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História da Austrália

 

Os aborígens nômades habitaram Austrália durante milênios, antes dos europeos descobri-la e coloniza-la. De acordo com as descobertas arqueológicas, sabe-se que o país estava habitado fazem mais de 35 mil anos por diferentes grupos nômades.

As Primeiras Explorações

As primeiras explorações procedentes da Europa datam do século XVII. Porém, parecia que ninguém estava interessado na "Terra Australis Incógnita" e foi até a expedição dirigida por James Cook no 1768 – 1770, quando explorou-se a costa oriental.

O Capitão Cook tomou posse dos territórios em nome do Rei da Inglaterra, batizando-os com o nome de "Nova Gales do Sul". Porém, depois de algumas explorações determinou-se que aquelas terras não possuiam valor nenhum.

Terra para Deportados

Durante aqueles anos na Inglaterra e dada a super população de presos decide-se utilizar aquelas terras como lugar de deportação, e no ano de 1787 partem 750 reus estando a frente o capitão Arthur Philip. São estes os primeiros homems a fundar a primeira cidade da Austrália, denominando-a Sydney.

Este primeiro assentamento desenvolveu-se rapidamente e sua população aumentou graças ao número de presos deportados pela Inglaterra (entre os anos de 1788 e 1868 foram deportados mais de 16 mil convictos). Até o ano 1836 não se funda oficialmente a colônia inglesa da Austrália do Sul.

Ondas de Imigrantes e a Febre do Ouro

Após este acontecimento começam as primeiras imigrações livres, maioritariamente européias, fazendo-se mais relevantes durante a segunda metade do século XIX. Estas coincidem com o descoberta do ouro, pelo qual Austrália converte-se, no ano de 1850, no lugar preferido para os afetados pela febre do ouro.

Esta nova imigração provocou um desenvolvimento demográfico considerável e uma prosperidade nunca antes conhecida.

O aumento da população e as exigências do desenvolvimento econômico e social do país determinaram o surgimento de parlamentos e governos autônomos nas diferentes regiões. Em 1901, sob o impulso da classe dirigente liberal australiana, constituem-se as colônias de Nova Gales do Sul (New South Wais), Vitória, Queensland, Austrália do Sul (South Austrália), Austrália do Oeste (Westerm Austrália) e Tasmânia, formando a "Comunidade da Austrália" ou "Commonwealth of Austrália".

As eleições de 1910 viram a consolidação do partido laborista, o qual manteve-se no poder, graças a uma acertada política de reformas, até o ano de 1949. Naquela época então a maior parte da população concentrava-se nas capitais dos diferentes estados. Todos estes acontecimentos vão formando e desenhando as primeiras linhas do caráter afável e tolerante dos australianos.

Após a Segunda Guerra

Durante a Segunda Guerra Mundial, Austrália participou ao lado dos aliados e suas terras constituiram as principais bases para os ataques contra Japão. No ano de 1950 sobem ao poder os liberais liderados por Menzies, quem permaneceria no cargo por 16 anos.

Durante seu governo, Austrália experimenta um desenvolvimento importante conseguindo prosperidade. No ano de 1966 os laboristas retomam o poder estando a frente Whitlam, que durou dois anos e meio, porém em tão curto período de tempo, introduziu numerosas mudanças, desde tirar Austrália da Guerra do Vietnam, passando por modernizar o país, até abolir a pena de morte.

Foi o primeiro a enfrentar o problema dos aborígens, estabelecendo a Comissão de Direitos da Terra e devolvendo às tribos os 12 por cento do território australiano, incluindo o Ayers Rock, a famosa rocha no meio do país a qual, sob o nome de Urulu, constitui um lugar sagrado para os aborígens. Whitlam estabeleceu um novo hino nacional sustituindo "Deus salve à rainha" britânico, embora o chefe do Estado australiano seguia sendo a rainha da Inglaterra, representada no país por um governador geral.

Por ocasião da crise econômica no país influenciada pela crise do petróleo, Whitlam vê-se obrigado a abandonar seu cargo no ano de 1975, para dar passaagem ao liberal M. Fraser, favorável à política dos Estados Unidos na área do Pacífico.

No ano de 1983 deu-se uma alternância no governo com o Partido Laborista, liderado por R Hawke, formação política que no ano de 1990 torna a ganhar as eleições. Três anos depois, em 1986, a rainha Isabel II firma em Canberra (a capital) a Austrália Act, estabelecendo a independência legislativa e jurídica da Austrália.

No ano de 1993 o Partido Liberal ganha as eleições parlamentárias. O Governo combina convocar um referendum para determinar a criação de uma República Federal no lugar da atual monarquia institucional.

O primeiro ministro Paul Keating informa esse ano que a rainha Isabel II entende a proposição de converter o país em uma república federal. Os principais partidos políticos são o Partido Laborista, Partido Liberal, Partido Nacional, Partido Democrata e o Partido para o Desarme Nuclear.

Atualmente Austrália está vivendo conflitos no poder e alguns de seus membros tem sido acusados de corrupção.

Fonte: www.rumbo.com.br

História da Austrália

Antes de ser “colonizada” pelos ingleses, a Austrália, ou Terra Australis, era considerada uma terra primitiva e sem atrativos que justificassem a sua exploração. Portugueses, Holandeses e piratas, como William Dampier em 1680, reforçavam a idéia de que se tratava de uma terra desabitada e totalmente sem importância. Porém, o Capitão inglês James Cook, que participava de uma expedição científica ao Thaiti, foi enviado para iniciar investigações à respeito da grande terra do sul. Finalmente, após circunavegar as duas ilhas da Nova Zelândia, o Capitão Cook desembarcou na costa leste (Botany Bay), no dia 28 de abril de 1770.

Seguindo viagem para o norte, depois de ficar encalhado por seis semanas na barreira de corais, o Capitão James Cook chegou ao Cabo de York, e pela primeira vez, fincou a bandeira da Inglaterra, em 22 de Agosto de 1770, proclamando posse da terra descoberta, chamada NEW SOUTH WALES, em nome do Rei George III da Inglaterra.

Entretanto, atualmente o governo australiano reconhece que o país já era habitado por povos aborígenes antes da chegada dos ingleses. Portanto, o termo descobrimento é falho quando se fala de Austrália. Muitos historiadores modernos já utilizam o termo “ïnvasão inglesa”, ao invés de descobrimento.

COLONIZAÇÃO

A colonização da Austrália começou com o objetivo de esvaziar as cadeias superlotadas da Inglaterra. Com a independência dos Estados Unidos, a Inglaterra teve que parar de mandar convictos ou presos para América. Sendo assim, o Rei passou a mandá-los à nova terra invadida.

A primeira frota, com 11 embarcações e aproximadamente 1,3 mil pessoas, organizada para colonizar o continente desconhecido, chegou em Botany Bay, em 18 de janeiro de 1788.

O Capitão Phillip, após decidir que a área não era apropriada, moveu-se mais ao norte (onde hoje chama-se Sydney), para estabelecer a primeira colônia, em 26 de janeiro de 1788. Durante o período como colônia penal, mais de 168 mil prisioneiros foram transportados para Austrália. O que terminou em 1852 (na costa leste) e 1868 (na costa oeste). Os prisioneiros, muitos condenados por pequenos crimes, tinham suas penas transformadas em prisão perpétua, uma vez que o retorno para Inglaterra era praticamente impossível.

Os prisioneiros que pagavam suas penas (em média 7 anos) eram libertados e recebiam terra para plantio, dando início à expansão do continente. A vida dos primeiros colonos era extremamente difícil e poucos se aventuravam além da baía de Sydney. Para se ter uma idéia, as Blue Mountains (montanhas azuis), que hoje se localizam à duas horas de carro do centro de Sydney, só foram cruzadas em 1813, ou seja, 25 anos após a primeira frota.

Fonte: www.ozzystudy.com.au

História da Austrália

Em 1606, o espanhol Torres atravessou o estreito que separa a Austrália de Papua Nova Guiné. Exploradores holandeses percorreram os litorais norte e oeste e encontraram a Tasmânia.

O primeiro explorador inglês, William Dampier, desembarcou na costa noroeste em 1688. Porém, só em 1770, seu conterrâneo, o Capitão James Cook, num grande esforço, organizou uma expedição científica para o sul do Pacífico com o objetivo de explorar a costa oriental daquela que tinha ficado conhecida com Nova Holanda, reivindicando-a para a Coroa Britânica.

A Guerra da Independência americana fechou aquele país como lugar de deportação de condenados. Assim, a Inglaterra planejou um local para estabelecer uma colônia penal. Sir Joseph Banks, o Presidente da Royal Society, que havia navegado juntamente com Cook, elegeu a Austrália para esse propósito. A Primeira Frota de 11 navios desembarcou em Botany Bay em janeiro de 1788.

O Governador Phillip escolheu Sydney Harbour (Porto de Sydney) e lá desembarcou em 26 de janeiro, data que é hoje comemorada como o Australia Day. A Primeira Frota transportava 1.500 pessoas, sendo que metade delas eram condenados.

O livro de Robert Hughes, The Fatal Shore (A Costa Fatal), é um clássico moderno sobre o sistema penal. Ele sugere que o sistema teve efeitos duradouros na sociedade australiana.

Cerca de 160.000 prisioneiros foram mandados para o continente australiano por mais de 80 anos.O número de colonizadores livres era muito maior que o de prisioneiros. A indústria de lã e a corrida do ouro na metade do século XIX deram um impulso à colonização.

A escassez de trabalho, a vastidão da savana e as novas fontes de riqueza com base na agricultura, mineração e comércio contribuíram para o desenvolvimento das inigualáveis instituições e consciências australianas.Por volta de 1788, período em que se deu a colonização, estima-se que havia cerca de 300.000 povos aborígines e ilhéus do Estreito de Torres na Austrália.

A colonização implicou a desapropriação forçada dos povos indígenas. Isso destruiu as práticas tradicionais de gerenciamento de terras e introduziu novas plantas e animais nos ecossistemas, que se mostraram frágeis. A população diminuiu dramaticamente durante o século XIX e início do século XX, devido ao impacto de novas doenças e o rompimento e a desintegração culturais.

O impacto da 1a guerra mundial na Austrália

A Primeira Guerra Mundial teve um impacto devastador na Austrália. Em 1914, a população masculina da Austrália era menos de três milhões, apesar disso, quase 400.000 deles ofereceram-se para lutar na Guerra.

Cerca de 60 mil daqueles que se ofereceram nunca voltaram e outras dezenas de milhares foram feridos, muitos deles gravemente.Os australianos herdaram fortes tradições dos anos de guerra.

Nenhuma é mais especial ou apreciada nos costumes australianos do que a tradição "Anzac", criada em Gallipoli na Turquia em 1915. O Anzac Day, 25 de abril, é atualmente um dia nacional de comemoração do sacrifício dos australianos em todas as guerras nas quais lutaram. "No fim, o ANZAC simbolizou e ainda simboliza o valor sem obstáculos de uma boa causa, pela iniciativa, sabedoria, fidelidade, amizade e tolerância que nunca irá admitir a derrota". (Charles Bean, historiador da Primeira Guerra Mundial).

O período entre as duas guerras mundiais foi de incerteza e instabilidade já que um grande número de soldados procuravam reconstruir suas vidas. Divisões sociais e econômicas expandiram-se e tornaram-se mais evidentes durante os árduos anos da Depressão em 1930, quando muitas instituições financeiras australianas faliram.

A Segunda Guerra Mundial foi, em alguns aspectos, um acontecimento fortalecedor na história da Austrália. As forças australianas deram uma grande contribuição à vitória dos Aliados na Europa, na Ásia e no Pacífico. A geração que lutou na guerra e sobreviveu, saiu dela com um sentimento de orgulho dos pontos fortes da Austrália.

Fonte: www.informationbrazil.com.au

História da Austrália

Rápida Apresentação

Muita coisa mudou na Austrália desde que seus habitantes originais, os aborígines australianos, viviam em sistemas sociais complexos e segundo tradições que refletiam a estreita ligação com a terra e o meio ambiente. Desde essa época até a chegada dos primeiros exploradores europeus, prisioneiros, colonizadores livres e, mais recentemente, imigrantes, a Austrália sobreviveu a depressões, guerras e escândalos políticos. Foram criadas cidades dinâmicas e histórias sobre '’the bush” e “Aussie battler” (o arbusto, por ser uma região repleta dessa vegetação e o combatente australiano); novas oportunidades foram criadas para pessoas de todo o mundo. A cultura nativa passou por um declínio seguido de gradual reflorescimento.

História Anterior ao Século XX

Os primeiros habitantes da Austrália, conhecidos como aborígines australianos, fazem parte da mais longa história cultural do mundo, com sua origem datando da última Era Glacial. Embora mistério e polêmica encubram diversos aspectos da pré-história australiana, em geral acredita-se que os primeiros seres humanos atravessaram o mar, vindos da Indonésia, há cerca de 70 mil anos.

Os europeus passaram a explorar a Austrália no século XVI: os navegadores portugueses foram seguidos por exploradores holandeses e pelo destemido pirata inglês William Dampier. O capitão James Cook navegou ao longo de toda a costa leste em 1770 até chegar a Botany Bay; logo depois reinvidicou o continente para os ingleses, que passou a se chamar New South Wales.

Em 1779, Joseph Banks (um naturalista da expedição de Cook) achava que os ingleses deveriam resolver os problemas de superpopulação nas prisões transferindo os condenados para New South Wales. Em 1787, a Primeira Frota, com 11 navios e 750 condenados de ambos os sexos, zarpou para Botany Bay. Chegou em 26 de Janeiro de 1788 , prosseguindo para o norte até Sydney Cove, onde a terra e a água eram melhores. Para os recém-chegados, New South Wales era um lugar quente, feio e hostil, e a ameaça da morte por inanição pairou sobre a colônia por muitos anos. Para enfrentar a batalha contra a natureza e um governo opressor, esses novos australianos desenvolveram uma cultura que se tornou a base da lenda do 'combatente australiano'.

A Austrália passou a atrair colonizadores livres nas décadas seguintes, mas foi a descoberta do ouro em 1850 que mudou a colônia definitivamente. A grande leva de imigrantes e as inúmeras e grandes descobertas de ouro incrementaram a economia e mudaram as estruturas sociais coloniais. Os aborígines foram arrancados da terra de suas tribos para que os novos colonizadores tomassem posse para plantio ou extração.

No final do século XIX, houve uma tentativa de se idealizar 'o arbusto' (ou seja, qualquer local afastado da cidade) e seus habitantes. O grande fórum para este “nacionalismo do arbusto” foi a popular revista Bulletin. Suas páginas eram repletas de humor e sensibilidade sobre a vida cotidiana e seus mais notáveis escritores eram lendas 'bush', Henry Lawson e 'Banjo' Paterson.

História do Século XX

A Austrália se tornou uma nação com a federação das colônias em 1º de janeiro de 1901. Tropas australianas combateram lado a lado com os ingleses na Guerra Bôer e na 1ª Guerra Mundial. O país sofreu com a Depressão quando caíram drasticamente os preços do carvão e do trigo – os dois principais produtos da economia australiana. Em 1931 quase um terço dos assalariados estava desempregado e a pobreza se alastrava. No entanto, em 1933 a economia da Austrália começou a se recuperar. Quando estourou a 2ª Guerra, tropas australianas lutaram ao lado dos ingleses na Europa, mas no final foram os EUA que ajudaram a proteger a Austrália do avanço da força aérea japonesa, derrotada na Batalha de Coral Sea.

A imigração pós-guerra trouxe uma grande leva de imigrantes europeus, que desde então têm prestado enorme contribuição ao país, restaurando a sua cultura e expandindo suas perspectivas. O período pós-guerra trouxe a expansão para a Austrália devido à grande demanda por seus recursos naturais. A Austrália esteve com os EUA na Guerra da Coréia e em 1965 reuniu tropas para ajudar os Estados Unidos na Guerra do Vietnã, embora o apoio para essa empreitada estivesse longe de ser total. O problema para muitos jovens australianos foi a introdução do serviço militar obrigatório em 1964.

A agitação civil causada pelo alistamento compulsório foi um fator que contribuiu para que em 1972 o Partido Trabalhista Australiano chegasse ao poder sob a liderança de Gough Whitlam. O governo de Whitlam retirou as tropas australianas do Vietnã, aboliu as taxas do serviço federal e da educação de nível superior, instituiu um sistema de serviços de saúde universalmente disponível e apoiou o direito à posse da terra da população aborígine.

No entanto, o governo era controlado por um Senado hostil e havia muitos rumores de ineficiência administrativa. Em 11 de novembro de 1975, o governador geral (o representante do monarca inglês na Austrália) agiu de maneira inédita ao dissolver o parlamento e instalar um governo sob custódia conduzido pelo líder oposicionista do Partido Liberal, Malcolm Fraser. Uma coalizão conservadora do Partido Liberal e do Partido Nacional ganhou a eleição seguinte. Um governo Trabalhista não voltaria até 1983 quando um antigo líder sindical, Bob Hawke, levou o partido à vitória.

História Recente e Austrália Hoje

Após um período de recessão e alto desemprego no início dos anos 1990, os eleitores começaram a perder a fé no governo Trabalhista, e no início de 1996, o líder trabalhista Paul Keating foi derrotado pela coalizão conservadora, liderada pelo ainda Primeiro-Ministro John Howard. A Austrália possui um sistema de governo parlamentarista em dois níveis baseado no sistema Westminster. Há três níveis de governo: federal, estadual e local. O parlamento federal consiste na Câmara de Representantes e no Senado. O partido que detém o maior número de cadeiras na Câmara de Representantes representa o governo. Mais informações no website: www.australia.gov.au/govt-in-aust

A questão do republicanismo – trocar a rainha da Inglaterra por um presidente australiano como chefe de estado – dominava a política australiana no final da década de 1990. Cada vez mais pessoas, principalmente os jovens australianos, sentiam que os laços constitucionais com a Inglaterra não eram mais tão importantes e o único caminho a seguir seria declarar a Austrália uma república. No entanto, um referendo nacional realizado em 1999 resultou na manutenção da situação política.

Na última metade do século passado as camadas menos conhecidas da cultura e história australiana passaram a conquistar maior reconhecimento, em particular através da arte, literatura e cinema; como resultado, o símbolo do 'combatente' adquiriu menor importância. Os imigrantes trouxeram suas próprias histórias, culturas e mitos que se juntaram às dos australianos coloniais. Há também um reconhecimento, ainda que tardio, de que os aborígines australianos foram fundamentais para uma verdadeira definição da atual cultura do país.

O “Grande Sonho Australiano” da casa própria, com início nos prósperos anos 1950, ainda continua e tem resultado em substancial ocupação dos subúrbios nas capitais e cidades australianas, especialmente Sydney e Melbourne. Na verdade, a atual arquitetura australiana não apresenta um estilo próprio e as tendências mundiais em geral dominam os grandes projetos. Muitas vezes, as mais interessantes construções “modernas” são, na verdade, o estilo vitoriano, ou de outras épocas, reciclados. Mas existem algumas exceções, como os famosos Convention Centre em Darling Harbour, Sydney, o Melbourne Museum, e o Cultural Centre no Uluru-Kata Tjuta National Park, Austrália Central, que foi projetado em conjunto com os tradicionais proprietários do parque. O complexo da Feration Square de Melbourne, com suas formas geométricas, representa o desafio da arquitetura moderna no coração da cidade.

O bom desempenho econômico atual fica evidente com a cotação relativamente alta do dólar australiano, o aumento do comércio com a China e alguns negócios locais com recorde histórico de faturamento. Tal situação tem sido acompanhada por baixa inflação e baixa taxa de desemprego. Por outro lado, o déficit comercial do país aumentou em 20 bilhões de dólares, a média da dívida familiar está crescendo e o preço dos imóveis em muitos centros urbanos está cada vez mais inacessível.

Fonte: studyinaustralia.gov.au

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