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Ingazeiro

 

INGÁ - Inga uruguensis

Ingazeiro
Ingazeiro

Ingazeiro
Ingazeiro

Ocorrência - São Paulo até o Rio Grande do Sul

Outros nomes - ingá do brejo, ingá de quatro quinas, Ingazeiro, ingá banana, angá.

Características

Espécie com altura de 5 a 10 m , tronco de 20 a 30 cm de diâmetro. Folhas compostas paripinadas, de ráquis alada, com 4 a 5 jugas. Folíolos herbáceos, pubescência restrita às nervuras, superfície inferior de cor mais clara, com 4 a 14 cm de comprimento por 1 a 4 cm de largura. Muito comum nas beiras dos rios e planícies aluviais, preferindo solos úmidos e até brejosos. Um Kg de sementes contém aproximadamente 760 unidades.

Habitat - floresta pluvial atlântica

Propagação - sementes

Madeira

Moderamente pesada, pouco resistente, de baixa durabilidade natural.

Utilidade

As flores do Ingazeiro são melíferas e bastante atrativas para as abelhas.

Os frutos são consumidos pelo homem e muito procurados pela fauna silvestre: macacos, periquitos, papagaios e peixes, especialmente os pacus e as piaparas.

A madeira é empregada para caixotaria, obras internas, confecção de brinquedos, lápis, etc. Indicada para a regeneração de matas ciliares e paisagismo.

Florescimento - agosto e novembro

Frutificação - dezembro a fevereiro

Fonte: www.vivaterra.org.br

Ingazeiro

Nome Científico: Inga sessilis

Família: Fabaceae (Leguminosae)

Características Morfológicas

O porte médio desta árvore é de 25 metros.

A casca do tronco, áspera, tem cor marrom-acinzentada.

As flores são brancas e o fruto é uma vagem verde e curva.

Origem: Mata Atlântica do Brasil.

Ocorrência Natural: Ocorre nos estados da Bahia, Minas Gerais, até o Rio Grande do Sul.

Conhecido pelos nomes populares de ingá-ferradura, ingá-macaco, ingá-graudo, ingá-carneiro e angá, o Ingazeiro, pode-se dizer, é entre as árvores frutíferas brasileiras uma das que mais merece destaque. E as razões são muitas.

Para começar, suas flores são polinizadas por morcegos e beija-flores e seus frutos (avantajados e em forma de ferradura, daí um de seus principais nomes) alimentam pacas e macacos. A fruta também serve de base para sucos.

Essa árvore é ainda bastante importante para a fauna, já que tem o seu peso ecológico: é fixadora de nitrogênio e recuperadora de áreas degradadas, sobretudo próximas aos cursos d'água.

A sua floração acontece de fevereiro a setembro e a frutificação, entre junho e janeiro.

O Ingazeiro é adequado para a produção de celulose e papel.

Fonte: eptv.globo.com

Ingazeiro

Nome Comum: Ingazeiro, Ingá-do-Brejo, Ingá-de-Quatro-Quinas, Ingá-Banana, Ingá, Angá.
Nome Científico: Inga Vera.
Família: Leguminosae-Mimosoideae (Mimosaceae).

Ingazeiro
Ingazeiro

Ingazeiro
Ingazeiro - Flor

Características Morfológicas

Árvore com 5 a 10 m de altura, com tronco de 20 a 30 cm de diâmetro.

Fruto vagem cilíndrica, com sementes envoltas por polpa carnosa.

As flores possuem numerosos estames de coloração branca na fase inicial, posteriormente amarelados.

Agrupam-se em vistosas espigas axilares recobertas por densa pubescência amarelada e medem até 10 cm de comprimento.

Ingazeiro
Fruto (Vagem).

Ocorrência: São Paulo até Rio Grande do Sul, principalmente na floresta pluvial atlântica.

Madeira: Moderadamente pesada, pouco resistente, de baixa durabilidade natural.

Ingazeiro
Tronco

Utilidade

A madeira é empregada para obras internas, caixotaria, confecção de brinquedos, lápis, entre outros.

As flores são melíferas. Produz anualmente grande quantidade de frutos comestíveis e também muito procurado por animais.

Como planta pioneira, adapta-se a solos úmidos. Ótima para plantios mistos em áreas ciliares degradadas. Pode ser utilizada no paisagismo, uma vez que cresce também em terrenos enxutos.

Características ecológicas: Espécie heliófila e seletiva higrófila. É indicada para plantio mistos em áreas ciliares degradadas.

Fenologia: Floresce durante os meses de Agosto-Setembro. A maturação dos frutos verifica-se nos meses de Dezembro-Fevereiro.

Fonte: www.boavistaftp.twc.com.br

Ingazeiro

Ingá é o nome comum - e de um gênero - de leguminosa que ocorre na Amazônia. Há um grande número de espécies de Ingá na região.

Elas são importantes pelos seus frutos comestíveis e pelo potencial fixador de nitrogênio devido à simbiose com bactérias dos gêneros Rhizobium e Bradyrhizobium. Seus frutos, em forma de vagens foto abaixo, apresentam tamanhos e formatos diferentes, chegando a superar um metro de comprimento.

Ingazeiro
Ingazeiro

Algumas espécies apresentam vagens em que uma película adocicada envolve as sementes. É essa película que diversos animais e o ser humano comem, sendo bem saborosa.

O Ingá é uma planta de clímax, ocorrendo principalmente dentro da floresta e suas sementes são classificadas como recalcitrantes.

Sementes assim classificadas diferem das tradicionais, como o milho e a soja.

As recalcitrantes perdem rapidamente a viabilidade germinativa e não podem ser secadas e armazenadas em geladeira ou freezer (abaixo de 40% de umidade ou temperaturas baixas elas morrem). Na segunda foto abaixo pode-se observar que a semente já se encontrava germinada ainda dentro da vagem, com a raiz e as folhas sendo visíveis. Várias tentativas para armazenar essas sementes fracassaram no passado, pelo desconhecimento de suas fisiologias.

Ingazeiro
Ingazeiro - Semente

Eram colocadas a temperaturas próximas ou abaixo de zero e passavam por um processo de secagem para atingirem umidades em torno de 12%, que são as condições recomendadas de armazenamento das sementes tradicionais.

Luiz Antonio de Oliveira

Fonte: www.impa.gov.br

Ingazeiro

INGA CINNAMOMEA, INGA EDULIS, INGA QUADRANGULARIS

NOME POPULAR: Ingá açú (I. cinnamomea), Ingá cipó (I. edulis), Ingá peua (I. Striata, classificada erroneamente como I. quadrangularis)

Ingazeiro
Ingá Cipó

Ingazeiro
Ingá Açu ou Chinelo

Ingazeiro
Ingá Peua

NOME INDIGENA: Ingá vem do tupi guarani e significa semente empapada aludindo ao arilo aquoso que envolve a semente. Açu grande, largo, Cipó que é enrolado, Peua chato, quadrado.

Origem: Ingá peua nativo da floresta atlântica; Ingá açu e ingá cipó nativo da Amazônia, Brasil.

Características

São arvores de troco curto e copa ampla quando cultivada, na floresta crescem de 6 a 18 metros de altura. As folhas são compostas e pinadas (semelhante a pena), no caso do Ingá açu, são três pares de folíolos e a nervura não é alada; No caso do Ingá cipó são 4 a 6 pares de folíolos com textura ondulada e no caso do ingá peua são 8 a 12 peres de folíolos. As flores são caracterizadas por 40 a 70 estames (tubos masculinos) longos, de 4 a 7 cm de comprimento, de cor branca.  

Plantado no Sitio Frutas Raras em: Peua em novembro de 2.002, Ingá cipó em outubro de 2.004, Ingá açú em janeiro de 2.005.

Dicas para cultivo: Arvore de crescimento rápido que não resiste a geadas inferiores a 0 grau, vegeta bem em altitudes superiores a 400 m. O solo pode ser profundo, úmido, neutro, com constituição arenosa ou argilosa (solo vermelho) e rico em matéria orgânica. A arvore inicia a frutificação no primeiro ano após o plantio no caso do Ingá açu, no 2 ano no caso do ingá cipó e no 3 ano no caso do ingá peua. Convém plantar no mínimo 2 plantas para uma melhor produção.

Mudas: Sementes alongadas, verdes, de casca delicada e recalcitantes (perde o poder germinativo em 4 dias) germinam em 10 a 30 dias, as mudas crescem rápido, adaptando-se a qualquer tipo de solo. Depois de plantada a muda cresce mais de 2 metro no primeiro ano A arvore é ótima para compor reflorestamentos e para fazer sombra refrescante para as pessoas que tem pressa de terem arvores grandes.

Plantando: Pode ser plantada a pleno sol como em bosques com arvores grandes bem espaçadas. Espaçamento 5 x5 m para o Ingá açú e 7x7 m para outras especies. Adicione a cova 1kg de calcário e1 kg de cinzas e 8 litros de matéria orgânica. Irrigar a cada quinze dias nos primeiros 3 meses, depois somente se faltar água na época da florada.

Cultivando: Fazer apenas podas de formação da copa e eliminar os galhos que nascerem na base do tronco. Adubar com composto orgânico, pode ser (6litros) cama de frango + 50 gr de N-P-K 10-10-10 dobrando essa quantia a cada ano até o 4ª ano.

Usos: os frutos são consumidos in-natura, sendo muito refrescantes e doces.

Floração no sitio Frutas Raras:  outubro novembro para o Ingá Peua e Cipó e dezembro a Março para o Ingá Açú.

Frutificação no sitio Frutas Raras: fevereiro março e outubro.

Fonte: frutasraras.sites.uol.com.br

Ingazeiro

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Fabales
Família: Fabaceae (Leguminosae)
Subfamília: Mimosoideae
Gênero: Inga
Espécie: Inga vera Willd.
Nomes populares:
Inga-banana, Ingá, Ingá-do-brejo, Inga-de-beira-do-rio, Ingá-de-quatro-quinas, Ingazeiro, Angá.

É a árvore mais típica do gênero, formadora de matas ribeirinhas (matas ciliares e galerias) do sul do Brasil.

Uma característica que a distingue das outras espécies do gênero pela densa pilosidade de cor amarelada nas folhas, caules, flores, frutos; outro fator que a diferencia de outras espécies é a produção de vagens retas e menores que a dos outros ingás.

O fruto desta espécie apresenta cor amarelada, textura aveludada e formato achatado, oblongo, de até 15 cm de comprimento por 1,8 cm de largura.

Árvore de pequeno porte, perenifolia (não perde as folhas em épocas específicas), de até 15 metros de altura, com fuste (eixo principal da árvore) curto, de até 60 cm de diâmetro e a casca é áspera e cinzenta. Folhas compostas, paripenadas, alternas com 3 a 6 pares de folíolos, ráquis alada e glândulas inter-folíolos.

Folíolos lanceolatos, de até 14 cm de comprimento por 4,5 cm de largura. Inflorescências em espigas axilares densamente pubescente (coberta de pêlos), amareladas.

Flores hermafroditas (órgãos reprodutivos feminos e masculinos na mesma flor), pentâmeras, com longos estames brancos (em pincel), de até 3 cm de comprimento.

A casca desta planta é usada para o curtimento de couros e preservação de artefatos de pesca. Madeira leve à meio pesada, branca, de importância econômica secundária. A Infusão da casca tem propriedades anti-sépticas.

É indicada na recuperação de barrancos de rios e outros ecossistemas aquáticos, pois se adapta e domina facilmente essas áreas. É uma planta frutífera importante para a fauna, como aves, peixes e outros animais. In natura, o arilo pode ser consumido sem problemas, porém o sabor não é muito apreciado.

Possui grande abrangência, ocorrendo na América Central, Colombia até Argentina e Uruguai. No Brasil, pode ser encontrada em quase todos os estados.

Esta árvore pode ser utilizada como ornamental devido a beleza gerada do contraste de cores das folhas, flores e frutos.

Muito atraída por insetos, pois suas flores são melíferas. A floração ocorre de agosto novembro e a frutificação de dezembro fevereiro, porém pode variar de acordo com a região.

De fácil propagação, pois naturalmente desenvolve-se muito bem em beira de rios e várzeas. A semeadura pode ser feita imediatamente, sem retirar a polpa dos frutos em canteiros ou embalagens individuais. A germinação geralmente ocorre em 10 15 dias, a repicagem pode ser feita quando as plantas alcançarem de 10 15 cm de altura.

O plantio definitivo pode ser feito após 3 a 4 meses.

Bibliografia

BACKES, P., IRGANG, B. MATA ATLÂNTICA: As Árvores e a Paisagem. 1ªed. Ed.Paisagem do Sul, 2004 393p.
LORENZI, H. ÁRVORES BRASILEIRAS: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova Odessa: Plantarum, 1992. 352p.
LORENZI, H. et al. FRUTAS BRASILEIRAS E EXÓTICAS CULTIVADAS (de consumo in natura). Instituto Plantarum de Estudos da Flora, São Paulo, 2006, 640p.

Fonte: naturezadivina.org

Ingazeiro

Nomes populares: ingá-cipó, ingá-de-macaco, ingá-macarrão (ES), ingá-rabo-de-mico (SC), angá

Características morfológicas

Altura de 6-25 m, geralmente dotada de copa ampla e baixa, com tronco claro de 30-60 cm de diâmetro. Folhas compostas paripinadas, amplas, de raque alada, com 4-6 pares de folíolos, sobre pecíolo cilíndrico de 2-5 cm de comprimento. Folíolos um pouco discolores, os basais de 4-8 cm de comprimento e os terminais de 12-18 cm de comprimento.

Inflorescências em espigas axilares (1-2 por axila), com muitas flores tubulosas e pubescentes de cor branca. Fruto legume (vagem) alongado, tomentoso, reto ou em ampla espiral, estriado longitudinalmente, de 15-80 cm de comprimento, com muitras sementes envoltas por arilo flocoso e adocicado.

Ocorrência

Região Amazônica e em toda a orla litorânea desde o Rio Grande do Norte até o norte de Santa Catarina na floresta pluvial Atlântica. Também nos demais países amazônicos.

Madeira

Moderadamente pesada (densidade 0,76 g/cm3), macia, de textura média, de moderada resistência mecânica e pouco durável.

Utilidade

A madeira é empregada apenas para caixotaria e para lenha e carvão. Seus frutos são comestíveis e muito apreciados pelas populações da região Amazônica, onde é cultivado em pomares domésticos e seus frutos são amplamente comercializados em feiras livres. Na região litorânea seus frutos são mais curtos que os da região Amazônica.

Informações ecológicas

Planta semidecídua, heliófita, seletiva higrófita, pioneira, característica da floresta pluvial tropical. Ocorre principalmente em capoeiras localizadas sobre solos de baixadas que durante o período chuvoso alagam-se com facilidade. Produz anualmente abundante quantidade de sementes viáveis.

Fenologia

Floresce durante os meses de outubro até janeiro (costa Atlântica) e os frutos amadurecem a partir de maio.

Obtenção de sementes

Colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea ou recolhê-los no chão logo após a queda. Em seguida abrir manualmente as vagens e retirar as sementes envoltas pelo arilo. Não deixá-las secar. Um kg de sementes contém aproximadamente 565 unidadas.

Produção de mudas

Colocar as sementes para germinação imediatamente após a retirada das vagens em canteiros semi-sombreados contendo substrato organo-argiloso. Em seguida cobri-las com uma fina camada do substrato peneirado e irrigar duas vezes ao dia. A emergência ocorre em poucos dias e a taxa de germinação geralmente é alta. Transplantar as mudas para as embalagens individuais quando com 4-6 folhas e daí diretamente para o local definitivo em 4-5 meses. O desenvolvimento das plantas no campo é considerado rápido.

Fonte: www.eupreservo.org

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