O treinamento para aprender a voar de asa delta consiste em executar repetidos exercícios que visam o condicionamento dos reflexos. O aluno aprende a segurar a asa e correr com ela em um terreno plano usando a asa como freio aerodinâmico na hora de parar a corrida.

Posteriormente, em um barranco levemente inclinado e com uns 25 a 30 metros de altura, o aluno repete este exercício na parte mais baixa. É aí que ele vai dar os primeiros vôos. Na medida em que evolui, vai progressivamente subindo o barranco, até que esteja decolando da parte mais alta.

Concluída esta etapa, o aluno realizará o chamado vôo intermediário, em um morro com cerca de 100m de altura. É lá que ele aprende a executar curvas de 90º para a direita e para a esquerda. É nesta etapa que ele treina os procedimentos de emergência, como simular o lançamento do pára-quedas de emergência.
Depois de muitos vôos no morro intermediário, é que ele parte para os vôos mais altos, que são realizados em uma montanha com mais de 400m de altura.
Nesta etapa final, o aluno deve dar de 10 a 30 vôos acompanhado pelo instrutor, através do rádio.
Fonte: www.asadeltabrasil.com.br
Nos Estados Unidos, a asa delta é voluntariamente regulamentada pela Associação de Pilotos de Asa Delta dos USA (APADUSA).
Iniciante: classificação Asa I
Novato: classificação Asa II
Intermediário: classificação Asa III. Esta é a classificação mínima requerida para se tornar um instrutor. Precisa também ter primeiros socorros e certificação de CPR
Avançado: classificação Asa IV
Mestre: classificação Asa V
A APADUSA também endossa categorias para habilidades especiais, como decolar de um declive reto, saltar de rampa, saltar com reboque e vôo cross-country.
As classificações determinam os tipo de condições sob as quais você pode voar e se pode ou não voar só (sem a supervisão de um instrutor). Para detalhes, veja APADUSA: regulamentações e APADUSA: onde aprender. Uma vez que você esteja profissionalizado, pode tanto alugar quanto comprar seu equipamento.
Fonte: lazer.hsw.com.br