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Cedro

Cedro: Árvore símbolo nacional do Líbano

Cedro
Cedro

“Os Cedros são os monumentos naturais mais célebres do universo. A religião, a poesia e a história igualmente os consagrou.

São seres divinos sob forma de árvores.” Lamartine, poeta francês, século XIX.

“Um cedro sempre verde é um povo sempre jovem, apesar de um passado cruel. Embora tenha sido oprimido, jamais conquistado.

O cedro é o seu sinal de união. E pela união, pode enfrentar a todos os ataques.” Texto da proclamação do Grande Líbano como Estado Independente em 1920.

O cedro do Líbano é mais que uma árvore, ele é o símbolo do Líbano. O cedro foi escolhido como emblema da bandeira libanesa por simbolizar força e imortalidade. Embora existam muitos tipos de cedros, o Cedro do Líbano ou Cedrus libani é a espécie mais velha e mais forte, podendo viver ao longo de centenas anos.

Antigamente as montanhas do Líbano eram cobertas de cedros. Tem-se conhecimento da árvore desde 3 mil a.C., quando a cidade de Biblos Jbeil era um importante centro comercial da antiga Fenícia, junto ao Mar Mediterrâneo. Além disso, o cedro é muitas vezes mencionado na Bíblia Sagrada como um símbolo de força e de eternidade.

Veja como o Cedro do Líbano marcou sua presença ao longo da história:

Os fenícios empregavam sua madeira na construção de embarcações, utilizadas para a navegação no Mar Mediterrâneo e no Oceano Atlântico.
O papiro de Unamon, datado do século XI a.C. testemunha o intercâmbio comercial entre o Líbano e o Egito. Unamon narra que foi encarregado pelo Grande Sacerdote do Deus Amon, de Tebas, para procurar os cedros a fim de construir um barco consagrado à divindade.
Segundo a Bíblia, o Rei Salomão construiu seu famoso templo com a madeira dos cedros libaneses.
A madeira do cedro era perfumada e utilizada pelos faraós do Egito para mumificar os mortos.

Houve uma época em que até cem mil encarregados cortavam as árvores para extrair a nobre madeira do cedro. Hoje ainda temos dezoito florestas.

Em Bcharri, floresta relíquia a uma altitude de 1.900 metros, há mais de 300 árvores, sendo que duas têm cerca de 3 mil de idade, e outras dez possuem mais de mil anos. Há ainda a Floresta de Jaj Laqlouk e a Floresta de Barouk Maaser Chouf com quase seis milhões de árvores antigas e novas.

O cedro cresce muito devagar e chega a atingir até 40 metros de altura e 14 metros de diâmetro no tronco. Nos primeiros três anos de vida, as raízes crescem até um metro e meio de profundidade, enquanto a planta tem somente cerca de 5 centímetros.

Aos quatro anos o cedro começa a crescer – vinte centímetros por ano – e só aos quarenta anos produz sementes.

Em 1985 foi criada a associação Amigos da Floresta dos Cedros que tem por objetivo o plantio de novas mudas de cedros nas montanhas libanesas, além do reflorestamento da região que já foi devastada.

Fonte: libano.org.br

Cedro

Cedro - Cedrela fissilis

Ocorrência – em todo o país, principalmente de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul.

Outros nomes – cedro rosa, cedro vermelho, cedro branco, cedro batata, cedro amarelo, cedro cetim, cedro da várzea, cedro-fofo, acaiá, acaju, cedrinho, cedro-roxo.

Características – árvore de grande porte, com altura de 20 a 25 m e tronco com 60 a 90 cm de diâmetro. Tronco reto revestido de casca grossa, parda acinzentada, rugosa e profundamente sulcada.

Folhas compostas de 60 a 100 cm de comprimento, paripinadas, de 10 a 15 pares de folíolos sem pecíolo, oval-lanceolados, cobertos de pêlos finos e curtos e com nervura central saliente na face inferior de 8 a 14 cm.

Flores brancas. Fruto cápsula oblonga, pendente, lenhosa, pardo-escura, com lenticelas salientes, de 4- 11 cm de comprimento, que se abre em 5 partes quando seco.

Sementes aladas, castanho-claras, numerosas e achatadas. Resiste a geadas fracas e derruba totalmente as folhas no inverno. Um Kg contém 21.000 unidades.

Habitat - floresta estacional semidecidual, floresta pluvial atlântica e eventualmente também em cerradões.

Propagação – sementes

Madeira – coloração variável desde amarela-clara até rósea ou vermelha, com poucas listras, leve a moderadamente pesada, macia ao corte, notavelmente durável em ambiente seco e aromática.

Quando enterrada ou submersa apodrece rapidamente. O alburno é branco ou rosado distinto do cerne.

Utilidade – madeira tem alto valor comercial, sendo empregada principalmente na construção civil e marcenaria. Usada na confecção de móveis finos, compensados, contraplacados, esculturas, molduras, instrumentos musicais; na construção civil como forros e esquadrias e na construção de lanchas, botes e canoas e aeronáutica.

Apresenta potencial como ornamental e em reflorestamentos, desde que em plantios mistos, pois é atualmente suscetível ao ataque de broca do ponteiro, Hypsipyla grandella.

A árvore é largamente empregada no paisagismo de parques, grandes jardins e recomendada para a arborização de praças públicas.

Também pode ser utilizada na arborização de ruas. Não deve faltar na composição de reflorestamentos heterogêneos de áreas degradadas para preservação e para a restauração das matas ciliares em locais com ausência de inundação.

As folhas novas desta espécie podem servem de alimento para o bugio (Alouatta fusca).

Florescimento – agosto e setembro

Frutificação – julho a agosto

Cuidados - nunca deve ser plantada em agrupamentos homogêneos devido ao ataque da broca.

Fonte: vivaterra.org.br

Cedro

Árvore perene de porte alto, natural da África e da Ásia. O cedro é da mesma família que os pinheiros.

Possui galhos largos e compridos, cobertos de acículas (folhas finas como agulhas) de 1,5 a 5 cm, agrupadas em tufos.

As acículas são normalmente azul-esverdeadas, mas podem também ser prateadas ou amarelas.

Cedro
Cedro

Os cones têm de 8 a 13 cm de comprimento e crescem perpendiculares aos galhos.

Cada escama dos cones encerra duas sementes aladas, que se soltam quando maduras.

Existem quatro espécies de cedros verdadeiros: o cedro-do-himalaia, o cedro-do-atlas, o cedro-do-chipre e o cedro-do-líbano.

Da família das meliáceas, existe um grande número de variedades vulgarmente conhecidas como cedros: cedro-batata, cedro-branco, cedro-cheiroso, cedro-das-missões, cedro-de-mato-grosso, cedro-do-rio-de-janeiro, cedro-rosa e cedro-vermelho, cujas madeiras são extensamente utilizadas.

Alguns exemplares dos cedros da família das meliáceas são ornamentais.

Salomão construiu seu templo em Jerusalém com cedro-do-líbano, presente do rei Hirão, de Tiro.

O cedro foi introduzido em São Paulo, onde é cultivado em pequena escala. Os cedros se desenvolvem bem em jardins protegidos, onde o solo seja mantido adubado.

Em geral, são semeados, mas podem ser cultivados a partir de estacas ou de enxertos.

Fonte: klickeducacao.com.br

Cedro

Nome popular: Cedro-rosa, cedro-batata, cedro-branco;
Altura e diâmetro:
de 25 a 35 metros de altura com 60 a 90 cm de diâmetro;
Floração:
entre setembro e dezembro;
Ocorrência:
geralmente no alto Vale do Itajaí e oeste catarinense;
Conservação de recursos genéticos
: não é ameaçada de extinção.

Cedro
Cedro

Cedro
Cedro

CARACTERÍSTICAS BOTÂNICAS E ECOLÓGICAS:

Forma: árvore caducifólia, com 10 a 25 m de altura e 40 a 80 cm de DAP, podendo atingir até 40 m de altura e 200 cm de DAP, na idade adulta. Todas as partes da planta apresentam cheiro de alho quando esmagadas.

Tronco: cilíndrico, reto ou pouco tortuoso, com ausência de sapopemas ou, quando presentes, pouco desenvolvidas. Fuste com até 15 m de comprimento.

Ramificação: dicotômica. Copa alta, densifoliada, múltipla, corimbiforme, típica.

Casca: com espessura de até 40 mm. A casca externa é marrom a pardo-acinzentada, com fissuras longitudinais profundas e largas, muito típicas. A casca interna é avermelhada a amarelada, com odor agradável (Ivanchechen, 1988).

Folhas: compostas, paripinadas, geralmente com 25 a 45 cm, até 140 cm de comprimento, polimorfas, com 8 a 30 pares de folíolos de 6,5 a 24 cm de comprimento por 2 a 6,5 cm de largura, oblongo-lanceolados a ovado-lanceolados; base subaguda a cordada, simétrica ou levemente oblíqua.

As folhas, principalmente quando desprendidas do galho, exalam um cheiro bastante desagradável, semelhante ao de cebola. Com relação à anatomia foliar, essa espécie apresenta características peculiares, principalmente em relação aos tipos de tricomas e estômatos, além da densidade estomática, que é a maior em comparação aos outros táxons da família Meliaceae (Piratininga-Azevedo & Costa, 1999).

Flores: são unissexuais por aborto; flores masculinas mais alongadas que as femininas, amadurecendo em tempo diferente destas, com pétalas esverdeado-brancas, às vezes rosadas no ápice, com 12 mm de comprimento, reunidas em tirsos axilares de até 30 cm de comprimento em média, às vezes alcançando até 60 cm.

Fruto: cápsula piriforme deiscente, septífraga, abrindo-se até mais da metade por cinco valvas longitudinais, lenhosas, espessas, rugosas, marrom-escuras, com lenticelas claras, com 3 a 10 cm de comprimento e 3 a 3,5 cm de largura, pesando cerca de 13 g, com aproximadamente 30 a 100 sementes viáveis por fruto. Eibl et al. (1994) verificaram que existem em média de 45 sementes distribuídas em cinco lóculos.

Semente: alada numa das extremidades, comprimida lateralmente, bege a castanho-avermelhada, com pequeno núcleo seminal, com até 35 mm de comprimento por 15 mm de largura (Beltrati et al., 1985).

Características da Madeira:

Massa específica aparente: a madeira de cedro varia de leve a moderadamente densa (0,47 a 0,61 g/cm3), a 15% de umidade (Mainieri & Chimelo, 1989; Paula & Alves, 1997)).

Massa específica básica: 0,44 g/cm3 (Jankowsky et al., 1990).

Cor: o alburno é de coloração branca à rosada. O cerne varia do bege rosado-escuro ou castanho-claro-rosado, mais ou menos intenso, até ao castanho-avermelhado.

Características gerais: superfície lustrosa e com reflexos dourados; textura grosseira; grã direita ou pouco ondulada. Cheiro característico, agradável, bem pronunciado em algumas amostras, quase ausente em outras e gosto ligeiramente amargo.

Durabilidade natural: madeira de resistência moderada ao ataque de organismos xilófagos. Madeira resistente aos agentes exteriores, salvo se enterrada ou submersa, quando apodrece rapidamente.

Preservação: madeira de baixa permeabilidade às soluções preservantes em tratamento sob pressão.

Secagem: é de fácil secagem em estufa, não ocorrendo empenamento e rachaduras. A secagem ao ar é rápida e a ocorrência de defeitos é pequena.

Trabalhabilidade: fácil, com instrumentos manuais ou mecânicos. O aplainamento produz uma superfície lisa e uniforme. Apresenta boa retenção de pregos e parafusos, com excelente absorção de pigmentos e polimento.

Outras Características:

Entre as madeiras leves, o cedro é a que possibilita o uso mais diversificado possível, superado somente pela madeira do pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia).
A madeira desta espécie é parecida com a do mogno (Swietenia macrophylla), sendo porém mais mole e de textura mais grossa, e de qualidade inferior em comparação com a do cedro-rosa (Cedrela odorata).

Produção de Muda:

Semeadura: recomenda-se semear em sementeiras, para posterior repicagem, ou duas sementes em sacos de polietileno com dimensões mínimas de 20 cm de altura e 7 cm de diâmetro, ou em tubetes de polipropileno de 200 cm3, contendo substrato formado pela mistura de composto orgânico (80%) e moinha de carvão moída (20%) (Santos et al., 2000). Por ocasião da semeadura, retirar as asas das sementes. A repicagem deve ser efetuada quatro a seis semanas após a germinação.

Germinação: epígea, com início entre cinco a 75 dias após a semeadura. O poder germinativo é bastante variável, entre 35 a 95%; em média, 60%. As mudas atingem porte adequado para plantio cerca de quatro meses após a semeadura. Mudas maiores, com 40 cm a 80 cm de altura, apresentam bom pegamento no campo.

Cuidados especiais: o cedro responde satisfatoriamente ao transplante com muda de raiz nua (Flinta, 1960).

Propagação vegetativa: estacas de Cedrela fissilis enraízam com relativa facilidade, sendo comum ver-se mourões de cerca brotados transformarem-se em árvores (Heringer, 1947). Estacas de raízes, de 30 cm x 10 cm, colocadas em areia lavada úmida, apresentaram mais de 80% de pegamento (Rodrigues, 1990).

A espécie também se propaga por rebentos de suas raízes (Mattos, 1980). Moreno & Viana (1995) verificaram, em C. fissilis, com resultados satisfatórios o efeito da sacarose e de diferentes meios de cultura na germinação e crescimento in vitro de sementes e de embriões zigóticos, e reguladores de crescimento de diferentes explantes na indução e crescimento de calos e na multiplicação de ramos.

Kirst & Sepel (1996) testando a micropropagação de cedro a partir de ápices de plântulas concluíram que a etapa de multiplicação in vitro demonstrou que a espécie apresenta um bom potencial de organogênese direta, indicado pela quebra da dominância apical e pelo desenvolvimento de gemas.

Estudando o efeito do hormônio vegetal composto maxvigor no enraizamento das estacas do cedro, Bueno et al. (1999), concluíram que este composto não influenciou no enraizamento das estacas de cedro em solo argiloso, talvez devido a sua compactação, o qual foi verificada após separar a estaca do substrato.

Oliveira et al. (2000), relataram que a miniestaquia de cedro, a partir de material seminal, é tecnicamente viável, tornando-se uma alternativa na produção de mudas desta espécie, principalmente, nas situações onde a semente é insumo limitante.

Conservação de Recursos Genéticos:

As variâncias genéticas, constatadas em mudas de dois anos de idade, indicam que o melhoramento genético do cedro, baseado na seleção de procedências, poderá proporcionar ganho maior do que baseado na seleção de progênies.

A significativa variação genética entre progênies indica, também, a possibilidade de melhoramento genético dentro de procedências superiores (Firkowski, 1990).

O mesmo autor também encontrou, entre as cinco procedências testadas, uma que se destacou das demais quanto ao ataque de Hypsipyla grandella nos frutos.

Inoue (1973) constatou variação de comportamento entre espécies e procedências de cedro, entre os parâmetros avaliados: altura, danos pela geada e ataque de H. grandella.

Referências

LORENZI, Harri. Árvores Brasileiras: Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil – Vol. 01, 2002, Cedro – Cedrela fissilis, p.257.

Fonte: riodosul.sc.gov.br

Cedro

Caracteristicas cedro

E uma árvore muito elegante, e de crescimento muito rápido; sua folhagem faz um magnífico contraste com o verde das outras árvores, principalmente as variedades glauca (cèdre Argenté, dos franceses; mountains Atlas silver cedar, dos ingleses); de folhagem branco-prateada, é o mais duro dos cedros e, em verdade, o mais recentemente introduzido no Brasil.

Cedro
Cedro

Sua cultura se desenvolve principalmente em São Paulo.

É planta originária da África do Norte.

Os franceses chamam-na também de cèdre atlantique.

Cedro do libano

Cedro
Cedro

Submetido à destilação, tira-se dele o “libanol”, essência amarelo-clara, perfumada, com a densidade de 0,9517, a qual é valiosa como antiblenorrágica e muito útil também contra enfermidades das vias urinárias, assim como nas afccções pulmonares, inclusive curando a tuberculose; o nome da essência resulta do fato do cedro-do-atlas haver sido, durante muitos anos, considerado uma simples variedade do cedro do líbano.

CEDRO DO ATLAS

Cedro
Cedro

CEDRO-DO-ATLAS (Cedrus atlântica, Manetti). Família das Pináceas.

Árvore muito alta, piramidal, caule reto, folhas agudas, crassas, fasciculadas, glaucas amentos cilindrico-cònicos, cones de 5-7 centímetros, castanho-claros.

Sua madeira, muito bonita, perfumada e muito resinosa, tem a cor amarelo-ferru-gínea, e é. própria para obras hidráulicas e expostas, dormentcs, marcenaria e carpintaria; peso específico 0,606 a 0,808 (o lenho dos espécimes cultivados na Europa têm densidade muito menor).

Arvore cedro

Arvore cedro. O caule, depois de perfurado, fornece uma resina conhecida como a terebintina, que entrava antigamente na fabricação da “água balsâmica”, muito empregada no combate às bronquites crônicas; os ramos novos e as folhas soltam o maná de Briançon que é uma substância doce, brancacenta e atua como purgativo.

No Brasil esta planta é cultivada apenas como ornamental. É originária da Europa.

Planta cedro

Planta cedro a espécie Larix europeu, DC. já é uma árvore grande, medindo até 25m de altura, tem caule reto e cilíndrico, copa cônica, folhas fasciculadas, saindo de brotos esca-mosos e globulosos, tornando-se depois aternas, agudas, verde-claro.

Esta espécie também é medicinal, pois, sua casca é adstringente e serve para curtume.

O cedro

Cedro
Cedro

O cedro produz também esta planta, uma essência sudorífica muito útil contra algumas moléstias da pele e usada principalmente na veterinária.

No Estado de São Paulo é cultivada uma espécie denominada cedro-anão (Prostate juniper) que é um subarbusto deprimido, muito pequeno, ramos curtos, densamente cobertos de folhas lineares, mas de belíssimo efeito nos parques, plantada sob as árvores substituindo a relva.

Fonte: plantas-medicinais.me

Cedro

Dentre as especies de arvores nativas presentes no Líbano, o mais famoso, a espécie mais valiosa tanto nacionalmente quanto internacionalmente é o Cedro do Líbano, conhecido cientificamente como Cedrus libani.

O Cedro do Líbano é citado numerosas vezes na religião e mitologia. Além de sua participação significante no Épico de Gilgamesh, o Cedro do Libano é referido como uma arvore mundial em diversas passagens mitologicas.

Uma profunda passagem mitologica ve a naçao imperial sobre a figura de algo como uma arvore mundial [Ezekiel 31.1-18].

O corte do Cedro é visto como a destruiçao do imperio mundial - na verdade, como o final da história. Nosso conhecimento de ecologia, a dependencia da historia humana na manutençao de um meio natural, simplemente faz essa "tirada" historica explicita.

Medicamente, o Cedro do Líbano tambem deixou sua marca. A casca do Cedro era utilizada para aliviar dores de dente. A seiva do Cedro fazia cobras voarem.

Mais adiante, baseado em analises historicas, acredita-se que o Cedro foi usado na preservação of the corpses in Egypt.

Naturalmente, tanto os registros religiosos e mitologicos e o emprego medicinal refletem a importancia do Cedro do líbano historicamente, e contribuiram para fazer do Cedro uma das especies de arvore mais significante na historia mundial. O Cedro do Líbano fez parte da sociedade não só culturalmente mas foi a base de numerosas economias em civilizaçoes antigas.

O Cedro era usado para a construçao de Templos, Palacios, e embarcaçoes. A exportaçao de sua madeira para o Egito era um importante fator no crescimento da prosperidade Fenícia e trouxe capital para lançar uma das mais ambiciosas formas de comercio internacional, navegação, artes e equipamentos.

Os fenicios e egiptos nao estavam sozinhos na utilizaçao do Cedro. Os Assírios, Nebuchdrezzar, os Romanos, Rei David, Rei da Babilonia, Herod o Grande, e os Turcos no imperio Otomano, todos utilizaram os Cedros. Durante a Guerra de 1914-1918, a maioria das reservas remanescentes foram devastadas e destruidas para construçao de Ferrovia de combustivel. Como consequencia, a grande extensao de Cedros no Líbano declinou dramaticamente.

As Florestas de cedros em um tempo cobriram largas areas nas montanhas do Oriente Próximo. Os mediterrâneos antigos olhariam para nossos olhos como Europeus do Norte hoje, com grandes florestas de coniferas no Líbano, Turquia, e Corsica.

É uma regra geral que quando essas florestas de clima do Norte são cortadas, elas são substituídas por uma flora mais baixa do Sul; a maioria do solo é perdida, água não é retida, e o periodo requerido para restaurar o clima estável é desconhecido. Portanto, baseado em dados historicos e estimativas cientificas,a primavera perene do alto Líbano de hoje deve ter sido mais constante, as planícies mais verdes e úmidas.

Devia haver maior indice de chuvas anuais devido a recirculaçao de água nas planicies do Oeste com a transpiração da Floresta. Achava-se que a Floresta e seus animais eram infindáveis... e tão cegamente o desflorestamento continuou até a área florestal do Líbano se tornar meros 60000 hectares, e o cedro fazer parte apenas de uma pequena porcentagem.

Hoje, o Cedro do Líbano está limitado a 12 reservas, um total aproximado de 1700 hectares, nada peróxima de seu antigo florescimento de estimativa de 81000 hectares no Líbano.

Dentre as coniferas, o Cedro do Líbano é uma das mais magestosas. O Cedrus libani é nativo do Lebanon, Montanhas Taurus na Síria e Sul da Tuquia. Uma pequena população ocorre no Norte da Turquia perto do Mar Negro.

O Cedrus libani está na família dos Pinheiros (Pinaceae). O Cedro é monóico; possue flores unisexuadas com sexos macho e fêmea na mesma planta. A inflorescencia masculina é solitaria, ereta, aproximadamente 5 cm comprimento, e ocorre no final dos galhos curtos.

Os cones femininos sao mais arredondados e menores, e podem ocorrer singularmente nas pontas dos galhos. Quando maduros, eles são largos, em forma de barril, e abrem-se enquanto estiverem presos aos galhos.

O cone feminino matura no segundo ano, requerindo aproximadamente 17 a 18 meses para o desenvolvimento completo. Cones jovens sao verde claro, cones maduros ficam marrons. Os galhos de arvores novas sao geralmente eretos. Os troncos de arvores antigas sao geralmente dividos em "andares", galhos eretos, os galhos laterais sendo horizontais e algumas vezes extendidos a uma consideravel distancia do tronco.

A froma da árvore, especificamente a forma de seu tronco, muda dependendo da densidade da reserva. Quando localizado em uma reserva densa, o Cedrus libani crescer mais longilíneo, enquanto que crescendo em uma reserva pouco densa, o Cedrus libani desenvolve seus galhos horizontais mais baixos e os espalha por longas distâncias.

Os cones fertilizados, que demoram de 2 a 3 anos para amadurecerem, são ovais. Em média, arvores nao produzem cones até terem 40 ou 50 anos de idade.

A propagação é por sementes. As sementes germinam no final do Inverno, quanto tanto a chuva quando a neve derretida estão presentes.

O Cedrus libani é mais abundante e desenvolvido nas escarpas norte, onde o impacto da radiação(solar) é menos severo. No Mediterrâneo, essa escarpas encaram o mar. A neve do Inverno é uma fonte importante de água na Primavera. A precipitaçao anual no Líbano normalmente excede 1000 milimetros onde há Florestas de Cedros.

A extensiva erosão do solo no Líbano tornou as especies florestais mais sensíveis às condiçoes atmosfericas, e o desflorestamento reduziu a formação de nuvens.

A toleranci à sombra é geralmente baixa; Cedros requerem luz solar abundante durante suas vidas. Cedros normalmente se dispõe em grupos, com excessão de florestas abertas, junto apenas com vegetação baixa e grama, mas também está mixado com outras coníferas.

O Cedrus libani no Líbano está limitado a apenas 12, separadas, reservas.

De Norte a Sul, essas reservas são: Floresta Jabal Qammoua, Wadi Jahannam na área de Akkar, Ehden, Bcharre, Tannourine-Hadeth, Jeij nas montanhas Jubail do Líbano central, e Jabal el-Barouk nas florestas das Montanhas Chouf, Ain Zhalta/Bmohrain, Barouk, e Maasser el-Chouf.

Fonte: kfs10.com.br

Cedro

Símbolo freqüente de força e resistência na Bíblia, o cedro parece ter sido a árvore cuja madeira Salomão escolheu para a edificação de seu templo e os fenícios empregaram-na na construção de barcos.

O cedro pertence à família das pináceas, ordem das coníferas.

Trata-se de uma árvore de grande porte a que a disposição dos galhos confere bela aparência.

Ultrapassa não raro quarenta metros de altura, com cerca de três metros de diâmetro na base do tronco. Possui folhas em forma de agulha, e se reproduz por sementes, contidas em cones.

Há quatro espécies de cedro verdadeiro: o cedro-do-atlas ou cedro-africano (Cedrus atlantica), o cedro-de-chipre (C. brevifolia), o cedro-do-líbano (C. libani) e o cedro-do-himalaia (C. deodara).

Como indicam seus nomes, são árvores originárias de áreas montanhosas da região mediterrânea e do Tibet, que se disseminaram pelo mundo, em geral com intenções ornamentais, graças à ação do homem.

Todas fornecem madeiras leves, avermelhadas, de grande durabilidade, utilizadas em construção e marcenaria, e de cuja destilação se obtém o óleo de cedro.

No Brasil, onde há cedros verdadeiros plantados com fins paisagísticos, sobretudo no Rio de Janeiro e em São Paulo, o mesmo nome se aplica a diferentes espécies nativas, classificadas no gênero Cedrela, da família das meliáceas, como o cedro-cheiroso (C. odorata), o cedro-batata (C. fissilis ou brasiliensis), o cedro-das-missões (C. tubiflora) e o cedro-rosa (C. glaziovii).

Fonte: biomania.com

Cedro

Cedro - Crú

Foi uma das madeiras mais importantes do país; madeira bem estável e fácil de trabalhar, mesmo leve agüenta bem no tempo e o ataque de insetos.

Nome Científico: Cedrela odorata L.

Nomes Comerciais: Cedro, cedro vermelho, redceder, cedar, cedre acajou, ceder, cedro rosa, cedro cobrado, cedro blanco, cedro amargo, cedro macho.

Origem

Material lenhoso para os estudos tecnológicos foi obtido no Estado de São Paulo, na Alta Sorocabana, município de Cândido Mota e, ainda, no norte do Estado do Paraná e vale do Itajaí, Estado de Santa Catarina.

Características Gerais:

Madeira leve, ceme variando do bege-rosado-escuro ou castanho-claro-rosado, mais ou menos intenso, até o castanho avermelhado, textura grossa; grã direta ou ligeramente ondulada, superfície lustrosa e com reflexos dourados; cheiro característico, agradável, bem pronunciado em algumas amostras, quase ausente em outras; gosto ligeramente amargo.

Durabilidade:

A madeira de cedro é considerada de resistência moderada ao ataque de organismos xilófagos, segundo observações práticas a respeito de sua utilização.

Preservação:

A madeira de cedro, em tratamentos sob pressão, em ensaios de laboratórios, demonstrou ser de baixa permiabilidade às soluções preservantes.

Usos

A madeira de cedro, por apresentar retrabilidade linear e volumétrica baixas e propriedades mecânicas entre baixa e média, é particularmente indicada para partes internas de móveis finos, folhas faqueadas decorativas, contraplacados, embalagens decorativas, molduras para quadros, modelos de fundicão, obras de entalhe, artigos de escritórios, instrumentos musicais, em construcão civil, como venezianas, rodapés, guarnicões, cordões, forros, lambris em construcão naval, como acabamentos internos decorativos, casco de embarcacões leves, cabos de vassouras, etc.

A madeira de cedro classifica-se, entre as madeiras leves, como a que tem mais diversificação e é superada somente pela madeira do pinho-do-pará.

Fonte: madeiras.cc

Cedro

Cedro-rosa

O cedro-rosa, também é conhecido como acaicá, acajá-catinga, capiúva, cedro-amarelo, cedro-batata, cedro-branco, cedro-cetim, cedro-fofo, cedro-roxo, cedro-verdadeiro, cedro-vermelho, cedro-da-bahia, cedro-da-várzea, cedro-de-carangola, cedro-do-campo, cedro misionero (Argentina); cedro (Bolívia); ygary (Paraguai) e cedro colorado (Peru).

Ocorre em todos os ambientes florestais do Brasil e em praticamente toda a América Latina.

É uma espécie que ocorre tanto em ambientes que já foram alterados pela ação do homem, como também no interior da floresta primária.

Esta árvore pode atingir até 40 metros de altura e 200 cm de diâmetro. Seu tronco é cilíndrico, longo, reto ou pouco tortuoso e quando se ramifica produz uma copa alta e frondosa. Possui casca com fissuras longitudinais profundas e largas, muito típicas. A casca interna é avermelhada com odor agradável.

As folhas caem nas estações mais frias do ano. Suas flores, de coloração amarela a creme, formam um aglomerado denso. O fruto é uma cápsula lenhosa com textura rugosa e de coloração marrom escuro.

Dentro dele, encontram-se as sementes que são aladas. A polinização, possivelmente é feita por mariposas e abelhas e a dispersão das sementes é realizada pela ação do vento.

O cedro destaca-se entre as madeiras mais apreciadas no comércio brasileiro e nas exportações. Sua madeira é parecida com a do mogno (Swietenia macrophylla), sendo, porém mais mole e de textura mais grossa.

Possibilita o uso muito diversificado, superado somente pela madeira de pinheiro-do-paraná (Araucária angustifolia).

Sua madeira, é muito empregada na construção civil, na fabricação de caixas para cachimbo e na produção de energia. Na medicina popular é utilizada como tônica, adstringente, no combate a febre, contra feridas e úlceras.

A espécie é recomendada para arborização de praças públicas, parques e grandes jardins. Assim como, para recuperação de ecossistemas degradados e para reposição de matas ciliares em locais com ausência de inundação.

Fonte: maternatura.org.br

Cedro

O Cedro é uma árvore muito antiga. Existem muitos tipos de cedros, mas o Cedro do Líbano é o mais velho, o mais forte e o mais bonito, e pode viver centenas e centenas de anos.

“Os Cedros são os monumentos naturais mais célebres do universo. A religião, a poesia e a história igualmente os consagrou. São seres divinos sob forma de árvores.” – Lamartine, Poeta francês – Século XIX.

O cedro cresce muito devagar. Pode atingir até 40 metros de altura e 14 de diâmetro de tronco.

“Um cedro sempre verde é um povo sempre jovem, apesar de um passado cruel. Embora ter sido oprimido, jamais conquistado. O cedro é o seu sinal de união. E pela união, poderia enfrentar todos os ataques.” Texto da proclamação do Grande Líbano como Estado Independente em 1920.

Informações sobre os cedros

Nos primeiros três anos de vida do cedro, as raízes crescem até um metro e meio de profundidade, enquanto a planta tem só 4 a 5 centímetros. Aos quatro anos o cedro começa a crescer – 20 centímetros a cada ano – e só aos 40 anos produz sementes.

Em algumas culturas nativas, o cedro é considerado a "árvore da vida", pois sua queima reúne os quatro elementos: terra, fogo, água e ar. A fumaça do cedro lembra-nos de que as pessoas, os animais e as plantas são todos parentes, são todos o mesmo tipo de ser, interligados, comunicando-se em uma linguagem que pode ser relembrada pela memória de nossas células.

Os tipos mais usados são o Red Cedar(cedro vermelho) e o White Cedar(cedro branco também conhecido por junípero). Servem para purificar e afastar energias intrusas, bem como para atrair boas influências. Muitos carregam cedros em suas sacolas de medicina e cura, para afastar maus espíritos. Na tenda do suor, é utilizado para a purificá-la, bem como é utilizada nas defumações.

Características Morfológicas

Altura de vinte a trinta e cinco metros, com tronco de sessenta a noventa centímetros de diâmetro, folhas compostas de sessenta a cem centímetros de comprimento, com folíolos de oito a catorze centímetros de comprimento.

Madeira

Leve a moderadamente pesada (densidade média de 0,55 g/cm3), macia ao corte e notavelmente durável em ambiente seco. Quando enterrada ou submersa apodrecerapidamente.

Fenologia

Floresce durante os meses de Agosto-Setembro. Os seus frutos amadurecem com a árvore totalmente desfolhada durante os meses de Junho-Agosto. Produz anualmente grandes quantidades de sementes viáveis.

Utilidade

A madeira é largamente empregada em compensados, contraplacados, esculturas e obras de talha, modelos e molduras, esquadrias, móveis em geral, marcenaria, na construção civil, naval e aeronáutica, na confecção de pequenas caixas, lápis e instrumentos musicais, etc. A árvore é largamente empregada no paisagismo de parques e grandes jardins.

Fonte: eb1-moura-morta.rcts.pt

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