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Diabetes: quase cura

Após alguns anos de pesquisa, disponibilizo O LIVRO ELETRÔNICO sobre uma forma natural e caseira para baixar a glicose sem efeitos colaterais. Com base científicas repasso a receita para eficácia com segurança. Você terá em casa e a baixíssimo custo uma poderosa arma contra diabetes. Faça contato (biotecfisio@hotmail.com)e solicite o livro por email. Voce entao recebe o livro e em seguida deposita dois reais (ou um pouco mais caso goste).

Para uma justificativa científica, cito Richard M Schultz e Michael N. Leibman ao afirmarem que "os aminoácidos, em proteínas, sofrem várias reações químicas com reagentes que podem ser usados para investigar a função de cadeias laterais específicas. Estes reagentes ligam-se à sítios específicos na estrutura da proteína dobrada, como o sítio de ligação ao substrato". Da mesma maneira que através da estratégia citada por Schultz e Leibman, se modela as características estruturais do substrato natural das enzimas, a proporção adequada dos nutrientes que pesquisamos na forma de chá, liga-se ao sítio catalítico das enzimas digestivas, e atua diretamente prevenindo ou combatendo a diabetes, e ajudando também a controlar peso (quando em excesso), e aumentando a disposição física.

Os dois principais ingredientes da receita (no livro você também encontra os dados para encontrar os ingredientes em qualquer parte do brasil):

PATA DE VACA

A pata de vaca, também conhecida como unha de vaca, casco de vaca, unha de boi, mororó, etc, apresenta grande variação (mais de 200 espécies). A maioria é de origem asiática, mas a Bauhinia longifólia e a Bauhinia forficata são nativas do Brasil. Algumas espécies têm acúlleos, seu fruto é um legume, também chamado de vagem. A varieção de flores róseas é a Bauhinia variegata, sendo árvore exótica muito usada em paisagismo urbano, e não é usada como planta medicinal.

A variação nativa Bauhinia forficata, tem flores brancas e não tem a beleza da floração da exótica, e é encontrada geralmente em matas. Esta é a variação mais estudada em relação à propriedades medicinais, e é realmente muito utilizada popularmente como planta medicinal.

Usa-se as folhas, ou frutos, ou a casca da árvore. Mas jamais deve ser ingerida a raiz, pois esta é nociva ao organismo! Há quem defenda que além da pata de vaca agir como um calmante, faz o pâncreas produzir mais insulina. Não deve ser ingerida por pessoas com hipoglicemia.

A Classificação a qual faz parte as várias espécies da pata de vaca é a seguinte: Reino: Plantae; Divisão: Magnoliophyta; Classe: magnoliopsida; Ordem: Fabales; Família: fabaceae; Subfamília: Caesalpinioideae; Gênero: Bauhinia.

Bioquimicamente, pode-se afirmar que a pata de vaca tem compostos como os heterosídeos e os alcalóides, que ajudam a controlar as taxas de glicose.

Constituintes químicos: ácidos orgânicos (tartárico), alcalóides, cumarinas, esteróis, flavonóides (campferol, rutina e quercitina), guanidina, glicoproteína, glicosídeo, goma, heterosídeos cianogênicos e saponínicos, hidrato de carbono, holosídeo, minerais, mucilagens, pigmentos, pinitol, proteínas, quercetol, rammose, sais minerais, taninos(flobatênicos e pirogálicos), triterpenos.

Propriedades medicinais: antidiarréica, depurativa, diurética, hipocolesterolmiante, hipoglicêmica (antidiabética), laxante, purgativa, tônica renal, vermífuga, usada também contra psoríase.

Embora vários estudos tem confirmado o efeito hipoglicemiante da Bauhinia forficata desde 1929 (JULINANI) resultados contraditórios ainda continuam sendo relatados (SILVA et al., 2002; PEPATO et al.) o que dificulta o reconhecimento científico desta propriedade que seria de grande importância para o retardo e redução das complicações associadas ao Diabetes mellitus. No que diz respeito as alterações no metabolismo mineral e ósseo a correlação com o diabetes mellitus tem sido estudada tanto em humanos quanto em animais diabéticos experimentais. A diminuição da densidade mineral ósseo (DMO), avaliada por diferentes técnicas densitométricas, associada a alterações do metabolismo ósseo, está se tornando cada vez mais reconhecida como uma das complicações crônicas do diabetes mellitus tipo 1 (KEMINK et al., 2000; REZENDE et al. 2002, DUARTE et al., 2004). A fosfatase alcalina é uma das principais enzimas envolvidas no processo da formação óssea, sendo sintetizada pelos osteoblastos e freqüentemente utilizada como um marcador da formação óssea. (BOYAN et al. 2003).A enzima fosfatase ácida tem sido reconhecida e indicada como um marcador do processo da reabsorção óssea uma vez que está presente em grandes quantidades nos osteoclastos (BOYAN et al. 2003; FERRETTI et al. 2003). Assim, a utilização da pata-de-vaca como tratamento para hiperglicemia seria de real importância no retardo das complicações causadas pelo diabetes mellitus, entre elas a osteopenia e a osteoporose.

CHÁ VERDE

É chamado de verde porque as folhas da erva sofrem pouca oxidação durante o processamento, o que não acontece com as folhas do chá preto. Algumas outras ervas são vendidas a título de chá verde, porém o verdadeiro chá verde é o feito a partir da folha do arbusto Camellia Sinensis.

Muito popular na China e no Japão, há pouco tempo começou a ser consumido com maior freqüência no ocidente, tradicional consumidor de chá preto, devido tanto a uma tendência orientalista, quanto às propriedades anti-oxidantes do cha verde a ela atribuídas.

A preparação do cha verde difere um pouco dos chás tradicionais. A água não deve estar fervendo, pois do contrário as folhas acabam sendo cozidas e proporcionando um gosto amargo à bebida. O tempo de infusão também não deve ser maior que 3 minutos.
A prevenção de câncer promovida pelo chá verde é atribuída aos flavonóides e às catequinas, que têm a capacidade de bloquear as alterações celulares que originam os tumores. Além de conter manganês, potássio, ácido fólico e as vitaminas C, K, B1 e B2, ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, já que os estudos associam o consumo diário deste chá a uma diminuição dos níveis sangüíneos de LDL, que é a fração ruim do colesterol, e à melhora das condições das artérias.

Estudos recentes também descobriram que o cha verde em creme melhora o sistema de defesa das células contra os raios ultravioleta do tipo B. Ao reduzir a inflamação causada por essa radiação, aumentaria a proteção contra o câncer de pele. Além disso, a planta do chá verde (Camellia sinensis) é rica em tanino, que também possui propriedades anti-sépticas e adstringentes, podendo ser indicada para limpeza de peles oleosas.

CHÁ MATE

Uma equipe da Universidade Federal de Santa Catarina estudou as propriedades e os efeitos da erva-mate durante três anos. Ao todo, 250 voluntários com problemas de colesterol e diabetes participaram da pesquisa.

A recomendação foi a mesma para todos: beber um litro de chá feito com mate tostado, por dia, divido em três xícaras dez minutos antes, durante ou depois das principais refeições.

“A erva-mate, junto com estes alimentos, vai inibir a absorção do colesterol. Ou seja, o organismo absorve menos gordura”, explica a pesquisadora Brunna Boaventura, da UFSC.

Os voluntários usaram saquinhos com duas colheres de sopa de erva tostada. Quando a chaleira começa a chiar é sinal de que a água está no ponto. Ela não pode ferver. Tem que ficar em torno de 90ºC.

A mistura deve descansar por alguns minutos. A bioquímica Cristiane Coelho fez tudo direitinho. “No começo, foi mais difícil que eu achei um pouco amargo, mas depois de um mês já estava bem adaptada. Já estava até gostando do chá”, diz.

Depois de 40 dias, Cristiane descobriu que teve um dos melhores resultados do estudo. O colesterol dela era considerado alto: passava de 190. Ao final da pesquisa, esse número baixou para 106.

“Foi uma queda bem grande do nível do colesterol, passou para uma taxa normal”, conta.

O chá provocou uma queda média de 10% a 12% no colesterol ruim. “Nós encontramos voluntários que responderam bem à erva-mate e que a redução chegou a 40%”, afirma o coordenador da pesquisa, Edson Luis da Silva.

Surpresa maior foi o efeito da erva em quem já tomava o remédio para o colesterol. “A erva-mate potencializa o efeito do remédio porque os dois têm efeitos diferentes. Enquanto o medicamento diminui a produção do colesterol pelo organismo, a erva-mate diminui a absorção do colesterol que está nos alimentos”, acrescenta Edson.

O colesterol de Domingos estacionou nas alturas. Vinte dias depois de começar a tomar a erva-mate, a taxa caiu de 268 para 198.

“Se fosse dobrada a medicação para o colesterol, esta diminuição ia ser de no máximo 7%. Enquanto com a erva-mate foi quatro vezes maior esta redução do colesterol ruim”, aponta Brunna.

“Esta potencialização do medicamento provocada pela erva-mate pode levar no futuro à redução da dose do remédio para colesterol. Porém deve-se salientar que isso deve ser feito sempre com acompanhamento médico”, ressalta Edson.

Os pesquisadores descobriram que a erva-mate tem um número de propriedades antioxidantes maior até que o chá verde.

“Alguns resultados foram inéditos, como este, em nível celular, fazendo com que as células produzam, por exemplo, suas próprias substâncias antioxidantes”, diz o pesquisador Marcos de Oliveira Machado, da UFSC.

Os antioxidantes combatem os radicais livres, que provocam o envelhecimento precoce. “É possível acreditar que, a longo prazo, ocorra uma redução das doenças crônico-degenerativas, principalmente o envelhecimento precoce, alguns tipos de cânceres e o próprio diabetes”, diz Edson.

Os voluntários com diabetes tomaram o chá-mate durante dois meses e tiveram uma queda média de 10% na produção da glicose.

“Reduz as complicações do diabetes, que seriam as doenças cardiovasculares, doenças renais, problemas na visão e problemas nos nervos”, afirma a pesquisadora Graziela Klein.

Antônio Silva

Fonte: artigos.com

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