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Asteróides

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Asteróide 433 Eros

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Asteróide 253 Mathilde

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Asteróide 243 Ida

Impacto profundo há milhões de anos

Asteróides

Há 65 milhões de anos, o que se imagina ter sido um asteróide com diâmetro de cerca de 15 quilômetros (quase duas vezes o tamanho do Monte Everest) esborrachou-se sobre o que é hoje a península de Yucatán, no México, a uma velocidade de 20 quilômetros por segundo.

O choque liberou energia equivalente a 100 milhões de megatons, valor equivalente à explosão de bilhões de bombas de Hiroshima.

A explosão e o desequilíbrio ecológico que se sucederam destruíram 70% das espécies de seres vivos que havia então e puseram fim a 150 milhões de anos de domínio dos dinossauros sobre a Terra.

No lugar do impacto abriu-se uma cratera de 170 quilômetros de extensão. Aquilo sim, foi quase um apocalipse.

Asteróides Apolo

Asteróides Apolo são um grupo que orbitam próximos a trajetória da Terra e que receberam este nome após a descoberta do asteróide 1862 Apolo, que foi o primeiro asteróide descoberto deste grupo.

Eles são asteróides que têm uma órbita cujo o semi-eixo maior é mais comprido que o da Terra. Em alguns casos eles podem orbitar muito próximo do nosso planeta, tornando-os candidatos potenciais a uma colisão com a Terra.

O maior asteróide da classe Apolo conhecido é o 1866 Sisyphus, tem um diâmetro em torno de 10 km.

Os asteróides Apolos conhecidos são:

Nome

Descoberto no ano de

Descoberto por

2004 AS1

2004

LINEAR
1998 KY26 1998 Spacewatch
1997 XR2 1997 LINEAR
69230 Hermes 1937 Karl Reinmuth
(53319) 1999 JM8 1999 LINEAR
(52760) 1998 ML14 1998 LINEAR
(35396) 1997 XF11 1997 Spacewatch
(29075) 1950 DA 1950 Carl A. Wirtanen
25143 Itokawa 1998 LINEAR
6489 Golevka 1991 Eleanor F. Helin
4769 Castalia 1989 Eleanor F. Helin
4660 Nereus 1982 Eleanor F. Helin
4581 Asclepius 1989 Henry E. Holt, Norman G. Thomas
4486 Mithra 1987 Eric Elst, Vladimir Shkodrov
(4197) 1982 TA 1982 Eleanor F. Helin, Eugene Shoemaker
4183 Cuno 1959 Cuno Hoffmeister
4179 Toutatis 1989 Christian Pollas
4015 Wilson-Harrington 1979 Eleanor F. Helin
3200 Phaethon 1983 Simon Green, John K. Davies/IRAS
2101 Adonis 1936 Eugène Joseph Delporte
2063 Bacchus 1977 Charles T. Kowal
1866 Sisyphus 1972 Paul Wild
1862 Apollo 1932 Karl Reinmuth
1685 Toro 1948 Carl A. Wirtanen
1620 Geographos 1951 Albert George Wilson, Rudolph Minkowski
1566 Icarus 1949 Walter Baade

Placa de 700 a.C. traz relato de destruição de Sodoma

Cientistas britânicos conseguiram decifrar as inscrições cuneiformes de um bloco de argila datado de 700 a.C. e descobriram que se trata do testemunho feito por um astrônomo sumério sobre a passagem de um asteróide — que pode ter causado a destruição das cidades de Sodoma e Gomorra.

Asteróides
O objeto teria o relato de uma testemunha sobre a explosão

Conhecido como "Planisfério", o bloco foi descoberto por Henry Layard em meados do século 19 e permanecia como um mistério para os pesquisadores.

O objeto traz a reprodução de anotações feitas pelo astrônomo há milhares de anos.

Utilizando técnicas computadorizadas que simulam a trajetória de objetos celestes e reconstroem o céu observado há milhares de anos, os pesquisadores Alan Bond, da empresa Reaction Engines e Mark Hempsell, da Universidade de Bristol, descobriram que os eventos descritos pelo astrônomo são da noite do dia 29 de junho de 3123 a.C. (Calendário Juliano).

Segundo os pesquisadores, metade do bloco traz informações sobre a posição dos planetas e das nuvens e a outra metade é uma observação sobre a trajetória do asteróide de mais de um quilômetro de diâmetro.

Impacto

De acordo com Mark Hempsell, pelo tamanho e pela rota do objeto, é possível que este se tratasse de um asteróide que teria se chocado contra os Alpes austríacos, na região de Köfels, onde há indícios de um deslizamento de terra grande.

O asteróide não deixou cratera que pudesse evidenciar uma explosão. Isso se explica, segundo os especialistas, porque o asteróide teria voado próximo ao chão, deixando um rastro de destruição por conta de ondas supersônicas, e se chocado contra a Terra em um impacto cataclísmico.

Segundo os pesquisadores, o rastro do asteróide teria causado uma bola de fogo com temperaturas de até 400ºC e teria devastado uma área de aproximadamente 1 milhão de quilômetros quadrados.

Hempsell afirma que a escala da devastação se assemelha à descrição da destruição de Sodoma e Gomorra, presente no Antigo Testamento, e de outras catástrofes mencionadas em mitos antigos.

O pesquisador sugere ainda que a nuvem de fumaça causada pela explosão do asteróide teria atingido o Sinai, algumas regiões do Oriente Médio e o norte do Egito. Hempsell afirma que mais pessoas teriam morrido por conta da fumaça do que pelo impacto da explosão nos Alpes.

Segundo a Bíblia, Sodoma e Gomorra foram destruídas por Deus como resposta a atos imorais praticados nas cidades. Acredita-se que elas eram localizadas onde hoje fica o Mar Morto.

Fonte: www.starnews2001.com.br

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