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Manacá da Serra

 

MANACÁ DA SERRA (Tibouchina mutabilis)

Nome Botanico: Tibouchina mutabilis Cogn.
Nomes Populares: Manacá-da-serra, jacatirão
Família: Angiospermae Família Melastomataceae
Origem: Brasil

Manacá da Serra
Manacá da Serra

Ocorrência - Rio de Janeiro a Santa Catarina.

Outros nomes - manacá, cuipeuna, manacá-da-serra-anão.

Características

Árvore de 6 a 12 m de altura com tronco de 20 a 30 cm de diâmetro. Copa arredondada de mais ou menos 4 metros de diâmetro.

Folhas pilosas, rígidas, de 8- 10 cm de comprimento por 3- 4 cm de largura, verde-escuro com nervuras longitudinais bem visíveis. Suas flores mudam de cor à medida que envelhecem.

No início da floração Possuem cor branca, ficando lilás escuro com o passar do tempo. Sua florada é deslumbrante e não passa desapercebida.

Habitat - Mata Atlântica.

Propagação - sementes.

Madeira - moderadamente pesada, macia, muito atacada por insetos xilófagos.

Utilidade - a madeira apesar de ser de qualidade inferior é empregada para vigas, caibros, obras, internas, postes, esteios e moirões para lugares secos.

Muito ornamental, pode compor lindas paisagens. Indicada para reflorestamentos mistos de áreas degradadas.

Florescimento - novembro a fevereiro.

Frutificação - fevereiro a março

Fonte: www.vivaterra.com.br

Manacá da Serra

Nomes populares: Manacá-da-serra, jacatirão, flor-de-quaresma
Família:
Melastomataceae
Espécie:
Tibouchina mutabilis, T. pulchra

O manacá é uma pequena árvore, de 8 a 15m de altura, comum nas áreas alteradas pelos homens, crescendo bem em capoeiras e capoeirões sendo incomuns nas matas mais desenvolvidas.

Pertence ao mesmo gênero da quaresmeira (Tibouchina granulosa) e da orelha-de-onça (Tibouchina holosericea), mais conhecidas que o próprio manacá.

Floresce entre novembro e fevereiro, por isso, também é chamada de "natalzeiro" aqui em nossa região. Sua bela florada com flores que variam do branco ao lilás colorem a paisagem regional do final do ano.

Suas flores de duas cores são decorrentes do amadurecimento diferencial das partes masculina e feminina, sendo as brancas, recém abertas, funcionalmente femininas (recebem pólen de fora) e as roxas ou lilases são as flores velhas, masculinas, liberando pólen.

A característica das flores que mudam de cor deu origem ao nome da espécie: mutabilis, e a sua grande beleza originou o nome da espécie mais próxima: pulchra, bela em latim.

Esta característica também a faz muito ornamental, um verdadeiro espetáculo da natureza, sendo amplamente utilizada em paisagismo e também na arborização urbana, devido ao seu pequeno porte e baixa interferência em fios e calçadas.

Sua madeira tem baixa qualidade, sendo macia e muito apreciada por insetos comedores de madeira (xilófagos), notadamente cupins e larvas de besouros. Ainda assim, pode ser empregada para vigas e caibros para obras internas e esteios e moirões para lugares secos.

Suas sementes são minúsculas e podem ser levadas pelo vento, estando prontas para colheita entre fevereiro e março.

Sendo pioneira e colonizadora de áreas abertas, presta-se muito bem para a recuperação de áreas degradadas, crescendo rapidamente, protegendo o solo em poucos anos.

Regenera-se abundantemente na natureza, o que faz com que seu corte não seja tão prejudicial como outras espécies de árvores mais raras e de baixa reprodução natural.

Assim, as capoeirinhas ou capoeiras jovens, com predomínio de manacás, podem ser suprimidas com a devida autorização das autoridades florestais competentes. Mesmo assim, evite cortar estas belas árvores que enfeitam nossa região.

Dicas

A produção de mudas requer alguns cuidados mas não é tão difícil. A colheita dos frutos deve ser feita entre fevereiro e março, quando eles começarem a cair espontaneamente. Você deve separar cuidadosamente os frutinhos dos pedúnculos deixando-os em repouso em local seco e protegido do sol direto por alguns dias.

Macere os frutinhos em água para liberação das sementes, que são menores que uma cabeça de alfinete. Em seguida filtre e deixe a massa de sementes e frutos secar ao sol. A semeadura deve ser feita em canteiros à pleno sol, com terra peneirada, cobrindo as sementes levemente com um pouco da terra peneirada. Molhe abundantemente mas com cuidado para não criar buracos no canteiro.

A germinação ocorre em algumas semanas e as mudas devem ser replantadas para saquinhos individuais quando atingirem por volta de 5cm.

Fonte: www.cotianet.com.br

Manacá da Serra

Manacá da Serra
Manacá da Serra

Que belo espetáculo da natureza nos oferece o manacá-da-serra ao florescer! Do alto de sua copa, essa árvore ornamental cobre-se de miúdas flores em tons de roxo e branco que exalam um intenso perfume e vão mudando de cor com o tempo.

Mas o reinado delas é muito breve! Nascem solitárias nas extremidades dos ramos e vão embranquecendo á medida que envelhecem, em apenas três dias.

Nativo da América tropical e encontrado na encosta atlântica, na área que Vai do Rio de Janeiro até Santa Catarina, o manacá-da-serra é útil nos reflorestamentos e muito bem cotado para a jardinagem e o paisagismo em geral.

Planta pioneira no Brasil, resiste bem á luminosidade direta. Apesar de ter qualidade inferior, sua madeira macia e muito visada por insetos é empregada na construção civil, para fazer vigas, postes e mourões.

Presença marcante na cidade ou no campo, o manacá-da-serra também é conhecido como jacatirão, flor-da-quaresma, pau-de-flor e flor-de-mato. Mas este último nome ele não honra, não!

Pois o manacá só floresce entre os meses de novembro e fevereiro. já de fevereiro a março, ele dá frutos. É quando, ao balançar um ramo da árvore, suas minúsculas sementes, lembrando grãos de areia, caem numa chuva fina.

O manacá-da-serra

O manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) é uma árvore pioneira da Mata Atlântica brasileira, da floresta ombrófila densa da encosta atlântica dos estados do Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo.

Ocorre quase exclusivamente em matas secundárias, onde chega a ser a espécie dominante. É encontrada também em restingas  em todo o litoral de São Paulo, e na floresta ombrófila de sudeste do mesmo estado.

Outros nomes populares: cuipeúna, jacatirão, flor-de-maio, flor-de-quaresma, pau-de-flor.

Características

Pode atingir até 12 metros de altura e o diâmetro de seu tronco, 30 centímetros. Sua folhas são rijas.

Apresenta flores de diversas cores e que mudam de coloração, do branco ao roxo passando pelo rosa.

Costuma florir entre os meses de Novembro e Fevereiro; a frutificação costuma a ocorrer em fevereiro-Março.

Normalmente as sementes, de dispersão anemocórica, precisam entre 10 e 20 dias para germinarem.

Além de serem muito populares no paisagismo brasileiro e australiano, também podem fornecer madeira para a construção civil.

Fonte: www.amigosdanatureza.com.br

Manacá da Serra

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Família:
Melastomaceae

Manacá da Serra
Manacá da Serra

Manacá da Serra
Manacá da Serra - Flor

Características Morfológicas: Esta árvore tem entre 7 e 12 metros de altura e tronco girando em torno de 20 a 30 centímetros de diâmetro. Suas folhas são rígidas e as flores mudam de cor à medida que ela envelhece (possui de tons brancos ao roxo, passando pelo rosa).

Origem: Mata Atlântica, Brasil.

Ocorrência Natural: Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Flores brancas, rosas e roxas. De repente, no verde da mata, faz-se um buquê natural em forma de árvore. Assim pode-se dizer é a imagem do manacá-da-serra quando se desce rumo ao litoral onde a Mata Atlântica, seu habitat primeiro, ainda impera.

Espécie pioneira deste bioma, pode-se dizer que ela é típica da floresta ombrófila densa da encosta atlântica. Conhecida por outros nomes populares como cuipeúna, jacatirão, flor-de-maio, flor-de-quaresma e pau-de-flor, ela geralmente floresce entre os meses de novembro e fevereiro, em pleno o Verão.

Em função de sua beleza, esta árvore tem forte apelo paisagístico (até porque seu tamanho pequeno não concorre com a rede elétrica das cidades e suas raízes não são agressivas aos calçamentos).

Tolerante à luz direta, é muito útil no reflorestamento de áreas de preservação permanente (apesar de seu desenvolvimento não ser muito rápido: cresce cerca de 2,5 metros aos 2 anos).

Afora isso, sua madeira também possui aplicação prática na construção civil (embora não seja considerada de boa qualidade). Serve para a confecção de vigas, caibros, postes, esteios e moirões.

Manacá da Serra
Manacá da Serra

Fonte: eptv.globo.com

Manacá da Serra

Nome popular: Manacá-da-serra; Cuipeuna; Manacá-da-serra-anão.
Nome científico:
Tibouchina mutabilis (Vell.) Cogn. Nana.
Família:
Melastomataceae.
Origem: 
Brasil.

Manacá da Serra
Manacá da Serra - Flor

O manacá-da-serra é uma planta pioneira, isto é, é uma das primeiras que aparece naturalmente após a derrubada da mata ou em áreas em processo de regeneração florestal. Devido a essa característica ela é de fácil cultivo e não é exigente.

Praticamente não é atacada por pragas e doenças, não é muito exigente quanto à fertilidade do solo. Gosta de umidade atmosférica alta, clima quente, solo bem drenado. Podas só de condução.

Sinonímia botânica: Tibouchina mutabilis

Família: Melastomataceae

Ocorrência: ocorre do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul em toda a Mata Atlântica.

Importância: madeira e ornamental.

Ecologia da planta: é uma espécie heliófila, pioneira, ocorre principalmente em floresta pluvial Atlântica; a dispersão das sementes se dá pelo vento (anemocoria); gosta de clima quente e úmido. Espécie comum em matas secundárias, principalmente nas serras da Mata Atlântica.

Propriedades: árvore de interesse ornamental, sua madeira, ainda que mole, é utilizada em construções internas. Sua principal utilidade é servir como espécie pioneira na recuperação de áreas degradadas de Mata Atlântica.

Cultivo: as sementes são minúsculas, germinam logo que os frutos se abrem e inicia-se a dispersão, devem ser colocadas sob material orgânico em sombreamento de 50%. As mudas devem ser transplantadas para os sacos plásticos ou em tubetes 30mm; estão prontas para serem plantadas no campo em 6 meses.

Descrição botânica: árvore de 7-15 metros de altura; as folhas possuem forma lanceolada, aveludada em ambas as superfícies, rígidas de 8-10 cm de comprimento por 3-4 cm de largura. Suas flores são de coloração que vão do violeta ao branco.

Fenologia: floresce nos meses de novembro a fevereiro, os frutos amadurecem de fevereiro a março.

Outras informações: é uma das espécies pioneiras de maior abundância em formações secundárias da Mata Atlântica.

Observações: 

O Manacá-da-serra é uma árvore de porte variável, muito ramificada, de florescimento vistoso, de 2 a 4 m de altura.
Quando multiplicada por meios vegetativos, floresce com menos de 0,5 m de altura, e não ultrapassa os 3 m.
Flores mutáveis, de início brancas, depois roxo-claras e finalmente roxo-escuras, sendo formadas geralmente no período do inverno.
Na forma arbórea normal, floresce no verão.

Cultivo: Cultivada isoladamente, ou em grupos formando conjuntos ou renques.

Reproduz-se normalmente por sementes, entretanto esta forma é multiplicada por alporques, com possibilidade ainda de multiplicação por estacas retiradas dos ponteiros.

Fonte: www.naturezadivina.org.br

Manacá da Serra

Manacá-da-serra - Tibouchina mutabilis

Nome Científico: Tibouchina mutabilis
Nome Popular:
Manacá-da-serra, Manacá-da-serra-anão, Cuipeúna, Jacatirão
Família:
Melastomataceae
Divisão:
Angiospermae
Origem:
Brasil
Ciclo de Vida:
Perene

Manacá da Serra
Manacá da Serra - Flor

O manacá-da-serra é uma árvore semi-decídua nativa da mata atlântica, que se popularizou rapidamente no paisagismo devido ao seu florescimento espetacular.

Seu porte é baixo a médio, atingindo de 6 a 12 m de altura e cerca de 25 cm de diâmetro de tronco. As folhas são lanceoladas, pilosas, verde-escuras e com nervuras longitudinais paralelas.

As flores apresentam-se solitárias e são grandes, vistosas e duráveis. Elas desabrocham com a cor branca e gradativamente vão tornando-se violáceas, passando pelo rosa.

Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores. A floração ocorre no verão e a frutificação no outono.

O manacá-da-serra é uma excelente opção para o paisagismo urbano, pois não apresenta raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isolado em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos.

Seu crescimento é rápido e além da árvore, encontra-se disponível no mercado uma variedade anã, o manacá-da-serra-anão. Esta variedade, conhecida como 'Nana', alcança de 2 a 3 m de altura e é mais precoce, iniciando a floração com menos de meio metro.

Com seu porte arbustivo, ela é apropriada para o uso isolado ou em grupos e renques. Sua floração ocorre no inverno, ao contrário da forma arbórea típica.

Também pode ser conduzida em vasos.

O manacá deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado periodicamente por pelo menos um ano após o plantio no local definitivo. Planta característica de clima tropical úmido, é tolerante ao clima ameno das regiões subtropicais. Multiplica-se por sementes, estacas e alporques.

A variedade 'Nana' (manacá-da-serra-anão) só pode ser multiplicada por estaquia e alporquia, pois os descendentes oriundos de sementes, podem não apresentar as características típicas desta variedade e atingir o porte arbóreo.

Fonte: www.jardineiro.net

Manacá da Serra

Manacá da Serra
Manacá da Serra - Flor

O Manacá-da-Serra mede de 7 a 15 metros de altura. É muito parecido com a Quaresmeira, mas é um pouco mais alto e o seu caule é mais liso. A maior dificuldade em diferenciar as duas flores está nas folhas que são muito parecidas. As folhas do Manacá-da-Serra possuem forma lanceolada, aveludada nas superfícies. São verde-escuras com nervuras longitudinais bem visíveis.

Suas flores têm três cores distintas. Nascem flores brancas, depois de um dia ficam rosa e no dia seguinte ganham a coloração lilás e assim permanecem até envelhecer e cair. Os botões mantêm a planta florida dede abril até o começo de novembro. Seus frutos amadurecem de fevereiro a março.

Essa planta se espalha por toda a Mata Atlântica (está entre as pioneiras de maior abundância em formações secundárias da Mata Atlântica) e faz parte da vegetação desde o Espírito Santo até o Rio Grande do Sul.

É uma árvore pequena, que encontra ambiente favorável em florestas pluviais e em matas secundárias, principalmente nas serras. O clima adequado para o seu plantio é o quente e úmido.

O interesse pelo cultivo do manacá ocorre por dois motivos: a comercialização de sua madeira em construções internas, e a comercialização para fins ornamentais. É uma planta muito aconselhável para atividades paisagísticas e compõe lindas paisagens naturais na região sul do País.

Sua florada é realmente incrível e não passa despercebida ao turista que desce as serras de Santa Catarina no fim do verão, nem ao morador locar que com ela já se habituou.

Por volta do ano 2001 foi lançada uma espécie nova, o Manacá-da-Serra anão, que varia de um a quatro metros de altura, variedade apropriada para ser plantada em vasos.

As flores do Manacá-da-Serra representam a alegria de viver, e buquês dessa espécie de planta deve contar com as suas diferentes cores, em eventos joviais.

Curiosidades

O Manacá-da-Serra é muito importante na vida de uma determinada borboleta, pois se trata do único alimento de suas lagartas. A borboleta amarela manchada de preto, que tem 80 mm de envergadura deposita seus ovos no Manacá, e é encontrada sob as folhas da árvore ou nas imediações dela.

Fonte: www.plantasonya.com.br

Manacá da Serra

O Manacá de Cheiro

Manacá da Serra
Manacá de Cheiro

Nome Técnico: Brunfelsia uniflora

Nomes Populares: Manacá-de-cheiro, ontem-hoje-amanhã, primavera.

Família: Família Solanaceae

Origem: Nativo do Brasil

Descrição: Arbusto de médio porte, folhagem perene forma de uma arvoreta, bem ramificado de caule e ramos de textura áspera.

Folhas ovais lisas e de cor verde- escura.

As flores são a grande atração, arredondadas de cor azul-violeta que vão se tornando esbranquiçadas com o tempo, oferecendo um espetáculo na primavera, quando se cobre de flores quase não aparecendo as folhas.

Porte: Pode atingir 3,0 m de altura.

Ambiente e uso decorativo: Sua floração é efêmera, dura poucos dias, mas é um belo espetáculo.

A introdução no planejamento do jardim é interessante desde que se tenha em mente que sua participação com a cor de suas flores é por pouco tempo.

Cultivo: Muito simples, em solo comum bem drenado.

Aprecia locais ensolarados quando produz abundante floração.

Tem a tendência a formar grandes touceiras devido ao crescimento de filhotes oriundos da raiz que devem ser retirados, podendo servir para a propagação da planta. Também é possível fazer novas mudas com estacas de ramos novos, após a floração.

Esta é uma planta hospedeira de lagartas de borboletas. Elas surgem após o período de floração e não há prejuízo para a planta e assim também haverá lindas borboletas no jardim.

Fonte: www.fazfacil.com.br

Manacá da Serra

Árvore de folhas perenes, de altura em torno de 7 a 12,0 metros, tronco cinzento claro com DAP em torno de 30.

As folhas são rígidas, verdes escuras e de nervuras longitudinais, característica desta família de plantas.

As flores são de 5 pétalas, plantas na cor rosa forte e tornam-se claras quando envelhecem.

O fruto é pequeno do tipo cápsula que se abre espontaneamente, liberando pequenas sementes.

Floresce na primavera quando em cultivo no Sul, mas em outras regiões pode ocorrer de novembro a fevereiro.

Pode ser cultivada em regiões de clima ameno a quente.

MANACÁ DA SERRA ANÃO

Manacá da Serra
Manacá da Serra - Flor

O grande atrativo da Tibouchina mutabilis Nana,está na floração abundante que produz. Os botões desabrocham na planta de apenas 6 meses de idade, entre os meses de abril e novembro.

As pétalas escurecem homogeneamente do branco ao lilás, passando por uma coloração intermediária rosa-clara, que enfeita a planta com três tonalidades distintas.

Luminosidade: Vai bem a pleno sol ou à meia sombra, com pelo menos 4 horas de sol por dia.

Irrigação: (Sugestão): após o plantio, precisa de água 3 vezes por semana. Ao atingir a idade adulta (com cerca de 6 meses), uma rega por semana é suficiente.

Solo: Vai bem em qualquer tipo de solo, contanto que não seja arenoso.

Propagação: Pode ser por estacas. Mas como este processo tem baixo aproveitamento, nesta espécie, aconselha-se a obtenção de mudas já crescidas.

Florada: Abril a novembro.

Poda: É muito importante que no final da florada (em novembro) a planta seja podada. Alem de determinar o tamanho da planta, a poda ainda prepara a planta para a floração seguinte.

Adubação: (Sugestão): Plantio em jardins, incorporado na terra, por metro quadrado: 250gr de N-P-K 10-10-10, 500 gr de calcário e 20L de húmus de minhoca. Durante o ano, a cada 3 meses 250 gr de N-P-K 4-14-8 por metro quadrado.

Fonte: www.fazendinhadasflores.com.br

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