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Obesidade

Uma das 10 principais causas de morte evitáveis do mundo

A obesidade já é uma das dez principais causas de morte evitáveis do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). É uma epidemia global e constitui um problema de saúde pública de grande magnitude, tanto em países desenvolvidos e industrializados, como os Estados Unidos, quanto em países em desenvolvimento (até mesmo na África) nos quais coexiste com a desnutrição. Mas os danos da obesidade vão além dos fatores econômicos gerais, e atingem o portador, causando danos físicos e psicológicos, que refletem em toda sua perspectiva de vida.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma agência especializada em assuntos relacionados à saúde; é uma das partes que integram a Organização das Nações Unidas (ONU); foi criada em 1948. Tem como objetivo desenvolver o nível de saúde dos povos ao máximo, ou seja, busca promover o estado de completo bem-estar físico, metal e social das pessoas, e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades.

Desde 1997, a obesidade é reconhecida pela OMS como uma doença. Segundo dados da entidade, existem no mundo mais de 1 bilhão de adultos com sobrepeso, e 300 milhões de portadores de obesidade. No Brasil, segundo dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas pelo Telefone (VIGITEL: uma entidade que resulta da associação entre o Ministério da Saúde e a Universidade de São Paulo, USP), em 2009, cerca de 56% da população sofria com o sobrepeso, sendo que 13% destes eram obesos; naquele ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os brasileiros eram cerca de 191,5 milhões, e o número de obesos era de quase 25 milhões, o equivalente a 2,3 vezes a população de São Paulo na época, que era de 11 milhões de pessoas.

Condições de Nutrição da População Brasileira

O estado nutricional de uma pessoa é mensurado pelo Índice de Massa Corporal, o IMC, que representa de forma de genérica a quantidade de gordura corpórea (uma vez que determina o peso do indivíduo por metro quadrado, e considera níveis de massa muscular e tecido adiposo em conjunto, e não apenas a quantidade de gordura existente no corpo).

O cálculo do IMC é o seguinte:

IMC= PESO / (ALTURA x ALTURA)

A partir deste cálculo, obtêm-se o valor do IMC:


Estado nutriciona
Desnutrição Ideal Sobrepeso Obesidade Obesidade mórbida
IMC <20 20-24,9 25-29,9 30-39,9 >40

Fonte:Marzocco, Anita. Bioquímica Básica, 3 ed.-Rio de Janeiro, Guanabara Kooogan, 2007-pag.247

São considerados obesos, pelo critério do IMC, aqueles indivíduos em que o valor obtido para o IMC é maior ou igual a 30 Kg/m². O sobrepeso é caracterizado pelo IMC entre 25 e 29,9 Kg/m². Aqueles que apresentam IMC abaixo de 20 Kg/m² estão abaixo do peso. Porém , quando o IMC ultrapassa 40 Kg/m, caracteriza-se a obesidade mórbida, distúrbio que acarreta risco de vida ao portador.

Segundo o Rand Institute (uma Organização Não-Governamental, da Califórnia, especializada em realizar pesquisas e análises que ajudam nas decisões e desenvolvimento de políticas públicas num âmbito global), a obesidade está mais relacionada ao surgimento de doenças crônicas que a pobreza, o consumo de cigarro ou de bebidas alcoólicas. As doenças crônicas são aquelas que duram seis meses ou mais, e exigem tratamento específico, acompanhamento médico e mudanças no estilo de vida do portador.

As principais doenças crônicas que se desenvolvem em conjunto com a obesidade são:

Diabetes (tipo II)
Hipertensão
Doenças articulares (principalmente da coluna vertebral)
Doenças cardiovasculares
Depressão
Alguns tipos de câncer

O aumento no número de pessoas acima do peso pode ser explicado pelo estilo de vida contemporâneo, no qual há uma redução na quantidade de atividades físicas, uma vez que no trabalho, não há mais o esforço físico que antes era necessário, quando realizavam-se trabalhos agrícolas. Além disso, houve um aumento na ingestão de gorduras e calorias, muito acima da necessidade energética.

A necessidade energética é composta de uma parte constante, que corresponde aos gastos energéticos necessários para a manutenção da vida, o metabolismo basal; a outra parte corresponde à energia necessária para as mais diversas atividades físicas, e varia de acordo com cada indivíduo e nível de atividades que pratica, assim, é variável. As doses recomendadas de ingestão calórica são estabelecidas como o menor valor compatível com a manutenção da saúde e o grau de esforço físico do indivíduo, de acordo com sua idade e sexo.

A dieta humana é composta por proteínas, carboidratos, lipídeos e fibras dietéticas. As proteínas estão presentes em grande quantidade nos alimentos de origem animal, como carnes, ovos, leite e derivados; além disso, existem as proteínas de origem vegetal, presentes em leguminosas como feijão, soja, ervilha, amendoim, etc. Os carboidratos são a glicose, presente em todos os alimentos, a frutose, a lactose, e açúcares em geral. Os lipídeos são as gorduras, e estão presentes nas manteigas, margarinas, óleos, etc. Já as fibras dietéticas, não são utilizadas como fonte de energia, mas contribuem para um bom funcionamento do organismo.

A OMS afirma que a dieta ideal é aquela que apresenta teor reduzido de lipídeos (ou seja, gorduras) e elevado conteúdo de fibras e carboidratos complexos (aqueles que são digeridos mais lentamente, como a aveia), além do consumo de água em quantidade suficiente para a renovação de líquidos corpóreos. Além disso, uma alimentação saudável e balanceada inclui o consumo freqüente de frutas, verduras, hortaliças, cereais integrais, legumes, frutas secas e oleaginosos (como castanhas, amendoim, etc.).

Atualmente, com a grande oferta de chocolates, biscoitos, salgadinhos, e sanduíches hipercalóricos, porém muito agradáveis ao paladar, é difícil seguir a dieta adequada; com isso, há um alto nível de ingestão de calorias em excesso, porém, é possível continuar consumindo estes alimentos, mesmo seguindo uma dieta com restrições. É necessário balancear, e consumir pequenas porções.

Comer é um comportamento complexo, que obedece à ação de vários hormônios, além de desejos conscientes, e estímulos sensoriais, como visão, olfato, paladar; o estado emocional também interfere nos mecanismos da fome. O organismo aprendeu a enviar “mensagens” toda vez que devemos comer, porque estamos com pouca quantidade de energia para manter o metabolismo e preservar as reservas adiposas. Graças a isso, a humanidade sobreviveu a anos de escassez alimentar, e assim, toda vez que a quantidade de energia proveniente da digestão de alimentos cai, surgem estímulos pra consumirmos mais alimentos, para aumentar assim a reserva adiposa.

Quando emagrecemos, temos estímulos do nosso organismo para aumentar nossas reservas, porém quando engordamos, não há estímulos para reduzirmos a quantidade de energia armazenada, e na verdade, o processo é contrário, o corpo “defende” o tecido adiposo, para manter o maior peso possível. Isso era importante em tempos de escassez, porém em tempos de alta disponibilidade de alimentos, resulta em altos números na balança, segundo o Dr. Dráuzio Varella (médico conhecido nacionalmente por suas reportagens na televisão) perder peso é entrar em uma batalha contra a espécie, o que dificulta o emagrecimento.

Além disso, os adipócitos, células do tecido adiposo (que armazenam gordura) do portador de sobrepeso são mais numerosas que numa pessoa em condições ideais; quando o o indivíduo portador de sobrepeso emagrece, tem dificuldade para se manter magro, pois o corpo apresenta memória de peso, e tende a recuperar os quilinhos perdidos. Uma vez que os adipócitos não são destruídos com as dietas e prática de exercícios, apenas perdem a gordura armazenada, e diminuem de tamanho. Pelo fato de os adipócitos permanecerem no corpo do indivíduo, se ele não mantiver os hábitos corretos de alimentação e a prática de exercícios, depois de emagrecer, ele pode engordar novamente, por causa da memória de peso, e então surge o efeito-sanfona ( o indivíduo emagrece e engorda novamente).

Muitas pessoas julgam o portador de sobrepeso como uma pessoa incapaz, que está fora dos padrões por ser desleixada ou porque não se esforça. Porém, este não é o real motivo da prevalência do problema. Além dos hábitos alimentares e sedentarismo, estudos e pesquisas apontam outros fatores que fazem com que haja este crescimento no sobrepeso, a nível global.

1) Fatores econômicos

Os alimentos mais saudáveis tem preço elevado quando comparados com os industrializados em algumas regiões. Além do preço, os alimentos industrializados atraem pelo sabor e nível de saciedade.

Segundo um estudo comandado pela Eurostat (Escritório de Estatística Comunitária da União Européia), a incidência da obesidade, na União Européia, é menor entre as pessoas com maior nível acadêmico, porque elas sãm melhor instruídas e tem maior possibilidade de manter hábitos saudáveis e praticar exercícios físicos, se comparados àquelas que tem menor nível de estudos.

2) Fatores culturais

Vivemos em uma sociedade que valoriza a magreza, pelos seus padrões estéticos. Porém, apesar de contraditório, uma parcela da população principalmente a mais idosa, vê o sobrepeso como um sinal de saúde. Os quilinhos a mais são sinônimo de força. Prova disso é qualquer avó que existe, que fala que criança gordinha é bonita, e que diz que tem que comer pra ficar `forte` e poder brincar. Crianças precisam se alimentar corretamente, para que possam se desenvolver com saúde, mas o sobrepeso infantil é um risco pois as crianças portadoras de sobrepeso tem 90% de chance de se tornarem adultos obesos, segundo alguns médicos. As crianças devem se habituar a ser saudáveis, e os pais devem realizar esta influêcia.

3) Fatores genéticos, bactérias ou disfunções

Algumas pessoas já nascem predispostas à obesidade. Isso é o que diz a Hipótese da Programação.

Em 1994, foi identificado durante uma pesquisa no DNA de camundongos, o gene OB (uma parte do DNA, chamada de OB porque deriva de obeso). O gene OB é responsãvel pela codificação de uma proteína, a leptina, que reduz o apetite e aumenta o metabolismo.

No estudo, vários camundongos apresentaramm distúrbios na produção ou ação da leptina, e com isso, sentiam fome constantemente, e apresentavam metabolismo lento, e gastavam menor quantidade de energia, que era acumulada sob a forma de gordura.Assim, em alguns casos, o sobrepeso/obesidade podem ser de origem genética.

Segundo uma pesquisa de Joffrey Gordon, professor de biologia molecular e farmacologia da Universidade de Washington em Sant Louis, Estados Unidos publicada pela tradicional revista Nature, existem algumas bactérias presentes na flora intestinal de pessoas portadoras de sobrepeso , os firmicutes e bacteróides, que fazem com que o corpo estoque mais energia nas células, aumentando as reservas e assim a massa corpórea. Porém, estas bactérias podem ter suas proporções reduzidas, se o paciente seguir uma dieta adequada.

Além disso, disfunções como o hipotireodismo fazem com que o metabolismo se torne mais lento, o que pode desencadear a obesidade, dependendo da alimentação e frequência/intensidade que o indivíduo se exercita

4) Ignorar princípios adequados para a manutenção da saúde

Não podemos ser hipócritas, e dizermos que seguimos sempre as recomendações alimentares ideais, uma vez que na maioria das vezes não escolhemos alimentos por serem nutritivos, mas sim, saborosos e práticos. Além disso, não consumimos porções adequadas dos alimentos; geralmente, consumimos quantidades acima do ideal.

5) Dinâmica familiar

Entre os fatores que podem alavancar o sobrepeso e a obesidade, encontramos os psicológicos, que afetam a auto-estima principalmente, levando o portador de sobrepeso/obesidade a ficar deprimido, ansioso, perder a vontade de se relacionar com as outras pessoas, deixar de sair de casa, de se divertir. Porém além disso, a convivência com a família pode ser prejudicial, quando o ambiente familiar exerce pressão psicológica, e exige da pessoa a atenção e dedicação que está fora de seu alcance, o que faz com que ela se deprima; além disso, a morte de familiares ou animais de estimação pode ser o fator desencadeador da obesidade.

7 em cada 10 empresas restringem a contratação de portadores de sobrepeso, segundo pesquisa divulgada no programa Bem-estar, da Rede Globo de Televisão. Isso porque acredita-se que o indivíduo seja menos disposto por apresentar um condicionamento físico inadequado, que são estressados porque apresentam baixa-estima, ou que estes não vão se empenhar no trabalho. Além disso, o fato de a maioria dos atendimentos médicos para infartos e outros problemas de saúde serem para os portadores de sobrepeso gera um estigma, uma vez que considera-se que um funcionário fora do peso poderá ser fonte de constantes afastamentos para resolver problemas relacionados à saúde. Por isso é importante, mesmo estando fora do peso, manter uma boa aparência, e cuidados com a pele, unhas e cabelos: é importante estar bem cuidado.

É muito fácil olhar para uma pessoa portadora de sobrepeso e julgá-la. Apenas dizer que praticar exercícios físicos e se alimentar de forma saudável podem resolver o problema não muda nada. O que deve haver é incentivo para que as recomendações sejam seguidas, pois o tratamento é longo, exige mudanças nos hábitos de todos, e não a repressão de apenas um indivíduo, pois isso pode ser pior, pois ao se sentrir reprimida, a pessoa tenderá a comer mais, e escondido, para saciar seu desejo.

A compulsão pela comida existe em alguns casos, em que a pessoa é extremamente ansiosa ou simplismente não consegue parar de comer. Pode ser regulada através de treino, controle, e se necessário, medicamentos. Porém o diagnóstico da compulsividade deve ser feito por médicos.

Além disso, é necessário que haja investimento em pesquisas sérias, que tenham como objetivo desenvolver medicamentos ou tratamentos efetivos e com efeitos colaterais menos danosos que os atuais, que não tenham restrições e sejam acessíveis a todas as parcelas da população.

Uma alternativa para reduzir o número de portadores de sobrepeso seria educar as crianças e adultos a respeito da importância do consumo de alimentos saudáveis e nutritivos, além disso, é interessante apontar formas agradáveis de consumir estes alimentos. O consumo de frutas, verduras, legumes, e cereais, deve ser ampliado, e acessível a todas parcelas da população, sem distinção.

Uma mudança cultural para retirar o estigma que existe no olhar para com o obeso, é necessária, uma vez que ele é tratado por muitos como incapaz e fraco, uma vez que este pensamento não é verdadeiro. Com pequenas mudanças, aos poucos, é possível atingir o ideal, pois todos somos capazes de fazer tudo aquilo que desejamos, sem pressa e sem privações radicais.

Além disso, quem está começando um tratamento deve se acostumar com algumas coisas que são desagradáveis, mas que fazem parte principalmente do começo do tratamento, como subir na balança e não perceber nenhuma diferença, restringir certos alimentos, não perceber mudanças no peso com a alteração dos hábitos alimentares. A maior dificuldade está em se adaptar a um estilo de vida mais regrado. Se o tratamento for seguido corretamente, com o passar do tempo, os resultados irão aparecer. E o mais importante não é a estética, mas sim, a saúde.

Você sabia?

Hipócrates foi um filósofo grego, a quem é atribuída a origem das ciências médicas. Viveu em 460 a.C. Hipócrates tinha como linha de pensamento a moderação, e que a melhor forma de prevenir doenças era tendo uma vida saudável. Uma frase bem conhecida de sua autoria é:"Que teu alimento seja teu remédio". Além disso, escreveu o juramento feito por todos os médicos até hoje.

Sabe quantas calorias você gasta na realização das atividades abaixo?

Obesidade
Fonte:Marzocco, Anita. Bioquímica Básica, 3 ed.-Rio de Janeiro, Guanabara Kooogan, 2007-pag.24

Novo medicamento contra obesidade é desenvolvido

Uma equipe da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, chefiada pela pesquisadora brasileira Renata Pasqualini, está desenvolvendo um novo medicamento para tratar a obesidade, através da destruição das células de gordura.

A droga age sobre a porção prejudicial do tecido adiposo, que se acumula ao redor do abdômem ou sob a pele. O mecanismo de ação deste medicamento se baseia na destruição seletiva do suprimento de sangue das células de gordura, os adipócitos. Além disso, libera uma molécula que causa a morte desta célula, o que ajuda a reduzir os índices de gordura e consequentemente o peso corporal.

Os testes foram realizados em macacos obesos, que perderam 11% do seu peso corporal em 4 semanas de tratamento. Já os macacos com peso normal não perderam peso durante o estudo. O principal efeito colateal da droga foi percebido nos rins quando a dose administrada estava incorreta. Serão iniciados os testes com seres humanos posteriormente..

O medicamento pode ser então uma alternativa para o emagrecimento com saúde e tem a vantagem de poder evitar o efeito-sanfona uma vez que as células de gordura são destruídas e não apenas `esvaziadas`.

Bibliografia

Livros

1. Obesidade e pobreza: um novo desafio da saúde pública editores Manuel Pena e Jorge Bacallao ; [tradução Andréa Favano]. - São Paulo: Roca, 2006. Organização Pan-Americana da Saúde. Agência Sanitária Pan-Americana. Escritório Regional da Organização Mundial da Saúde, OMS.

2. Marzzoco, Anita. Bioquímica Básica / Anita Marzzoco, Bayardo Baptista Torres. - 3 ed. - Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2007.

3. Laurence, J. Biologia: ensino médio volume único / J. Laurence – 1. ed- São Paulo : Nova Geração, 2005.

Internet

HTTP://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/2719/Cura+da+obesidade+depende+de
+apoio+da+familia
HTTP://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/diabetes/inimigo-traicoeiro/
HTTP://drauziovarella.com.br/infancia/criancas-rechonchudas/
HTTP://hypescience.com/novo-medicamento-ajuda-obesos-a-perder-10-de-peso-emum-mes/
HTTP:///www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,53664
HTTP://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5486777-EI8142,00-
Numero+de+obesos+na+UE+praticamente+iguala+os+dos+EUA.html
HTTP://www.scielo.br/pdf/%0D/abem/v47n2/a03v47n2.pdf

Impressos e periódicos

1.A dieta ideal

Programa Educação de Saúde para Controle de Peso. 20 princípios de uma alimentação saudável.
Dr. Cleber Pinheiro, Médico Endocrinologista e Metabologista. Lagoa Bonita, 2009.

2.Saúde é vital

Bactérias da obesidade.Por Samuel Ribeiro. Revista Saúde é vital, edição de fevereiro de 2007.
Editora Abril S.A. Páginas 48-56.

Autora: Fabiana Furtado Filippini

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