crianças o máximo de suas potencialidades, ou seja, aceitam trabalhos, respostas, cadernos, na medida em que cumpram o mínimo desejado. Esse fator também provoca indisciplina, pois o aluno faz tudo correndo para poder ficar livre do trabalho.

NIDELCOFF (1995, p.20) assim se refere ao professor povo

Ele não acredita que sua missão seja difundir entre o povo os valores do opressor; ao contrário, acredita que o sentido de seu trabalho é ajudar o povo a se descobrir, a se expressar, a se libertar. Quer construir a escola do povo, a partir do povo. Ou seja: “professor-povo é aquele que quer contribuir através do seu trabalho para a criação de homens novos e para a edificação de uma sociedade também nova, onde se dê primazia aos despossuídos e onde o povo se torne protagonista. Ele será um professor para modificar, não para conservar”.

Esse é o verdadeiro educador, comprometido, responsável, interessado em modificar o tipo de escola que fortifica as desigualdades sociais. Esse professor idealiza e trabalha em prol de uma escola que venha a atender os interesses e necessidades dos alunos. Defende uma escola para o povo e não apenas para encher de povo, uma escola que seja capaz de ajudar o aluno a ser disciplinado em todos os sentidos, a fim de que ele possa intervir na realidade e modificá-la.

Frente a isso, faz-se necessário que, nas Instituições Educacionais, onde existem vários profissionais e cada um tem a sua formação, seus valores, sua maneira de agir, pensar, haja o respeito a essa diversidade de pensamento procurando desenvolver ações coletivas a serem seguidas por todos na busca de um mesmo ideal.

CHALITA (2005, p.24) fala que nesse caso:

O professor deve ser como um maestro que rege os instrumentos , sabendo que cada um de seus alunos é diferente. Dessa forma, consegue desenvolver as três habilidades fundamentais: cognitiva (que é o conhecimento propriamente dito), social (que é essa relação interpessoal, a visão social de mundo e a cidadania) e afetiva (que é o emocional). Na dimensão afetiva, o aluno aprende a ser equilibrado.

Salienta-se também a necessidade e a importância dos gestores escolares serem bem preparados intelectualmente, cientes do seu papel ético e social, comprometidos com a construção de uma escola democrática e participativa que propicie aos alunos a formação da cidadania. Nessa perspectiva os gestores escolares devem planejar juntos, sugerir mudanças e implementar novas estratégias de ação comprometendo-se com a construção coletiva das regras disciplinares, envolvendo todos os alunos a fim de que esses também se sintam comprometidos e responsáveis pelo cumprimento das mesmas, para que a escola possa oferecer um ensino de qualidade à todos. Cabe ainda aos professores refletir que além das regras disciplinares, é necessário que os mesmos conquistem os alunos demonstrando respeito e estima por eles, valorizando seus esforços, suas atitudes, seus trabalhos, procurando estabelecer normas de convivência como, hora de conversar, de descansar, pois se o aluno for envolvido na elaboração e construção das regras disciplinares ele se sentirá comprometido e responsável por elas. É necessário que o professor organize e planeje muito bem suas aulas, usando uma metodologia adequada a fim de que os mesmos não caiam no expontaneísmo e no improviso dos conteúdos, procurando dessa forma atender as necessidades e expectativas de seus alunos, mostrando-lhes onde podem aplicar tais conteúdos no decorrer de suas vidas, dando significado ao que está sendo trabalhado.

A escola deve ser uma instituição séria, competente e qualificada, a qual deve ter como objetivo proporcionar os alunos, além do seu crescimento cognitivo, o resgate de valores e a preparação para cidadania, onde a conquista da disciplina desejada acontecerá no momento em que houver o entendimento de todos, que o cumprimento das normas estabelecidas pelo grupo, propiciará um ambiente favorável ao ensino-aprendizagem.

Nesse sentido, VASCONCELLOS (1995,p. 45) afirma que o educador necessita demonstrar autoridade nos domínios:

INTELECTUAL - ser capaz de refletir, não ser autoritário, dogmático, nem fechado; ser capaz de rever os pontos de vista; demonstrar inteligência no trato com a realidade, apreender o seu movimento, ir além do senso comum; ÉTICO - ter princípios, estabelecer parâmetros e ser coerente, revelar senso de justiça, apresentar traços de firmeza de caráter; tem compromisso com o bem comum; PROFISSIONAL - ser competente; ter domínio da matéria e da metodologia de trabalho; empregar com segurança os conceitos e técnicas ; ser interessado; demonstrar ânimo no que faz; preparar muito bem suas aulas; estar atualizado; HUMANO - ser capaz de perceber e respeitar o outro como pessoa.

De acordo com VASCONCELLOS(1995,p.47) : “ Existem básicamente duas formas de se conseguir disciplina: por coação (Educação Tradicional) ou por convicção (Educação Dialética Libertadora)”. Para o autor , a disciplina obtida por coação é baseada na punição como forma de ameaça e como prática efetiva. Esse tipo de disciplina leva o indivíduo a heteronomia (ser governado por outro), negando a autonomia. Esse tipo de disciplina proporciona a formação de indivíduos dependentes e imaturos, com poder de criatividade muito baixo, não sabendo diferenciar certo e errado, ao mesmo tempo que não cultivam valores, pois sempre alguém deverá lhes dizer o que devem fazer. A disciplina obtida por convicção é aquela em que o aluno se dá por conta, com auxílio do professor , que agiu errado e acaba admitindo seu erro.

VASCONCELLOS (1995,p.50) afirma que:

[...] a prática de obtenção sistemática de disciplina por convicção leva à formação de uma personalidade forte, madura, que vai sabendo o que quer, o que é certo e errado, e lutando por isso; leva a auto confiança, ao senso comunitário, à criatividade e à verdade.

O professor deve possibilitar ao aluno participar da elaboração das regras disciplinares da sala de aula de modo que esse venha a acreditar nelas, sentindo-se comprometido pelo cumprimento das mesmas, a fim de que haja um ambiente favorável, próprio, agradável e harmonioso ao desenvolvimento da aprendizagem.

Só se conseguirá a disciplina desejada no momento em que se trabalhar de forma coletiva na escola, num processo em que todos os professores tenham uma mesma linha de ação, orientando o aluno, para que se torne responsável pela sua própria aprendizagem e pelo seu sucesso escolar. Daí advém a importância de a escola construir seu projeto político pedagógico com a participação de toda comunidade escolar (professores, gestores escolares, pais, alunos, equipe técnica e de apoio, representantes religiosos e associações comunitárias), procurando estabelecer objetivos, metas, fins, ou seja, parâmetros comuns para a instituição, onde todos sintam-se responsáveis pela execução e elaboração do mesmo. Ainda VASCONCELLOS(1995) nos diz que, existem dois tipos de indisciplina: uma ativa que gera “bagunça” e outra passiva , que é aquela em que o aluno até faz silêncio, fica quieto, porém o educador não consegue estabelecer interação com o educando.

Nesse sentido MARQUEZAN (1999,p.113) propõe:

Para se estabelecer um relacionamento de entre-ajuda professor/aluno é fundamental atitudes como: dar atenção a todos os alunos; olhar para todos; escutar cada um; elogiar e motivar as mudanças positivas; questionar opiniões; aproximar-se de cada um; compreender e estimular a mudança dos anciosos, dos indiferentes, dos descontentes; valorizar suas realizações, ainda que pareçam insignificantes; acreditar no imenso potencial que cada ser humano traz dentro de si e que pode ser despertado através das relações interpessoais mediadoras, desafiadoras, reflexivas, críticas e transformadoras.

Sabe-se que não existe receita do que fazer para conseguir disciplina, porém,
através da leitura de diversos autores, percebe-se que é necessário, entre
outras coisas, que o professor:

Tenha um planejamento bem elaborado da aula que pretende desenvolver, sendo este sujeito a flexibilidade

Varie a metodologia, utilizando-se de atividades envolventes e diversificadas, evitando a rotina, realize trabalhos em grupo, em dupla, trabalhos práticos e teóricos

Caminhe pela sala de aula para ver se todos os alunos estão trabalhando e assim orientá-los, interagindo com eles na realização das atividades e evitando, aglomerações ao redor de sua mesa

Dê atenção à todos, valorizando seu esforço e a realização das atividades

Saliente os aspectos positivos da turma

Dialogue franca e abertamente com os alunos, procurando resolver os problemas primeiramente em sala de aula

Defina com os alunos as regras disciplinares da sala de aula, os objetivos recíprocos de sucesso e avanço, de forma que haja conscientização e o comprometimento de todos na execução e no cumprimento das regras

Forme parcerias, criando dimensões de fraternidade e desenvolva ações participativas

Estabeleça uma relação de amizade com os alunos:

Nesse sentido CHALITA (2005, p.24) afirma que:

Só se consegue estabelecer uma relação de ensino-aprendizagem por meio da dimensão afetiva. Pode-se passar informações de várias maneiras mas, para educar, é preciso afeto. O aluno tem que se sentir valorizado. E isso acontece nos pequenos gestos. É o professor chamar o aluno pelo nome, olhar para ele, saber ouví-lo e, acima de tudo, respeitar o que ele traz de conhecimento. Ele é detentor de conhecimentos e tem uma história que o professor deve levar em conta. Isso é afeto. Afeto não é lamber, é mostrar ao outro que ele é importante.

Tenha autoridade (não autoritarismo) no sentido de dominar o conteúdo que está trabalhando e na exigência do respeito, da responsabilidade e no cumprimento das regras disciplinares; - Saiba colocar limites aos alunos, não sendo autoritário, mas também não deixando fazer o que querem na hora em que bem entendem, pois assim gerase a indisciplina; - Trabalhe com a formação de hábitos, atitudes de solidariedade e cooperação entre os alunos e professores; - Saiba fazer as cobranças com serenidade e firmeza; - Trabalhe os conteúdos de forma que os mesmos se tornem interessantes, adaptando-os à realidade dos alunos, de forma que estes venham a atender suas necessidades, motivações, expectativas, medos e anseios; - Seja um profissional de bem com a vida, alegre, contente, feliz, passando aos alunos esses sentimentos positivos; - Trate os alunos com carinho e amor, pois, como diz PIRES(1997,p.84), “Todos necessitamos amar e ser amados!... O amor faz parte da cultura de todos os 9 povos! Aprendemos e ensinamos a amar!” - Não obtenha a disciplina dos alunos através do autoritarismo, da imposição, do “grito”, pois essa é um tipo de disciplina na qual o aluno fica quieto, por medo do professor e não porque a aula está interessante ou porque demonstra respeito por ele; - Saiba usar a inteligência a seu favor no sentido de melhorar suas condições de trabalho, seu relacionamento com os alunos e sua vida em geral. Nesse sentido faz-se necessário que os gestores escolares tornem-se agentes de transformação da escola, tornando-a uma instituição séria, comprometida , qualificada que propicie o crescimento dos educandos, respeitando suas diferenças individuais, potencialidades e escolhas, orientando-os conscientemente na elaboração e cumprimento das regras da sala de aula e da escola como um todo, na busca de um trabalho coletivo, responsável e competente que oportunize à todos condições favoráveis ao processo ensino-aprendizagem, bem como acompanhando todos os momentos do processo educativo, auxiliando no sentido de transformação social e com isso avançando no processo da construção coletiva do conhecimento e das regras disciplinares a serem seguidas valorizando, ampliando e dialetizando os diferentes saberes do aluno. Acredita-se que a obtenção da disciplina na sala de aula e na escola como um todo não é tarefa única e exclusiva do professor, mas de cada segmento da comunidade escolar e da sociedade, as quais devem desempenhar de forma eficiente seu papel na construção de um disciplina consciente e desejada.

VASCONCELLOS(1996,P. 08) apresenta de forma sintética algumas possibilidades de os diferentes agentes contribuírem para construção da disciplina em sala de aula e na escola:

Sociedade

Democracia econômica: novas formas de organizar o trabalho, justiça social

Nova ética

Nova política para os Meios de Comunicação Social

Valorização efetiva da educação e de seus profissionais.

Família:

Resgate do diálogo;
Estabelecer e cumprir limites;
Valorizar a escola e os professores;
Participar da vida da escola;
Resolver os eventuais conflitos diretamente com a escola.

Aluno:

Organizar-se , participar da vida da escola;
Assumir o estudo como trabalho

Sociedade:

Democracia econômica: novas formas de organizar o trabalho, justiça social
Nova ética
Nova política para os Meios de Comunicação Social
Valorização efetiva da educação e de seus profissionais

Família:

Resgate do diálogo
Estabelecer e cumprir limites
Valorizar a escola e os professores
Participar da vida da escola
Resolver os eventuais conflitos diretamente com a escola

Aluno:

Organizar-se , participar da vida da escola
Assumir o estudo como trabalho;

Desse modo, para se obter uma disciplina consciente é necessário que todos assumam sua parte, ajudem-se uns aos outros e desempenhem com eficiência o que lhes compete. Enfim “a construção da disciplina é tarefa de todos’.

Rosilãne de Lourenço Lorenzoni

Fonte: ufsm.br