
As azeitonas são o fruto da árvore conhecida com Oliveira, ou Olea Europaea. “Olea” é a palavra latina para “petróleo”, reflectindo o alto teor de gordura das azeitonas, das quais 75% é ácido oleico, uma gordura monoinsaturada que consegue baixar os níveis de colesterol no sangue. “Europaea” lembra-nos que as azeitonas são nativas da zona mediterrânica da Europa.
As azeitonas não podem ser comidas directamente a partir da árvore, visto ser necessário um tratamento especial para reduzir a sua amargura natural. Estes métodos de tratamento variam de acordo com a zona de cultivo, o sabor desejado, textura ou mesmo a cor a ser obtida.
Algumas azeitonas são colhidas ainda verdes, enquanto que outras amadurecem plenamente na árvore até atingirem uma cor negra.
Contudo, nem todas as azeitonas pretas que consumimos amadureceram na árvore, visto a exposição de azeitonas verdes ao ar, através de métodos específicos, e a consequente oxidação transformarem a cor verde para preta.
Para além da cor original da azeitona determinar as suas características finais, a cor é afectada por uma variedade de métodos de transformação a que as azeitonas são submetidas, incluindo fermentação, serem curadas em óleo ou água ou salmoura.
Estes métodos podem causar não só que a azeitona adquira uma cor preta, marrom, vermelha ou mesmo amarela, como também afectam a textura da pele, causando-a lisa e brilhante ou enrugada.
O azeite está disponível numa grande variedade de qualidades que reflectem o grau a que a azeitona foi processada.
O azeite extra-virgem é obtido a partir do óleo não refinado da primeira prensagem.
O azeite virgem também é derivado da primeira prensagem, mas tem um maior nível de acidez que o extra-virgem (bem como menos fitonutrientes e um sabor menos delicado).
Quimicamente, a diferença entre o azeite extra-virgem e o azeite virgem está relacionada com a quantidade de ácido oleico livre, um dos marcadores para a acidez total. De acordo com as normas aprovadas pelo Conselho Oleícola Internacional, “virgem” pode conter até 2% de ácido oleico livre, enquanto que o “extra-virgem” pode conter até 0,8%.
O azeite puro tem uma menor qualidade e é obtido a partir de prensagens posteriores.
| NUTRIENTES |
qUANT. |
DDR (%) |
dENSIDADE DO NUTRIENTE |
CLASS. |
|---|---|---|---|---|
| ferro | 4.44 mg |
24.7 |
2.9 |
bom |
| vitamina E | 4.03 mg |
20.1 |
2.3 |
bom |
| fibras | 4.30 g |
17.2 |
2.0 |
bom |
| cobre | 0.34 mg |
17.0 |
2.0 |
bom |
Inapetência
Afecções da Vesícula Biliar
Prisão de Ventre
Fonte: www.alimentacaosaudavel.org

Na Grécia antiga já se falava das oliveiras, Olea Europea, árvores que podem viver até 1.000 anos, cujo fruto é a Azeitona e que surge bem verde.
Depois, a casca adquire tons acinzentados e logo fica dourada. Em seguida, torna-se castanha e o próxima passo da metamorfose é ir ficando arroxeada e ir escurecendo até ficar preta. Quanto mais escura, constata-se que mais tempo ficou no pé.
De origem européia, a oliveira foi trazida ao Brasil por imigrantes, há quase dois séculos.
Cerca de 20% de sua composição é azeite de oliva, repleto de bom colesterol (HDL) que mantém sua circulação sangüínea livre de obstáculos. Apesar de ser muito benéfica, a azeitona tem essa quantidade de gordura, o que a torna muito calórica. Por isso, nutricionistas recomendam beliscá-la moderadamente como aperitivo e experimentar acrescentá-la aos pratos de carnes, massas e saladas.
Têm vitamina A, vitaminas do complexo B, vitamina C e minerais tais como: potássio, sódio, cálcio, fósforo, silício, magnésio, cloro e ferro.
Azeitonas de sal, são originadas do preparo as azeitonas, na região do Algarve, dentre outras.
Como se sabe, este fruto não é doce, mas utilizado como petisco ou tempero, tem primeiro que ser "curtido", para se tirar o sabor amargo que tem, quando apanhado da árvore. Fica em imersão, por vários dias em molho de sal. Depois é lavada em água fervente e finalmente condimentada em banho de ervas aromáticas.
Fonte: www.viaintegral.com