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Algodoeiro da Praia

ALGODOEIRO DA PRAIA (Hibiscus pernambucensis)

Ocorrência

Do nordeste do país até São Paulo

Outros nomes

Guaxima do mangue, algodão do brejo, guanxuma

Algodoeiro da Praia

Características

Espécie com altura média entre 3 e 6 m, copa globosa e tronco de 20 a 30 cm de diâmetro. Perenifólisa, heliófita. Possui folhas simples, membranáceas, denso-tomentosas em ambas as faces, de 10 cm. Flores de coloração amarela. Um Kg de sementes contém cerca de 90 mil unidades, cujo armazenamento é superior a três meses. No campo, seu desenvolvimento é rápido.

Habitat

F loresta pluvial de restinga

Propagação

Estacas ou sementes

adeira

L eve, macia ao corte, textura grossa e de baixa durabilidade.

Utilidade

É ornamental e amplamente utilizada na arborização urbana, pricipalmente em ruas estreitas e sob a rede elétrica. A madeira pode ser utilizada para a fabricação de pequnos artefatos, brinquedos e caixotaria.

Florescimento

Durante quase todo o ano, porém com maior intensidade nos meses de agosto e janeiro.

Frutificação - fevereiro e abril

Fonte: www.vivaterra.org.br

Algodoeiro da Praia

Classificação científica

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Malvales

Família: Malvaceae

Género: Hibiscus

Espécie: H. tiliaceus

Algodoeiro da Praia

Nome binomial

Hibiscus tiliaceus

O algodoeiro-da-praia, algodoeiro-da-índia ou majagua (Hibiscus tiliaceus) é uma árvore de até 10 metros da família das malváceas. Originário das ilhas do Pacífico, já está disseminado mundialmente nos trópicos e subtrópicos, sendo até considerado planta daninha em algumas situações.

No Brasil é cultivado pela ornamentabilidade. Possui semelhanças com o H. pernambucensis.

Folha

Típica do gênero, se torna mais alongada próxima ao final de um ramo em flor. Possui as estípulas típicas largas na base da haste. Folhas cordiformes, grandes flores amarelas, com o centro grená.

Flor

Amarela com uma mancha vermelho-castanha no centro da flor. Quando o pedúnculo aponta para cima, é sinal que vai abrir; tal abertura se dá pela manhã e, no fluir do dia, caem e se conservam embaixo da árvore por mais um dia, avermelhando-se aos poucos.

No inverno podem durar até dois dias na planta. Os estigmas são vermelho-escuros e com as pontas arredondadas, uma das diferenças com a outra espécie semelhante.

Os frutos capsulares, nativa da Índia, naturalizada no Brasil e especialmente cultivada como ornamental e para arborização, bem como pela madeira e fibras extraídas da casca e por propriedades emolientes das folhas e flores.

Também conhecida pelos nomes de aguaxima-do-mangue, algodoeiro-da-índia, algodoeiro-da-praia, baru, embira, embira-do-mangue, guaxima-do-mangue, ibaxama, manhoco, quiabo-do-mangue e uacima-da-praia.

Fonte: www.pt.wikipedia.org

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